Prefeito de Custódia ouve de Câmara promessa de autorização para PE 310
Por Nill Júnior
O prefeito de Custódia, Emmanuel Fernandes (Manuca), esteve com o governador do Estado, Paulo Câmara, em audiência no Palácio do Campo das Princesas.
Ele esteve acompanhado do candidato a Deputado Estadual Aglailson Victor, vereadores da base, dos Secretários Nemias Gonçalves (Agricultura) e Jobson Gois (Assistência Social), mais a primeira dama Viviane Leal.
Segundo o gestor, o governador confirmou que estará em Custódia antes das eleições, provavelmente em julho, assinando a ordem de serviço da PE 310, que liga Custódia a Iguaracy. Os recursos viriam do tesouro estadual mais emendas de deputados federais.
Ainda a Adutora do São Francisco, com liberação de recursos do FEM III. Segundo o prefeito Manuca, o governador prometeu ajudar a realização da Exposição de Animais, que deverá ocorrer entre os dias 8 e 11 de setembro. O evento não acontece há 6 anos.
Nos próximos 10 anos, ao contrário do que diz a mídia sobre o aquecimento global produzido pelo homem, os controladores do clima (o sol e os oceanos) apontam para um resfriamento que deve durar até cerca de 2030, o que significa, entre outros fatores, o fim do ciclo da estiagem prolongada com a chegada de […]
Nos próximos 10 anos, ao contrário do que diz a mídia sobre o aquecimento global produzido pelo homem, os controladores do clima (o sol e os oceanos) apontam para um resfriamento que deve durar até cerca de 2030, o que significa, entre outros fatores, o fim do ciclo da estiagem prolongada com a chegada de chuvas regulares no Nordeste.
Esta foi uma das boas novas anunciadas pelo professor e pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Luiz Carlos Molion, durante palestra realizada na noite desta quarta-feira (24), em Petrolina – PE. Convidado pelo Sindicato dos Produtores Rurais do município, o PhD em Meteorologia e pós-doutor em Hidrologia de Florestas fez um diagnóstico dos últimos 180 dias com relação a produção agrícola regional e apresentou as perspectivas para o inverno 2018/2019.
Considerado a maior autoridade em matéria de meteorologia da América Latina, o professor Molion falou também sobre o Rio São Francisco e fez um alerta: “a situação do rio está muito ruim em todos os aspectos”. Depois de mostrar um mapa que fez comparando os anos de 1997 a 2016 com o período anterior, de 1978 a 1996, o cientista disparou. “Tivemos uma redução da ordem de 150 milímetros por ano no chamado Alto São Francisco (que corresponde da nascente até Pirapora – MG), essa redução equivale a uma vazão de 500 metros cúbicos por segundo, o que quer dizer que há 30 anos o rio tinha uma vazão de 3.200 metros cúbicos por segundo, lá em Xingó, e hoje tá reduzida para 2.300”, lamentou.
Depois de lembrar ainda que a ‘usina de Xingó foi construída para ter 10 geradores, só instalaram seis e hoje só tem um funcionando’, o professor concluiu a palestra falando sobre novos modelos de energia solar e do projeto de Transposição do Rio São Francisco, onde defendeu a integração das bacias do São Francisco e Tocantins.
O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira, encerrou o encontro destacando a importância dos temas abordados e agradeceu as parcerias da Ubyfol e Agropodas. Na oportunidade também foi apresentado o novo site do Sindicato (SPR): www.sprpetrolina.com.br.
Na última sexta-feira (09), a Secretaria Municipal de Educação de Serra Talhada esteve reunida com a comissão especial que discute a volta às aulas presenciais no município. Na pauta da reunião, o retorno seguro dos alunos, professores e comunidade escolar às aulas presenciais. O próximo passo será discutir com os demais órgãos, como Saúde, Vigilância […]
Na última sexta-feira (09), a Secretaria Municipal de Educação de Serra Talhada esteve reunida com a comissão especial que discute a volta às aulas presenciais no município. Na pauta da reunião, o retorno seguro dos alunos, professores e comunidade escolar às aulas presenciais.
O próximo passo será discutir com os demais órgãos, como Saúde, Vigilância e Comunicação, o planejamento que posteriormente será encaminhado à comissão, que conta com representações dos demais órgãos interessados.
Segundo a secretária municipal de Educação, Marta Cristina, o objetivo do Governo Municipal é garantir um retorno seguro, mas que esteja de acordo com a realidade do município.
“Precisamos levar essa discussão agora para os órgãos que nos auxiliam a debater a educação em Serra Talhada. Também falar com os pais e apresentar o que já temos preparado para que esse retorno aconteça da forma mais segura possível. E para que isso aconteça, nós precisamos estar alinhados e preparados dentro da nossa realidade, entendendo o que precisamos e o que conseguiremos fazer para atingir a nossa meta de continuar tendo a confiança da população em nosso trabalho, que a cada dia ganha uma responsabilidade maior”, lembrou Marta.
O Recurso Eleitoral da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) sobre as eleições 2016 de Carnaíba que seria julgado nesta quarta (19) pelo Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) foi adiado. A Coligação União e Transformação Carnaíba para Todos (PR / PTB / PRP / PTC), tendo como candidato no último pleito, José […]
O Recurso Eleitoral da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) sobre as eleições 2016 de Carnaíba que seria julgado nesta quarta (19) pelo Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) foi adiado.
A Coligação União e Transformação Carnaíba para Todos (PR / PTB / PRP / PTC), tendo como candidato no último pleito, José Francisco Filho (Didi), ingressou na Justiça Eleitoral denunciando que houve nas eleições passadas, Captação ou Gasto Ilícito de Recursos Financeiros de Campanha Eleitoral e Abuso de Poder Econômico.
Durante entrevista na Rádio Pajeú, Anchieta Patriota (PSB), atual prefeito de Carnaíba, disse que isso (ação na Justiça) é coisa de quem ainda não se conformou com a derrota e disse estar tranquilo sobre a referida ação.
Por: Fernanda Guerra – Diario de Pernambuco Velho Chico terá a cara do Nordeste: belas paisagens, trilha sonora e 70% do elenco serão nordestinos. A musicalidade pernambucana terá um representante em cena. Maciel Melo, estreante na teledramaturgia, fará participação como repentista na trama ao lado de Xangai. Não é a primeira experiência do músico na […]
Maciel Melo e Xangai são parceiros há três décadas. Foto: Arquivo pessoal/Divulgação
Por: Fernanda Guerra – Diario de Pernambuco
Velho Chico terá a cara do Nordeste: belas paisagens, trilha sonora e 70% do elenco serão nordestinos. A musicalidade pernambucana terá um representante em cena. Maciel Melo, estreante na teledramaturgia, fará participação como repentista na trama ao lado de Xangai. Não é a primeira experiência do músico na televisão. Durante a carreira, ele já apresentou programas musicais em emissoras locais. “Isso me deixou desinibido durante as gravações”, recordou Maciel, em entrevista ao Viver.
Com supervisão de Benedito Ruy Barbosa, a novela é escrita pela filha do autor, Edmara, e pelo neto, Bruno. O folhetim estreia nesta segunda-feira na Globo. Abordará a temática da transposição do Rio São Francisco. O enredo contará a história de disputa de famílias e falará sobre o coronelismo. Entre os atores pernambucanos do elenco, o ator Renato Góes, Irandhir Santos e Alberto Rodrigues.
“Quando o diretor pediu para que cantássemos nossas falas, aí foi que ficou bom, né! A convivência com atores experientes também facilita muito, e os com quem a gente contracena são maravilhosos. Fizemos amizades com todos e todos estão curtindo a gente. Rodrigo Santoro, Rodrigo Lombardi, Gésio Amadeu, Marcelo Serrado, Humberto Magnani, Leopoldo Pacheco e tantos outros… Todos são pessoas muito simples e passam muita coisa pra gente.”
Como será a sua participação em Velho Chico?
É uma participação pequena, mas nem tanto. Além do mais, uma novela de horário nobre, por menor que seja a participação, a responsabilidade é grande. Não é bem uma narração. Eu e Xangai estaremos como cantadores na novela. Dois trovadores que ficam intercalando com os atores de uma forma musical. Nossas falas são cantadas. Isso foi decidido na hora. Luiz Fernando Carvalho (diretor) quis que fosse assim, já que nós somos cantores, e o tempo inteiro estamos com os instrumentos em mãos. Tivemos que criar pequenas melodias para nossas falas. Achei bacana. Tá muito legal. Ele estava certo quando percebeu isso.
Como se adaptou à rotina de gravações?
A rotina de uma novela não é fácil. Tem que acordar cedo, dormir tarde, acordar cedo novo, vai para um canto, grava, depois vai pra outro lá Baixa da Égua! Grava, volta de novo para o lugar que estava, é um vai-e-vem da gota serena. Mas é gostoso de fazer. É um desafio novo. E eu adoro ser desafiado. Em tudo. Isso mexe com os meus brios. Faz com que eu me teste. São importantes os desafios na vida de qualquer pessoa.
Você gravou ou compôs alguma música para a novela?
Sim. Nós fizemos uma canção que será encenada, chama-se A lenda do Velho Chico. Minha e de Xangai. Além dela compusemos umas vinhetas para alguns personagens mais atuantes. Os mais marcantes. Essas vinhetas são interpretadas pelo Xangai. Colocamos também melodias nos cordéis que foram escritos por Marco Aurélio, que é um colaborador dos autores da novela, e esses cordéis são cantados por nós durante toda a trama.
A trilha sonora tem composições de pernambucanos como Geraldo Azevedo e Alceu Valença. O que achou das escolhas?
A trilha sonora? Ah! Fazia tempo que eu não ouvia a voz de Geraldo Azevedo, de Elomar, de Ednardo, de Vital Farias, e outros compositores sérios, em uma trilha de novela, além de está também participando como músico nela. Acho que essa novela vai ser boa. O tema é muito nosso. É um mote que eu passei a minha vida inteira cantando. Então não tenho dúvidas de que será uma daquelas que prende a atenção de todos nós. Benedito Ruy Barbosa, na minha opinião, é um dos mais sérios escritores da teledramaturgia brasileira. Então não tem erro. Espero que todos gostem. Estou muito feliz em estar atuando nesse projeto.
O Governo Estadual instituiu o programa PE Solar, que estimula a micro e minigeração de energia solar, para consumo próprio, por micro, pequenas e médias empresas pernambucanas. O decreto que institui o programa foi assinado nesta sexta-feira (29), pelo governador Paulo Câmara, em solenidade no Palácio do Campo das Princesas. Segundo ele, a iniciativa, além […]
O Governo Estadual instituiu o programa PE Solar, que estimula a micro e minigeração de energia solar, para consumo próprio, por micro, pequenas e médias empresas pernambucanas. O decreto que institui o programa foi assinado nesta sexta-feira (29), pelo governador Paulo Câmara, em solenidade no Palácio do Campo das Princesas. Segundo ele, a iniciativa, além de tornar o setor mais sustentável, também o fará mais competitivo.
“Apostamos muito em energias renováveis. Tanto em termos de custo, como de produtividade. Vamos fazer com que essas experiências se multipliquem para que possamos ter um Estado cada vez mais equilibrado e focado no futuro. Futuro que exige de cada um de nós um esforço cada vez maior para termos um meio ambiente protegido. Seremos incansáveis para que o desenvolvimento econômico sustentável prevaleça,” arrematou.
O PE Solar será comandando pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDEC), em parceria com a Secretaria de Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação (SEMPETQ), assegura uma linha de financiamento específica para instalação de painéis fotovoltaicos, além de uma estrutura de rede de fornecedores de produtos e serviços. No total, serão disponibilizados R$ 5 milhões – recursos do Banco do Nordeste (BNB) para a primeira fase do programa.
Os financiamentos serão operados pela Agência de Fomento do Estado de Pernambuco (Agefepe). O lançamento do programa marca as comemorações pelo Dia Mundial da Energia.
A solenidade também marcou a celebração de um termo de compromisso entre o Governo do Estado e Cooperativa dos Industriais de Panificação do Estado de Pernambuco (Coopancosi), para fomento da micro e minigeração de energia fotovoltaica na cadeia produtiva da produção de alimentos. Presidente da cooperativa, José Cosme da Silva afirmou que a medida vai ajudar muito o setor, que recebe a ação de “braços abertos”.
OPERACIONALIZAÇÃO – Podem participar do programa as empresas que planejem produzir até 1.000 kilowatt (kW). A energia produzida será automaticamente consumida e o excedente será jogado na rede elétrica da distribuidora local, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe). Esta, por sua vez, vai gerar um crédito a ser abatido na conta da empresa dentro de um prazo de até 36 meses.
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