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Raquel Lyra participa do encerramento da 21ª Festa da Divina Misericórdia

Por André Luis

A governadora Raquel Lyra participou, neste domingo (27), de missa realizada na 21ª edição da Festa da Divina Misericórdia, no município de Arcoverde, no Sertão do Moxotó. A festividade acontece na Terra da Misericórdia, local de peregrinação e fé onde está situado o Santuário da Divina Misericórdia, fundado em 2007 pelo padre Adilson Simões.

“Estar nesse chão é sempre muito emocionante. É um lugar onde existe uma energia maravilhosa, onde as pessoas vêm pra cá para pedir bênção, perdão pelos seus erros e proteção a Deus para que a gente possa garantir mais e mais solidariedade nas nossas comunidades. A realização da festividade também permite que as pessoas possam ganhar sua renda e, com isso, sustentar melhor as suas famílias. O turismo é a economia que mais cresce no mundo e apoiar eventos como esse é proporcionar mais emprego e renda, permitindo que as pessoas também possam contemplar esse lugar”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Neste ano, a festividade contou com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), reafirmando o compromisso da gestão com a promoção da cultura religiosa e o fortalecimento das manifestações de fé que marcam o calendário espiritual do Estado.

O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, ressaltou como o evento fortalece a economia local e contribui para o sustento de muitas famílias. “A geração de renda aqui, devido ao turismo religioso nos últimos dias, é uma coisa impressionante. Todos os trabalhadores, desde artesãos, barraqueiros, vendedores e donos de restaurantes ganham com o impulso econômico. Esse movimento gira a economia de Arcoverde de uma maneira muito forte e aguerrida. Ficamos felizes em ver as pessoas contentes com o sustento de suas famílias”, pontuou o gestor municipal.

Neste último dia de festividade os fiéis participaram de uma intensa programação que incluiu o Ofício da Imaculada, momentos de pregação e louvor, além de uma procissão. “Aqui no Santuário todo fim de semana milhares de pessoas vêm para sentir a ternura do coração de Deus e para celebrar a vida. Hoje, nos sentimos honrados com a presença de mais de 40 mil pessoas, segundo a estimativa. Quando Deus quer, ninguém impede”, disse o padre Adilson Simões, fundador do Santuário.

O evento, que teve início no último dia 24 de abril, reuniu milhares de fiéis com uma programação que incluiu celebrações litúrgicas, momentos de oração e apresentações culturais. A cerimônia deste domingo foi presidida por Dom Josivaldo José Bezerra, bispo auxiliar da Arquidiocese de Olinda e Recife.

Moradora de Pesqueira, no Agreste, Maria da Conceição, de 65 anos, enfatizou que participa todos os anos da festividade para renovar a sua fé. “Todos os anos eu venho beber dessa fonte, além de renovar a minha esperança, a fé, minha devoção e o meu amor em Jesus. Este é um momento maravilhoso”, disse.

Estiveram presentes no evento os prefeitos Pollyanna Abreu (Sertânia), Guilherme Cavalcanti (Poção), Junior Vaz (Pedra) e Túlio Monteiro (Buíque); o deputado federal Pedro Campos, o secretário executivo da Casa Civil, José Pereira; a assessora especial da vice-governadora Priscila Krause, Teresa Duere, além de vereadores da região.

Outras Notícias

Produtores agroecológicos discutem Regulamento Interno em Serra Talhada

Kátia Gonçalves – Comunicadora Popular do Cecor A busca por melhores condições de plantio, colheita e comercialização de alimentos agroecológicos é uma tarefa diária dos produtores da Feira Agroecológica de Serra Talhada (FAST). Esta semana, produtores, consumidores, convidados e representantes das ONG’s Centro de Educação Comunitária Rural – Cecor,  Centro Sabiá e Adessu Baixa Verde […]

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Kátia Gonçalves – Comunicadora Popular do Cecor

A busca por melhores condições de plantio, colheita e comercialização de alimentos agroecológicos é uma tarefa diária dos produtores da Feira Agroecológica de Serra Talhada (FAST). Esta semana, produtores, consumidores, convidados e representantes das ONG’s Centro de Educação Comunitária Rural – Cecor,  Centro Sabiá e Adessu Baixa Verde se reuniram no auditório do Cecor para discutir e avaliar o Regimento Interno da FAST.

De acordo com Kelle Souza, coordenadora pedagógica do Cecor, a proposta é  iniciar as discursões do RI para rever as normas e os critérios dos produtores da Feira.

“Temos que manter a credibilidade institucional da FAST. Quando há um comércio aberto e uma linha de comercialização pode haver algumas dúvidas com relação à participação da Feira. Por isso, se faz necessário rever as regras para se tornar um vendedor de produtos agroecológicos. Na verdade, a gente quer garantir ainda mais ao consumidor  bons alimentos  e sem agrotóxicos”, explicou, Kelle.

Ainda de acordo com Kelle Souza o  consumidor serratalhadense pode comprar confiante. “A Feira tem uma declaração de venda direta para o consumidor credenciado junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA”, enfatizou.

Já a agricultora Maria Aparecida Diniz Silva, da comunidade São José dos Pilotos, do município Santa Cruz da Baixa Verde, destaca que todo e qualquer momento com os colegas da Feira é especial e de aprendizado.

“ Essas reuniões fortalecem nossa amizade e nossos conhecimentos”, explicou, Maria Aparecida. A Feira Agroecológica de Serra Talhada acontece todos os sábados, das 5h às 11h, na Praça Sérgio Magalhães, no Centro da Cidade.

MPF anula concurso para professor substituto de informática em Floresta

O Ministério Público Federal (MPF) de Serra Talhada anulou o concurso para professor substituto de informática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertão-PE), no Campus em Floresta, no Sertão pernambucano. Segundo o MPF, não foram seguidas as regras para isenção no processo de seletivo. Os integrantes da banca examinadora tinham […]

O Ministério Público Federal (MPF) de Serra Talhada anulou o concurso para professor substituto de informática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertão-PE), no Campus em Floresta, no Sertão pernambucano.

Segundo o MPF, não foram seguidas as regras para isenção no processo de seletivo. Os integrantes da banca examinadora tinham vínculo acadêmico com um dos candidatos, o que comprometeu a imparcialidade no processo.

A reitoria do IFSertão-PE anulou todas as etapas do concurso, seguindo a orientação do MPF, e informou que os candidatos inscritos serão avisados sobre o cronograma da nova seleção.

Governo cumpre só 13,5% da meta do Minha Casa para os mais pobres

Do Estado de São Paulo O presidente Michel Temer descumpriu em 2017 a primeira meta do seu governo para o Minha Casa Minha Vida, programa de habitação popular que foi usado como uma das principais vitrines das gestões petistas. No ano passado, o governo se comprometeu a bancar a construção de apenas 23 mil moradias […]

Do Estado de São Paulo

O presidente Michel Temer descumpriu em 2017 a primeira meta do seu governo para o Minha Casa Minha Vida, programa de habitação popular que foi usado como uma das principais vitrines das gestões petistas. No ano passado, o governo se comprometeu a bancar a construção de apenas 23 mil moradias destinadas a famílias que ganham até R$ 1,8 mil. Isso representa apenas 13,5% da meta de 170 mil, segundo dados obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast.

O governo também descumpriu a meta geral do Minha Casa para todas as faixas de renda. Somando as quatro faixas do programa, a gestão Temer firmou contratos para financiar com juros mais baixos – e subsidiar, no caso, dos mais pobres – 442,2 mil unidades habitacionais no ano passado: 72,5% da meta de 610 mil.

Em 2013, auge do programa, criado em 2009 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governo se comprometeu em financiar 913 mil unidades. Nessa primeira fase, a União assina o contrato com a construtora responsável pela obra. Mas até as casas ficarem prontas e serem entregues aos beneficiados leva em torno de um ano e meio.

O Ministério das Cidades, responsável por gerir o programa, admite que não cumpriu a meta. No caso da faixa 1, voltada para os mais pobres, a pasta afirmou que “o baixo atendimento da meta” foi provocado por mudanças na forma como são selecionados os empreendimentos e pelos sucessivos contingenciamentos no Orçamento da União anunciados pelo governo no ano passado. Nessa faixa, é o Tesouro que banca os custos da construção e assume o risco de calote.

“O não cumprimento da meta é um fato. Mas pretendemos criar um modelo de seleção de projetos que vise deixar dinâmico e célere o processo de contratação do faixa 1”, diz o ministro das Cidades, o deputado licenciado Alexandre Baldy (GO), que está no cargo desde novembro do ano passado.

Portaria

No início do ano, o ministro revogou portaria de seu antecessor, Bruno Araújo (PSDB-PE), que autorizava o subsídio para mais 54 mil unidades da faixa 1 no ano passado. Com isso, ficaram apenas as 23 mil casas.

Guilherme Boulos, membro da coordenação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), classifica como um “descalabro” o desempenho do governo Temer no programa e prometeu “inúmeras mobilizações” neste ano para reverter a paralisia do programa. “Visivelmente houve uma decisão do governo de desvalorizar a faixa 1, o que significa liquidar o Minha Casa como programa social.”

Segundo ele, as moradias destinadas às famílias das chamadas faixas 2 e 3 (que ganham até R$ 9 mil) não podem ser classificadas como programa social, mas como financiamento imobiliário. “A faixa 1 – liquidada pelo presidente Temer – atende a famílias que ganham menos que três salários mínimos, correspondente a quase 80% do déficit habitacional brasileiro.”

Para o vice-presidente de Habitação do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP), Ronaldo Cury, a saída para o programa é investir mais na faixa batizada de 1,5 (destinada a famílias que ganham até R$ 2,6 mil). Nessa modalidade, as famílias têm um desconto de até R$ 45 mil na aquisição de um imóvel, de acordo com a localidade e a renda. Os juros do financiamento também são subsidiados, mas 90% do subsídio é dado pelo FGTS; só 10% são da União.

“O dinheiro público para a construção de uma casa da faixa 1 constrói até quatro casas na faixa 1,5”, diz. No ano passado, o governo contratou 33.888 moradias da faixa 1,5, menos do que as 40 mil prometidas. Na faixa 1, o governo arca com 90% do valor da casa em subsídios.

“Se o Minha Casa dependesse só de dinheiro do Orçamento, o programa estava morto”, sentencia José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Construção (Cbic). Ele afirma que as despesas de custeio, como o pagamento de salários e da aposentadoria, consomem cada vez mais o Orçamento, o que prejudica a destinação de recursos para investimentos, rubrica onde está o Minha Casa Minha Vida.

Caravana da Democracia: ato acontecerá neste sábado (09) em Afogados

Por André Luis A Caravana Popular em Defesa da Democracia, que teve seu início no último dia 04 e passará por 12 municípios pernambucanos com o intuito de defender o mandato da presidente afastada Dilma Rousseff, chega amanhã em Afogados da Ingazeira. A proposta é dialogar com a sociedade sobre a conjuntura nacional e a […]

debate-08-07-16Por André Luis

A Caravana Popular em Defesa da Democracia, que teve seu início no último dia 04 e passará por 12 municípios pernambucanos com o intuito de defender o mandato da presidente afastada Dilma Rousseff, chega amanhã em Afogados da Ingazeira. A proposta é dialogar com a sociedade sobre a conjuntura nacional e a importância da mobilização da sociedade para a defesa da democracia.

Nesta sexta-feira (08) organizadores locais da Caravana, falaram sobre o ato, participando do Debate das Dez da Rádio Pajeú. Afonso Cavalcanti (Diaconia), Dora Santos (Grupo Fé e Política), João Alves dos Santos (presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais) e Fátima Silva (Grupo Mulher Maravilha), falaram sobre as perspectivas do ato e as suas motivações.

Afonso Cavalcanti disse que o grupo que está organizando a Caravana é formado por brasileiros que estão defendo a democracia.

“A primeira bandeira de luta da gente é a democracia, nos não acreditamos que o processo em curso, no Senado brasileiro, seja, um processo democrático, acreditamos num processo de golpe, não um golpe armado, mas articulado, no sentido de barrar um mandato legitimamente constituído por mais da metade dos brasileiros e acreditamos que, pode até ser legal, mas não é moral e que a gente deve denunciar isso nas ruas”, disse Afonso.

Afonso disse ainda que a principal batalha é em defesa da democracia e mesmo tendo o seu mandato questionado, defendem a presidenta afastada Dilma Rousseff em função dos enormes avanços que aconteceram em doze anos e que em apenas um mês do governo do presidente interino Michel Temer se vê que uma série de avanços sociais começam a ser questionados, com cortes significativos que precisam ser denunciados.

“Nós não somos a favor da corrupção, muito pelo contrário, nós denunciamos a corrupção, queremos que não só os envolvidos do Partido dos Trabalhadores que era do governo sejam massacrados publicamente, principalmente pela mídia, mas que todos os corruptos sejam julgados, processados e condenados. O ato em si é um ato de cidadãos”, disse Afonso.

Afonso falou que o ato servirá também para denunciar e esclarecer a população sobre os golpistas, mostrando que ha vereadores e prefeitos que estão apoiando o golpe visto que as eleições municipais se aproximam. “Isto para evitar que as pessoas inocentemente vote nesses golpistas, afinal sem golpistas não há golpe”, disse.

Dora Santos disse que o fato do grupo Fé e Política estar apoiando o ato, não quer dizer que toda a igreja esteja, visto que opiniões divergentes há em todos os setores da sociedade. “Se eu viesse aqui dizer que todos os padres comungam com o que pensa o grupo, eu estaria mentindo, mas o que nos alegra nesse grupo é saber que nós temos o chefe da Diocese, que é o Bispo Dom Egídio Bisol e quando a gente fala do grupo a gente sabe qual é a posição do grupo e do nosso Bispo, a posição dele não é a favor de grupo A ou B, é um Bispo a favor da democracia”, disse Dora.

João Alves informou que em Afogados o ato está previsto para 9h da manhã, começando com uma concentração próxima ao Detran no Bairro Padre Pedro Pereira onde aguardarão a Caravana para se juntar a mesma, depois irão em direção a Praça de Alimentação onde acontecerá alguma ações culturais e também discutir um pouco do que já foi falado por Afonso e Dora logo acima. João ainda fez questão de deixar claro que o ato não é uma ação política local e sim muito mais geral em defesa de políticas e conquistas que estão perdendo.

Fátima Silva disse que o movimento de mulheres se junta a luta em busca da democracia e que está havendo mobilização para que a Caravana seja bem expressiva, “a gente quer mostrar que estamos insatisfeitas com a situação”.

Também afirmou, assim como os outros participantes que a intenção não é defender partido nenhum, nem programa de governo e sim defender a democracia. “Como é triste a gente imaginar que estamos aqui, lutando para não perder o que conquistamos, quantas lutas a gente teve minha gente, quantas pessoas morreram em busca dessa luta, quantas ainda vão ter que morrer?”, disse.

Após Afogados a Caravana se dirige para Arcoverde, Garanhuns, Caruaru e chega ao seu ponto final, Recife no dia 13 de julho.

Delegada que investiga morte de apoiador de Lula postou contra o PT

G1 A presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, diz ter recebido relatos de que a delegada responsável pelas investigações do assassinato de um apoiador de Lula fez postagens contra o partido em uma rede social. O assassinato ocorreu no último fim de semana. O tesoureiro do PT Marcelo Aloizio de Arruda, de 50 anos, […]

G1

A presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, diz ter recebido relatos de que a delegada responsável pelas investigações do assassinato de um apoiador de Lula fez postagens contra o partido em uma rede social.

O assassinato ocorreu no último fim de semana. O tesoureiro do PT Marcelo Aloizio de Arruda, de 50 anos, foi baleado durante sua festa de aniversário em Foz do Iguaçu (PR). Os disparos foram feitos policial penal federal Jorge José da Rocha Guaranho, apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL). Veja no vídeo abaixo.

Segundo Gleisi Hoffmann, a delegada responsável pelo caso, Iane Cardoso, postou, em 2016, que “petista quando não está mentindo está roubando ou cuspindo”.

O g1 tentou falar com a delegada na manhã desta segunda-feira (11), mas ela não comentou o caso. A Secretaria de Segurança Pública do Paraná também foi procurada, mas não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Ao blog, o secretário de Segurança Pública do Paraná, Wagner Mesquita, disse que está “verificando” a denúncia.

O PT vai pedir ao Tribunal Superior Eleitoral e à Polícia Federal para que a investigação do caso passe a ser feita pelas autoridades federais. Além das postagens da delegada, a presidente do PT argumenta que a Polícia Civil do Paraná não apresentou, ainda, os resultados da investigação dos disparos contra uma caravana do Lula em 2018.