PT analisa expulsão de Secretária que adotou estratégia suspeita pra comandar PT de Flores
Por Nill Júnior
Provocado pelo Blog Juliana Lima para comentar o caso envolvendo a secretária adjunta de Ação Governamental de Flores, Verlene Nogueira, o presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Doriel Barros, chamou de irresponsável a conduta de Verlene, que é filiada ao PT de Serra Talhada.
Doriel informou que o caso será enviado para a comissão de ética do PT analisar e decidir quais as medidas serão tomadas. “Irresponsável e incompatível com o filiado. Vamos encaminhar a comissão de ética do Partido”, disse.
Perguntado se Verlene poderá continuar com a candidatura à presidência do PT de Flores, Doriel disse que tudo dependerá da decisão da comissão de ética, que poderá decidir pela expulsão ou não da filiada. “Vai poder até a posição da comissão que pode decidir por expulsar ou não”, completou. O detalhe é que Verlene é ex-assessora política de Doriel.
O caso
Em um áudio vazado na internet, Verlene Nogueira diz que recebeu a missão do prefeito Gilberto Ribeiro de conseguir o máximo possível de filiados para ao PT de Flores, uma estratégia para o grupo governista vencer as eleições do partido agendas para julho. Para conseguir o número necessário de filiados, Verlene diz que o foco são aposentados e beneficiários de programas sociais, sob a justificativa que o município estaria deixando de receber recursos pelo fato do PT está nas mãos da oposição. Relembre o caso.
Segundo o Blog Ricardo Antunes, o deputado federal Sebastião Oliveira (Avante) testou positivo para a Covid-19. O blog diz ainda, que de acordo com a assessoria do parlamentar, o deputado se encontra bem e medicado em sua residência. Sebastião Oliveira é uma das lideranças políticas ligadas ao governador Paulo Câmara e em Serra Talhada. Nas […]
Segundo o Blog Ricardo Antunes, o deputado federal Sebastião Oliveira (Avante) testou positivo para a Covid-19.
O blog diz ainda, que de acordo com a assessoria do parlamentar, o deputado se encontra bem e medicado em sua residência.
Sebastião Oliveira é uma das lideranças políticas ligadas ao governador Paulo Câmara e em Serra Talhada. Nas eleições municipais deste ano, seu grupo perdeu a eleição na Capital do Xaxado, para a candidata governista, Márcia Conrado (PT).
A senadora Teresa Leitão (PT-PE) quer a participação de representantes dos servidores do MEC na discussão sobre reestruturação, valorização e fortalecimento de carreiras. O requerimento da parlamentar foi aprovado pela Comissão da Educação do Senado nesta terça-feira (25). A audiência pública, com data a ser definida, foi requerida pelo senador Flávio Arns. Tem objetivo de […]
A senadora Teresa Leitão (PT-PE) quer a participação de representantes dos servidores do MEC na discussão sobre reestruturação, valorização e fortalecimento de carreiras. O requerimento da parlamentar foi aprovado pela Comissão da Educação do Senado nesta terça-feira (25).
A audiência pública, com data a ser definida, foi requerida pelo senador Flávio Arns. Tem objetivo de debater a importância e necessidade de reestruturação, valorização e fortalecimento das carreiras do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).
“A valorização dos servidores públicos, com carreira, formação, condições de trabalho, contribui para afastar ingerências, influências indevidas e a própria descontinuidade de políticas estruturantes para o país, que devem ser ancoradas no PNE, de forma estável e estruturada”, destacou Teresa Leitão.
A audiência se antecipa ao Plano Nacional de Educação, que deve ser apresentado ao Congresso Nacional nos próximos dias. Para alavancar e alcançar as metas e objetivos do PNE, Teresa Leitão acredita ser necessário “forte investimento na valorização de trabalhadores(as) em educação, inclusive por meio de melhores condições de trabalho, formação, fortalecimento e profissionalização no MEC”.
Casa do senhor João José nesta quinta-feira (14). Foto: Celso Brandão Por André Luis Especial Em março de 2020, o rompimento de açude na zona rural de Afogados da Ingazeira, provocado pela precipitação de uma forte chuva na madrugada do dia 25, causou grandes danos a bairros de Afogados da Ingazeira. O mais atingido foi […]
Casa do senhor João José nesta quinta-feira (14). Foto: Celso Brandão
Por André Luis
Especial
Em março de 2020, o rompimento de açude na zona rural de Afogados da Ingazeira, provocado pela precipitação de uma forte chuva na madrugada do dia 25, causou grandes danos a bairros de Afogados da Ingazeira.
O mais atingido foi o bairro do Borges que teve casas destruídas com a força das águas. O Riacho do Borges passou sobre a pista seguindo para Vila Pitombeira, O acesso à Afogados da Ingazeira pela PE 292 ficou interditado pelas águas pra quem vinha de Iguaracy. A ponte resistiu e um trecho da pista foi levada pela força da água. O Rio Pajeú chegou a ficar a poucos metros da Rua da Lama. Ele desceu com muita força.
Na ocasião, os mais antigos relataram que a última cheia com essas proporções aconteceu há 60 anos, em 1960, quanto não havia a Barragem de Brotas. Cerca de 80 pessoas, foram levados para o PETI, na área central da cidade. Não houve mortes ou feridos. Mas o nível de apreensão foi alto.
Nesta quinta-feira (14), dez meses após o ocorrido, moradores do Borges relataram ao repórter Celso Brandão da Rádio Pajeú, que ainda sofrem com as perdas de suas residências.
Falando ao repórter, o senhor José João, o Zé Pacu, disse que ainda não recebeu nenhuma ajuda para a reconstrução de sua casa. “Houve promessa de ajuda pela ex-secretária de Assistência Social, Joana D’Arc Freitas, mas nada foi resolvido”, relatou.
Ainda segundo Zé Pacu, que teve a sua casa totalmente destruída, a grande maioria dos moradores afetados, continuam fora de suas casas, que não foram reconstruídas. Outros moradores disseram ainda que estão morando de aluguel e sem ajuda da Secretaria de Assistência Social do município.
Em conversa com as redações do blog e da Rádio Pajeú, a nova secretária de Assistência Social, Madalena Leite, informou que o problema estará sendo pautado em reunião de monitoramento que acontece nesta sexta-feira (15) com toda a equipe do prefeito Alessandro Palmeira. “Vamos buscar soluções para este problema”, garantiu.
Criminosos estão se passando pela prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, para aplicar golpes pela internet. Nesta quarta-feira (30), diversas pessoas receberam mensagens através do WhatsApp de um contato se passando pela prefeita e pedindo ajuda financeira para pagar a despesa com um suposto ônibus. Os golpistas estão utilizando o número (81)9.9453-8733. É possível perceber […]
Criminosos estão se passando pela prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, para aplicar golpes pela internet.
Nesta quarta-feira (30), diversas pessoas receberam mensagens através do WhatsApp de um contato se passando pela prefeita e pedindo ajuda financeira para pagar a despesa com um suposto ônibus.
Os golpistas estão utilizando o número (81)9.9453-8733. É possível perceber que algumas pessoas já caíram no golpe e fizeram doações via Pix.
Recentemente, o vice-prefeito de Serra Talhada, Márcio Oliveira, também foi alvo dos golpistas. Ele teve o seu WhatsApp clonado e os criminosos pediram dinheiro emprestado aos seus contatos.
Foi publicado nesta terça-feira (15), no Diário Oficial da União, o decreto presidencial que regulamenta a Lei da Reciprocidade Econômica. A norma estabelece critérios para que o Brasil possa suspender concessões comerciais, de investimentos ou de propriedade intelectual em resposta a ações unilaterais de países ou blocos econômicos que afetem a competitividade do país no […]
Foi publicado nesta terça-feira (15), no Diário Oficial da União, o decreto presidencial que regulamenta a Lei da Reciprocidade Econômica. A norma estabelece critérios para que o Brasil possa suspender concessões comerciais, de investimentos ou de propriedade intelectual em resposta a ações unilaterais de países ou blocos econômicos que afetem a competitividade do país no cenário internacional.
O texto também institui o Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais, que será responsável por deliberar sobre a adoção de medidas provisórias e acompanhar negociações voltadas à superação dos entraves impostos por terceiros ao Brasil.
O comitê será presidido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e contará com a participação dos ministros da Casa Civil, da Fazenda e das Relações Exteriores. A Secretaria-Executiva ficará a cargo do MDIC, e a participação de outros ministérios poderá ser solicitada conforme a pauta discutida.
O decreto permite ao Brasil adotar contramedidas provisórias, de caráter excepcional e com tramitação acelerada. Os pedidos deverão ser encaminhados à Secretaria-Executiva do comitê, que consultará os demais ministérios e poderá ouvir representantes do setor privado antes de submeter a questão à deliberação.
Essas contramedidas podem ser aplicadas em casos como:
Ações unilaterais que tentem interferir em decisões soberanas do Brasil;
Violações de acordos comerciais que prejudiquem benefícios pactuados;
Requisitos ambientais impostos por outros países que ultrapassem os padrões adotados no Brasil.
Além disso, o decreto regulamenta as contramedidas ordinárias, previstas nos artigos 3º, 9º, 10º e 11º da Lei da Reciprocidade. Nesse caso, os pedidos serão analisados pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) e deverão passar por consulta pública antes de serem deliberados pelo Comitê Executivo de Gestão (Gecex). A decisão final caberá ao Conselho Estratégico da Camex.
A atuação do Ministério das Relações Exteriores (MRE) está prevista em todas as fases do processo. Caberá à pasta notificar os países ou blocos econômicos afetados e conduzir as consultas diplomáticas, em articulação com o MDIC e outros órgãos da Camex. O Itamaraty também deverá apresentar relatórios periódicos ao Gecex com informações sobre o andamento das negociações.
A regulamentação reforça a posição do governo federal de responder de forma coordenada e técnica a ações internacionais que prejudiquem os interesses comerciais e econômicos do Brasil.
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