Aumento no preço da gasolina leva vereadora do Recife a protocolar denuncia no MP e Procon
Por Nill Júnior
A vereadora Kari Santos oficializou, nesta quarta-feira(11), denúncias junto ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e ao Procon solicitando a investigação dos aumentos abusivos nos preços dos combustíveis em postos do Recife.
A iniciativa ocorre após diversos relatos de consumidores sobre reajustes repentinos no valor da gasolina e do diesel, mesmo sem anúncio recente de aumento nos preços praticados nas refinarias pela Petrobras.
Nos ofícios encaminhados aos órgãos de fiscalização, a parlamentar pede que sejam apuradas possíveis práticas abusivas contra os consumidores, incluindo aumento de preços por mera especulação. Kari também solicita a realização de fiscalizações nos postos de combustíveis da capital pernambucana.
“Praticar preços abusivos nos combustíveis por mera especulação é um crime contra o consumidor. Se não houve aumento nas refinarias, é preciso explicar por que o preço está subindo nas bombas”, afirmou a vereadora.
Além da atuação institucional, Kari Santos também mobilizou a população para ajudar na fiscalização. Pelas redes sociais e canais de comunicação do mandato, a vereadora pediu que motoristas denunciem postos que tenham aumentado os preços sem justificativa.
Segundo a parlamentar, a mobilização popular tem sido intensa, com grande volume de mensagens e denúncias enviadas ao mandato.
O evento contou com a participação de prefeitos, secretários, técnicos e controladores municipais A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) concluiu com êxito o Seminário de Encerramento de Mandato e Transição, realizado na sede da Amupe, em Recife, nesta quarta-feira (21). O evento, que reuniu prefeitos, secretários, técnicos e controladores municipais, teve como objetivo preparar os […]
O evento contou com a participação de prefeitos, secretários, técnicos e controladores municipais
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) concluiu com êxito o Seminário de Encerramento de Mandato e Transição, realizado na sede da Amupe, em Recife, nesta quarta-feira (21).
O evento, que reuniu prefeitos, secretários, técnicos e controladores municipais, teve como objetivo preparar os agentes públicos para os desafios e responsabilidades do encerramento de mandato, garantindo uma transição de governo organizada e transparente.
O seminário destacou-se pela qualidade das palestras e pela participação ativa dos gestores municipais. Especialistas renomados, incluindo consultores técnicos da Amupe, contadores e servidores do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), abordaram temas essenciais para a gestão pública, proporcionando uma rica troca de experiências entre os participantes.
Mariana Medeiros, Prefeita de Cumaru e 1ª Secretária da Amupe, compartilhou sua experiência pessoal e enfatizou a importância do evento: “Este seminário foi um grande sucesso, e isso é algo que valorizo muito, pois é uma questão pela qual passei em 2016. Sei como é importante ter essa preocupação com a transição de mandato. Junto com a diretoria da Amupe, estamos totalmente comprometidos em dar todo o apoio necessário às prefeituras, aos prefeitos e às prefeitas, para que, neste período de transição, tudo seja feito com excelência”, afirmou. Mariana reforçou o compromisso da Amupe em garantir que cada gestor receba o suporte necessário para uma transição organizada e eficiente.
O presidente da Amupe e prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia, também destacou a relevância do evento para o municipalismo pernambucano: “Este seminário reforça o papel da Amupe de capacitar agentes para garantir eleições transparentes e organizadas em nossos municípios. Ele é uma oportunidade única para que os servidores públicos municipais se capacitem e adquiram o conhecimento necessário para conduzir suas gestões de forma responsável e eficaz, especialmente em um momento tão crucial como a transição de mandato. Juntamente com o Seminário de Condutas Vedadas aos Agentes Públicos no Período Eleitoral, concluímos uma série de capacitações voltadas para as eleições municipais.”
O seminário faz parte das ações contínuas da Amupe para fortalecer a gestão pública municipal, oferecendo suporte e capacitação aos municípios pernambucanos. Com o sucesso deste evento, a Amupe reafirma seu papel como parceira essencial dos gestores municipais, promovendo a modernização e a transparência na administração pública.
Por André Luis Januário Cunha Neto, 35 anos, presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM), fez um relato duro e verdadeiro da situação em que vive o estado do Amazonas, que tem trazido imagens preocupantes e que mostram como a situação pode ficar, caso se chegue ao limite de leitos em […]
Januário Cunha Neto, 35 anos, presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM), fez um relato duro e verdadeiro da situação em que vive o estado do Amazonas, que tem trazido imagens preocupantes e que mostram como a situação pode ficar, caso se chegue ao limite de leitos em outros estado do país. Ele falou por telefone ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta quinta-feira (23).
A situação
A situação no Amazonas é muito diferente. O Amazonas é um Brasil diferente dentro do nosso país. Vivemos num estado de dimensões continentais onde as distâncias entre as cidades, os vazios demográficos e os vazios assistenciais, são evidentes. Infelizmente a pandemia do coronavírus veio eviscerar todas as nossas limitações da forma mais cruel possível.
A situação aqui está beirando o caos, está muito próxima do colapso, nós estamos atualmente passando por sérios problemas em relação ao comando dessa situação por parte do governo do Estado. Tivemos uma troca de secretários de saúde recentemente, que ao meu ver não é salutar. Similar ao que aconteceu no Ministério da Saúde. Essas trocas envolvem, trocas de equipes, trocas de questões políticas e isso acaba refletindo negativamente na captação de informações e na operacionalização.
As dificuldades
No Amazonas nós temos municípios que ficam distantes da capital mais de mil quilômetros – são oito dias de barco, 48h de lancha e 2h de avião, então pra se ter uma ideia da questão logística como é desfavorável. E nós temos um agravante muito sério aqui no estado, todo serviço de alta complexidade está condensado na capital, nós não temos um leito sequer de UTI no interior do Estado, ou em cada um dos nove polos que nós temos.
Então qualquer paciente que necessite hoje de UTI, ele tem que ser transferido para Manaus, só que em Manaus, todos os leitos de UTI da rede pública e privada estão lotados, com pacientes precisando de suporte ventilatório do Covid-19 e não estamos conseguindo transferir pacientes apesar de termos, garantia de avião por parte dos municípios, garantia da UTI móvel e aérea.
O colapso
Não estamos conseguindo remover nossos pacientes porque Manaus está com toda capacidade de leitos de UTI neste momento sendo utilizadas e ai nós estamos com problemas muito sérios por ter que manter esses pacientes no nosso município. Então a gente precisa realmente após isso, fazer uma reflexão do nosso sistema de saúde, precisamos realmente verificar capacidade de gestão dos nossos representantes, porque infelizmente a gente tem hoje uma polarização política muito negativa no nosso país. Neste momento a gente não pode envolver política na questão.
Sentiu na pele
Eu me recuperei da Covid-19 no início da semana. Fui acometido pelo Covid e com experiência, eu afirmo que não é uma doença qualquer, eu ainda estou sentindo alguns problemas e acredito que essa doença causa algumas sequelas pulmonares. Não estou conseguindo hiper ventilar, ainda com dificuldades na respiração e sentindo falta de ar ao mínimo esforço. Eu sai do período de transmissibilidade e ainda continuo em convalescência. Tenho 35 anos, ativo, pratico esportes… e nossos idosos? E as nossas pessoas com comorbidades?
A rede funerária e as valas coletivas
O que mais tá chamando a atenção e evidenciando que a nossa crise é grave é a questão do colapso na rede funerária. Em Manaus costumava-se enterrar entre 30 e 40 pessoas por dia, nos últimos dias subiu para mais de 120. Tá tendo fila na porta dos cemitérios para fazer enterro, as valas que estão sendo feitas, são coletivas para dez caixões e isso é verdade, tudo que está acontecendo é verdade.
A gente sabe que hoje existem tribunais nas redes sociais, ganhamos um monte de especialistas no WhatsApp, no Facebook, mas a situação em Manaus e no Amazonas é real, nós já estamos nos municípios realizando a famosa escolha de Sofia – quem vai morrer, quem vai viver. Nos grandes hospitais um cilindro de oxigênio tá servindo para três, quatro pacientes ao mesmo tempo, ou seja, você pega o cateter dá um pouquinho de oxigênio pra um, depois passa pra outro e assim vai, enquanto eles vão tentando melhorar a questão da saturação de oxigênio.
Intervenção, como assim?
A gente está com um problema seríssimo aqui e quando se fala na questão de intervenção, eu acredito que a gente tem que ter muito cuidado com a interpretação da palavra. Toda intervenção tem problemas seríssimos…
Como é que o governo federal e isto eu estou falando da área meio do Ministério da Saúde composta por técnicos que ficam lá no Ministério, que não tem convivência diária com o nosso problema, que não entendem a nossa malha de transporte, que não sabem do nosso desenho loco-regional, que não sabem o fluxo de transporte e nem comercial, que não entendem que a questão dos fechamentos de fronteiras e bloqueios de município reduziu a quantidade de embarcações e voos pros municípios e isso afetou diretamente o transporte de insumos de imunobiológicos e hemoderivados para os nossos municípios do interior, que não entendem a dificuldade logística de adquirir medicamentos, Equipamentos de Proteção Individual.
A luta diária
Vou citar um exemplo bem claro – uma caixa de máscaras cirúrgicas, que custava R$5,00, hoje está custando R$250,00. Eu sou gestor do município de Tapauá, que fica distante 750km da capital, todas as compras que estou fazendo, estou submetendo ao judiciário do meu município pra depois não ter problemas. Porque agora o grande problema é que o gestor está sendo demonizado por conta de correntes negacionistas que estão generalizando que todo gestor é corrupto.
O papel do governo
Nós estamos num esforço homérico pra não deixar os nossos profissionais expostos ao Covid-19, infelizmente o mercado não respeita, tem regras próprias, eu acho que ao invés do Governo Federal ficar brincando de quem manda mais, e quem entende mais sobre a questão da liberação ou não do comércio e da indústria, deveria estar preocupado em ajudar quem é pobre.
Estar garantindo alimento ao autônomo, estar diminuindo burocracia na questão da liberação do Auxílio Emergencial. O nosso presidente deveria parar um pouquinho de ficar brincando de ser super herói na rede social e governar pro povo. Nós estamos precisando é disso por parte do Governo Federal que é o ente que mais arrecada. Estamos necessitando de políticas públicas urgentes pra que a gente consiga vencer essa pandemia, estamos precisando de uma séria reflexão sobre o nosso sistema de saúde e infelizmente essas decisões vão ser pagas com vidas. A economia é importante? Não tenha dúvida disso, mas a economia se recupera, a vida não se recupera, por isso nós temos que ter cuidado.
As limitações do interior
No interior do estado nós temos unidades hospitalares que tem sérias limitações até na questão da oferta de oxigênio, o meu município para você ter ideia, leva três dias de barco até a capital Manaus pra levar os cilindros de oxigênio. Se tiver uma pessoa hoje que tenha Insuficiência Respiratória aguda e necessite de suporte ventilatório, em quatro dias uma pessoa acaba o meu estoque de oxigênio no hospital.
Aqui os municípios do estado fizeram o seu dever de casa. Todos montaram o seu plano de contingência, plano de ação, estão fazendo fiscalização de barreiras sanitárias pra evitar a disseminação da doença e a gente está aguardando por parte do Governo do Estado e do Governo Federal a liberação das emendas parlamentares que já foram aprovadas para o combate ao Covid-19. Estamos aguardando por parte do Governo do Estado operações de guerra como foram feitos pelo Maranhão.
Qual a explicação pra tantos casos?
Nós temos primeiro o caso do interior. O transporte entre o interior e a capital e entre o interior e a zona rural das cidades se dá quase que exclusivamente por embarcações. Então imagine você passando três, quatro dias numa embarcação com mais duzentas pessoas, utilizando o mesmo refeitório, o mesmo banheiro… isso é um carreador gigantesco para a transmissão do vírus. O coronavírus está chegando ao interior de barco.
Na capital nós temos uma grande parte, se não a maior parcela da população residindo em zona periférica. São pessoas que não tem acesso a televisão, as redes sociais aos veículos de informação. São pessoas que infelizmente por conta da falta de informação continuam levando uma vida normal, entretanto se expondo muito mais a esse perigo terminante.
A questão da desorganização das agências bancárias, da questão documental do CPF, causou filas quilométricas em Manaus. Nós precisamos buscar uma forma de conversar e chegar até essas pessoas, porque são elas que estão mais suscetíveis ao vírus e são elas que estão sofrendo mais as mazelas pelo atual panorama.
Nós temos um governador que era apresentador de televisão e acredita que a mídia é muito mais importante que o trabalho realmente dito. Isto é uma crítica, mas uma crítica construtiva.
Os negacionistas
Aos negacionistas eu não desejo mal, mas desejo que eles experimentem o que é sofrer na pele as sequelas pulmonares que o cornavírus causa. Porque quando você arrisca a vida por conta da economia, você está sendo irresponsável, no mínimo e essa polarização que nós tivemos no nosso país acaba por lhe transformar em adjetivos que não precisa citar o nome, se você discordar das ideias do presidente. Eu acredito que a gente precisa compreender o momento.
A importância do isolamento – Tempo para agir
Não podemos abrir mão do isolamento e distanciamento social neste momento. Não é fazer maldade não, não é tentar ferir de morte a economia não, é porque não temos leito para todo mundo.
Então esse achatamento da curva nada mais é do que nos gestores de saúde pedindo um tempo da sociedade para nos prepararmos para atendê-los. Estamos pedindo um tempo para tentar organizar aquilo que historicamente é desorganizado, que é o nosso sistema de saúde, nós estamos pedindo um tempo para tentar rever a PEC da morte, que congelou pelos próximos vinte anos o orçamento federal em saúde.
Nós estamos pedindo um tempo da sociedade para corrigir aqui no Amazonas a implantação de leitos de UTI no interior que nunca teve, a gente tá pedindo um tempo pra população, achantando a curva pra gente tentar comprar ventilador mecânico pra garantir suporte ventilatório, a gente está pedindo um tempo da população dentro de casa pra gente conseguir organizar um sistema de guerra pra garantir a saúde da população, e a gente ainda tem que encarar uma tropa de negacionistas, dizendo que isso é mentira, que isso é coisa de comunista.
A Policlínica Municipal João César da Cunha, localizada em Serra Talhada, registrou 1.565 atendimentos durante o mês de outubro, consolidando-se como um ponto de suporte à saúde da população. O espaço tem atendido uma demanda crescente, especialmente de crianças e adolescentes encaminhados pelas redes de ensino, incluindo 138 estudantes que receberam acompanhamento especializado como parte […]
A Policlínica Municipal João César da Cunha, localizada em Serra Talhada, registrou 1.565 atendimentos durante o mês de outubro, consolidando-se como um ponto de suporte à saúde da população.
O espaço tem atendido uma demanda crescente, especialmente de crianças e adolescentes encaminhados pelas redes de ensino, incluindo 138 estudantes que receberam acompanhamento especializado como parte de uma parceria com a rede municipal de educação, visando o fortalecimento da saúde escolar no município.
A prefeita Márcia Conrado destacou o compromisso da gestão em proporcionar um atendimento próximo e acessível, com foco na saúde das famílias de Serra Talhada, principalmente para o público jovem.
Além do atendimento escolar, a Policlínica também oferece serviços para a população em geral, incluindo um Centro Especializado de Atendimento ao Diabético (CEAD), que realizou 311 atendimentos em outubro. A unidade conta com equipe especializada para crianças e adolescentes, disponibilizando acompanhamento em áreas como psiquiatria, neuropediatria, neurologia, psicologia e fonoaudiologia, voltados para o desenvolvimento e o bem-estar infantil.
A Policlínica conta com uma equipe multidisciplinar composta por profissionais de diversas especialidades, como reumatologia, ortopedia, dermatologia, ginecologia, pediatria, vascular, endocrinologia, nutrição, psicologia e psiquiatria. Marília Antunes, coordenadora da unidade, ressaltou que a Policlínica contribui para desafogar as demais unidades de saúde municipais e a UPA-E, possibilitando um atendimento especializado mais próximo da população que necessita.
O Secretário de Segurança e Mobilidade Urbana de Sertânia, Vladimir Cavalcanti esteve na capital pernambucana Recife e região metropolitana para cumprir agenda e encaminhar demandas do município. A viagem teve como principal objetivo conhecer como funciona o videomonitoramento nessas localidades. O sistema está sendo implantado em Sertânia. O secretário e sete agentes da guarda civil […]
O Secretário de Segurança e Mobilidade Urbana de Sertânia, Vladimir Cavalcanti esteve na capital pernambucana Recife e região metropolitana para cumprir agenda e encaminhar demandas do município.
A viagem teve como principal objetivo conhecer como funciona o videomonitoramento nessas localidades. O sistema está sendo implantado em Sertânia.
O secretário e sete agentes da guarda civil municipal visitaram a cidade de Cabo de Santo Agostinho para ver como é operada a plataforma de videomonitoramento daquele município. Logo após, a comitiva seguiu para Ipojuca, onde presenciaram uma apresentação da guarda civil local, que apontou indicadores como o quantitativo de rondas, de policiamento ostensivo e de ordens de serviço.
O secretário de Defesa Social do Ipojuca, Osvaldo Morais também apresentou a operacionalização do sistema de monitoramento. Em Ipojuca, os GCMs de Sertânia foram orientados, ainda, a identificar um suspeito através do vídeo, percebendo, por exemplo, comportamento contestável. Eles também foram capacitados sobre como receber uma denúncia e como dar sequência na ocorrência.
O secretário Vladimir Cavalcanti e os agentes da guarda de Sertânia seguiram para a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, onde foram recebidos pelo Major Sérgio Costa (Chefe do Núcleo Integrado de Imagens, representando o CIODS/SDS), e lá foi mostrado como é feito o planejamento, coordenação e apoio nas operações gerenciadas pelo Centro de Monitoramento.
A agenda no Recife teve reunião com o diretor presidente do DETRAN-PE, Carlos Moreira Fontelles. Vladimir tratou de uma parceria para investimento na sinalização horizontal e vertical, além da colocação de placas em Sertânia. Também foi discutida a integração do município ao Sistema Nacional de Trânsito, ou seja, a municipalização do trânsito da Princesa do Moxotó.
Vladimir aproveitou a oportunidade para reforçar o pedido do prefeito Ângelo Ferreira a respeito da implantação de captura de imagem no DETRAN local, o que facilitaria a vida daqueles que quando necessitam do serviço precisam se deslocar para cidades vizinhas. O secretário também solicitou um relatório com informações de todos os taxistas de Sertânia, a fim de fazer um diagnóstico e organizar esse setor no município.
Participaram da reunião, ainda, o coordenador de articulação municipal do Recife, Carlos Wilson Veras da Rocha e o diretor de operações, Sérgio Reis.
“Foi uma semana produtiva, esse intercâmbio com outros municípios é muito importante. Nós fomos bem recebidos em todos os lugares e os nossos guardas aprenderam bastante sobre sistema de videomonitoramento. A reunião no DETRAN também foi proveitosa, temos uma boa relação com o órgão que tem nos ajudado a melhorar o trânsito de Sertânia”, disse o secretário Vladimir Cavalcanti.
Pela 1ª vez, desde o início da pandemia, HREC registra fila de carros funerários Por André Luis Nesta quinta-feira (10), o Hospital Regional Emília Câmara – HREC, registrou cinco óbitos de pacientes em decorrência da Covid-19. Trata-se de 1 paciente de Solidão, 37 anos; um de Itapetim, 72; 1 de Afogados, 57; 1 de São […]
Pela 1ª vez, desde o início da pandemia, HREC registra fila de carros funerários
Por André Luis
Nesta quinta-feira (10), o Hospital Regional Emília Câmara – HREC, registrou cinco óbitos de pacientes em decorrência da Covid-19.
Trata-se de 1 paciente de Solidão, 37 anos; um de Itapetim, 72; 1 de Afogados, 57; 1 de São Bento do Una, 25 e 1 de Tabira, 44 anos. Os cinco estavam internados na Unidade de Tratamento Intensivo do HREC.
Chamou a atenção um detalhe triste, pela primeira vez desde o início da pandemia, no ano passado, que a unidade hospitalar registra fila de carros funerários. Outro detalhe, todas às cinco vagas abertas pelos óbitos já foram ocupadas.
A situação da pandemia no Sertão do Pajeú, vem a cada dia, preocupando cada vez mais.
Nesta quinta-feira, o Governo do Estado deve anunciar, durante coletiva de imprensa, medidas mais restritivas para o Sertão do Pajeú.
A situação de hoje no Sertão, III Macro, se parece com a enfrentada pelo Agreste há alguns dias.
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