Márcia Conrado e Teresa Leitão entregam Praça da Bíblia
Por Nill Júnior
A Prefeitura de Serra Talhada realizou, neste sábado (11/04), a entrega da Praça da Bíblia, localizada no bairro da AABB. A obra recebeu investimento de R$ 1,1 milhão, viabilizados por meio de emenda parlamentar da senadora Teresa Leitão, e foi projetada como um espaço voltado para eventos religiosos, convivência e integração da população.
Durante a inauguração, a prefeita Márcia Conrado destacou a importância do espaço. “Estamos entregando um espaço pensado com muito cuidado para o nosso povo. A Praça da Bíblia é um lugar de fé, de encontro e de união, que fortalece os laços da nossa comunidade. Seguimos trabalhando para garantir avanços em Serra Talhada, com obras que fazem a diferença no dia a dia das pessoas. E é por isso que Serra Talhada vive seu melhor momento”, afirmou.
Com uma área de 3,6 mil metros quadrados, a praça conta com estrutura adequada para a realização de celebrações, encontros comunitários e momentos de confraternização, além de ser um ambiente arborizado, com jardins e espaços de convivência que incentivam o uso contínuo pela população.
Foram R$ 5 milhões disponibilizados logo no primeiro ano do mandato da Senadora.
“Serra Talhada tem uma gestão que planeja e executa com responsabilidade, e é uma satisfação poder contribuir com iniciativas como essa, que promovem bem-estar, fortalecem a convivência e valorizam a população. Seguiremos trabalhando juntos por mais conquistas para o município”, declarou.
Do Poder 360 Neste sábado (22.set.2018) começa a valer o salvo-conduto para os candidatos nas eleições. A norma está prevista no Código Eleitoral e impede a detenção ou prisão do postulante nos 15 dias que antecedem o pleito e vigora até 48h depois. Os candidatos só podem ser presos ou detidos em flagrante ou em virtude de […]
Neste sábado (22.set.2018) começa a valer o salvo-conduto para os candidatos nas eleições. A norma está prevista no Código Eleitoral e impede a detenção ou prisão do postulante nos 15 dias que antecedem o pleito e vigora até 48h depois.
Os candidatos só podem ser presos ou detidos em flagrante ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável. A lei vale para todos os cargos em disputa. O 1º turno destas eleições será no dia 7 de outubro.
O ex-ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Henrique Neves explica que o salvo-conduto está estabelecido no Código Eleitoral, que foi promulgado em 1965. “Era uma outra época”, diz. Segundo o magistrado, hoje a Constituição é mais rigorosa ao fixar em que condições uma pessoa pode ser presa.
Neves afirma que o salvo-conduto é uma forma de evitar a interferência do Estado nas eleições. A regra não protege apenas para os candidatos. Eis a lei:
Art. 236. Nenhuma autoridade poderá, desde 5 (cinco) dias antes e até 48 (quarenta e oito) horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto.
§1º Os membros das mesas receptoras e os fiscais de partido, durante o exercício de suas funções, não poderão ser detidos ou presos, salvo o caso de flagrante delito; da mesma garantia gozarão os candidatos desde 15 (quinze) dias antes da eleição.
§2º Ocorrendo qualquer prisão o preso será imediatamente conduzido à presença do juiz competente que, se verificar a ilegalidade da detenção, a relaxará e promoverá a responsabilidade do coator.
Nestas eleições, o salvo-conduto ao eleitor começa no dia 2 de outubro e vai até o dia 9. A regra também vale para eventual 2º turno.
Câmara alterou vários pontos de proposta aprovada pelo Senado. Projeto volta para análise de senadores antes de ir a promulgação. Do G1 O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta quarta-feira (15) que os senadores vão “certamente” restabelecer o texto aprovado pela Casa – mas modificado pela Câmara dos Deputados – que cria a […]
Câmara alterou vários pontos de proposta aprovada pelo Senado.
Projeto volta para análise de senadores antes de ir a promulgação.
Do G1
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta quarta-feira (15) que os senadores vão “certamente” restabelecer o texto aprovado pela Casa – mas modificado pela Câmara dos Deputados – que cria a Lei de Responsabilidade das Estatais.
Como o projeto tem origem no Senado, cabe aos senadores darem a redação final da proposta, podendo desfazer as modificações aprovadas pela Câmara. Depois de ser aprovado em definitivo pelo Senado, o projeto vai à sanção presidencial.
Na madrugada desta quarta-feira (15), o plenário da Câmara aprovou uma versão mais flexível do projeto que estabelece regras para a gestão de empresas estatais, como Petrobras e Banco do Brasil. O texto já havia sido aprovado pelo Senado, mas foi alterado pelo relator da matéria na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA).
Entre as mudanças aprovadas pelos deputados, está a retirada da carência de três anos para a nomeação de gestores que eram filiados a partidos políticos ou que exerciam atividade sindical. Além disso, foi diminuído o percentual mínimo de integrantes “independentes” nos conselhos de administração das empresas.
São classificados como “independentes” gestores que não possuam vinculação prévia com a empresa pública e também não sejam parentes de até terceiro grau de detentores de cargos de chefia no Executivo Nacional ou local.
“O Senado, quando aprovou esse projeto, ele quis dar uma resposta, botar o dedo na ferida, dar um rumo para impedir aquelas coisas que estavam acontecendo [ingerências nas estatais]. A tendência do Senado é repor tudo que a Câmara rejeitou para que tenhamos critérios indiscutíveis com relação ao preenchimento dos cargos das estatais […] Nós vamos restabelecer certamente aquilo que o Senado aprovou”, disse Renan Calheiros.
No dia 6 de junho, o presidente Michel Temer anunciou a paralisação de todas as indicações para o comando de estatais até a aprovação do texto. A Lei de Responsabilidade das Estatais foi criada nos mesmos moldes da Lei de Responsabilidade Fiscal e tem como objetivo dar maior transparência às contas das estatais.
Pela proposta, empresas deverão elaborar uma série de relatórios – de execução do orçamento, riscos, execução de projetos, ambientais – e disponibilizá-los à consulta pública.
Anualmente, a estatal terá que divulgar, a acionistas e à sociedade, carta que contenha dados financeiros das atividades da empresa.
O texto prevê a criação de um comitê de avaliação dos administradores da estatal, que será liderado por um membro independente – sem histórico de vínculo com a estatal – do conselho de administração da empresa.
O projeto estabelece ainda que, num prazo de dez anos, as empresa estatais federais deverão manter, pelo menos, 25% de suas ações em circulação no mercado. O texto original exigia que estatais municipais e estaduais também lançassem ações na bolsa de valores. Atualmente não há percentual mínimo.
Conselhos de administração – Outro ponto importante da proposta é o que trata da composição dos conselhos de administração das estatais. Segundo o texto aprovado pelos deputados, 20% dos membros desses conselhos devem ser independentes, ou seja, não podem ter vínculo com a estatal nem ter parentesco com detentores de cargos no chefia no Executivo, como presidente da República, ministros ou secretários de estados e municípios.
A proposta aprovada pelo Senado previa que o percentual deveria ser de 25%. Além disso, os membros independentes não podem ter sido empregados da empresa – em um prazo de três anos antes da nomeação para o conselho – nem ser fornecedores ou prestadores de serviço da estatal.
O texto também estabelece requisitos mínimos para a nomeação dos demais membros dos conselhos de administração. Entre as exigências, o membro deverá ter pelo menos dez anos de experiência na área de atuação da empresa estatal ou ter experiência mínima de quatro anos em cargos de chefia, além de ter formação acadêmica compatível com o cargo.
Na tarde desta terça-feira (23), a Frente Popular de Ingazeira realizou uma reunião para discutir os rumos da pré-campanha eleitoral. O encontro, comandado pelo prefeito Luciano Torres, contou com a presença de diversas lideranças políticas locais, reforçando a união e o compromisso do grupo com as próximas eleições. Entre os presentes estavam o vice-prefeito Djalma […]
Na tarde desta terça-feira (23), a Frente Popular de Ingazeira realizou uma reunião para discutir os rumos da pré-campanha eleitoral. O encontro, comandado pelo prefeito Luciano Torres, contou com a presença de diversas lideranças políticas locais, reforçando a união e o compromisso do grupo com as próximas eleições.
Entre os presentes estavam o vice-prefeito Djalma do Minadouro, os vereadores Argemiro Morais, Juarez Ferreira, Genivaldo Sousa, Gustavo Veras, Djalminha Veras, Dorneles Alencar, Chico Bandeira e a vereadora Deorlanda Carvalho.
A reunião também contou com a participação do ex-prefeito Lino Morais, dos ex-vereadores Antônio de Pádua e Aglailson Veras, além de todos os pré-candidatos a vereador.
Figuras políticas de Ingazeira, como os ex-prefeitos José Veras e Antônio Siqueira, e os ex-vereadores Djalma Veras e Ivoneide Veras, também marcaram presença, demonstrando o apoio contínuo às atividades da Frente Popular.
“Foi uma reunião bastante prestigiada, e definimos que a convenção da Frente Popular de Ingazeira acontecerá no dia 3 de agosto, a partir das 13h, no CAE, entre outros assuntos”, anunciou o prefeito Luciano Torres. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (23), no Blog do Finfa.
Na última segunda-feira (22), pesquisa DataTrends, divulgada pelo Blog do Finfa, mostrou uma situação confortável para Luciano Torres que vai disputar a reeleição. Luciano Torres tem 67%, enquanto a adversária, Professora Alcineide, tem 11%.
O atual prefeito, Wellington Maciel, lidera esse levantamento, com altíssima rejeição de 64%. Muito rejeitado também é o presidente da Câmara de Vereadores, Weverton Siqueira, que aparentemente não tem empolgado, apesar de usar muito as redes sociais. Ele tem 60% de rejeição. Dos principais nomes da oposição, Madalena Britto tem 41% de rejeição. Já o […]
O atual prefeito, Wellington Maciel, lidera esse levantamento, com altíssima rejeição de 64%. Muito rejeitado também é o presidente da Câmara de Vereadores, Weverton Siqueira, que aparentemente não tem empolgado, apesar de usar muito as redes sociais. Ele tem 60% de rejeição.
Dos principais nomes da oposição, Madalena Britto tem 41% de rejeição. Já o ex-prefeito Zeca Cavalcanti chega a 33%.
Foram 310 entrevistas, realizadas dias 29 e 30 de julho. Distribuição das entrevistas: Cidade 91% e Zona Rural, 9%. A margem de erro para mais ou para menos é de 5,6%.
Localidades pesquisadas: Cidade: São Cristóvão, COHAB 2, Loteamento Veraneio, Vila do Presídio, Jardim da Serra, Centro, Tamboril, Sucupira, São Geraldo, Boa Vista, Santa Luzia, COHAB 1, São Miguel, Por do Sol, Boa Esperança, Loteamento JK, Conjunto residencial Maria de Fátima e Cidade Jardim; Rural: Malhada, Caraíbas, Agrovila 15 metros, Ipojuca, Riacho do Meio, Serra das Varas, Gravatá de Cima, Lagoa da Porta, Descobrimento, Pedra de Fogo, Coqueiro, Gravatá, Junça e Peri Peri.
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, inaugura neste Domingo (02), o abastecimento de água para os moradores da comunidade rural do Curral Velho dos Ramos. A inauguração será às 9h, no salão comunitário da localidade, construído em parceria com a Prefeitura, segundo nota da Assessoria de Comunicação ao blog. No Curral Velho dos Ramos, […]
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, inaugura neste Domingo (02), o abastecimento de água para os moradores da comunidade rural do Curral Velho dos Ramos.
A inauguração será às 9h, no salão comunitário da localidade, construído em parceria com a Prefeitura, segundo nota da Assessoria de Comunicação ao blog.
No Curral Velho dos Ramos, a Prefeitura perfurou e instalou um poço com vazão de 4.500 litros de água por hora. Foram instalados 1.950 metros de adutora e três chafarizes para que a população possa se utilizar da água do poço.
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