Promotor de Justiça Marcos Antônio Matos de Carvalho foi escolhido em lista tríplice
Por André Luis
A governadora Raquel Lyra (PSDB), nomeou o Promotor de Justiça Marcos Antônio Matos de Carvalho como o novo procurador-geral de Justiça para o biênio 2023/205. A nomeação foi divulgado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (3).
Marcos Antônio foi escolhido a partir de uma lista tríplice entregue ontem ao secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, para que a governadora fizesse a escolha. O prazo máximo era de 15 dias, mas a governadora fez a escolha ainda na noite desta segunda-feira (2).
Além de Marcos Antônio, estavam na lista Antônio Fernandes Oliveira Matos Júnior, e Maviael de Souza Silva.
Nº 027 – Nomear, nos termos dos artigos 37, inciso XII, e 70 da Constituição Estadual, o Promotor de Justiça MARCOS ANTÔNIO MATOS DE CARVALHO, para o cargo de Procurador Geral de Justiça, biênio 2023/2025, tendo em vista a lista tríplice constante do Ofício GPJ nº 001/2023, de 02 de janeiro de 2023, do Colégio de Procuradores de Justiça.
Marcos Antônio Matos de Carvalho tem 54 anos, sendo 23 deles dedicados a carreira no MPPE. Natural do Recife (PE), é atualmente titular da 5ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital e Procurador-Geral de Justiça, tendo iniciado sua carreira como Promotor de Justiça de Caruaru. Foi assessor da Corregedoria-Geral de março de 2021 a novembro de 2022.
Chuvas torrenciais em Bodocó Devido às fortes chuvas registradas nos últimos dias em Pernambuco, o Governo do Estado, através da Casa Militar e Secretaria Executiva de Defesa Civil, informa que mobilizou equipes para os municípios de Surubim, no Agreste, e Bodocó, no Sertão, junto com militares do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, para […]
Devido às fortes chuvas registradas nos últimos dias em Pernambuco, o Governo do Estado, através da Casa Militar e Secretaria Executiva de Defesa Civil, informa que mobilizou equipes para os municípios de Surubim, no Agreste, e Bodocó, no Sertão, junto com militares do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, para prestar o apoio necessário ao reestabelecimento da normalidade nesses locais.
Essas equipes seguirão nas duas cidades enquanto for necessário.
Os levantamentos preliminares indicam que, em Surubim, uma família – que reside na Rua José João Minervino – encontra-se desalojada, que o acesso às comunidades Doquinha, Lagoa Nova e Gancho do Galo encontram-se interditados por conta da queda de um poste.
Em, Bodocó um prédio público – a Escola Estadual Carlos Lócio – foi interditada por alagamento; o bairro do Amparo, as ruas do capim, das pedras e a Nelson Araújo também foram atingidas e a ponte sobre o Riacho do Pequi, na PE 545, entre Ouricuri e Bodocó, encontra-se parcialmente danificada e por isso foi interditada.
Os trabalhos das equipes da Defesa Civil estão em andamento para o levantamento do número de famílias desalojadas e/ou desabrigadas. A Defesa Civil do Estado continuará de plantão acompanhando a situação em todo o Estado.
OPERAÇÃO INVERNO – Na manhã de hoje, Casa Militar e Secretaria Executiva de Defesa Civil, reuniu os agentes e representantes de secretarias de estado envolvidos no gabinete de crise onde foram traçadas as ações que serão implementadas durante a Operação Inverno 2018.
Na ocasião foram detalhadas as medidas previstas no Decreto 45.812 que trata do plano de contingência do Estado para respostas aos desastres provocados por intensas precipitações pluviométricas.
Modelo mineiro tem consórcio com mais de 150 cidades e pode ser referência para SAMU nas áreas da 10ª , 11ª e 6ª GERES A reunião que aconteceu com Secretários de Saúde da região, representantes de três Geres e do Cimpajeú avançou na luta para destravar os gargalos para efetivação de um serviço que deveria […]
Modelo mineiro tem consórcio com mais de 150 cidades e pode ser referência para SAMU nas áreas da 10ª , 11ª e 6ª GERES
A reunião que aconteceu com Secretários de Saúde da região, representantes de três Geres e do Cimpajeú avançou na luta para destravar os gargalos para efetivação de um serviço que deveria estar salvando vidas na região: o do funcionamento do SAMU, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência na região.
O encontro teve as participações de Hilana Bezerra (Cimpajeú), das Gerentes Regionais de Saúde Mary Delânea (X GERES), Karla Milena (XI GERES) e Renata Remígio (VI GERES), mais Secretários de Saúde Márcia Conrado e Aron Lourenço (Serra Talhada), Arthur Amorim (Afogados) e mais nomes de Secretaria de Saúde e Geres da Capital do Xaxado.
O principal encaminhamento tirado do encontro é de que uma comissão formada por Secretários e Geres da área irão visitar a experiência do SAMU consorciado em Varginha- MG, tido como o maior SAMU do Brasil. Quando retornarem da visita irão apresentar a experiência aos prefeitos dos 35 municípios das regionais de Serra Talhada, Afogados da Ingazeira e Arcoverde e aí andar com o cronograma de funcionamento do serviço.
O modelo deverá também envolver o CIMPAJEÚ ou a criação de um Consórcio específico. Em Minas, para operacionalizar 135 cidades, o SAMU é gerido pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macro Região do Sul de Minas. O serviço salva vidas sete dias por semana, 24 horas por dia.
O serviço é referência em qualidade, transparência e excelência. A Central de Regulação fica localizada em Varginha. A ligação é atendida pela Central Operativa da Rede de Urgência e Emergência, por técnicos em enfermagem que triam e classificam a emergência, e de acordo com a necessidade da ocorrência, transferem imediatamente a ligação ao médico regulador. Esse profissional, pode responder em duas maneiras que são adaptadas a cada caso: orientação por telefone ou deslocamento das viaturas.
De acordo com a gravidade da ocorrência, o médico envia a viatura ao local, podendo ser acionada a USB (Unidade de Suporte Básico) composta por técnico em enfermagem e condutor socorrista, ou a USA (Unidade de Suporte Avançado) composta por médico, enfermeiro e um condutor socorrista ou o Serviço Aeromédico Avançado de Vida – Arcanjo 03.
Sede do SAMU Varginha
Após o acionamento das unidades pela regulação médica de urgências do SAMU, independente da decisão tomada, a central de regulação médica de urgência acompanhará o atendimento até seu término, apoiando as equipes quando necessário e preparando a recepção hospitalar adequada ao atendimento da urgência.
No Sertão, os prefeitos que não se prontificarem ou emperrarem o andamento dos serviços poderão ser pressionados por órgãos de controle como MPPE e o MPF. O Ministério da Saúde não enviou representante, mas já havia sinalização de interesse para o serviço funcionar. As ambulâncias na região entregues pelo ministério, por exemplo, estão sub-utilizadas.
Um dos desafios é o receio do atraso nos repasses estaduais. Só para manutenção da Central de Regulação, em Serra Talhada, o custo médio é de R$ 500 mil. Uma das propostas é o rateio proporcional do que cabe às prefeituras para o serviço funcionar, observando critérios como população, por exemplo.
A rebelião das criaturas No mundo político, quando um nome é alçado, projetado, lançado por um aliado de peso, é muito comum fazer a analogia entre “criador e criatura”. É uma expressão até certo ponto pejorativa, pois desqualifica aquele que é apoiado. Gera sempre a impressão também muitas vezes injusta de que se está apoiando […]
No mundo político, quando um nome é alçado, projetado, lançado por um aliado de peso, é muito comum fazer a analogia entre “criador e criatura”.
É uma expressão até certo ponto pejorativa, pois desqualifica aquele que é apoiado. Gera sempre a impressão também muitas vezes injusta de que se está apoiando um pau mandado, um capacho, alguém que, eleito, servirá a quem o indicou. Claro, algumas negociatas da política levam a essa prática condenável, mas nem sempre é assim.
Pegando o gancho pelo viés da frase pejorativa, tem criatura se rebelando a fole contra criador no estado, bafejados pelos fatos políticos, pela sedução da caneta, por merecimento e também os bons ventos do acaso.
O exemplo mais recente vem do Pajeú. Porque foi na região que o primeiro prefeito eleito como “novo” declarou sua autonomia e invocou sua liderança no processo. Sandrinho Palmeira, de Afogados da Ingazeira, aparentemente não digeriu o ex-prefeito Totonho Valadares, importante nome da história da Frente Popular, dizer que ainda é cedo pra cravar que ele e o filho, Daniel Valadares, já se coloquem como candidatos naturais a reeleição.
“Primeiro que não depende de Totonho a minha candidatura. Quero dizer desde hoje que Sandrinho Palmeira é candidato a reeleição”.
Ele disse só haver uma única condição para não ser, além claro, da morte: se não tiver boa aprovação. Reforçou que todos na Frente tiveram esse direito e ainda descartou a possibilidade de Patriota querer disputar a prefeitura caso não tenha a vaga na ALEPE. “Não há sentido criar novas lideranças e depois querer enterrá-las”.
Em Serra Talhada, Márcia Conrado segue voo solo a frente da prefeitura, afastada do “criador” Luciano Duque. No caso da gestora, ela nem precisou gritar “independência ou morte”. A movimentação de Luciano Duque no apoio a Marília Arraes criou um afastamento natural. A fissura entre ambos só aumenta com o curso da pré-campanha, com aliados de Duque e Conrado se engalfinhando nas redes sociais. Isso deu a Márcia por herança dos fatos uma condução política e administrativa livre da participação de Duque.
Apesar de defender voto pro ex-prefeito, Márcia dá passos de rompimento do cordão umbilical que construiu sua eleição, com o discurso de que se mantém onde sempre esteve e que quem pulou do barco foi Luciano.
O alinhamento de Duque com Carlos Evandro e Sebastião Oliveira, que também decidiram apoiar Marília Arraes só reforçou o abismo que os separa. Márcia luta para fazer Danilo Cabral majoritário em Serra Talhada e sair maior visando 2024.
No sertão existem outros exemplos. Em Solidão, Cida Oliveira apoiou em 2016 o então vereador Djalma Alves. Achava que voltaria com tranquilidade quatro anos depois. Djalma fez um mandato bem avaliado, invocou o direito à reeleição e deu uma pisa eleitoral na própria Cida.
Em Arcoverde, polo tão importante quanto Serra, Wellington Maciel já cortou relações com a ex-prefeita Madalena Britto pouco depois de ter seu apoio para ganhar a eleição. A gota d’água foi exonerar André Britto, filho da ex-gestora, da função que ocupava no gabinete.
Em Caruaru, Rodrigo Pinheiro jurava fidelidade a Raquel Lyra enquanto vice. Com a ida de Raquel para a disputa estadual, invocou o parágrafo único da lei da caneta, gritou “o Rei sou eu” e dá as cartas contra as orientações da gestora. Já em Petrolina há quem duvide que Simão Durando se rebele contra os Coelho. Miguel, Fernando a cia ainda dão direcionamento à gestão.
Claro, há situações onde a criatura assume o papel pejorativo da expressão, principalmente quando não dá identidade própria ao seu ciclo. Em Brejinho, Tânia Maria não teve direito a tentar um segundo mandato. Zé Vanderlei quis voltar, mas perdeu para Gilson Bento. Em Ingazeira, Lino Morais se esforçou mas não conseguiu fazer frente à liderança de Luciano Torres, que voltou a ganhou. Mesma situação de Carnaíba com Zé Mário e Anchieta Patriota.
Pena que a política convencional gera esse tipo de debate. Renovação e oxigenação não deveriam ser pautas que gerassem tanta polêmica. Esse modus operanti que faz com que novos nomes tenham que passar pelo crivo dos políticos tradicionais é absurdamente ultrapassado. Aí acontece o que estamos assistindo, com o grito de autonomia ou reação sem filtro em várias cidades. Aviso aos navegantes: as criaturas estão viradas…
Três pulos
O vereador Juniano Ângelo já mudou três vezes de palanque nessa pré-campanha. Começou aliado de Anchieta Patriota e, obviamente, apoiando o candidato governista. Depois, com a ida pra oposição, disse que era Miguel. Agora, virou Marília.
Cadê o L?
Marília Arraes e Sebastião Oliveira conseguiram o apoio de Didi, Mateus e Juniano em Carnaíba. Complicado vai ser obrigá-los a fazer o L de Lula. Sem muito alarde, apoiam Bolsonaro.
E Daniel?
Único não ouvido até agora após o “ainda é cedo pra falar em reeleição” de Totonho Valadares e o “sou candidato e condutor do processo” de Sandrinho Palmeira, o vice de um e filho do outro, Daniel Valadares, diz o que pensa disso tudo no Debate das Dez desta segunda, na Rádio Pajeú.
Em dupla
O ex-prefeito Luciano Duque não esteve acompanhado da prefeita Márcia Conrado em seu “pede voto” na ExpoSerra. Foi acompanhado do Federal Fernando Monteiro, único nome que dialoga com ambos e tem se revezado nas duas agendas. Monteiro chegou ao palanque de Márcia por Duque. Por isso mantém fidelidade e gratidão.
Duvideodó
Depois de ver Marília melando sua expectativa em sair com Lula na foto sem ser incomodado, Danilo Cabral anda dizendo que duvida, ele disse “du-vi-da” que Marília consiga sair na foto com o petista na agenda em Pernambuco. Se sair de novo, é muito atrevimento…
Mais criaturas
Nomes que podem surgir candidatos apoiados por suas lideranças em 2024: Marquinhos, apoiado por Zeinha em Iguaracy; Diógenes Patriota, apoiado por Sávio Torres em Tuparetama; Thiago Arruda, apoiado por Anchieta Patriota em Carnaíba e Júnior Campos, apoiado por Marconi Santana em Flores. Em qual desses você aposta?
Deprimente
No hall das coisas mais ridículas da política no Pajeú estão as lives de Dinca Brandino no Instagram. Quando não está ocupando o lugar da esposa Nicinha na Prefeitura, segundo relato dos próprios servidores, Brandino tenta em vão ser engraçado ironizando adversários com seu habitual baixo nível. No último conseguiu incríveis sete comentários. Vale pra quebrar o tédio e ver até onde um político é capaz de chegar.
Pergunta Tostines
Com estrada que não anda como a PE 380, com direito a sublocação de empresa nó cego, mais a operação tapa buracos mais tartaruga que se possa imaginar em trechos da PE 320, não custa perguntar: é o Governo do Estado que manda na ESSE Engenharia ou é a ESSE Engenharia que manda no Estado?
Frase da semana:
“Quero dizer desde hoje que Sandrinho Palmeira é candidato a reeleição”.
De Sandrinho Palmeira, prefeito de Afogados da Ingazeira, desde hoje, candidato a reeleição.
Quando assumiu a Prefeitura de Ingazeira há pouco mais de 05 anos, o Prefeito Luciano Torres não encontrou nenhuma quadra construída. Os estudantes se preparavam para a disputa dos jogos escolares utilizando o pavimento das ruas. Hoje a sede do município dispõe de dois ginásios de esportes e o terceiro será construído na Escola Argemiro […]
Quando assumiu a Prefeitura de Ingazeira há pouco mais de 05 anos, o Prefeito Luciano Torres não encontrou nenhuma quadra construída. Os estudantes se preparavam para a disputa dos jogos escolares utilizando o pavimento das ruas.
Hoje a sede do município dispõe de dois ginásios de esportes e o terceiro será construído na Escola Argemiro Veras, cuja ordem de serviço foi assinada na semana que passou. Falando a Radio Cidade FM ontem , Luciano anunciou a instalação dos equipamentos da Academia de Saúde e nos próximos dias fará a inauguração.
Com dinheiro do II FEM, Torres assegurou que reformará a Praça de Santa Rosa, Construirá calçamentos em Santa Rosa, no loteamento Miguel Arraes e na Vila São Jose que ficará 100% pavimentada.
G1 A Odebrecht S.A. (ODB), um dos maiores conglomerados empresariais do país, formalizou nesta segunda-feira (17) na Justiça de São Paulo um pedido de recuperação judicial. O processo ficará a cargo do juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais. Em comunicado, a companhia informou que o processo envolve […]
A Odebrecht S.A. (ODB), um dos maiores conglomerados empresariais do país, formalizou nesta segunda-feira (17) na Justiça de São Paulo um pedido de recuperação judicial. O processo ficará a cargo do juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais.
Em comunicado, a companhia informou que o processo envolve R$ 51 bilhões de dívidas passíveis de reestruturação. Outros R$ 14,5 bilhões são compostos sobretudo por dívidas lastreadas em ações da Braskem e não passíveis de reestruturação.
De acordo com o processo enviado à Justiça, o valor total da causa é de R$ 83,627 bilhões, que seria o valor do passivo sujeito à recuperação. Segundo o advogado Guilherme Marcondes Machado, caso a recuperação judicial seja aprovada pela Justiça, o administrador judicial poderá apresentar uma segunda lista de credores, elevando o valor da dívida envolvida para acima dos R$ 51 milhões.
O pedido de recuperação judicial da Odebrecht exclui Braskem, a empreiteira OEC, a Ocyan, a incorporadora OR, a Odebrecht Transport, o estaleiro Enseada, além da Atvos Agroindustrial, que pediu recuperação judicial no mês passado. Também não estão incluídas no pedido alguns ativos operacionais na América Latina e suas respectivas subsidiárias.
“Tanto as empresas operacionais como as auxiliares e a própria ODB continuam mantendo normalmente suas atividades, focadas no objetivo comum de assegurar estabilidade financeira e crescimento sustentável, preservando assim sua função social de garantir e gerar postos de trabalho”, diz a Odebrecht em nota.
Desde que se viu atingida pela combinação de recessão profunda no país com os efeito da operação Lava Jato, da qual foi um dos principais alvos, a Odebrecht viu as receitas minguarem e as dívidas se amontoarem.
Segundo o comunicado, o grupo, que “chegou a ter mais de 180 mil empregados cinco anos atrás”, hoje tem 48 mil postos de trabalho, “como consequência da crise econômica que frustrou muitos dos planos de investimentos feitos pela ODB, do impacto reputacional pelos erros cometidos e da dificuldade pela qual empresas que colaboram com a Justiça passam para voltar a receber novos créditos e a ter seus serviços contratados”, informa a companhia.
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