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Grupo de Gabriel Porto em Panelas e vice de Barra de Guabiraba declaram apoio a João Campos

Por Nill Júnior

O grupo político liderado pelo candidato a deputado federal Gabriel Porto (PSB) em Panelas anunciou que está deixando a base da governadora Raquel Lyra (PSD) e passando a apoiar a candidatura de João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco.

A adesão foi oficializada durante agenda de Campos na região do Agreste Central, onde ele já mantém parceria com o grupo que comanda a gestão municipal.

Aderiram ao projeto liderado por João Campos o ex-vice-prefeito Genilson Lucena, os vereadores Zé Júlio (MDB) e Joelmo do Alfaiate (PSDB) e os ex-vereadores Mica e Ezequias Amorim.

O apoio do vice-prefeito de Barra de Guabiraba, Eugênio Filho (MDB), também foi celebrado.

“Recebo com muita alegria o apoio do vice-prefeito Eugênio. É uma liderança que conhece de perto a realidade de Barra de Guabiraba e que chega com a força do Agreste para somar ao nosso projeto. Vamos juntos construir um Pernambuco ainda mais forte, com mais oportunidades para todas as pessoas”, disse.

A declaração de apoio do vice-prefeito de Barra de Guabiraba ocorreu durante reunião acompanhada pelo presidente estadual do MDB, Raul Henry.

Outras Notícias

André Longo diz que até quinta define protocolos para volta dos mototaxistas no Estado

O deputado estadual Waldemar Borges esteve reunido nesta segunda-feira (10.08), junto com representantes dos mototaxistas do Agreste, com o secretário estadual de Saúde, André Longo, para conversar sobre a retomada das atividades da categoria. Na conversa, realizada na Secretaria Estadual de Saúde, André Longo disse que até a próxima quinta-feira (13.10) fechará os protocolos de […]

O deputado estadual Waldemar Borges esteve reunido nesta segunda-feira (10.08), junto com representantes dos mototaxistas do Agreste, com o secretário estadual de Saúde, André Longo, para conversar sobre a retomada das atividades da categoria.

Na conversa, realizada na Secretaria Estadual de Saúde, André Longo disse que até a próxima quinta-feira (13.10) fechará os protocolos de segurança para a atividade ser liberada em todo o estado.

O parlamentar contou que os mototaxistas também apresentaram sugestões sempre focando, tanto na proteção dos condutores, quanto na dos passageiros.

“A retomada precisa ocorrer o mais brevemente possível, mas dentro de uma situação de segurança, que garanta o não agravamento do quadro da pandemia no estado”, ressaltou Borges. Ao final, todos concordaram que foi dado um passo importante para a volta da atividade, com responsabilidade e os cuidados necessários.

Atos golpistas: 1.159 ficarão presos em Brasília

A Polícia Federal encerrou a tomada de depoimento dos bolsonaristas envolvidos nos ataques golpistas contra prédios públicos em Brasília no domingo (8). Das 1.843 pessoas detidas no acampamento no Quartel-General do Exército na segunda (9), 1.159 foram presas e encaminhadas para a prisão, e outras 684, a maioria mulheres, crianças e idosos, foram liberadas por […]

A Polícia Federal encerrou a tomada de depoimento dos bolsonaristas envolvidos nos ataques golpistas contra prédios públicos em Brasília no domingo (8).

Das 1.843 pessoas detidas no acampamento no Quartel-General do Exército na segunda (9), 1.159 foram presas e encaminhadas para a prisão, e outras 684, a maioria mulheres, crianças e idosos, foram liberadas por ordem do ministro Alexandre de Moraes.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal, os homens estão sendo conduzidos para o Centro de Detenção Provisória 2, no complexo penitenciário da Papuda, e as mulheres para a Penitenciária Feminina do DF.

A partir de agora, a investigação prossegue. De um lado, esses bolsonaristas presos e outros envolvidos nos atos golpistas serão investigados pela PF, que fará uma individualização da conduta de cada um.

O objetivo da apuração é saber se houve uma organização anterior e quem foram os possíveis financiadores dos atos golpistas.

Por outro lado, também por ordem de Alexandre de Moraes, está sendo apurada a participação ou omissão de agentes públicos.

Coluna do Domingão

A vacinação contra o coronavírus virou uma bagunça no Brasil Por Dráuzio Varella A imunização contra o coronavírus impõe pelo menos três grandes desafios. O primeiro é que nunca iniciamos uma campanha sem ter doses suficientes, situação a que chegamos pelas dificuldades de produção de vacinas disputadas pelo mundo inteiro e pela desídia de um […]

A vacinação contra o coronavírus virou uma bagunça no Brasil

Por Dráuzio Varella

A imunização contra o coronavírus impõe pelo menos três grandes desafios.

O primeiro é que nunca iniciamos uma campanha sem ter doses suficientes, situação a que chegamos pelas dificuldades de produção de vacinas disputadas pelo mundo inteiro e pela desídia de um governo negacionista que não se interessou em adquiri-las quando ainda havia disponibilidade.

O segundo é a necessidade de administrar duas doses da mesma vacina, com intervalo de algumas semanas: recebeu a primeira dose da Fiocruz/AstraZeneca, a segunda não pode ser a do Butantan/Sinovac, e vice-versa.

Com a presente escassez, não será fácil organizar a distribuição de preparações fabricadas por empresas diferentes, para chegar de forma ordeira nas 38 mil salas de vacinação espalhadas pelo país.

O terceiro, talvez o mais grave, foi a substituição de especialistas competentes como a doutora Carla Domingues, que dirigiu o programa nacional de 2011 a 2019, por gente nomeada por afinidades corporativas e ideológicas.

O atual ministro da saúde e as chefias de coordenação que retiraram das mãos do PNI o poder de decisão têm algo em comum com você e eu, prezado leitor: a falta absoluta de experiência com imunizações em massa.

Que azar. Quando o Brasil mais precisava de técnicos treinados para executar a difícil tarefa de vacinar seus habitantes, única forma de reduzir a mortalidade e dar alento à economia, caímos nas mãos de um Ministério da Saúde fragilizado, dirigido por amadores.

Sessão quebra barraco

A próxima sessão da Câmara de São José do Egito será animada, depois que o prefeito Evandro Valadares rebateu e chamou o presidente João de Maria de bipolar, passou a considerá-lo oposição e disse que por ambição pessoal, quer prejudicar a população engavetando projetos.

Outro homem 

Prefeitos que estiveram com Paulo Câmara disseram à Coluna que ele estava diferente,  muito mais receptivo e com a torneira mais aberta. Teve quem ligasse com uma possível candidatura ao Senado ou Câmara em 2022, algo que o governador e seu staff negam de pé junto.

Live folia

Presidente da Astur,  Edgar Santos puxou pra casa duas lives segunda e terça de carnaval às 20h geradas para o canal 3M Home Studio,  direto do Cine São José com apresentação de Beto Café. A Rádio Pajeú é emissora oficial do evento.

Cem dias 

O prefeito Sandrinho Palmeira apresenta em coletiva na quinta, dia 18, 10 horas,  direto do Cine São José,  o plano dos cem dias de gestão.  Dentre as novidades,  um projeto de sinalização ampla da cidade e um anúncio sobre a reativação de um patrimônio cultural adormecido.

Fominha

Ao menos no Sertão, a maioria dos vereadores não aguenta mais o atual presidente Josinaldo Barbosa e sua decisão de não largar o osso, se colocando candidato a presidente da UVP de novo. Foi dessa insatisfação que nasceu o movimento pela candidatura de Zé Raimundo.

Não aguentou

A saída da Secretária Catarina Arthemens da gestão Nicinha Melo tem um motivo chamado Dinca Brandino. A ex-secretária estava incomodada com suas intervenções.  A gota d’água,  o contracheque do próprio ex-gestor,  mesmo que legal, imoral.

Desguardada

Falando em Tabira, Flavio Marques denunciou que a Guarda Municipal, após oito anos de restruturação não comemora. “O GAER tem 44 dias de desativação. No pátio, viatura quebrada e outras aguardando apenas a revisão e troca de óleo. Nos alojamentos, até as camas estão sendo levadas”, denuncia.

Frase da semana:

“Quem compra vereador é você, cabra safado!”

Do prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares,  sobre a resposta que deu ao vereador e presidente da Câmara,  João de Maria.  Vale um “tá cá molesta”…

Afogados: Programa de Eficiência Energética chega à praça do conjunto Miguel Arraes

A Prefeitura de Afogados trocou as 36 lâmpadas que iluminam a Praça do conjunto residencial Miguel Arraes. Foram instaladas lâmpadas mais potentes e econômicas, o que vai propiciar uma economia mensal de 5.400 watts no consumo de energia do local. A determinação do Prefeito Alessandro Palmeira, no bojo do programa, é trocar toda a iluminação […]

A Prefeitura de Afogados trocou as 36 lâmpadas que iluminam a Praça do conjunto residencial Miguel Arraes.

Foram instaladas lâmpadas mais potentes e econômicas, o que vai propiciar uma economia mensal de 5.400 watts no consumo de energia do local.

A determinação do Prefeito Alessandro Palmeira, no bojo do programa, é trocar toda a iluminação da cidade por lâmpadas mais econômicas e potentes, sobretudo as áreas que ainda são servidas pelas antigas lâmpadas de mercúrio.

O departamento de iluminação pública vem trabalhando incessantemente para atingir essa meta. Mais de 70% da rede de iluminação pública já foi contemplado e já conta com moderna iluminação em LED.

Surpresa em primeiro turno: Eduardo Cunha é eleito presidente da Câmara dos Deputados

Desafeto do Palácio do Planalto, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi eleito presidente da Câmara dos Deputados na tarde deste domingo (1). Ele teve o voto de 267 dos 513 deputados e derrotou os outros três concorrentes: o candidato do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que teve 136 votos, Júlio Delgado (PSB-MG), que teve 100 […]

1fev2015---eleito-presidente-da-camara-federal-o-deputado-eduardo-cunha-pmdb-rj-discursa-durante-sessao-de-votacao-para-a-eleicao-da-nova-mesa-diretora-da-casa-neste-domingo-em-brasilia-ele-teve-o-1422830442626_615x300

Desafeto do Palácio do Planalto, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi eleito presidente da Câmara dos Deputados na tarde deste domingo (1). Ele teve o voto de 267 dos 513 deputados e derrotou os outros três concorrentes: o candidato do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que teve 136 votos, Júlio Delgado (PSB-MG), que teve 100 votos, e Chico Alencar (PSOL-RJ), que teve 8. Foram registrados dois votos em branco. Conhecido por suas críticas ao governo, a vitória de Cunha era temida por integrantes do Planalto.

Logo após tomar posse como presidente da Câmara, Cunha fez um discurso em tom de conciliação. Ele voltou a afirmar que a Câmara não será submissa aos interesses do governo, mas afirmou que, embora o Planalto tenha interferido na disputa pelo comando da Casa, não haverá retaliação.

“Não seremos submissos (…) Não há de nossa parte nenhum julgo de retaliação ou qualquer coisa dessa natureza (…) Passada a disputa, isso é um episódio virado. Não temos que fazer disso nenhum tipo de batalha nem qualquer tipo de sequela por esse tipo de atitude”, afirmou.

O presidente da Câmara disse ainda que não dará encaminhamento a possíveis pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) baseados em acusações de corrupção relacionadas à operação Lava Jato. Segundo ele, fatos ocorridos em mandatos anteriores não devem ser discutidos no mandato atual.

“Não há o que se discutir fatos de mandato anterior dentro do mandato atual. Então, de minha parte, nós não temos a menor intenção (de encaminhar pedidos de impeachment). Esse não é o momento”, afirmou.

A candidatura de Eduardo Cunha à presidência da Câmara dos Deputados foi uma das mais conturbadas entre as quatro concorrentes ao cargo. Apesar de pertencer à base que ajudou a eleger a presidente Dilma Rousseff (PT) em 2014, Eduardo Cunha não poupou críticas ao governo e à forma como o Planalto se relaciona com a Câmara dos Deputados.

Entre as declarações polêmicas de Cunha ao longo da disputa, uma das primeiras foi sua análise sobre o comportamento da bancada do PMDB em relação ao governo. Segundo ele, a bancada do PMDB não seria uma aliada automática do Palácio do Planalto.

Depois de oficializar sua candidatura, ele partiu para o ataque e criticou duramente a gestão do seu principal adversário, o petista Arlindo Chinaglia. Segundo Cunha, a gestão de Chinaglia como presidente da Câmara, entre 2007 e 2009, foi “medíocre”.

Cunha também mirou no governo e nas supostas interferências que o Palácio do Planalto fez a favor de Chinaglia. Em tom de ameaça, Cunha chegou a dizer que se o governo interferisse contra a candidatura do PMDB, as “sequelas seriam graves”.