Presidente estadual do PSDB entrega partido a prefeito sertanejo eleitor de Dilma
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
Para participar do Festival de Inverno da Borborema o Deputado Antônio Moraes (PSDB), Presidente Regional do PSDB esteve em Tabira no último final de semana. Durante entrevista a Rádio Cidade FM o parlamentar deu uma demonstração clara de como é contraditório a vida de alguns políticos.
Primeiro Antônio Moraes afirmou: “Diante dessa crise política que atravessa o nosso país e a presidente Dilma, o PSDB ganhou espaço. Houve um tempo que discursar contra Lula e Dilma no interior era muito difícil, hoje não”, revelou.
Em seguida disse que o propósito é organizar o PSDB no interior do estado e afirmou: “Como não podia ser diferente, o PSDB em Tabira ficará sob o controle do prefeito Sebastião Dias (PTB)”. Detalhe: O Prefeito Sebastião Dias (PTB) é eleitor e defensor de Dilma e do PT com quem fez aliança em sua cidade. Dá para entender?
Correspondente da Globo Leonardo Monteiro recebeu soco no estômago e foi empurrado. g1 Ao fim da cúpula do G20, enquanto outros governantes davam entrevistas coletivas, o presidente Jair Bolsonaro saiu para encontrar apoiadores perto da embaixada brasileira, no centro de Roma. O presidente tratou de forma hostil os jornalistas. E os seguranças que estavam ao […]
Correspondente da Globo Leonardo Monteiro recebeu soco no estômago e foi empurrado.
g1
Ao fim da cúpula do G20, enquanto outros governantes davam entrevistas coletivas, o presidente Jair Bolsonaro saiu para encontrar apoiadores perto da embaixada brasileira, no centro de Roma. O presidente tratou de forma hostil os jornalistas. E os seguranças que estavam ao redor dele usaram violência contra quem tentou fazer perguntas.
Ao perguntar o motivo de o presidente não ter participado de alguns eventos do G20 com outros líderes, o correspondente da Globo, Leonardo Monteiro, recebeu um soco no estômago e foi empurrado com violência por um segurança.
A imagem não mostra o momento do soco, por causa da confusão. Antes, o presidente havia sido hostil com o trabalho do repórter.
Leonardo: “Presidente, presidente. O cara tá empurrando, gente. Presidente, por que o senhor não foi de manhã no encontro do G20?”
Bolsonaro: “É a Globo? Você não tem vergonha na cara…”
Leonardo: “Oi, presidente, por que o senhor não foi de manhã nos eventos do G20?”
Bolsonaro: “Vocês não têm vergonha na cara, rapaz.”
Leonardo foi empurrado.
Leonardo: “Ei, ei, ei… o que é isso, tá maluco?”
O repórter Jamil Chade, do UOL, filmou a violência contra os colegas para tentar identificar o agressor, mas o segurança o empurrou, o agarrou pelo braço para torcê-lo, e levou o celular. Instantes depois, o segurança jogou o aparelho num canto da rua. A imagem congela apontando para o céu, com o celular no chão.
Após as agressões, o segurança foi embora e seguiu em direção ao presidente. Não é possível saber se Bolsonaro assistiu às agressões, nem identificar se os agressores eram policiais ou seguranças particulares.
Mais cedo, seguranças e policiais italianos já haviam agido com truculência contra a repórter Ana Estela de Sousa Pinto, do jornal “Folha de S.Paulo”. Um agente que não quis se identificar empurrou a jornalista e disse que ela deveria se afastar do local, que é público. Depois, ela foi empurrada outras três vezes.
E antes mesmo de Bolsonaro chegar à embaixada, uma assistente da Globo que esperava para gravar imagens do presidente foi intimidada e denunciada como “infiltrada” por apoiadores dele. Um jornalista da BBC a socorreu, e ela se afastou dos manifestantes.
Nós pedimos esclarecimentos da embaixada do Brasil em Roma, mas ainda não tivemos resposta.
O jornal “Folha de S.Paulo” divulgou a seguinte nota sobre o ocorrido: “a Folha repudia as agressões sofridas pela repórter Ana Estela de Sousa Pinto e outros jornalistas em Roma, mais um inaceitável ataque da Presidência Jair Bolsonaro à imprensa profissional.”
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) também divulgou nota em que diz que “repudia com veemência e indignação as agressões sofridas por jornalistas brasileiros na cobertura das atividades do presidente Jair Bolsonaro em Roma. A violência contra os jornalistas, na tentativa de impedir seu trabalho, é consequência direta da postura do próprio presidente, que estimula com atos e palavras a intolerância diante da atividade jornalística. É lamentável e inadmissível que o presidente e seus agentes de segurança se voltem contra o trabalho dos jornalistas, cuja missão é informar aos cidadãos. A agressão verbal e a truculência física não impedirão o jornalismo brasileiro de prosseguir no seu trabalho. A ANJ espera que os atos de violência cometidos contra os jornalistas sejam apurados e os culpados, punidos. A impunidade nesse e em outros episódios é sinal de escalada autoritária.”
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) disse, em nota, que “repudia mais esse ataque à imprensa envolvendo a maior autoridade do país. Ao não condenar atos violentos de seus seguranças e apoiadores a jornalistas que tão somente estão cumprindo seu dever de informar, o presidente da República incentiva mais ataques do gênero, em uma escalada perigosa e que pode se revelar fatal. Atacar o mensageiro é uma prática recorrente do governo Bolsonaro que, assim como qualquer outra administração, está sujeito ao escrutínio público. É dever da imprensa informar à sociedade atos do poder público, incluindo viagens do presidente no exercício do mandato. E a sociedade, por meio do art 5º da Constituição, inciso XIV, tem o direito do acesso à informação garantido.”
Devido à crise, e com a previsão de queda no FPM de 40%, já que o valor creditado no mesmo período do ano passado, em valores líquido foi de R$ 1.121.843,06 e para este ano será de apenas R$ 529.000,00, segundo nota, Marconi Santana (PSB), prefeito de Flores e Presidente do Consórcio, que integram municípios […]
Devido à crise, e com a previsão de queda no FPM de 40%, já que o valor creditado no mesmo período do ano passado, em valores líquido foi de R$ 1.121.843,06 e para este ano será de apenas R$ 529.000,00, segundo nota, Marconi Santana (PSB), prefeito de Flores e Presidente do Consórcio, que integram municípios do Pajeú e Moxotó, diz que não teve outra alternativa.
Baixou um decreto onde anuncia mecanismos para reduzir as despesas com energia elétrica, água, telefone, diárias, viagens, festas e combustível.
Conforme a publicação, a administração municipal vai reduzir em 30% (trinta por cento), o valor mensal da folha de pagamento dos contratados das Secretarias de Saúde, Educação e Infraestrutura, em 25% (vinte e cinco por cento) o valor das gratificações de servidores, suspensão de despesas com viagens, suspensão de concessão de diárias e suspensão a realização de despesas com festas, eventos culturais, doações, campeonatos e mobiliários.
A publicação ainda reforça que, o decreto foi necessário devido à diminuição de receita e repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Além disso, os órgãos municipais ficam vedados de realizar qualquer serviço que gere pagamento extra sem a autorização expressa do gestor.
“Nosso objetivo é fechar o ano com a folha de pagamento em dia e manter os serviços essenciais em pleno funcionamento. Lembrando que ainda temos o 13º salário para pagar e vamos honrar os nossos compromissos com os servidores e com fornecedores”, diz Marconi.
“Infelizmente, nós prefeitos e claro a população está sendo penalizada com o processo de desmonte causado pelo governo federal no estado brasileiro. Com a queda de 40% no FPM, temos que ir para a ponta de lápis e fazer contas para não sermos penalizados pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, acrescentou.
O líder do PT no Senado, Humberto Costa, afirmou nessa quinta-feira (27) que uma série de pautas bombas deverão ser apresentadas pelo governo de Michel Temer (PMDB) logo após a apreciação no Senado da Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que congela os gastos com sáude e educação. “Quem acha que o pacote de maldades termina […]
O líder do PT no Senado, Humberto Costa, afirmou nessa quinta-feira (27) que uma série de pautas bombas deverão ser apresentadas pelo governo de Michel Temer (PMDB) logo após a apreciação no Senado da Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que congela os gastos com sáude e educação.
“Quem acha que o pacote de maldades termina com a aprovação da PEC 241 está redondamente enganado. Ele está apenas começando. Primeiro, eles mexem com o dinheiro para saúde, a educação e a assistência social. Depois, eles vão mexer na aposentadoria, fazer com que as pessoas trabalhem mais e ganhem menos. Depois, o alvo vai ser a classe trabalhadora, com uma reforma trabalhista que só vai atender aos patrões e acabar com conquistas como férias e décimo terceiro”, afirmou Humberto.
Segundo o senador, o projeto de Reforma da Previdência deve ser enviado ao Congresso ainda em dezembro, logo após a votação da PEC. “É um projeto que amplia as desigualdades, que retira conquistas das mulheres e que tem um gatilho para que a idade mínima chegar aos 70 anos. A expectativa de vida no Maranhão, por exemplo, é de 70 anos. Muitos brasileiros vão morrer sem conseguir se aposentar”, previu o líder petista.
Para Humberto, a mobilização contra a PEC é fundamental para que novas medidas impopulares sejam barradas. “Temos que ocupar as ruas porque essa é só a ponta do iceberg. O governo Temer é ilegítimo e impopular. Temos que mostrar que não aceitamos o que estão querendo fazer com o Brasil”, concluiu.
A deputada federal eleita Clarissa Tércio (PP-PE) foi condenada pela Justiça a pagar, em primeira instância, R$ 10 mil por transfobia e uso indevido de imagem do casal transsexual Rodrigo Brayan da Silva e Ellen Carine Martins, de Montes Claros (MG). A parlamentar pode recorrer da decisão, que foi publicada neste mês de janeiro, mesmo […]
A deputada federal eleita Clarissa Tércio (PP-PE) foi condenada pela Justiça a pagar, em primeira instância, R$ 10 mil por transfobia e uso indevido de imagem do casal transsexual Rodrigo Brayan da Silva e Ellen Carine Martins, de Montes Claros (MG).
A parlamentar pode recorrer da decisão, que foi publicada neste mês de janeiro, mesmo mês em que se comemora o Dia da Visibilidade Trans, datado em 29 de janeiro.
A lei diz que transfobia é “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito em razão da orientação sexual da pessoa”. O g1 procurou a defesa da parlamentar para saber se vai recorrer da decisão.
“Referente à decisão da Justiça de Minas Gerais, informo que até o presente momento, não fui comunicada oficialmente, mas assim que for, adotarei as medidas judiciais cabíveis, recorrendo da decisão”, diz a deputada por nota.
A reportagem acessou a postagem da parlamentar feita na época, que diz: “Ele nasceu ela e ela nasceu ele. E o melhor disso tudo, é a biologia provar para a ideologia que sempre vai precisar de um XX e XY para gerar uma vida”.
A deputada se referia à gestação de Rodrigo, que é homem trans e estava prestes a dar luz a Izabella Victoria, hoje com quase dois anos.
O motivo da condenação emitida pela Comarca de Montes Claros é de que a deputada publicou em sua conta pessoal no Instagram uma foto, no dia 27 de dezembro de 2020, do casal em um ensaio fotográfico da gravidez, sem a autorização, “com legenda em tom depreciativo e expondo os autores a comentários maldosos e pejorativos”. As informações são G1.
A Prefeitura de Serra Talhada lançou, nesta semana, uma campanha de arrecadação de cestas básicas alusiva à Semana Santa. A iniciativa está sendo divulgada pelas redes sociais da gestão com o intuito de reforçar o espírito de compaixão e partilha característico do período. “A Semana Santa é um momento que nos convida à reflexão, ao […]
A Prefeitura de Serra Talhada lançou, nesta semana, uma campanha de arrecadação de cestas básicas alusiva à Semana Santa. A iniciativa está sendo divulgada pelas redes sociais da gestão com o intuito de reforçar o espírito de compaixão e partilha característico do período.
“A Semana Santa é um momento que nos convida à reflexão, ao amor e à solidariedade. Por isso, estamos convocando toda a população serra-talhadense a contribuir com essa campanha, para que possamos levar alimento e esperança a quem mais precisa”, destacou a prefeita Márcia Conrado. Ela reforçou que pequenas ações podem ter um grande impacto na vida de muitas famílias.
As doações podem ser feitas até o dia 07 de abril, em três pontos fixos de arrecadação: o Centro Administrativo 1 (Av. Custódio Conrado, AABB), o Centro Administrativo 2 (Av. Osvaldo de Godoy Lima, AABB) e a sede da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Rua Manoel Pereira da Silva, Centro).
Para o secretário de Assistência Social e Cidadania, Márcio Oliveira, “a campanha faz parte de um conjunto de ações sociais promovidas pela Prefeitura com foco na proteção social e no fortalecimento dos vínculos comunitários. A doação de uma cesta básica é um gesto simples, mas que pode transformar a Páscoa de muitas famílias em um momento mais digno, humano e acolhedor”, concluiu.
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