Presidente de Consórcio apresenta projeto de barragem e perenização do Pajeú
Por Nill Júnior
O prefeito de Flores e coordenador do Cimpajeú, Marconi Santana (PSB), recebeu o deputado estadual Odacy Amorim, presidente da Frente Parlamentar de Revitalização do Rio São Francisco e seus afluentes. Com ele, Augusto César (PTB), e José Maurício.
“Neste importante encontro, colocamos que a ação não pode ser apenas a questão da revitalização e sim na questão de perenizar. Eu acredito que a demanda dessa frente tem que ser a perenização do rio Pajeú, ao longo da sua nascente no município de Brejinho, até sua foz, lá na cidade de Itacuruba”, diz o prefeito.
O gestor defende a construção da barragem do Cajá, com capacidade de armazenamento de água de quase 57 milhões de metros cúbicos e uma lâmina d’água de quase 4,5 quilômetros, que vai ultrapassar o município de Flores, chegando a município de Carnaíba.
“Essa preocupação (de revitalizar o Rio) é também do Consórcio e de seus presidentes que nos antecederam, que já fizeram gestão junto a todos os órgãos, mostrando essa preocupação com os dejetos que são jogados no leito do rio Pajeú”, afirma Santana.
O prefeito diz que, na sua avaliação, houve um erro de projeto na concepção da Transposição, com todos estes municípios despejando dejetos e esgotos no Pajeú. “Entregamos às mãos do deputado Odacy Amorim uma carta do Cimpajeú que enriquece essa Frente parlamentar. O conteúdo desta carta veio lá de trás, de alguns presidentes e a gente entregou hoje para que possamos em futuro bem próximo conseguir eternizar e revitalizar o rio Pajeú”.
A Associação de Poetas e Prosadores de Tabira (Aptta), com o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da prefeitura municipal, realiza mais um festival de poesia, de 16 a 21 de setembro, com atividades que transitam entre a cultura e a fé. Um dos maiores eventos da poesia nordestina, […]
Bia Marinho, Em Canto e Poesia, Luizinho de Serra e Irah Caldeira
A Associação de Poetas e Prosadores de Tabira (Aptta), com o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da prefeitura municipal, realiza mais um festival de poesia, de 16 a 21 de setembro, com atividades que transitam entre a cultura e a fé.
Um dos maiores eventos da poesia nordestina, a Missa do Poeta, chega à 32ª edição com uma programação repleta de atrações. A festança acontece na cidade de Tabira, Sertão do Pajeú, e homenageia a cantora egipciense Bia Marinho. Os festejos começam na segunda-feira (16), encerrando-se no sábado (21), culminando com a tradicional Missa e o Palco da Poesia com apresentações de artistas e bandas de destaque no cenário regional e nacional.
Durante a semana, a programação terá o Encontro de Danças Populares, Chá Poético, Oficinas, Festival de Violeiros, Encontro de Sanfoneiros e Recital Feminino. Na sexta, o ápice é a desafiante Mesa de Glosas com mestres e mestras da poesia e seus versos improvisados, com a qualidade que a poesia exige e merece, contando com o apoio da plateia que oscila entre o silêncio respeitoso e o encantamento com o que é produzido na hora.
No sábado, o Palco da Poesia vai receber a homenageada Bia Marinho, que fará um tributo a Zé Marcolino. A noite continuará efervescendo com o show-espetáculo do Em Canto e Poesia e encerrando a noite, a cantora Irah Caldeira e o sanfoneiro Luizinho de Serra, encerram a programação.
Para Neide Nascimento, presidenta de Appta, o evento é uma grande confraternização da cultura do Pajeú que recebe pessoas de outras regiões do Nordeste. “A Missa do Poeta é um ato de resistência, especialmente, nesse momento tão crítico e ameaçador à cultura brasileira. O evento é um importante instrumento de fomento à inclusão cultural, uma vez que toda a programação é gratuita e em locais acessíveis ao público. A cultura tem que ir ‘onde o povo está’ e esse tem sido o propósito dessa festa”, afirmou.
O evento é realizado pela Associação dos Poetas e Prosadores de Tabira e este ano conto com o apoio do Governo de Pernambuco, Fundarpe, Secretaria de Cultura do Estado, Prefeitura de Tabira e parceria com o Sesc Triunfo.
Cantora e poetisa egipciense recebe homenagens na festa da poesia: amiga e intérprete de Zé Marcolino, a cantora Bia Marinho, de São José do Egito, foi anunciada como artista homenageada da 32ª edição da Missa do Poeta. Bia esteve presente em várias edições do evento, tendo sido uma das artistas que participou da primeira missa, em setembro de 1988, na cidade de Serra Talhada.
“Fiquei muito feliz ao ser comunicada pela Appta que seria a homenageada desse ano. Agradeço pelo reconhecimento ao meu trabalho e pela oportunidade de fazer mais uma homenagem a Marcolino. Estar na Missa do Poeta é fazer parte de uma das manifestações culturais que resiste ao tempo, aos atropelos e as dificuldades que enfrentam os verdadeiros fazedores de arte.”, Afirmou Bia.
Linhas de bordado na identidade visual:a identidade visual da Missa do Poeta 2019, foi produzida pela psicóloga e artesã Iara Barros. Com pontos simples de bordado em tecido, a autora da peça se utilizou de recursos manuais das bordadeiras do Sertão, para tecer linhas de poesia. O designer gráfico Thiago Hatagami foi responsável pela arte final, vetorização e aplicação nas peças gráficas e mídias digitais.
Programação
32ª Missa do Poeta Zé Marcolino – Homenagem a Bia Marinho – Tabira-PE
Uol Na casa de Raquel Abelardo, 36, o mau cheiro e os mosquitos são rotina. Segurando o neto de oito meses repleto de picadas de insetos, a dona de casa recebe o UOL na porta da pequena residência onde eles mora, no bairro da Levada, em Maceió, onde o esgoto corre a céu aberto a […]
Na casa de Raquel Abelardo, 36, o mau cheiro e os mosquitos são rotina. Segurando o neto de oito meses repleto de picadas de insetos, a dona de casa recebe o UOL na porta da pequena residência onde eles mora, no bairro da Levada, em Maceió, onde o esgoto corre a céu aberto a menos de dois metros da vila onde vive.
A casa está em uma estatística que se tornou uma das marcas do Brasil: a falta de saneamento básico. Dez anos após sancionada a Lei do Saneamento Básico, uma em cada três casas do país ainda não têm esgoto ligado a rede.
Um levantamento da Abes (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), com base nos dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), mostra que, em 2015 –ano com dados mais recentes disponíveis–, 34,7% dos lares brasileiros estavam fora da rede de esgoto, o que significa 69,2 milhões de pessoas sem acesso ao esgotamento sanitário com mínima qualidade.
“Hoje, as escolas brasileiras tê, mais acesso à Internet (41%) que a esgoto (36%). Não que não seja importante, mas mostra bem as prioridades do país”, afirma o presidente da Abes, Roberval Tavares.
O estudo da Abes fez um comparativo do crescimento entre 2008 e 2015. Os dados de 2006 e 2007 não foram usados porque, segunda a entidade, possuía uma metodologia diferente –o que impediria comparações fidedignas.
No esgotamento sanitário por rede, a cobertura avançou 6 pontos percentuais nesse intervalo de 7 anos, passando de 59,3% para 65,3%. Nesse período, 10,3 milhões de pessoas passaram a ter cobertura.
O saneamento básico inclui outros dois itens, que têm melhor cobertura que o esgoto. O abastecimento de água, por exemplo, chegava a 85,4% dos lares em 2015. Já a coleta de lixo tem o melhor índice de cobertura entre os três quesitos, com 89,8% dos domicílios brasileiros atendidos.
Mesmo assim, no Brasil, 29 milhões de pessoas permaneciam sem acesso ao abastecimento geral de água por rede, e 20,5 milhões, sem coleta de lixo.
Além do alto índice de casas sem esgotamento sanitário, o país convive com outra realidade desafiante: nas diferenças regionais. Enquanto no Sudeste há 88,6% dos domicílios com esgoto ligado à rede, apenas 22,6% têm o serviço no Norte; ou 42,9%, no Nordeste. Sul (65,1%) e Centro-Oeste (53,2%) têm índices mais próximos da média nacional.
A diferença também faz parte da estatística de abastecimento de água, onde o Sudeste lidera mais uma vez com 92,2% das casas recebendo água, contra 60,2% do Norte.
No quesito coleta de lixo, as desigualdades existem, mas em diferenças menores. Enquanto no Sudeste tem 96,4% dos domicílios atendidos, no Nordeste são 79,1%.
Os alunos candidatos a bolsas do Programa Universidade para Todos em Pernambuco (Proupe) vão ter novas regras a partir de 2018. O Projeto de Lei que requalifica o programa foi aprovado, nesta quinta-feira (05), pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e seguirá para a sanção do governador. Para 2017, os critérios de seleção de bolsistas […]
Os alunos candidatos a bolsas do Programa Universidade para Todos em Pernambuco (Proupe) vão ter novas regras a partir de 2018. O Projeto de Lei que requalifica o programa foi aprovado, nesta quinta-feira (05), pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e seguirá para a sanção do governador.
Para 2017, os critérios de seleção de bolsistas serão os mesmos aplicadas no ano passado. Já para 2018, as principais mudanças serão em relação à nota mínima no Enem, ao percentual de bolsas e ao percentual de aproveitamento do aluno durante todo o curso.
As alterações foram realizadas após consenso entre as propostas das instituições de ensino, estudantes e parlamentares e constam no substitutivo ao projeto original apresentado pelo deputado estadual Romário Dias (PSD). O relatório do parlamentar foi aprovado por unanimidade pela Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) da Alepe, em entendimento entre governo e oposição.
Reivindicação tanto de estudantes quando dos representantes das autarquias municipais, a nota mínima no Enem como critério de seleção para os bolsistas, em 2018, será de 350, subindo para 450 a partir de 2019. No projeto original, a nota era 450 já em 2018.
Ainda pelo relatório apresentado por Dias, a destinação das bolsas aos estudantes será de 60%, em 2018, e 70% a partir de 2020, para os alunos dos cursos de Matemática, Física, Química, Biologia e afins; Engenharias, Informática e Estatística e cursos de Tecnólogo nessas áreas do conhecimento. Já os estudantes dos demais cursos de nível superior ficarão com 40% das bolsas em 2018 e 30% a partir de 2020.
Outro pedido atendido foi em relação ao aproveitamento do aluno para a manutenção do benefício, que será de 85%. Pelo projeto original, os estudantes, para seguir com as bolsas, não poderiam ter reprovações durante todo o curso.
Para Dias, o projeto é extremamente importante para os alunos do interior do Estado. “São 13 Autarquias Municipais de Ensino Superior no Estado, que atendem mais de oito mil alunos. Sem o auxílio, esses jovens não teriam oportunidade de estar no Ensino Superior. As alterações que fizemos ao projeto, acredito, contribuem para aperfeiçoar o Proupe”, explicou o deputado.
Ainda segundo Dias, todas as mudanças projeto foram debatidas com a secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado, Lúcia Melo. “Recebi emendas formalmente apresentadas da deputada Socorro Pimentel (PSL) e diversas sugestões de alteração do projeto por parte das deputadas Priscila Krause (DEM) e Teresa Leitão (PT), além das propostas da União dos Estudantes de Pernambuco (UEP) e da Associação das Instituições de Ensino Superior do Estado de Pernambuco (Assiespe). Debati todas as alterações com a secretaria, que foi bastante solícita em nos atender”, detalhou.
Neste sábado (1), os voluntários do Projeto Sertânia Sem Fome distribuem 20 toneladas de alimentos no Lar Fraterno Vovó Cavendish, em Sertânia, no Sertão de Pernambuco. A ação beneficiará mais de 2 mil famílias. Além dos alimentos, o grupo presenteará setecentas crianças com brinquedos e uma sacolinha contendo guloseimas. A distribuição começa às 15h e […]
Neste sábado (1), os voluntários do Projeto Sertânia Sem Fome distribuem 20 toneladas de alimentos no Lar Fraterno Vovó Cavendish, em Sertânia, no Sertão de Pernambuco. A ação beneficiará mais de 2 mil famílias.
Além dos alimentos, o grupo presenteará setecentas crianças com brinquedos e uma sacolinha contendo guloseimas. A distribuição começa às 15h e seguirá até às 20h. Para fechar o dia de solidariedade, haverá ainda uma grande ceia natalina e shows.
O Projeto Sertânia sem Fome iniciou em 2011 e ajuda, mensalmente, 50 crianças e 200 famílias da região. Empresas, faculdades e um colégio da capital pernambucana também participaram da iniciativa doando cestas ou sendo pontos de coleta.
A campanha deste ano contou mais uma vez com a participação de artistas como Cristina Amaral, Nena Queiroga, Erica Natuza, Damião Mota, Ed Carlos, Luizinho de Serra, Joyce França, Almir Rouche, Maestro Spok, Hugo Araújo e Edy Carlos, que fizeram um grande show no Recife em prol da ação solidária.
O Ministério da Saúde disse, nesta terça-feira (29), que deverá começar a vacinação entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro de 2021, mas que precisa que “os fabricantes obtenham o registro [das vacinas da Covid-19] junto à Anvisa”. As declarações do secretário-executivo Élcio Franco ocorrem após posicionamento da Pfizer feito nesta segunda-feira (28), que […]
O Ministério da Saúde disse, nesta terça-feira (29), que deverá começar a vacinação entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro de 2021, mas que precisa que “os fabricantes obtenham o registro [das vacinas da Covid-19] junto à Anvisa”.
As declarações do secretário-executivo Élcio Franco ocorrem após posicionamento da Pfizer feito nesta segunda-feira (28), que disse que o Brasil exige “análises específicas” que deixam o processo mais lento.
“Na melhor hipótese, nós estaríamos começando a vacinação a partir do dia 20 de janeiro. Num prazo médio, entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. E no prazo mais longo, a partir de 10 de fevereiro”, disse o secretário-executivo.
“Nós precisamos que os fabricantes obtenham o registro junto à Anvisa, e que eles entreguem doses suficientes para que sejam distribuídas. Se o distribuidor obter o registro e eventualmente não tiver dose para distribuir… entenda. O Ministério da Saúde enquanto Ministério da Saúde tem feito a sua parte, fizemos o plano [nacional de imunização], estamos com a operacionalização pronta, nos preparando para esse grande dia, mas precisamos que os laboratórios solicitem o registro”.
“A partir do momento que ela [Pfizer] não quiser se submeter ao regramento da Anvisa, eu não posso pegar a Pfizer pelo braço e levar lá, Pfizer, entregue seu relatório para Anvisa. Posso pedir brevidade para a Anvisa, mas ela tem que seguir os seus passos”, diz Élcio Franco.
As declarações ocorrem enquanto dezenas de países já começaram suas companhas de vacinação – Estados Unidos, China, Canadá, Rússia, assim como a União Europeia. Nesta terça-feira, a Argentina começou a vacinar a população. O Brasil, apesar de ter contrato com a vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford (produção pela Fundação Oswaldo Cruz), ainda não conseguiu aprovar o produto e iniciar a imunização.
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