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Rádios AM terão novo prazo para pedirem migração para FM

Por André Luis

Durante entrevista, nesta quarta-feira (10), ao programa Por Dentro do Governo, da TV NBR, emissora EBC, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, anunciou que o governo federal vai reabrir o prazo para que os proprietários de rádios que ainda operam na faixa AM solicitem a migração para a FM. Segundo Kassab, nos próximos dias o governo publicará um decreto dando prazo de 180 dias para que os interessados façam a solicitação. “Todos terão a oportunidade de fazer a migração a partir de agora”, disse o ministro.

Das 1.781 rádios AM no Brasil, 1,5 mil solicitaram a mudança. Na primeira etapa, cerca de 960 emissoras poderão operar na faixa atual de FM, de 88 megahertz (MHz) a 108 MHz. As demais candidatas terão que esperar a conclusão do processo de digitalização da televisão, que vai liberar espaço para a modificação.

Segundo Kassab, com a migração, as emissoras poderão prestar melhores serviços com qualidade de som aperfeiçoada. “A comunicação cada vez mais é local, as empresas são locais e, quando migra da AM para a FM, o sinal atinge menores distâncias, mas melhora sensivelmente a qualidade, há bem menos interferências”, explicou. “Além disso, o custeio da rádio é mais baixo, os equipamentos mais baratos, sobra [mais recursos] para a rádio contratar mais profissionais e fazer uma programação melhor”, acrescentou o ministro.

Após a assinatura do termo com o Ministério, as rádios devem apresentar uma proposta de instalação da FM e solicitar à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a permissão de uso da radiofrequência. Depois da liberação da Anatel, os veículos já podem começar a transmitir a programação na faixa de FM.

Para fazer a migração, os radiodifusores terão que pagar entre R$ 8,4 mil e R$ 4,4 milhões, que é o valor da diferença entre as outorgas de AM e de FM. As emissoras também precisarão adquirir equipamentos para a transmissão do novo sinal. Segundo Kassab, o governo abriu linhas de financiamento para que as empresas comprem esses equipamentos e consigam fazer a migração.

A migração de faixa é uma antiga reivindicação dos radiodifusores e foi autorizada por um decreto presidencial em 2013. As rádios AM têm enfrentado queda de audiência e de faturamento devido a interferências na transmissão de sua programação. Além disso, não podem ser sintonizadas por dispositivos móveis, como celulares e tablets.

Outras Notícias

Trezentos anos da 1ª missa na Ingazeira e 25 de ordenação de Pe. Luizinho celebrados neste sábado

Ingazeira celebra neste sábado (24) os 300 anos da primeira missa em suas terras e 25 anos de ordenação sacerdotal do Padre Luiz Marque Ferreira, Padre Luizinho. A programação terá a inauguração do monumento aos 300 anos da primeira Missa na Terra Mãe do Pajeú  às quatro da tarde. Às 17h, missa em Ação de […]

Foto: Maria Rita Gonçalves

Ingazeira celebra neste sábado (24) os 300 anos da primeira missa em suas terras e 25 anos de ordenação sacerdotal do Padre Luiz Marque Ferreira, Padre Luizinho. A programação terá a inauguração do monumento aos 300 anos da primeira Missa na Terra Mãe do Pajeú  às quatro da tarde. Às 17h, missa em Ação de Graças pelos 25 anos de vida sacerdotal do Padre Luiz Marques Ferreira, ao lado da matriz.

Na sequência, show cultural com vários artistas. Dentre eles, Rafael Moura, Fernando Marques e Vozes do Forró, Galego do Pajeú, Lindomar Souza, Lostiba e Val Patriota, Rosário em  Quarteto com Pe. Luizinho, Filarmônica Santo Antonio, Chico Arruda e Margareth, repentistas, cantadores e declamadores.

“É um importante momento para a Igreja no Pajeú relembrar a primeira missa nessas terras. Foram desbravadores. Encontraram aqui os índios cariris, realizaram um trabalho muito importante”, destaca o padre Luizinho.

Segundo o livro de tombo da Paróquia no ano de 1717, foi celebrada a primeira missa, presidida por um padre franciscano, de nome não conhecido. A Prefeitura de Ingazeira apoia a programação que deverá ser acompanhada por todo o clero da Diocese.

 

Gilson Machado pede pix pra Bolsonaro. “Já gastou R$ 8 milhões”

O ex-ministro do Turismo, Gilson Machado (PL), voltou a pedir doações via Pix para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta sexta-feira (16/5). Segundo ele, das contribuições arrecadadas (cerca de R$ 17 milhões), metade já foi utilizada nos últimos doze meses, principalmente com despesas judiciais. Machado ainda relatou que os custos aumentaram nos últimos meses, incluindo […]

O ex-ministro do Turismo, Gilson Machado (PL), voltou a pedir doações via Pix para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta sexta-feira (16/5).

Segundo ele, das contribuições arrecadadas (cerca de R$ 17 milhões), metade já foi utilizada nos últimos doze meses, principalmente com despesas judiciais.

Machado ainda relatou que os custos aumentaram nos últimos meses, incluindo apoio ao deputado Eduardo Bolsonaro, que está licenciado do cargo e atualmente reside nos Estados Unidos. O ex-ministro destacou que manter-se no exterior “não é barato” e que o ex-presidente tem ajudado financeiramente o filho.

Apesar das críticas ao cenário atual, Gilson reforçou o apelo por novas doações, dizendo que a mobilização é “pelo Brasil” e afirmando que Bolsonaro “não vai desistir do país”.

 

Marconi Santana conduz articulação que escolheu Jeane Lucas

Como o Blog do Finfa antecipou, a vereadora Jeane Lucas será a presidente da Câmara de Vereadores de Flores. A reunião ocorreu nesta sexta-feira,  com as participações dos vereadores governistas,  o atual prefeito Marconi Santana e o prefeito eleito Gilberto Ribeiro, o Giba. A Mesa Diretora para o biênio 2025-2026 terá Jeane Pereira Bezerra (Presidente), Guilherme Ernesto […]

Como o Blog do Finfa antecipou, a vereadora Jeane Lucas será a presidente da Câmara de Vereadores de Flores.

A reunião ocorreu nesta sexta-feira,  com as participações dos vereadores governistas,  o atual prefeito Marconi Santana e o prefeito eleito Gilberto Ribeiro, o Giba.

A Mesa Diretora para o biênio 2025-2026 terá Jeane Pereira Bezerra (Presidente), Guilherme Ernesto De Andrada Neto (Primeiro Vice-presidente), Ivanildo Pereira de Lima (Segundo Vice-presidente), Ulisses Ferreira da Silva Filho (Primeiro Secretário) e Onofre de Souza, Segundo  Secretário.

Toda a articulação foi conduzida principalmente pelo atual prefeito.  Não é novidade para ninguém que Marconi manterá seu protagonismo político mesmo não sendo prefeito a partir de janeiro.  O eleito, Giba Ribeiro,  não deverá tomar nenhuma decisão sem ouvir o atual gestor.

Guga Lins: “eleição se ganha nas urnas”

Em Sertânia, a chapa Guga Lins e Sinval Siqueira, da Coligação “Sertânia no Rumo Certo”, promoveu na noite de ontem (25) um arrastão, denominado: “Arrastão da Juventude + experiência + diversidade = vitória”. Uma multidão, segundo informação da coordenação,  saiu da Avenida Presidente Varegas, e percorreu as principais ruas da cidade. “Não adianta tentar manipular […]

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Em Sertânia, a chapa Guga Lins e Sinval Siqueira, da Coligação “Sertânia no Rumo Certo”, promoveu na noite de ontem (25) um arrastão, denominado: “Arrastão da Juventude + experiência + diversidade = vitória”.

Uma multidão, segundo informação da coordenação,  saiu da Avenida Presidente Varegas, e percorreu as principais ruas da cidade.

“Não adianta tentar manipular nosso povo com inverdades, o povo de Sertânia é sábio, guerreiro e sabe que ao longo de 3 anos e 9 meses batalhamos para levar o melhor para todos, numa convivência harmoniosa e sem medo”, disse Guga Lins.

Ele acrescentou: “aqui não tivemos apoio de grandes estrelas da política, aqui tivemos um importante apoio, que foi o do povo de Sertânia. E lembro a todos que eleição se ganha nas urnas”,concluiu.

Barusco diz que empreiteiras não foram extorquidas: ‘As coisas eram acordadas’

O ex-gerente-executivo da Diretoria de Serviços da Petrobras Pedro Barusco contrariou a alegação de empreiteiros de que eram coagidos a pagar propinas. Em depoimento à CPI da Petrobras que iniciou no final da manhã desta terça-feira (10), Barusco disse não lembrar de casos de extorsão. “Fico procurando na minha mente e na minha memória e […]

Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras, depõe em CPI
Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras, depõe em CPI

O ex-gerente-executivo da Diretoria de Serviços da Petrobras Pedro Barusco contrariou a alegação de empreiteiros de que eram coagidos a pagar propinas. Em depoimento à CPI da Petrobras que iniciou no final da manhã desta terça-feira (10), Barusco disse não lembrar de casos de extorsão.

“Fico procurando na minha mente e na minha memória e não me recordo de nenhum caso. Extorsão eu nunca vi”, afirmou.

Barusco presta depoimento aos parlamentares desde as 10h55. Ele está em liberdade. Para não ser preso, o ex-gerente-executivo da diretoria de Serviços da Petrobras fechou acordo de delação premiada em que se comprometeu a devolver cerca de US$ 100 milhões. Durante sua fala, ele disse ter começado a receber propinas em 1997, ainda durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

Como não conseguiram ampliar o prazo de investigação da CPI, petistas apostam no depoimento de Barusco para ligar os tucanos ao esquema de corrupção da Petrobras. A oposição não se opõe a ouvir o ex-gerente da estatal porque afirma que Barusco deixou claro que, naquela época, os acordos eram feitos entre ele e o representante de uma empresa, sem participação do governo.

O ex-gerente-executivo disse que só a partir da vinda do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, começou a ter reuniões com ele para tratar do pagamento de propina. Barusco disse que não teve contato com Delúbio Soares, ex-tesoureiro petista condenado no caso mensalão, e que não sabe quem fazia essa articulação à época.

Sobre a Sete Brasil, Barusco disse que se trata de um projeto “muito interessante” e lamentou que a descoberta de pagamento de propina junto aos estaleiros tenha feito com que os agentes financeiros se retraíssem. Ele afirmou que é preciso separar a qualidade do projeto dos problemas que a estatal enfrenta. “O problema da Petrobras é a propina”, insistiu.

“A Sete pode realmente quebrar”, disse Barusco, lembrando da necessidade de financiamento do BNDES.

Pressionado a falar sobre as indicações políticas na Petrobras, Barusco disse que o ex-diretor Renato Duque nunca comentou quem era seu padrinho político na estatal. A oposição vem insistindo para que Barusco revele quem comandou o esquema de propina na Petrobras e quando a corrupção se institucionalizou na estatal. “O esquema foi se implantando lentamente”, disse. (Do Estadão Conteúdo)