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Queda de popularidade é maior que a esperada pelo Planalto

Por Nill Júnior

dilma-rousseffDo Estadão Conteúdo

Após o anúncio do aumento no preço dos combustíveis, do pacote de ajuste fiscal e da sucessão de denúncias envolvendo a Petrobras, o Palácio do Planalto já esperava que a popularidade da presidente Dilma Rousseff fosse cair. A dimensão da queda, porém, surpreendeu até os auxiliares mais pessimistas.

A queda de 19 pontos na avaliação positiva do governo segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (7) é reconhecida como “muito ruim”. Para revertê-la, a aposta é criar uma agenda positiva o quanto antes. No curto prazo, a ideia é explorar os programas sociais voltados para a classe média, com os lançamentos do Mais Especialidades e da terceira fase do Minha Casa, Minha Vida.

Para o líder do PT na Câmara, Sibá Machado (AC), o governo precisa deixar claro que não será o trabalhador quem vai pagar a conta do ajuste fiscal. Para ele, parte da queda de popularidade da presidente pode ser atribuída à mobilização das centrais sindicais contra as mudanças no seguro-desemprego, o que teria gerado descontentamento quem costuma apoiar o PT.

Entre os oposicionistas, foi consenso creditar a queda no índice de aprovação de Dilma ao que se tem chamado de “estelionato eleitoral”. “A presidente colhe hoje os resultados das mentiras sucessivas que lançou ao País e que conduziram a sua campanha eleitoral. O Brasil real aflora a cada dia e não há marketing ou propaganda capaz de esconder a grave realidade enfrentada pelos brasileiros”, disse em nota o presidente do PSDB e candidato derrotado ao Planalto, senador Aécio Neves (MG). “Isso é decorrência do estelionato eleitoral. As pessoas se sentem ludibriadas”, afirmou o presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN).

Outras Notícias

Augusto Martins e Zé Negão dizem que discutem candidatura majoritária

Novidade foi avaliação do governista, que disse “não ter elementos para avaliar gestão Patriota” Por André Luis Participando do Debate das Dez da Rádio Pajeú FM, desta terça-feira (27), os vereadores Augusto Martins e Zé Negão, falaram sobre os trabalhos da Câmara, revisão da Lei Orgânica do município, avaliaram a gestão Patriota e comentaram sobre […]

Novidade foi avaliação do governista, que disse “não ter elementos para avaliar gestão Patriota”

Por André Luis

Participando do Debate das Dez da Rádio Pajeú FM, desta terça-feira (27), os vereadores Augusto Martins e Zé Negão, falaram sobre os trabalhos da Câmara, revisão da Lei Orgânica do município, avaliaram a gestão Patriota e comentaram sobre o cenário para as eleições 2020.

Zé Negão confirmou a sua pré-candidatura e disse se manter no grupo de Armando Monteiro, trocando apenas o Deputado Federal que agora será Ricardo Teobaldo, que segundo ele, herdou os votos de Zeca Cavalcanti, aliado histórico de Zé, que não conseguiu se reeleger nas últimas eleições.

Além de Ricardo Teobaldo, Zé Negão disse que conta com o apoio do deputado estadual João Paulo Costa, além  de Armando Monteiro.

Zé disse acreditar que nos próximos sessenta dias deve oficializar a sua candidatura, contando inclusive com a presença dos aliados políticos. E acredita na força no seu nome, visto que deve anunciar quase R$ 1 milhão para o município através de emendas dos deputados.

Já Augusto Martins negou que tenha tido algum tipo de barganha com o pré-candidato Totonho Valadares pleiteando uma vaga de vice-prefeito na chapa. Disse que gostaria de receber o apoio de Totonho e Patriota para que ele [Augusto] encabeçasse a majoritária dentro do grupo.

Augusto disse ainda que algumas pessoas acreditam que ele deveria ser o candidato por uma questão de justiça e lembrou que quando foi preciso, abriu mão de sua candidatura em prol de José Patriota.

Zé Negão bate, Augusto lava as mãos sobre a gestão Patriota: analisando a gestão do prefeito José Patriota, Zé Negão disse que o primeiro governo do pessebista foi bom, mas criticou o segundo mandato. “Esse segundo governo [Patriota], não disse pra que veio”, criticou.

Zé Negão acusou a gestão de ter abandonado a cidade e criticou a falta de emendas parlamentares por parte dos aliados do prefeito, principalmente do deputado João Campos, que foi o deputado mais votado no estado e contou com grande apoio dos políticos de Afogados e do governador Paulo Câmara, aliado de primeira hora do gestor.

Também provocado a avaliar a gestão de Patriota, chamou a atenção a declaração de Augusto Martins, que mesmo sendo da base do prefeito, disse “não ter elementos” para avaliar a gestão. “Não tenho elementos para uma avaliação mais técnica de como anda o governo”, disse Augusto, que ainda reconheceu que a cidade tem muitas problemas e coisas a serem feitas. Para alguns, a análise de Augusto é típica de quem pode pular o barco, reforçando os rumores de que queria a vice de Totonho, evitando dar declarações de apoio que possam ser usadas contra ele. O vereador nega.

Carnaíba divulga programação para a vacinação de crianças com 6 anos

A vacinação acontece neste sábado das 8h30 às 12h Por André Luis A Secretaria de Saúde de Carnaíba, divulgou em suas redes sociais nesta sexta-feira (04.02), a programação da primeira dose da vacina contra a Covid-19, para crianças com 6 anos. Segundo divulgado, as crianças da zona urbana do município, poderão tomar a vacina neste […]

A vacinação acontece neste sábado das 8h30 às 12h

Por André Luis

A Secretaria de Saúde de Carnaíba, divulgou em suas redes sociais nesta sexta-feira (04.02), a programação da primeira dose da vacina contra a Covid-19, para crianças com 6 anos.

Segundo divulgado, as crianças da zona urbana do município, poderão tomar a vacina neste sábado (05.02), das 8h30 às 12h, na UBS Carnaíba 2.

“A criança deve estar acompanhada da mãe/pai ou responsável e levar RG, CPF e Cartão do SUS da criança e o RG do responsável”, lembra a publicação.

Afogados lança edital público para selecionar projetos de apoio ao futebol

A Prefeitura de Afogados lançou um edital de seleção pública para apoio a projetos e eventos futebolísticos, profissionais ou amadores. Esse é o primeiro edital do gênero a ser lançado por uma Prefeitura do interior do Estado. Segundo o Vice-Prefeito, Alessandro Palmeira, a iniciativa visa dar transparência aos apoios que são dados pela Prefeitura e […]

A Prefeitura de Afogados lançou um edital de seleção pública para apoio a projetos e eventos futebolísticos, profissionais ou amadores. Esse é o primeiro edital do gênero a ser lançado por uma Prefeitura do interior do Estado.

Segundo o Vice-Prefeito, Alessandro Palmeira, a iniciativa visa dar transparência aos apoios que são dados pela Prefeitura e garantir a isenção na escolha de quais projetos deve receber apoio da municipalidade.

O lançamento contou com a presença dos principais desportivas afogadenses. Estiveram no auditório da Secretaria de Educação, Charles Cristian, Presidente da Liga Desportiva de Afogados da Ingazeira; Clério Alberto, Presidente da Associação Afogadense de Futebol; João Nogueira, Presidente do Afogados da Ingazeira Futebol Clube (que vai disputar pelo segundo ano consecutivo a primeira divisão do campeonato Pernambucano de futebol); “Seu Vanda”, como é mais conhecido o Presidente do Bangu do Sobreira, dentre inúmeros outros desportistas.

Poderão participar pessoas jurídicas sem fins lucrativos, atuantes na área de esportes coletivos na modalidade futebol de campo. Confira alguns dos pré-requisitos:

  • Exercer atividade no futebol há pelo menos dois anos;
  • Registro na federação estadual com certificado emitido (em se tratando de competições oficiais;
  • Precisam ser residentes ou sediados no município de Afogados, e estar adimplentes com obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias;
  • E não apresentar qualquer pendência de prestação de contas ou financeira com a Prefeitura.

As inscrições para habilitação no edital podem ser efetivadas até o próximo dia 28 de Dezembro, no horário das 10h às 17h, presencialmente, na Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esportes. Para conferir a íntegra do edital, com todos critérios e exigências, basta abrir o link em anexo.

“Essa é uma grande conquista para os desportistas de Afogados. Todo o nosso esforço em apoiar às competições e os clubes, agora ganha com ainda mais transparência, e com as regras claras, abertas, e de conhecimento de todos. Além, é claro, de incentivar a formalização de nossas entidades desportivas,” destacou o Secretário de Cultura e Esportes, Edygar Santos.

Jornalista e cineasta sul-africano produz documentário no Pajeú

Trabalho documenta programa um Milhão de Cisternas O sul-africano Simon Stanford mora na Suécia e veio ao Pajeú fazer um documentário sobre o programa Um Milhão de Cisternas, tocado pela Articulação do semiárido para dar garantia hídrica a famílias do semi-árido nordestino. Ele está acompanhado de Mario Farias, que atuou no Pajeú na ONG Diaconia […]

O tradutor Ivo Marinho, Simon, este blogueiro e Mário Farias.

Trabalho documenta programa um Milhão de Cisternas

O sul-africano Simon Stanford mora na Suécia e veio ao Pajeú fazer um documentário sobre o programa Um Milhão de Cisternas, tocado pela Articulação do semiárido para dar garantia hídrica a famílias do semi-árido nordestino.

Ele está acompanhado de Mario Farias, que atuou no Pajeú na ONG Diaconia e agora trabalha no Centro de Estudos e Apoio ao Trabalhador e Trabalhadora, Cetra, em Sobral-CE e falou de seu trabalho à Rádio Pajeú.

Stanford trabalha com Marika Griehsel.  São jornalistas e cineastas, com carreiras no jornalismo televisivo. Depois de atuar no jornalismo internacional na Suécia e na África do Sul, se uniram em 1991, no que se tornou uma equipe vencedora de vários prêmios como Correspondentes na África para SVT, TV sueca no início de 1991. Durante esse período, cobriram eventos em todos os cantos do continente , além de mais longe, por mais de uma década.

“Acreditamos que, por meio de nossas reuniões com indivíduos e do retrato de nossa sociedade, é importante celebrar as realizações das pessoas comuns e, ao mesmo tempo, explorar e analisar os desafios que dificultam a compreensão, a comunicação e o desenvolvimento”, afirmam em seu site, www.afrikaselect.se/.

Aprovação a Dilma cai a 13%, diz Datafolha

O governo da presidente Dilma Rousseff é avaliado positivamente por 13% dos entrevistados, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (18), considerado o ponto mais baixo desde o início de seu primeiro mandato, em janeiro de 2011. O índice de eleitores que avaliaram o governo da petista como “ruim” ou “péssimo” é de 62%. A última […]

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O governo da presidente Dilma Rousseff é avaliado positivamente por 13% dos entrevistados, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (18), considerado o ponto mais baixo desde o início de seu primeiro mandato, em janeiro de 2011. O índice de eleitores que avaliaram o governo da petista como “ruim” ou “péssimo” é de 62%.

A última pesquisa divulgada pelo instituto, em 7 de fevereiro de 2015, apontava que Dilma tinha avaliação positiva de 23% dos entrevistados. À época, outros 44% disseram que o governo da presidente era “ruim” ou “péssimo”.

O resultado da pesquisa de avaliação do governo de Dilma feita neste mês é: Ótimo/bom: 13%; Regular: 24% e Ruim/péssimo: 62%

De acordo com o Datafolha, esta é a mais alta taxa de reprovação de um presidente da República desde setembro de 1992, véspera do impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello. Na ocasião, pouco antes de ser afastado do Palácio do Planalto, a reprovação de Collor era de 68%, destacou o instituto de pesquisa.

Na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recordou o Datafolha, a pior taxa de aprovação foi de 28%, em dezembro de 2005, registrado pouco depois da cassação do mandato do ex-chefe da Casa Civil José Dirceu. O ex-ministro perdeu o mandato devido à suspeita de seu envolvimento no esquema do mensalão do PT.

A pesquisa entrevistou 2.842 eleitores logo após as manifestações do último domingo (15) que levaram milhares de pessoas às ruas do país para protestar contra Dilma e pedir o fim da corrupção no país. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Nota do governo: Ao questionar os eleitores sobre a avaliação do governo, o Datafolha também costuma pedir para os entrevistados atribuírem uma nota de 0 a 10 ao presidente da República objeto do levantamento.

Segundo o instituto, a nota média de Dilma é de 3,7, a mais baixa desde que a petista assumiu o comando do país, em 2011. Na última pesquisa do Datafolha, em fevereiro, a nota média da petista era de 4,8.

No primeiro mandato da presidente, observou o Datafolha, a nota mais baixa atribuída a Dilma foi registrada em pesquisas realizadas entre junho e julho de 2014. Na ocasião, a nota média do governo era de 5,6.

Avaliação do Congresso: A pesquisa Datafolha mostra ainda que 9% dos entrevistados consideram “bom” ou “ótimo” o desempenho de senadores e deputados no Congresso. Outros 50% acreditam que a atuação dos parlamentares é “ruim” ou “péssima”.