Prefeitura de Afogados inaugurou novas ruas pavimentados no bairro Planalto
Por André Luis
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira inaugurou neste final de semana a pavimentação de duas ruas com piso intertravado no bairro Planalto, que já foi contemplado com outras pavimentações, praça, academia da saúde e unidade básica de saúde.
As ruas inauguradas foram a Cícero Avelino da Silva e José Martins Morais. Juntas receberam 1.802 metros quadrados em piso intertravado, além de sinalização de trânsito, iluminação em LED e rede de esgoto. Um investimento de R$ 261 mil reais, levando melhor qualidade de vida e mobilidade urbana aos moradores.
O vice-prefeito Daniel Valadares participou da entrega, ao lado do secretário de infraestrutura, Odílio Lopes, e dos vereadores Raimundo Lima, Cícero Miguel, Lucineide Cordeiro e Douglas eletricista. “Estamos vivendo mais uma maratona de inaugurações e todas as semanas estamos entregando ao povo de Afogados obras como essa, que dão mais qualidade de vida à população, valorizando os imóveis e livrando as pessoas da poeira e da lama,” ressaltou Daniel.
O ex-prefeito Carlos Evandro disse em entrevista ao Caderno 1 que a decisão de Luciano Duque de atrair o vereador Márcio Oliveira para sua base é uma “faca de dois gumes”; “Primeiro ele vai ter que acomodar Jaime Inácio, Netinho (pai de Márcio) e Edmundo Gaia. São três lideranças do distrito de Santa Rita e são adversários históricos. […]
O ex-prefeito Carlos Evandro disse em entrevista ao Caderno 1 que a decisão de Luciano Duque de atrair o vereador Márcio Oliveira para sua base é uma “faca de dois gumes”;
“Primeiro ele vai ter que acomodar Jaime Inácio, Netinho (pai de Márcio) e Edmundo Gaia. São três lideranças do distrito de Santa Rita e são adversários históricos. Tô doido pra ver essa solução mágica que ele vai fazer. Ele devia ter pensado isso”, afirmou.
O ex-prefeito disse que a manobra de Luciano não foi boa para nenhum e chegou a afirmar que a soma vai subtrair. A declaração do ex-prefeito é interpretada como correta por seus aliados e para outros não passa de ciume politico. Afinal, qual é o político – inclusive ele – que rejeita novos apoios?
Carlos Evandro ainda afirmou que as chances de reeleição do atual prefeito Luciano Duque são “muito remotas”.
Alguns reclamam que estavam há anos na atividade Prestadores de serviço que trabalham nas agências da Receita Estadual de Pernambuco em cidades sertanejas estão sendo demitidos sumariamente. Eles atuam em cidades como Afogados da Ingazeira, Araripina, Arcoverde, Belo Jardim, Garanhuns, Ouricuri, Petrolândia, Salgueiro, Serra Talhada e Santa Cruz do Capibaribe. Remunerados à base de um […]
Prestadores de serviço que trabalham nas agências da Receita Estadual de Pernambuco em cidades sertanejas estão sendo demitidos sumariamente.
Eles atuam em cidades como Afogados da Ingazeira, Araripina, Arcoverde, Belo Jardim, Garanhuns, Ouricuri, Petrolândia, Salgueiro, Serra Talhada e Santa Cruz do Capibaribe.
Remunerados à base de um salário mínimo, alguns com mais de 25 anos ininterruptos de serviços prestados à SEFAZ, foram demitidos por e-mail em 31 de agosto e sem aviso prévio.
Um dos casos, de uma prestadora de serviço de Afogados da Ingazeira com 27 anos dedicados à SEFAZ. Ela ontem foi trabalhar normalmente e à tarde foi comunicada pelo seu superior que não precisava voltar mais.
O argumento foi o da economicidade, com base no modelo de prestação intermitente.
As críticas inclusive de superiores nas regionais que discordam da decisão são de que além da baixa qualidade na prestação do serviço em novo modelo, a economia financeira com todos os dez pais e mães de famílias demitidos é irrisório diante de outros custos do estado.
As informações expostas foram confirmadas por fontes nas agências da receita estadual dos municípios.
A música popular e o som da viola tomaram conta da Concha Acústica de Petrolina na noite desta quarta-feira (13) durante o ’34º Festival de Violeiros da cidade. Crianças, jovens e adultos lotaram o espaço para prestigiar a noite de rimas e poesias do evento que faz parte do calendário junino e valoriza a cultura […]
A música popular e o som da viola tomaram conta da Concha Acústica de Petrolina na noite desta quarta-feira (13) durante o ’34º Festival de Violeiros da cidade.
Crianças, jovens e adultos lotaram o espaço para prestigiar a noite de rimas e poesias do evento que faz parte do calendário junino e valoriza a cultura nordestina. O festival reuniu repentistas de Pernambuco, Paraíba e Piauí numa festa voltada às famílias de Petrolina.
A dupla Antônio Severo e Paulo Maia abriu a noite de apresentações ao som da boa viola que encantou o público. Em seguida foi dado início às disputas onde foram premiados com troféus às quatro duplas participantes. Entre os critérios avaliados, a comissão julgadora avaliou a métrica, rima e oração.
Segundo um dos organizadores do festival, Natanael Cordeiro, a arte da cantoria faz parte da cultura nordestina e ganha espaço importante no São João da cidade. “Divulgar a cantoria é divulgar nossa cultura. Ficamos honrados em perceber que este evento ganha espaço importante dentro do calendário junino de Petrolina”, disse. Além das duplas que participaram da disputa, o festival contou ainda com a apresentação extra de Rinaldo Aleixo e Dimas Fernandes.
O 34º Festival de Violeiros é de realização da Associação dos Cantadores e Poetas do Vale do São Francisco, com o apoio da Prefeitura de Petrolina.
O primeiro lugar ficou com a dupla Zé Viola – Picos (PI) e Raulino Silva – Caruaru (PE). A dupla vice campeã foi Ivanildo Vilanova – Recife (PE) e Moacir Laurentino (Campina Grande –PB). O 3° lugar ficou com Francinaldo Oliveira – São José Belmonte (PE) e Maxinino Bezerra – Venturosa (PE). E o 4° lugar com Damião Enésio – Serra Talhada (PE) e Dê Caboclo – Conceição (PB).
Na 1ª etapa, serão vacinadas pessoas com 70 anos ou mais, imunocomprometidas, indígenas, ribeirinhos e quilombolas, seguidas de grupos de 60 a 69 anos, gestantes e profissionais da saúde. G1 O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (26) o plano de vacinação contra Covid-19 para 2023. Na primeira etapa, que começará em 27 de fevereiro, […]
Na 1ª etapa, serão vacinadas pessoas com 70 anos ou mais, imunocomprometidas, indígenas, ribeirinhos e quilombolas, seguidas de grupos de 60 a 69 anos, gestantes e profissionais da saúde.
G1
O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (26) o plano de vacinação contra Covid-19 para 2023. Na primeira etapa, que começará em 27 de fevereiro, as pessoas serão vacinadas com o reforço do imunizante bivalente da Pfizer.
A pasta anunciou que grupos mais expostos ao risco da doença e que foram vacinados com ao menos duas doses da vacina monovalente receberão a bivalente.
Esta vacina é uma atualização em relação aos primeiros imunizantes fabricados contra a Covid-19 e protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes ômicron.
Na primeira etapa, os grupos serão vacinados na seguinte ordem:
Fase 1: Pessoas com 70 anos ou mais, moradores de instituições de longa permanência (ILP), imunocomprometidas, comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas;
Fase 2: 60 a 69 anos;
Fase 3: Gestantes e puérperas;
Fase 4: Profissionais da saúde.
A meta é vacinar 90% da população alvo.
Esquema vacinal
A ideia é dar a bivalente para quem já tem pelo menos duas doses, segundo Éder Gatti, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Imunopreviníveis. Ou seja, quem só tomou uma dose até agora, vai ter que tomar ainda a segunda dose da primeira versão da vacina para estar apto a tomar a bivalente.
Demais grupos
Além dos grupos prioritários, o ministério também quer intensificar a campanha com a vacina monovalente para os maiores de 12 anos. A ideia é aumentar a cobertura vacinal nesses outros públicos. A recomendação é:
Uma dose de reforço para quem tem até 40 anos.
Duas doses de reforço para quem tem mais de 40 anos.
A Pfizer, assim como a Anvisa, reforça que a vacina monovalente original continua sendo importante instrumento no combate à Covid-19.
Para crianças, o ministério garantiu para fevereiro a antecipação de:
8,5 milhões de doses da Pfizer baby;
9,2 milhões de doses da Pfizer pediátrica;
2,6 milhões de doses da CoronaVac (no total – já foram entregues 750 mil).
Segundo Gatti, o objetivo é distribuir os imunizantes para o público infantil no início de fevereiro.
“Com relação à CoronaVac, o governo passado tinha fechado as tratativas de compra, mas entendendo que precisamos vacinar as crianças, compramos todo o estoque do Butantan para garantir a vacinação e estamos em tratativa para o fornecimento de mais vacinas.”
Campanha de informação
O anúncio do programa de vacinação de 2023 foi feito durante reunião tripartite do SUS, com a presença de representantes do Ministério da Saúde e secretários estaduais e municipais da Saúde.
“Estou muito confiante nessa campanha de vacinação, mas sei que ela é muito complexa. Vamos trabalhar para reduzir os gargalos todos. A resposta não será única. O Brasil é muito complexo. Alguns municípios avançaram bem, outros, não. Vamos avançar nesse diagnóstico”, afirmou a ministra da Saúde Nísia Trindade.
O ministério realizará ainda em fevereiro uma campanha de informação nos meios de comunicação que buscará falar da importância da vacinação contra a Covid e das doses de reforço.
Na reunião, a pasta informou que as prioridades neste ano do departamento de imunizações em relação à Covid-19 serão:
Intensificação da vacinação (esquema básico e reforços);
Regularização dos estoques de vacinas Covid-19 para crianças; e
Em outubro, Pernambuco atingiu o 23º mês consecutivo de redução de homicídios, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Essa série de quedas iniciou em dezembro de 2017 e, em toda a linha do tempo dos 12 anos de existência do Pacto pela Vida, uma sequência tão alongada ocorreu uma única vez, entre […]
Em outubro, Pernambuco atingiu o 23º mês consecutivo de redução de homicídios, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Essa série de quedas iniciou em dezembro de 2017 e, em toda a linha do tempo dos 12 anos de existência do Pacto pela Vida, uma sequência tão alongada ocorreu uma única vez, entre 2009 e 2011.
No mês passado, ocorreram 318 mortes, o que representa uma queda de 4,8% em relação ao mesmo período de 2018, quando foram registrados 334 óbitos. Já na soma dos dez primeiros meses de 2019, a diminuição acumulada de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) chega a 19,21% quando comparado com o mesmo período de 2018.
Neste ano, considerando os 10 primeiros meses, foram 2.881 homicídios registrados, contra 3.566 notificados entre janeiro e outubro do ano anterior.
“Quero enaltecer o intenso e integrado trabalho realizado por todos os que fazem a segurança, desde a prevenção, a investigação até a repressão ao crime. Manter esse forte ritmo de recuo da violência por tanto tempo exige muita dedicação por parte daqueles que estão nas ruas, atendendo a população, enfrentando homicidas, traficantes de drogas, assaltantes e quadrilhas especializadas. Mas não devemos comemorar porque estamos cumprindo a lei, fazendo nosso dever ou reduzindo estatísticas. E sim destacar que estamos salvando vidas. Em 2019, são 685 mortes a menos em relação ao ano passado. A preservação do bem maior é o imensurável ganho da nossa política pública de segurança, definida pelo Pacto pela Vida”, avalia o secretário de Defesa Social, Antonio de Pádua.
Além de ser a Região pernambucana com menos crimes contra a vida, o Sertão também tem sido destaque no decréscimo mensal desse tipo de ocorrência. Só no mês passado, a queda de homicídios na área chegou a 17,95%, a maior retração entre as quatro regiões do Estado. Ao todo, foram 32 mortes no último outubro, contra 39 no ano anterior. O Sertão ainda lidera no critério de redução acumulada, com 28,28% de diminuição nos CVLIs entre janeiro e outubro deste ano, quando foram contabilizados 317 homicídios. No mesmo período do ano passado, haviam sido 442 casos registrados.
A Zona da Mata aparece com a segunda maior retração, no mês de outubro. Ao todo, foram 55 casos no mês passado, contra 66 notificados em outubro de 2018, o que representa -16,67%. Já na Região Metropolitana do Recife (exceto a Capital), o recuo nos crimes contra a vida foi de 6,36%, no mês passado, quando 103 delitos do tipo foram registrados, em comparação com o mesmo período de 2018, que somou 110. No Agreste, houve 81 ocorrências notificadas em outubro, contra 61 no mesmo período de 2018.
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