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PSB se reune amanhã para discutir que caminho o partido seguirá no Congresso

Por Nill Júnior

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O apoio do PSB à candidatura do tucano Aécio Neves no segundo turno das eleições abriu feridas no partido que ainda não foram cicatrizadas. Por mais que alguns dirigentes insistam em dizer que a legenda saiu vitoriosa do processo eleitoral, as divisões internas poderão ter reflexo nos rumos da sigla. Nomes importantes como o ex-presidente Roberto Amaral e a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) não aceitaram a parceria e divergiram da nova executiva nacional, que conta com a presença do governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara, e do prefeito do Recife, Geraldo Julio. Enquanto decidem se abrem diálogo com o governo ou vestem o manto da oposição, os socialistas terão que gerenciar essa questão.

Em entrevista à revista Carta Capital pouco antes do pleito do último dia 26, a própria Erundina afirmou que a decisão tomada após a saída de Marina Silva da disputa presidencial colocou o partido numa crise interna. Já o ex-presidente Roberto Amaral disse que o PSB não obteve só uma derrota eleitoral, mas também política. “Foi um erro irremediável que vai contra tudo o que defendemos durante toda a nossa história”, ponderou em entrevista por telefone ao Diario.

Frente à insatisfação, caberá ao novo presidente nacional da legenda, Carlos Siqueira, reunir as diversas vertentes do PSB para gerenciar a questão. Na próxima terça-feira, Siqueira encontrará a bancada eleita do partido. Antes da reunião, o presidente preferiu minimizar a questão a situação. “Farei uma série de consultas para termos uma posição oficial. A aliança que fizemos foi circunstancial. Tínhamos uma série de críticas ao governo federal e fizemos uma opção que acabou não sendo exitosa. Agora, se o governo fizer as mudanças que está prometendo, poderemos conversar”, assegurou o líder socialista.

Novo secretário-geral do partido e um dos nomes que defenderam o apoio à candidatura de Aécio Neves (PSDB), o prefeito Geraldo Julio disse que não gostaria que o partido integrasse a base do governo. “Estamos fora do governo. Vamos ouvir o partido para tirarmos um posicinamento com unidade. Defendo que não devamos participar do governo. Temos que defender nossos pensamentos e ideias. Nosso compromisso é com o povo. Vamos fazer uma oposição responsável, defendendo os temas que forem a favor da população”, disparou.

Outras Notícias

Teresa Leitão elogia desempenho de Márcia

Petista criticou neutralidade de Raquel Lyra,  mas disse que ela não pode ser rotulada de bolsonarista Em entrevista à Rádio Vilabela FM nesta segunda-feira (17), a senadora eleita Teresa Leitão (PT) agradeceu todo o empenho da prefeita Márcia Conrado enquanto coordenadora da campanha do PT no Sertão de Pernambuco. “Eu sou muito grata ao povo […]

Petista criticou neutralidade de Raquel Lyra,  mas disse que ela não pode ser rotulada de bolsonarista

Em entrevista à Rádio Vilabela FM nesta segunda-feira (17), a senadora eleita Teresa Leitão (PT) agradeceu todo o empenho da prefeita Márcia Conrado enquanto coordenadora da campanha do PT no Sertão de Pernambuco.

“Eu sou muito grata ao povo de Pernambuco, muito grata a esse conjunto político, e não poderia deixar de fazer um agradecimento muito especial a prefeita Márcia Conrado, que fez uma campanha irretocável, a campanha do PT, foi feita com toda eficiência, compromisso e alegria. Ela foi fiel ao que o PT decidiu no primeiro turno e se desempenhou muito bem, apesar de todos os ataques que sofreu por causa da cena local”, afirmou.

Perguntada sobre o apoio da prefeita Márcia a Raquel Lyra, Teresa disse que o foco principal é eleger o ex-presidente Lula.

“Não é só Márcia que está com Raquel e com Lula. O prefeito de Águas Belas também está com Raquel e com Lula, o ex-prefeito Marivaldo também está com Raquel e com Lula, menos do que no primeiro turno quando muita gente não seguiu o PT, ao invés de ficar com Danilo e com Lula, ficou com Marília e com Lula. E tem outros partidos também. Nenhum partido pode criticar o PT por essas posições de petistas que estão com Raquel. O nosso foco principal é eleger Lula”.

Apesar de criticar a posição de neutralidade adotada por Raquel,  afirmando que esse momento precisa ser ocupado por políticos com posições e defendendo o papel de Marília Arraes,  ela afirmou ainda que não é correto rotular o palanque de Raquel como bolsonarista em Pernambuco. “Não, não se pode e nem se deve”.

Márcia autoriza pavimentação na ordem de R$ 4,3 milhões no centro de Serra Talhada

A prefeita Márcia Conrado assinou a última Ordem de Serviço do ano de 2022. Foram autorizadas as obras de pavimentação asfáltica de 11 ruas localizadas no Centro da cidade de Serra Talhada. A solenidade aconteceu na Praça Lampião. O investimento na pavimentação será de R$ 4.358.566,31 (quatro milhões, trezentos e cinquenta e oito mil, quinhentos […]

A prefeita Márcia Conrado assinou a última Ordem de Serviço do ano de 2022. Foram autorizadas as obras de pavimentação asfáltica de 11 ruas localizadas no Centro da cidade de Serra Talhada. A solenidade aconteceu na Praça Lampião.

O investimento na pavimentação será de R$ 4.358.566,31 (quatro milhões, trezentos e cinquenta e oito mil, quinhentos e sessenta e seis reais e trinta e um centavos), com recursos captados pela gestão municipal junto ao Governo do Estado, através do convênio de cooperação financeira nº 83/2022.

“Estamos concluindo o ano de forma muito positiva, com mais um pacote de ruas que serão asfaltadas em nossa cidade, melhorando a vida dos moradores e a trafegabilidade no centro de Serra Talhada. Serão mais de quatro milhões de reais investidos em infraestrutura, uma conquista de nossa gestão junto ao Governo do Estado, por isso, aproveito para agradecer ao governador Paulo Câmara por toda a parceria com Serra Talhada, somos muito gratos por todos os investimentos que ele garantiu para nossa terra”, comentou a prefeita Márcia Conrado.

Serão pavimentadas as ruas José Alves da Silveira, Conselheiro João Nunes de Souza, Joaquim Godoy, Tiburtino Nogueira, Inocêncio Gomes de Andrade, Fiscal Leopoldo, Dionízio Ferreira de Magalhães, Manoel Pereira da Silva, Isidoro Conrado, Tabelião Bernardino Coelho de Magalhães e Antônio Terto de Magalhães.

Prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde tenta destravar distribuição de água no município

O Prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Tássio Bezerra, esteve reunido no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas – DNOCS e COMPESA, para tentar acelerar a chegada da água no município. Vale registrar, Santa Cruz é o único município que não tem distribuição regular de água. Segundo o gestor em nota ao blog, […]

O Prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Tássio Bezerra, esteve reunido no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas – DNOCS e COMPESA, para tentar acelerar a chegada da água no município.

Vale registrar, Santa Cruz é o único município que não tem distribuição regular de água.

Segundo o gestor em nota ao blog, existem duas situações em discussão nesse momento: o ramal da adutora do Pajeú e o sistema de abastecimento de água do município. Ele esteve com os deputados estaduais Silvio Costa Filho (PRB) e Augusto César (PTB), conversando com Marcos Rueda, superintendente estadual do DNOCS, que explicou a possibilidade do ramal da Adutora do Pajeú.

“Já há o aporte financeiro para o projeto executivo, que já está sendo finalizado. O órgão deu um passo importantíssimo para muito em breve licitar e iniciar a obra”. Afirmou Bezerra.

O prefeito explicou que também procurou a COMPESA, para tratar do inicio da construção do sistema de abastecimento, porque uma obra depende da outra.

Mas a informação obtida por ele na companhia de saneamento, através do secretário geral da previdência, José Edson e Aldo Santos, que é diretor de articulação e meio ambiente do órgão, é de que haverá a necessidade de atualizar o convênio com o Ministério da Integração Nacional, que deve reeditar a licitação para o inicio da construção do sistema de abastecimento.

O prefeito Tássio Bezerra, acredita que só uma nova agenda em Brasília poderá pressionar o governo a acelerar a liberação dos recursos.

“Temos que voltar a Brasília e pressionar o ministro Hélder Barbalho, para liberar a verba necessária para execução das duas obras. No primeiro encontro com ele, demonstrou interesse em atender nosso pleito, então vamos provocar essa reunião para que o mais breve possível o desejo do nosso povo possa ser atendido e o sonho realizado”.

NJTV: a análise da pré campanha

Hoje, falando ao jornalista e apresentador da Revista da Cultura Tony Alencar, comentei as projeções das eleições em cidades da região do Pajeú. Provocado pelo comunicador amigo da Cultura FM, falei sobre as projeções em quatro cidades. Em Afogados da Ingazeira, onde as chapas estão fechadas com a disputa Sandrinho e Daniel versus Danilo e […]

Hoje, falando ao jornalista e apresentador da Revista da Cultura Tony Alencar, comentei as projeções das eleições em cidades da região do Pajeú.

Provocado pelo comunicador amigo da Cultura FM, falei sobre as projeções em quatro cidades.

Em Afogados da Ingazeira, onde as chapas estão fechadas com a disputa Sandrinho e Daniel versus Danilo e Edson Henrique, Tabira, que terá o embate Nicinha contra Flávio Marques.

Também São José do Egito, onde ainda há três pré-candidaturas competitivas: George, Fredson e Zé Marcos e Romério Guimarães.

Por fim, Serra Talhada, no encontro entre Márcia Conrado e Miguel Duque, com três candidatos de terceira via, Luiz Pinto, Jucelio Souza e Ivanildo Gomes.

Após racha e desfiliação, PSB pede desculpa por eleição de governador da PB

UOL O governador da Paraíba, João Azevedo, anunciou ontem que deixa o PSB após um racha marcado por divergências no diretório local. Ele divulgou uma carta dizendo que a desfiliação ocorre “em busca da democracia perdida.” Já o diretório estadual do partido respondeu em uma nota dura chamando o governador de “traidor”, acusando-o de se […]

Foto: Francisco Franca/Secom

UOL

O governador da Paraíba, João Azevedo, anunciou ontem que deixa o PSB após um racha marcado por divergências no diretório local. Ele divulgou uma carta dizendo que a desfiliação ocorre “em busca da democracia perdida.” Já o diretório estadual do partido respondeu em uma nota dura chamando o governador de “traidor”, acusando-o de se alinhar com o presidente Jair Bolsonaro e pedindo “desculpas ao povo paraibano.”

Em sua carta, Azevedo disse que tinha “exercido os limites da paciência”, mas que esse limite “chegou com o PSB”. Desde a dissolução do Diretório Estadual, em agosto deste ano, sucedido por uma intervenção nacional ou simplesmente pelo golpe aplicado – segundo companheiros de partido e a imprensa local, que o incômodo com a situação só se agravava e exigia, mais cedo ou mais tarde, uma tomada de decisão. E ela chegou. Saio do PSB em busca da democracia perdida”, disse.

Ele afirmou que não tomou decisão antes “para que os ânimos pudessem ser serenados, o diálogo restabelecido e a ordem verdadeiramente democrática voltasse a predominar no PSB paraibano.”

“O que se viu, no entanto, foi a falta de qualquer gesto ou atitude de autocrítica pelo terrível erro cometido com a bonita história de nosso partido na Paraíba. Nos nivelamos a legendas autocráticas, de ocasião, sem zelo pelos mandatos eletivos em andamento. E pensar que o partido acaba de realizar evento nacional para promover uma Autorreforma. Sem democracia interna não existem sequer reformas, imaginem autorreforma”, afirmou.

Em resposta, o PSB afirmou que a decisão de Azevedo “não surpreendeu os paraibanos e apenas é a formalização de um ato de traição.” “Ele escondeu de nós, seus ex-companheiros de partido e do povo paraibano que o elegeu, a sua verdadeira natureza, revelando-a por inteiro apenas depois de receber o maior cargo público do Estado.”

O texto assegura que os paraibanos concederam “o voto para que a obra administrativa iniciada pelo PSB no governo de Ricardo Coutinho tivesse continuidade.”

Azevedo foi secretário durante quase todos os oito anos de gestão de Ricardo Coutinho, que rompe agora com seu afilhado e segue no comando do PSB.

“O PSB se sente na obrigação de pedir desculpas ao povo paraibano por tê-lo feito acreditar que o técnico, o secretário e ‘fiel escudeiro’ do ex-governador Ricardo Coutinho, daria continuidade à gestão que transformou nosso estado. É principalmente ao povo paraibano que João traiu, porque nosso povo queria que o governo do estado, antes fatiado em conveniências e interesses políticos, continuasse sendo um lugar onde os filhos e filhas do povo continuassem a ter direitos iguais, e um governador que não compactue com tudo que representa retrocesso social, como acontece agora com o governo Bolsonaro”, pontuou.

Para o PSB paraibano, apesar de seguir no cargo legalmente —já que a regra de fidelidade política não se encaixa para cargos do Executivo—, João Azevedo “jamais terá a legitimidade política, jamais poderá explicar a sua traição e perseguição aos que foram o alicerce para a que ele sentasse na cadeira de governador que hoje ocupa nem para desviar a finalidade do que foi construído com tanto esforço e compromisso coletivos.”