Advocacia-Geral da União pede ao TCU bloqueio de bens da JBS
Por André Luis
Foto: Cadu Rolim/Fotoarena/Estadão Conteúdo
Foto: Cadu Rolim/Fotoarena/Estadão Conteúdo
Do UOL
A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou nesta quarta-feira (21) com um pedido junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) para solicitar o imediato bloqueio de bens da JBS/S.A. e de seus responsáveis.
A medida tem como objetivo garantir um futuro ressarcimento de prejuízos estimados em cerca de R$ 850 milhões causados aos cofres do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), alvo de apuração do próprio tribunal. “Tal medida, ressalta-se, é imprescindível para a proteção do erário federal, independentemente de eventual ajuste firmado em acordo celebrado pela empresa junto ao Ministério Público Federal”, diz a petição.
Segundo o órgão, a iniciativa foi tomada após divulgação de notícias de que o grupo estaria em “avançado processo de desfazimento de bens no país”. “Nesse sentido, como eventual ação de ressarcimento dos cofres públicos federais ficará a cargo desta instituição, tais medidas poderão restar frustradas caso não sejam resguardados bens suficientes para a efetiva recomposição do erário”, alerta um dos trechos da petição.
De acordo com o documento, a Advocacia-Geral tomou conhecimento das supostas irregularidades após a realização de audiência pública conjunta de duas comissões da Câmara dos Deputados, a de Fiscalização Financeira e a de Finanças e Tributação, em que o secretário de Controle Externo do TCU no Estado Rio do Janeiro, Carlos Borges Teixeira, apontou indícios do prejuízo em quatro operações entre o banco e o grupo.
“A área técnica dessa Corte de Contas teria apurado a potencial ocorrência de prejuízos aos cofres públicos federais, oriundos de páticas ilícitas efetuadas pela empresa JBS, da ordem de R$ 850 milhões”, diz a petição.
Nas operações, consideradas irregulares pela Corte de Contas, o BNDES financiou a compra de quatro empresas do setor de carnes pela JBS, três delas americanas. Estes casos ainda estão sob análise do tribunal, sem decisão final. Em uma das operações, declarou Carlos Teixeira na audiência da Câmara, o BNDES adquiriu ações por um preço maior que o de mercado.
A maior repercussão da nota dos pré-candidatos a vereador nem veio do texto propriamente dito. A ex-vereadora Zirleide Monteiro continua com protagonismo político e espaço, inclusive com disposição de disputar nova eleição para vereadora. Em novembro do ano passado, para escapar da cassação, ela publicou um vídeo nas redes sociais solicitando a renúncia do cargo. A decisão […]
A maior repercussão da nota dos pré-candidatos a vereador nem veio do texto propriamente dito.
A ex-vereadora Zirleide Monteiro continua com protagonismo político e espaço, inclusive com disposição de disputar nova eleição para vereadora.
Em novembro do ano passado, para escapar da cassação, ela publicou um vídeo nas redes sociais solicitando a renúncia do cargo.
A decisão foi tomada pela parlamentar, após a Comissão Legislativa Municipal formada por três vereadores aceitar por unanimidade uma denúncia contra a vereadora, após ela afirmar em uma sessão que mulher foi “castigada por Deus” por ter filho com deficiência. O caso teve repercussão nacional.
Agora, sabe-se, Zirleide escapou da cassação para, estrategicamente, voltar à disputa. A dúvida é se, depois do episódio, perdeu ou não capital eleitoral.
Heitor Scalambrini Costa* O negacionismo do atual desgoverno está presente em vários atos e atitudes de seus membros, em particular do presidente da República. O termo negacionismo é o ato de negar fatos, acontecimentos, e evidências científicas. Tal estratégia tem sido utilizada para a formação de uma governamentalidade (definição dada pelo filósofo francês Michel Foucault, […]
O negacionismo do atual desgoverno está presente em vários atos e atitudes de seus membros, em particular do presidente da República.
O termo negacionismo é o ato de negar fatos, acontecimentos, e evidências científicas. Tal estratégia tem sido utilizada para a formação de uma governamentalidade (definição dada pelo filósofo francês Michel Foucault, como sendo o conjunto de táticas e estratégias usadas para exercer o poder e conduzir as condutas dos governados), e assim criar as próprias verdades. O que acaba dificultando e confundindo a percepção do público em geral, do risco de determinados eventos de grandes impactos e repercussão, como por exemplo, o que tem acontecido com a pandemia do Coronavírus.
A criação de uma realidade paralela caracteriza-se por negar a própria pandemia, propagandear o uso de remédios ineficazes e questionar a eficácia da vacina. O que contribuiu nestes dois últimos anos para ceifar uma quantidade elevada de vidas humanas. Segundo cientistas, se cuidados básicos tivessem sido implementados pelo Ministério da Saúde para enfrentar a pandemia, um grande número de óbitos seria evitado.
Outro tipo de negacionismo praticado tem sido o negacionismo nuclear. Com uma campanha publicitária lançada recentemente pela Eletrobrás Eletronuclear, o desgoverno federal escolheu exaltar mentiras, distorcer fatos, manipular e esconder dados sobre as usinas nucleares, cujas instalações no país se tornaram uma prioridade.
O que tem sido constatado após o último acidente nuclear, ocorrido em Fukushima (antes o de Chernobyl), é que financiadores de “think tanks” (instituições que se dedicam a produzir conhecimento, e cuja principal função é influenciar a tomada de decisão das esferas pública e privada, como de formuladores de políticas) e lobistas defensores da tecnologia nuclear é que as campanhas pró usinas nucleares, estão muito ativas e atuantes, se valendo de desinformação. A falta de transparência é a arma utilizada pelos interesses dos negócios nucleares.
Negar fatos e evidências científicas, mesmo que elas estejam muito bem explicadas, documentadas é a essência da prática que serve para explicar qualquer tipo de negacionismo, incluindo o do uso de usinas nucleares, que nada mais são do que instalações industriais, que empregam materiais radioativos para produzir calor, e a partir deste calor gerar energia elétrica, como em uma termoelétrica. O que muda nas termelétricas é o combustível utilizado.
No caso do uso da energia nuclear, também conhecida como energia atômica, algumas mentiras sobre esta fonte energética são defendidas, disseminadas, replicadas, compartilhadas, e assim, passam a construir verdades que acabam exercendo pressão, com o objetivo de minimizar e dificultar a percepção da população sobre os reais riscos e perigos que esta tecnologia representa, além de caras e sujas, e de ser totalmente desnecessária para o país.
A política energética atual tem-se caracterizado pela falta de apoio efetivo às fontes renováveis de energia. Ao contrário, o ministro de Minas e Energia proclama como prioritário, a nucleoeletricidade. Insiste em priorizar e promover fontes de energia questionadas, e mesmo abandonadas pelo resto do mundo, caso do apoio ao carvão mineral para termelétricas, e da própria energia nuclear.
No mundo em que vivemos cada ação praticada, implica em riscos. Assim, precisamos decidir sobre quais são aceitáveis, já que eliminá-los é impossível. Não existe risco zero.
A ocorrência de um acidente severo em usinas nucleares é catastrófica aos seres vivos, ou seja, o vazamento de material radioativo confinado no interior do reator para o meio ambiente. É bom que se saiba, que inexiste qualquer outro tipo de acidente que se assemelha a radioatividade lançada ao meio ambiente, e suas consequências e impactos, presentes e futuros.
No caso de usinas nucleares, onde reações nucleares com material físsil produz grande quantidade de calor concentrada em um espaço pequeno, no núcleo do reator, maiores são as consequências de qualquer anomalia acontecer, e se tornar uma catástrofe. Quanto maior a complexidade do sistema, mais elementos interagem entre si, e maiores são as chances de acidentes, mesmo com todos os cuidados preventivos. Neste caso, existe a possibilidade concreta de se cumprir a Lei de Murphy, segundo a qual “se uma coisa pode dar errado, ela dará, e na pior hora possível”.
Eis algumas mentiras que são propagadas, e que são motivadas pelas consequências políticas e econômicas que representam, e que merecem os esclarecimentos devidos:
A energia nuclear é inesgotável, ilimitada
As usinas nucleares existentes no país, e as novas propostas, utilizam como combustível o urânio 235 (isótopo do urânio encontrado na natureza). Este tipo de urânio, que se presta a fissão nuclear, é encontrado na natureza na proporção, em média, de 0,7%. Todavia é necessária uma concentração superior a 3% para ser usado como combustível, assim é necessário enriquecê-lo, aumentando o teor do elemento físsil. Pode-se afirmar que haverá urânio 235, suficiente para mais 30-50 anos, a custos razoáveis, para atender as usinas nucleares existentes.
A energia nuclear é barata
É muito mais cara do que nos fazem crer, sem contar com os custos de armazenagem do lixo radioativo, e o desmantelamento/descomissionamento no fim da vida útil da usina (custa aproximadamente o mesmo valor que a de sua construção). Logo, o custo do kWh produzido é próximo, e mesmo superior ao das termelétricas a combustíveis fósseis. E sem dúvida, acontecerá o repasse de tais custos para o consumidor final.
A taxa de mortalidade de um desastre nuclear é baixa
O contato de seres vivos, em particular de humanos com a radiação liberada por uma usina nuclear, tem efeitos biológicos dramáticos, e vai depender de uma série de fatores. Entre os quais: o tipo de radiação, o tipo de tecido vivo atingido, o tempo de exposição e a intensidade da fonte radioativa. Conforme a dose recebida os danos às células podem levar um tempo.
Podem ser, desde queimaduras até aumento da probabilidade de câncer em diferentes partes do organismo humano. Portanto, em casos de acidentes severos já ocorridos, o número de mortes logo após o contato com material radioativo não foi grande; mas as mortes posteriores foram expressivas, segundo organismos não governamentais. Nestes casos a dificuldade de contabilizar a verdadeira taxa de mortalidade é dificultada pela mobilidade das pessoas. Pessoas que moravam próximas ao local destas tragédias, e que foram contaminadas, se mudam, e a evolução da saúde individual, fica praticamente impossível de se acompanhar.
O nuclear é seguro
Embora o risco de acidente nuclear seja pequeno, é preciso considerá-lo, haja vista que já aconteceu em diferentes momentos da história, e possui consequências devastadoras. Um acidente nuclear torna a área em que ocorreu inabitável. Rios, lagos, lençóis freáticos e solos são contaminados. Esse tipo de acidente ainda ocasiona alterações genéticas em seres vivos.
O uso da energia nuclear está em pleno crescimento no mundo
Esta é uma falácia recorrente dos que creditam a esta tecnologia um crescimento mundial. Vários países têm criado dificuldades para a expansão de usinas, e mesmo abandonando a nucleoeletricidade. Como exemplos temos a Alemanha, Áustria, Bélgica, Itália, Portugal, …. E em outros países o movimento anti usinas nucleares tem crescido entre a população, como é o caso da França e Japão
A energia nuclear é necessária, é inevitável
No caso do Brasil, as 2 usinas existentes participam da matriz elétrica com menos de 2% da potência total instalada. E mesmo que as projeções governamentais apontem para mais 10.000 MW até 2050, assim mesmo, a contribuição da nucleoeletricidade será inferior aos 4%. A energia nuclear não é necessária no Brasil que detém uma biodiversidade extraordinária e fontes renováveis em abundância.
A energia nuclear é limpa
Por princípio não existe energia limpa, e sim as sujas e as menos sujas. No caso da energia nuclear ela é classificada de suja, pois é responsável por emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo do combustível nuclear (da mineração a produção das pastilhas combustíveis), e produz o chamado lixo radioativo. O lixo é composto por tudo o que teve contato com a radioatividade. Logo, entra nessa categoria: resíduos do preparo das substâncias químicas radioativas, a mineração, o encanamento através do qual passam, as vestimentas dos funcionários, as ferramentas utilizadas, entre outros. Parte deste lixo, por ser extremamente radioativo, precisando ser isolado do meio ambiente por centenas, e mesmo milhares de anos. Não existe uma solução definitiva de como armazená-lo. Um problema não solucionado que será herdado pelas gerações futuras.
O nuclear resolve nosso problema energético, evitando os apagões e o desabastecimento
Contribui atualmente com 2% da potência total instalada no país, podendo chegar a 4% em 2050, caso novas usinas sejam instaladas. O peso das potências total instaladas, atual e futura, na matriz elétrica é muito inferior ao potencial das alternativas renováveis (por ex.: Sol e vento) disponíveis. Logo, a afirmativa de que a solução para eventuais desabastecimentos de energia pode ser compensada pela energia nuclear é uma mentira das grandes.
O que está ocorrendo no país, caso prossiga a atual política energética nefasta, no sentido econômico, social e ambiental, é um verdadeiro desastre que deve ser evitado.
Para saber mais sugiro a leitura dos livros “Por um Brasil livre das usinas nucleares”- Chico Whitaker, “Bomba atômica pra quê? – Tania Malheiros. E os artigos de opinião “Energia nuclear é suja, cara e perigosa”- Chico Whitaker, “O Brasil não precisa de mais usinas nucleares” – Ildo Sauer e Joaquim Francisco de Carvalho, “Porque o Brasil não precisa de usinas nucleares” – Heitor Scalambrini Costa e Zoraide Vilasboas; e o estudo sobre a “Insegurança na usina nuclear de Angra 3”- Célio Bermann e Francisco Corrêa.
*Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco
Na última sessão da Câmara de Vereadores de Arcoverde, a atual presidente da casa, Célia Cardoso (PSB), utilizou seu tempo no grande expediente para fazer uma série de cobranças ao Governo do Estado, tendo abordado sobre temas como a segurança pública, o hospital regional e o centro de expedição de identidade que funciona de forma […]
Na última sessão da Câmara de Vereadores de Arcoverde, a atual presidente da casa, Célia Cardoso (PSB), utilizou seu tempo no grande expediente para fazer uma série de cobranças ao Governo do Estado, tendo abordado sobre temas como a segurança pública, o hospital regional e o centro de expedição de identidade que funciona de forma precária ao lado da Secretaria de Administração.
Apesar de ser governista e se declarada aliada do governo estadual, ela não poupou críticas a forma como as pessoas são tratadas para retirar um simples documento de identidade, tendo que chegar de madrugada para serem atendidos somente à tarde e num espaço que ela denominou como cubículo. Célia cobrou uma decisão e solução por parte do governo do estado que, em outros anos, prometeu até o Expresso Cidadão. O que vemos são mães de famílias, trabalhadores, estudantes em filas intermináveis, sofrendo, para serem atendidos num cubículo, mesmo com a boa vontade dos funcionários do local, disse a vereadora.
Sobre a segurança pública ela disse que era do Governo do Estado, defensora do governo, mas não admitia a ‘desgraça’ em que se encontra a segurança em Pernambuco. Relatou que os policiais em Arcoverde saem com o celular para receber notícias da família, mas quem liga é o batalhão informando sobre ocorrências, já que o sistema de comunicação da PM não está funcionando no município. Lembrou dos assaltos audaciosos que vem ocorrendo e disse que em Arcoverde só teria dois carros de polícia funcionando.
A presidente da Câmara também reclamou da situação dos funcionários que hoje atuam no Hospital Regional de Arcoverde. Apesar de ter elogiado a melhoria no atendimento da unidade de saúde com mais médicos e a volta de cirurgias, Célia Cardoso denunciou a situação dos profissionais de enfermagem que ganham apenas R$ 1.300,00 e que estariam sendo tratados de forma desumana, exploradas. “Estão explorando os funcionários do hospital” disse a vereadora Célia Cardoso.
Ela lembrou que antes o Hospital recebia R$ 600 mil e agora recebe R$ 3 milhões. Apesar disso, a vereadora Célia disse que funcionários, enfermeiras, técnicos de enfermagem estão fazendo serviço dobrado. Serviço que era para 10 está sendo feito por 5 funcionários. Na área de limpeza, ela disse que eram 15 funcionários e foram reduzidos para 4 e os de mais idade estão sendo demitidos para dar lugar a trabalhadores mais jovens.
Finalizou cobrando novamente a criação da Secretaria da Mulher e lembrou sua luta de 28 anos, como a primeira mulher eleita na história de Arcoverde. Lembrou que desde os governos de Arraes, Joaquim Francisco, Jarbas, Eduardo, Mendoncinha, luta pela Delegacia da Mulher que até hoje nunca chegou a Arcoverde. Ela revelou que, segundo relato dos próprios policiais, 90% das ocorrências são de violência domésticas.
O ex-prefeito de Barcelona, na Espanha, Jordi Hereu, virá ao Recife para ministrar a palestra magna de abertura da XIII Cúpula Hemisférica de Prefeitos e Governos Locais Latino-americanos, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), no Centro de Convenções, dia 18 de março, às 14h. Atualmente CEO da IdentyCity e consultor da Barcelona Plataforma Empresarial […]
O ex-prefeito de Barcelona, na Espanha, Jordi Hereu, virá ao Recife para ministrar a palestra magna de abertura da XIII Cúpula Hemisférica de Prefeitos e Governos Locais Latino-americanos, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), no Centro de Convenções, dia 18 de março, às 14h.
Atualmente CEO da IdentyCity e consultor da Barcelona Plataforma Empresarial (BPE), Hereu foi prefeito de Barcelona entre os anos de 2006 e 2011.
Jordi Hereu aplicou em Barcelona um modelo de smart city, ou seja, cidade inteligente, com estratégias de desenvolvimento baseados no legado e na identidade do lugar, aplicados ao design e construção de visões com posicionamento estratégico urbano, que contribuiu para que a metrópole pudesse seja vista hoje como cosmopolita, densa, vibrante, diversa, inovadora e inteligente.
Neste ano, a Cúpula Hemisférica de Prefeitos vai debater cidades inovadoras para as pessoas, tema da palestra magna que o ex-governante vai ministrar. Para ele, “faltam projetos e pactos. É importante que os dirigentes possam apostar em planos que se adequem às suas cidades, dêem sentido às suas iniciativas e impulsionem o seu crescimento. As tecnologias devem ser concebidas como um grande instrumento ao serviço das cidades. Conhecer a realidade, o legado, e construir o projeto vai permitir transformá-las.”
Ainda no dia 18 de março, a programação segue com o lançamento do projeto Inova Juntos, iniciativa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) com apoio financeiro da União Europeia; apresentação da Carta Brasileira de Cidades Inteligentes, pela secretária nacional de Desenvolvimento Regional, Adriana Melo Alves, do Ministério do Desenvolvimento Regional; e oficinas temáticas sobre segurança cidadã, empreendedorismo e periferia, poder legislativo atuando para inovação, políticas e sistemas de saúde na América Latina e integração de refugiados e migrantes.
XIII Cúpula Hemisférica de Prefeitos
As inscrições para XIII Cúpula Hemisférica de Prefeitos e Governos Locais Latino-americanos já estão abertas e podem ser feitas através do site do evento o cumbre.cnm.org.br, assim como a programação completa pode ser conferida no mesmo endereço. O encontro internacional vai acontecer no Recife entre os dias 17 e 20 de março, no Centro de Convenções de Pernambuco.
Serão quatro dias de palestras magnas e mais de 40 atividades entre salas de projeto, oficinas temáticas e mesas redonda. Além de exposição de estandes inovadores no hall do estabelecimento. A programação completa pode ser encontrada no site do evento. A Amupe, a CNM e a Federação Latino-americana de Cidades, Municípios e Associações de Governos Locais (Flacma) são as entidades promotoras do evento.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vem neste momento, expressar a consternação e o pesar pelo falecimento da professora Nívea Cléa Ramos Galindo, diretora da Escola Ana Melo. Professora competente, gestora exemplar, Nívea nos deixa o exemplo e um legado de dedicação e de compromisso com a educação. Defensora aguerrida de uma educação pública de […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vem neste momento, expressar a consternação e o pesar pelo falecimento da professora Nívea Cléa Ramos Galindo, diretora da Escola Ana Melo.
Professora competente, gestora exemplar, Nívea nos deixa o exemplo e um legado de dedicação e de compromisso com a educação. Defensora aguerrida de uma educação pública de qualidade, Nívea tinha a Escola Municipal Ana Melo como a sua segunda casa.
Que Deus, em sua profunda misericórdia, possa amparar o nosso amigo Nill Júnior e sua família, nesse momento de profundo pesar e perda irreparável.
Prefeitura de Afogados da Ingazeira Secretaria Municipal de Educação
Quero em nome de todos os vereadores de Afogados da Ingazeira lamentar profundamente o falecimento da professora Nívea Cléa Ramos Galindo. Que Deus possa confortar todos seus familiares e trazer paz neste momento de dor.
Atenciosamente
Igor Mariano Presidente do Poder Legislativo
“A vida dos justos está nas mãos de Deus”
A Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios solidariza-se neste momento de com o nosso irmão Nivaldo Alves Galindo Filho e sua mãe, Cleonice Ramos Galindo, pela páscoa da da nossa querida irmã Nívea Clea Ramos Galindo.
Que ela descanse em paz e que seus familiares sejam confortados pela fé no Deus da vida e da ressureição.
Monsenhor João Carlos Acioly Paz
Presidente
O Governo Municipal de Tabira vem externar os mais profundos votos de solidariedade à Educação de Afogados da Ingazeira e ao radialista Nill Júnior pela morte da educadora e irmã, respectivamente, Nívea Cléa.
Que Deus conforte todos os amigos, colegas de trabalho e, principalmente, familiares nesse momento de dor e despedida.
Prefeitura de Tabira
É com imenso pesar, que a União dos Dirigentes Municipais de Educação de Pernambuco – UNDIME/PE, através de sua Diretoria e Secretaria Executiva, se solidariza com a rede de ensino de Afogados da Ingazeira e amigos da servidora Nivea Clea Galindo, que participava, como cursista, do Curso de Formação de Língua Portuguesa – Porthema e era também formadora do Currículo/PE, na Regional de Afogados, representando a Entidade.
À família enlutada as nossas sinceras condolências e, que Deus em sua infinita bondade traga o conforto necessário nesse momento difícil.
Natanael José da Silva
Dirigente Municipal de Educação de Belém de Maria
Presidente da UNDIME/PE
Aos familiares e amigos de Nívea Cléa desejamos muita força e serenidade para enfrentar esse momento tão difícil. Que o tempo acalme seus corações e lhes traga conforto. Ela fará muita falta em nosso curso.
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