Notícias

Estaleiro Atlântico Sul deve entregar mais dois navios em 2015

Por Nill Júnior

3

Do Diário de Pernambuco

O primeiro petroleiro produzido pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), o João Cândido, sofreu um atraso de quase dois anos na entrega. Mas desde aquele 25 de maio de 2012, o ritmo de produção ganhou mais velocidade. Foram entregues outros quatro navios: Zumbi dos Palmares, Dragão do Mar, Henrique Dias e André Rebouças.

O último – que leva o nome do militar baiano que se engajou na campanha abolicionista e ajudou a criar, na década de 1880, a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão, ao lado de Joaquim Nabuco e José do Patrocínio – foi entregue à Transpetro nesta quinta-feira (14). Durante a cerimônia, que contou com a presença de Dilma Rousseff, o presidente do EAS, Harro Ricardo Schlorke Burmann, disse que o cronograma da empresa prevê a entrega de outros dois navios ainda em 2015.

“Temos metas ambiciosas para este ano. Em agosto, planejamos entregar o Marcílio Dias, batizado hoje, e mais outro em dezembro, que é o sétimo navio e que já está em construção no dique seco, ressaltou. Burmann também acrescentou que processo de construção tem buscado nível de aprendizagem contínua. “O André Rebouças foi construído com cerca de 4 milhões de horas/homem, metade do tempo dos primeiros navios. A previsão é que os navios de número nove e dez, com metade do tempo de trabalho do que se produz hoje.”

Em dezembro, durante a entrega do Henrique Dias, o EAS divulgou nota afirmando que o André Rebouças é o projeto mais completo até o momento do estaleiro, já que foi empregada integralmente a tecnologia de construção e montagem por megablocos. “O uso desse processo permite ganhos como redução do tempo de construção e incremento da qualidade no acabamento da embarcação. Graças a essa inovação tecnológica de ‘acabamento avançado’”. O André Rebouças tem as mesmas dimensões dos outros quatro navios que já tinham sido entregues pelo estaleiro pernambucano: 274,2 metros de comprimento, 48 metros de largura e porte bruto de 157,7 mil toneladas.

O presidente da Transpetro, Cláudio Campos, destacou o nível de qualidade dos navios produzidos do EAS.  Um quadro diferente do observado em 2012. Logo após receber o João Cândido, a Transpetro anunciou que o Atlântico Sul seria multado em R$ 3,6 milhões pelo atraso em 20 meses na entrega do petroleiro. As más notícias não pararam por aí. Na ocasião, o então presidente da Transpetro, Sergio Machado, afirmou que os contratos de compra e venda dos navios assinados junto ao EAS estavam suspensos.

O acordo foi sustado porque o estaleiro não estava conseguindo cumprir o cronograma de entregas e estava inadimplente com o contrato porque estava sem parceiro tecnológico. Em março de 2012, a coreana Samsung anunciou a saída do negócio, onde detinha 6% de participação e era parceira técnica. Os problemas foram sendo resolvidos aos poucos, depois que o EAS anunciou o novo parceiro tecnológico: a japonesa IHI Marine.

Mas a vida do EAS está longe de ser um mar de rosas. Recentemente, o estaleiro demitiu mais de mil trabalhadores, depois de suspender contratos com a Sete Brasil, empresa criada pelo governo federal para comprar navios-sonda de estaleiros do Brasil para alugar à Petrobras, mas que não estava repassando pagamentos por estar sendo investigada por corrupção na Operação Lava-Jato. Foram seis sondas suspensas. Nenhuma havia sido entregue, em um contrato de US$ 6 billhões. Há uma mobilização para viabilizar os empréstimos para que os contratos sejam revisados, mas serão menores.

Outras Notícias

Pajelat rompe barreiras e, pela primeira vez, chega à Agrinordeste

Depois de ter lançado o leite de cabra na Exposição de Animais do Cordeiro e na Feira do Empreendedor, no final de 2016, a Cooperativa de Caprinocultores e Ovinocultores do Distrito de Jabitacá-CCODJA tem realizado a inserção do produto no mercado, começando pelo Pajeú e chegando à Capital.  O leite, com a marca Pajelat, chegou […]

Depois de ter lançado o leite de cabra na Exposição de Animais do Cordeiro e na Feira do Empreendedor, no final de 2016, a Cooperativa de Caprinocultores e Ovinocultores do Distrito de Jabitacá-CCODJA tem realizado a inserção do produto no mercado, começando pelo Pajeú e chegando à Capital.  O leite, com a marca Pajelat, chegou à Agrinordeste.

O evento, que termina hoje, é realizado no Centro de Convenções, no Recife. O Agrinordeste é uma realização da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), com o apoio do Sebrae, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Pernambuco (Senar/PE), do Banco do Nordeste e da Secretaria Estadual de Agricultura e Reforma Agrária. Esperamos receber, nesses dias, mais de cinco mil visitantes.

O Promotor de Afogados da Ingazeira, Lúcio Luiz de Almeida Neto, que também é criador, afirmou que a chegada do leite de cabra do Sertão à Agrinordeste e ao mercado do Recife, de forma pioneira e inovadora, representa uma grande vitória e mais um passo de um novo ciclo de desenvolvimento que se pretende econômico, mas também social e com sustentabilidade ambiental.

O estande da Pajelat, Pajeú Laticínios, marca utilizada pela Cooperativa tem sido um dos mais visitados na Agrinordeste, com o público degustando e aprovando o leite de cabra, mas também queijos como o coalho, o minas frescal, o chancliche e bebidas lácteas fermentadas sabores de Ameixa e Morango. Além desses produtos, tem o doce de leite de cabra “Na Moenda”, trazido pelo poeta Paulo Matricó, de Tabira.

O promotor ainda participou de debate sobre o potencial do leite de cabra na sala temática da Caprinovinocultura. “Fizemos uma exposição sobre a experiência de produção e comercialização no Sertão do Pajeú”

O movimento da Caprinocultura no Pajeú tem celebrado a sucessiva conquista de espaços e abertura de portas para uma cadeia produtiva de fundamental importância para o desenvolvimento do semiárido. “As pessoas tem gostado tanto que voltam para provar mais e tem comprado os produtos vindos do Sertão do Pajeú”, comemora o promotor. O leite de cabra vai longe!

Açude seca e racionamento de água vira rotina para 19 cidades na Paraíba

Uol Na cidade do maior São João do mundo, Campina Grande, na Paraíba, a falta de água se tornou rotina. Hábito desgastante demais, para moradores quem enfrentam um rígido sistema de racionamento há quase dois anos. Não há previsão para acabar essa economia. Muito pelo contrário. É possível que o racionamento se torne ainda mais rígido, […]

Açude Boqueirão, que abastece Campina Grande, tem apenas 5,8% de sua capacidade
Açude Boqueirão, que abastece Campina Grande, tem apenas 5,8% de sua capacidade

Uol

Na cidade do maior São João do mundo, Campina Grande, na Paraíba, a falta de água se tornou rotina. Hábito desgastante demais, para moradores quem enfrentam um rígido sistema de racionamento há quase dois anos.

Não há previsão para acabar essa economia. Muito pelo contrário. É possível que o racionamento se torne ainda mais rígido, caso a chuva não caia nesse município a 112 km de João Pessoa, com o segundo maior PIB (Produto Interno Bruto) do Estado e que está na lista das cidades em situação de emergência. A estiagem já dura ao menos cinco anos.

Campina Grande é abastecida pelo açude Epitácio Pessoa, conhecido como Boqueirão, localizado no município homônimo, afastado cerca de 40 km. Segundo dados da Agência Executiva de Gestão das Águas, o açude está com 5,8% de sua capacidade, quase no vermelho. Boqueirão abastece Campina Grande e outras 18 localidades que enfrentam situação semelhante.

A falta de água nas torneiras causa transtornos. A dona de casa Maria do Socorro Alves relata a situação vivida nos últimos meses. “A gente teve que se acostumar com a falta de água. Hoje eu acordo de madrugada para juntar água para o dia seguinte, é muito triste isso que vivemos. Tem água durante três dias e quatro não”, diz. Com o registro de chuvas abaixo da média, a esperança da população vai dando espaço ao desespero. Empresários já externaram o medo de ter que fechar as portas em consequência da falta de água.

Em entrevista no início deste mês, o presidente da Cagepa (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba), Marcus Vinícius Neves, disse que não havia “plano B” para o abastecimento das localidades que dependem do açude Boqueirão. Segundo ele, apenas a transposição do rio São Francisco pode reverter a crise hídrica que assola a Paraíba. Ao todo, são 196 municípios em estado de emergência –são 223 no total, ou seja, 88% do Estado.

Sertânia: Ângelo larga na frente contra Guga e Júlio

Socialista tem 56% das intenções de voto contra 33,3% do atual prefeito e 4% de Júlio César Leite. O ex-prefeito socialista Ângelo Ferreira larga na frente do atual prefeito Guga Lins  e do candidato Júlio Leite nas intenções de voto rumo a Prefeitura de Sertânia, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla entre 4 e […]

angelo-ferreira

Socialista tem 56% das intenções de voto contra 33,3% do atual prefeito e 4% de Júlio César Leite.

O ex-prefeito socialista Ângelo Ferreira larga na frente do atual prefeito Guga Lins  e do candidato Júlio Leite nas intenções de voto rumo a Prefeitura de Sertânia, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla entre 4 e 6 deste mês.

De acordo com levantamento estimulado, em que são oferecidas as opções de voto para o entrevistado, ele tem 56% das intenções de voto contra 33,3% do atual prefeito e 4% de Júlio César Leite. Neste cenário estimulado, 6,7% não sabem ou não opinaram.

sertania estimulada

Na pesquisa espontânea, em que o eleitor livremente se manifesta, 43,7% disseram votar no candidato socialista, contra 31% que optaram pelo prefeito e candidato a reeleição Guga e 2,3% que disseram votar em Júlio César Leite. Neste levantamento, 23% não sabem ou não opinaram.

sertania espontanea

De acordo com o Múltipla, Ângelo Ferreira tem o seu melhor desempenho no sexo feminino, com 63,4%. No eleitorado masculino Guga chega a  38,8. Júlio César Leite também tem o seu melhor desempenho no sexo Masculino, com 6,1%.

Por idade do entrevistado, Ângelo Ferreira tem o seu melhor desempenho na faixa etária 25 a 34 anos , com 63,4%. O pior é na faixa etária 35 a 44 anos, com  44,4%.

Guga Lins tem o seu melhor desempenho na faixa etária 35 a 44 anos , com 42,6%. O pior é na faixa etária entre 25 e 34 anos, com 23,9%.

Júlio César Leite tem o seu melhor desempenho na faixa etária 45 a 59 anos, com  6,3%. O pior, na faixa etária de 60 anos ou mais, com 1,7%.

Por Escolaridade do entrevistado, Ângelo Ferreira tem o seu melhor desempenho nas pessoas de ensino médio e superior: 60,5%. Guga Lins tem o seu melhor desempenho nas pessoas de até ensino fundamental completo, com 34,5%. E Júlio César Leite tem o seu melhor desempenho nas pessoas de ensino médio e superior, com 5,4%.

Por Renda, Ângelo tem o seu melhor desempenho nas pessoas que afirmaram ter renda domiciliar de até 01 salário mínimo  (59,8%). O pior é entre as pessoas que afirmaram ter renda domiciliar de mais de 02 salários mínimos , com 35,7%.

Guga Lins tem o seu melhor desempenho nas pessoas que afirmaram ter renda domiciliar de mais de 02 salários mínimos  , chegando a 42,9% e o pior, nas pessoas que afirmaram ter renda domiciliar de até 01 salário mínimo, com  31,9%.

Júlio César Leite tem o seu melhor desempenhos nas pessoas que afirmaram ter renda domiciliar de mais de dois salários mínimos  (14,3%) e pior desempenho nas pessoas que afirmaram ter renda de até 01 salário mínimo, com 2,5%

A pesquisa foi registrada sob o número PE-08425/2016. O período de realização da coleta aconteceu entre 04 e 06 de agosto, com 300 entrevistados. A margem de erro é de 5,7% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Localidades pesquisadas nos Bairros: Centro, COHAB, Alto da Conceição, Nova Sertânia, Jardim COCANE, Pedra Grande, Ferro Novo, Ferro Velho, Alto do Cemitério, Alto da Cerâmica, Alto do Rio Branco, Odilon Pierre, Mário Melo Nova, Alto do Céu e Vila da Caixa

Localidades pesquisadas na zona rural: Henrique Dias, Cruzeiro do Nordeste, Moderna, Algodões, Caroalina, Várzea Velha, Valdemar Siqueira, Rio da Barra, Albuquerque Né, Pernambuquinho, Umburanas, Ariu, Cacimbinha, Brejinho, Malhadinha, Lagoinha, Severo, Capim, Maxixe, Fazenda Santa Marta, Caatinga, Jacu, Riacho dos Porcos, Berto, Baixa Grande, Açude Barra, Bom Nome, Jacuzinho, Campos, Caianas, Imbé, Pantaleão, Poço da Pedra, Caldeirão de Baixo, Barro Branco, Queimada do Milho, Giquiri, Cacimba da Mata, São Francisco, Caroá de Baixo, Caroá de Cima, Várzea Limpa, Cipó, Passagem de Pedra, Cachoeira, Caroá, Riacho do Feliciano, Cerece de Baixo, Riacho do Caroá, Urubu, São Bento, São José, Dois Serrotes, Pinheiro, Cerece de Cima, Riacho Verde, Maniçoba, Pinheiro de Cima, Jibóia, Fazendinha, Tigre da Maniçoba, Santo Antonio, Xique Xique, São Gonçalo, Bela Vista, Salgado, Viana, Feliciano, Frade, Favela, Mansinho, Cacimba Velha, Tapagem, Cacimba de Cima, Pitombeira, Barro Vermelho, Itan, Jatobá, Ameixa, Bravo Novo, Empoeira do Meio, Santana, Quixabeira, Barra da Serra e Santana.

Ainda hoje, a rejeição de cada candidato e a avaliação da gestão Guga Lins.

São José do Egito comemora centenário do Professor Edson Simões

No último sábado (11.01), exatamente cem anos após o seu nascimento, São José do Egito comemorou o centenário do Professor Edson Simões. As comemorações se iniciaram com uma missa presidida pelo Padre Luizinho Marques e o Padre Adenildo da Silva Santos. A Cerimônia foi na Quadra do Erem Edson Simões, o colégio surgiu em 1 […]

No último sábado (11.01), exatamente cem anos após o seu nascimento, São José do Egito comemorou o centenário do Professor Edson Simões. As comemorações se iniciaram com uma missa presidida pelo Padre Luizinho Marques e o Padre Adenildo da Silva Santos.

A Cerimônia foi na Quadra do Erem Edson Simões, o colégio surgiu em 1 de abril de 1957, quando o professor Édson Siqueira Simões, inaugurou a Fundação Édson Simões, na verdade uma escola de Primeiro Grau que funcionou, inicialmente, num espaço cedido pelo Clube Egipciense.

Em seguida, a Escola passou a ocupar o prédio do Grupo Escolar Oliveira Lima que estava ocioso no turno da noite, sendo denominado Escola Comercial Esperidião Vilela de Araújo. Depois, o idealizador da escola conseguiu recursos federais e iniciou a construção do prédio onde hoje funciona o colégio.

Antes mesmo de que o prédio ficasse totalmente pronto mas com o colégio já funcionando ali, o professor Édson Simões caiu de uma escada ao trocar uma lâmpada, no dia 07 de agosto 1965, não resistiu e morreu no hospital da cidade.

Em 1968, por intervenção do então deputado estadual Walfredo Siqueira, o Colégio se tornou Estadual e ganhou o nome do fundador passando a ser denominado Colégio Estadual Édson Simões. Na década de 90 se tornou Escola Édson Simões, em 2014 passou a chamar Escola de Referência do Ensino Médio Édson Simões.

Esteve presentes nas comemorações os filhos do professor: Edson, Heloiza, Vera, Luciano, Marcos Edson(IN), Salvio, Flávio, e Geraldo Edson Magalhães Simões e netos.

*As informações são do blog do Marcello Patriota

Oito cidades de PE, quatro no Sertão, terão mais dinheiro do FPM

Afogados, Custódia, Salgueiro e Trindade terão acréscimo de repasses este ano. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgou nota técnica com as mudanças nos coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para o exercício deste ano, 2021. A divulgação é relativa à distribuição do FPM-Interior, em virtude das estimativas populacionais divulgadas pelo Instituto Brasileiro […]

Afogados, Custódia, Salgueiro e Trindade terão acréscimo de repasses este ano.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgou nota técnica com as mudanças nos coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para o exercício deste ano, 2021.

A divulgação é relativa à distribuição do FPM-Interior, em virtude das estimativas populacionais divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e também de acordo com decisão normativa do Tribunal de Contas da União (TCU) 190/2020, que traz os resultados dos novos coeficientes a serem utilizados no cálculo das quotas da distribuição dos recursos do FPM.

Em razão da divulgação da estimativa populacional do IBGE e o cálculo dos coeficientes pelo TCU, foi possível demonstrar quais Municípios terão alterações em seus coeficientes para o exercício de 2021. Dos que recebem o FPM–interior, a maior parte não terá mudança de coeficiente em 2021; 5.457 (98%) dos Munícipios mantiveram os coeficientes de 2020, 110 tiveram aumento e 2 tiveram queda, já que a referência é o ano de 2018, segundo o TCU.

Em Pernambuco, oito cidades têm melhora. Nenhuma teve queda e a maioria se manteve estável.  Como revelou a Coluna do Domingão, quatro dessas cidades ficam no Sertão do Estado.

O prefeito Sandrinho Palmeira vai ter mais recursos do FPM que o antecessor, José Patriota. Afogados salta do coeficiente 1.6 para 1.8, com acrescimo médio de R$ 250 mil por mês.

Também comemoram alta nos repasses na mesma proporção Manuca, de Custódia – vai de 1.6 para 1.8 – e Marcones Libório,  de Salgueiro, que vai do coeficiente 2.2 para 2.4. A prefeita Helbinha Rodrigues, de Trindade, também recebe o município com um coeficiente melhor, de 1.4 para 1.6.

Em Recife,  a gestão João Campos teve salto no coeficiente de 5.6 para 6.3. Ainda melhoraram os repasses Brejo da Madre de Deus, Itaquitinga e São Caetano.