Prefeitos dissidentes do PT: o que ocorrerá com eles?

O anúncio do apoio do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) à pré-candidatura de João Campos (PSB) em Pernambuco evidenciou um cenário de dissidência interna na legenda.
Dos seis prefeitos do partido do estado, compareceram Márcia Conrado, de Serra Talhada, e Edmilson da Bahia, de Correntes.
Faltaram Flávio Marques (Tabira), Gildo Dias (Sairé), Branco de Geraldo (Jurema) e George Washington, de Granito.
Os gestores não escondem o alinhamento político com a governadora Raquel Lyra (PSD). Recentemente, Flávio Marques defendeu abertamente que o trabalho de Raquel “tem que continuar”.
A dúvida é saber o que o PT fará com os aliados que não seguirem o entendimento da legenda. Em 2018, o diretório estadual do PT decidiu, por unanimidade, abrir um processo disciplinar contra o então prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque. Na época, declarou apoio a Armando Monteiro Neto (PTB), adversário do governador Paulo Câmara (PSB), de quem o PT foi aliado. Os petistas se disseram surpresos com a decisão do correligionário, que teria tomado um “posicionamento individual”,
Esse pode ser o caminho adotado com os petistas prefeitos raquelistas, assim como João Paulo, Doriel Barros e Rosa Amorim.
Mas há a possibilidade de que o PT faça vista grossa e evite entrar em rota de colisão com os raquelistas.
Nas redes sociais, há defesa na base dos gestores, pelos frutos do alinhamento com o governo do Estado e a gestora Raquel Lyra. E críticas dos petistas mais orgânicos, indicando que usam a legenda e o nome de Lula, mas se alinham a um palanque com o PSD e setores do bolsonarismo.




Associação Cultural queria apenas comercialização no interior do pátio de eventos. Entrada de recipientes de vidro continua proibida


Estive em Riacho do Meio, município de São José do Egito, conhecer o Joel Ferreira e seu sonho, o de um museu dos costumes sertanejos, construído com recursos próprios e muito esforço.

































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Nesta sexta, comuniquei oficialmente a decisão de concluir em dezembro minha missão na presidência da ASSSERPE, a Associação de Rádio e Televisão de Pernambuco. Foram dois mandatos, seis anos, mais um período de transição neste ano de 2025.












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