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Debate da Cultura esquenta temperatura da eleição

Por Nill Júnior

Novidade foi a postura mais agressiva de Márcia aos ataques de Victor Oliveira. Clima também esquentou entre Victor, Socorro e Marquinhos.

O Super Debate da Cultura FM com os candidatos à prefeitura de Serra Talhada foi o de temperarura mais quente dentre todos realizados até agora. O programa foi apresentado por Tony Alencar com participações de Caren Diniz e Orlando Santos.

O primeiro bloco teve cada candidato justificando porque quer ser prefeito ou prefeita de Serra Talhada.

A fala mais dura foi de Victor Oliveira. “Me taxam de agressivo ou inexperiente porque não podem me taxar de ladrão”.

Os demais seguiram o mesmo rito de campanha.  Márcia Conrado defendeu continuidade dizendo que no grupo não havia chefe político.  Socorro Brito trouxe seu histórico principalmente como gestora na área de saúde.  Marquinhos Dantas voltou a defender seu nome como o melhor para Serra Talhada.

O segundo bloco de perguntas foi aberto com Victor cobrando obras inacabadas a Marcia, citando Samu, Pereirão e outras obras. Márcia disse que Victor passou muito tempo fazendo cooper em Boa Viagem ou com seus “brothers”. Destacou calçamento, construção de creches. “Quando a gente anda em Serra Talhada vê isso. Se você andasse com o povo no dia a dia veria o contrário”.

Rebateu Victor: “Você é do Recife. E ando na cidade. Ou está mentindo ou fazendo a população de mentirosa”. Márcia: “Nasci por uma questão de saúde.  Diferente de um aventureiro que quando a população precisa você faz as malas para São Paulo”.

Respondendo Márcia, Marquinhos condenou a briga entre os candidatos. “Temos que brigar por Serra Talhada”. Conrado defendeu que o alinhamento com várias lideranças favorece a cidade, citando emendas.

Na permuta entre Marquinhos e Socorro Brito, o candidato do PRTB falou de suas propostas.  “Você acredita que eu seria um bom prefeito?” Socorro respondeu atacando a gestão Duque/Márcia. ‘São muitas obras inacabadas, muotos problemas.  Calçamentos insuficientes e que desmoronam na primeira chuva. Marquinhos cobrou a conclusão das casas do Conjunto Ivanete Almeida.

Socorro Brito voltou a perguntar sobre obras inacabadas. Victor fez referência a Luciano Duque como o prefeito indicado por Carlos Evandro foi muito mal. Criticou obras inacabadas e disse que o Ideb é uma vergonha e que a saúde precisa de muita atenção como todas as áreas de governo. Socorro Brito disse que vai terminar a Upa e denunciou: “se algum servidor curte uma postagem de outra candidata é perseguido”.

Em outro bloco de perguntas, Socorro Brito disse a Marquinhos Dantas não ter apadrinhamento político.  Já Marquinhos disse que, com base em quem fica à frente da rádio esperando, os grupos se dividem entre quem é apadrinhado e quem quer ser. “Matam até pai e mãe por isso”.

Quando Márcia e Marquinhos debateram, Márcia acusou a gestão Carlos Evandro de não ter depositado o valor devido à previdência.  Marquinhos apelou para que Márcia e Luciano Duque providenciem suporte aos idosos que recebem o Auxílio Emergencial.

Márcia contra Victor: Conrado questionou se foi falta de compromisso ou má intenção o concurso anulado na gestão Carlis. Victor disse que a gestão que ela defende era cheia de questionamentos. Defendeu concurso público e disse que hoje e ontem foram feitas contratações por indicações políticas. “Tem um monte de gente que nem expediente dá”. Márcia: “Realizamos dois concursos limpos e sem irregularidades. Eles respondem por mais de 50% dos atuais servidores. Você critica e não prova nada”. Victor disse que tem como provar e que Luciano Duque deixou de repassar milhões pra previdência.

O caso da merenda de 2012 voltou à tona na pergunta de Victor para Socorro. Disse que o escândalo  era chefiado por Luciano Duque quando vice de Carlos Evandro. “Essa aí você resolve com Luciano e a justiça”, rebateu Socorro. “Vocês estão todos abraçados com o bode e com o peixe”. Socorro disse que Serra não merece o nível de Oliveira. “Peço desculpas à população pela insensatez desse rapaz.

O tema voltou no embate Victor x Márcia.  “Quem tem que responder é a justiça.  Quem sou eu pra julgar. Essa política de baixaria já passou. Você a única coisa que recebeu pra gerir foi uma rádio e você quebrou a rádio.  Você não tem proposta pra mostrar. Victor acusou Márcia de se contorcer e desviar do assunto. A denúncia não foi de Sebastião, foi de seu vice. Sou membro do Conselho da FIS”. Márcia disse que Victor não tem um terço da honradez de Márcio. “Você espalhou o grupo político que seu avô precisou de 50 anos pra juntar”.

Marquinhos defendeu a honra da esposa, Tatiana Duarte.  “Minha esposa é honrada e não tinha poder de decisão quando vice. Nunca foi acusada de manipulação de poços ou trabalho escravo no Maranhão “, referência a Inocêncio Oliveira, avô de Victor. Victor ao final disse que esse tema foi superado e disse concordar com a honradez de Tatiana. “Mas você aceitou que ela fosse candidata a vice de Luciano”.

Socorro Brito prometeu entregar as 900 casa do Conjunto Vanete Almeida, inacabado.  Questionou a estrutura também do Vila Bela. “Nós temos força para terminar”.

As operações da Azul no Aeroporto Santa Magalhães foi pauta entre Socorro Brito e Victor Oliveira. “Eu torço pra esse aeroporto sair o quanto antes. Quem trouxe e fez as três primeiras reformas foi meu avô.  Torço pra funcionar dia 11. Depois de 2018 foram várias promessas.  Torço que não seja um novo voo inaugural. Espero que Sebastião Oliveira mesmo sem ser secretário consiga”. Socorro: “o candidato parece que torce pro quanto pior, melhor. O aeroporto vai funcionar”. Victor disse que Socorro não passa credibilidade e dá respostas atrapalhadas.

Nas considerações finais, Victor Oliveira pediu Direito de Resposta por Socorro tê-la acusado de divulgar fake news contra ela e perder duas vezes na justiça.  Formou-se um debate mais áspero entre advogados e a assessoria.  O pedido foi negado.

Outras Notícias

Exclusivo: por teto de ausências, sete prefeitos não poderão votar ou ser votados no CIMPAJEÚ

Sete municípios do Sertão do Pajeú devem ficar de fora do processo eleitoral do CIMPAJEÚ (Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú) para o biênio 2027-2028 por atingirem o número de faltas que inviabiliza a participação no certame. De acordo com o Ofício Circular nº 002/2026, emitido pelo presidente do consórcio, Luciano Torres, os prefeitos […]

Sete municípios do Sertão do Pajeú devem ficar de fora do processo eleitoral do CIMPAJEÚ (Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú) para o biênio 2027-2028 por atingirem o número de faltas que inviabiliza a participação no certame.

De acordo com o Ofício Circular nº 002/2026, emitido pelo presidente do consórcio, Luciano Torres, os prefeitos dessas cidades faltaram a duas reuniões consecutivas ou a três alternadas ao longo deste ano, o que restringe o direito de votar e ser votado, conforme previsto no Estatuto Social.

A medida segue as regras dos artigos 15 (§5º) e 61 do estatuto do consórcio, que estabelecem o critério de assiduidade como um requisito direto para a participação no pleito, e não como uma penalidade disciplinar.

Municípios com restrição eleitoral por faltas

Atingiram o limite de ausências não justificadas nas assembleias os prefeitos de Betânia, Erivaldo Bezerra, o “Bebe Água” (3 faltas); Calumbi Erivaldo José da Silva, o Joelson (3 faltas); Custódia: Manoel Messias, o Messias do DNOCS (2 faltas consecutivas); Iguaracy, Dr. Pedro Alves (3 faltas); Sertânia, Pollyanna Abreu (3 faltas); Triunfo: Luciano Bonfim (3 faltas) e Tuparetama, Diógenes Patriota, com 3 faltas.

Os municípios de São José do Egito e Santa Cruz da Baixa Verde registraram duas faltas alternadas (nas datas de 22/02 e 16/10). Uma nova ausência sem justificativa oficializada também os deixará inaptos para o pleito. Os demais municípios consorciados seguem totalmente aptos quanto ao critério de presença.

Regularização financeira

A Assembleia Geral do CIMPAJEÚ também deliberou que, para fins eleitorais, as prefeituras que estiverem inadimplentes poderão regularizar sua situação junto ao consórcio. Para isso, deverão formalizar um parcelamento dos débitos e manter o pagamento regular das parcelas. As normas oficiais das eleições da Diretoria Executiva serão divulgadas com 30 dias de antecedência.

Quaest: um ponto separa Flávio e Lula. O que diz a pesquisa por dentro

No meu comentário desta quarta-feira (21), analiso os bastidores da nova pesquisa Quaest para o segundo turno das eleições presidenciais, que aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (45%) e Lula (44%). Abordo as movimentações do eleitorado nesta reta final, os desafios enfrentados pelas campanhas e os fatores que podem influenciar o resultado das urnas, como […]

No meu comentário desta quarta-feira (21), analiso os bastidores da nova pesquisa Quaest para o segundo turno das eleições presidenciais, que aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (45%) e Lula (44%).

Abordo as movimentações do eleitorado nesta reta final, os desafios enfrentados pelas campanhas e os fatores que podem influenciar o resultado das urnas, como a abstenção e o chamado “voto silencioso”.

Também discuto a importância de interpretar os números com cautela, diante de uma disputa que permanece indefinida.

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Gravatá recebe 78º Encontro do COSEMS-PE para discutir desafios da gestão municipal do SUS

Evento será realizado nos dias 2 e 3 de dezembro, com debates sobre políticas públicas e serviços de saúde. O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (COSEMS-PE) realizará, nos dias 2 e 3 de dezembro, o 78º Encontro de Secretarias Municipais de Saúde, no Hotel Fazenda Portal de Gravatá. Com o tema “Municípios […]

Evento será realizado nos dias 2 e 3 de dezembro, com debates sobre políticas públicas e serviços de saúde.

O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (COSEMS-PE) realizará, nos dias 2 e 3 de dezembro, o 78º Encontro de Secretarias Municipais de Saúde, no Hotel Fazenda Portal de Gravatá.

Com o tema “Municípios fortes, SUS forte: o protagonismo da gestão municipal na Saúde de Pernambuco”, o evento reunirá gestores, especialistas e representantes das três esferas de governo para discutir questões relacionadas à organização dos serviços públicos de saúde.

A programação terá conferência magna, seminários temáticos e debates sobre saúde mental, Atenção Primária, Saúde Digital, Assistência Farmacêutica, Atenção Especializada e Controle Social.

Entre os assuntos previstos estão os desafios da política municipal de saúde mental, a integração dos sistemas digitais do SUS, a organização das redes de atendimento e a implementação do programa Agora Tem Especialistas.

O encontro também contará com assembleia dos secretários municipais de saúde, oficina de escrita de experiências desenvolvidas nos municípios e discussões sobre participação social nas decisões da gestão pública.

As inscrições começaram em 15 de outubro e seguem até 27 de novembro, exclusivamente pelo endereço eventos.cosemspe.org

Foto: Divulgação

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Quaest: Flávio tem 50,6% e Lula 49,4% dos votos válidos; empate técnico no segundo turno

Nova pesquisa Quaest aponta diferença de 1,2 ponto percentual entre os candidatos nos votos válidos. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 50,6% dos votos válidos, contra 49,4% do presidente Lula (PT), na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os números indicam empate técnico, considerando a margem de erro de […]

Nova pesquisa Quaest aponta diferença de 1,2 ponto percentual entre os candidatos nos votos válidos.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 50,6% dos votos válidos, contra 49,4% do presidente Lula (PT), na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais.

Os números indicam empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Na rodada anterior, divulgada em 14 de outubro, os percentuais publicados eram de 51% para Flávio e 49% para Lula nos votos válidos.

Nas intenções de voto totais, Flávio aparece agora com 45%, enquanto Lula registra 44%. Na pesquisa anterior, os números eram de 46% e 44%, respectivamente.

O levantamento ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevistas presenciais.

Contratada pelo Grupo Globo, a pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro BR-08535/2026 no TSE.

Foto: Reprodução

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Institutos erram por má fé ou tem menos capacidade de aferir sentimentos do eleitor?

No meu comentário desta quarta-feira (21) para o Jornal Itapuama, analiso a credibilidade e o papel dos institutos de pesquisa nas eleições. Abordo os questionamentos de parte do eleitorado sobre a precisão dos levantamentos e a importância de diferenciar os institutos que trabalham com rigor técnico daqueles que utilizam metodologias questionáveis ou agem de má-fé. […]

No meu comentário desta quarta-feira (21) para o Jornal Itapuama, analiso a credibilidade e o papel dos institutos de pesquisa nas eleições.

Abordo os questionamentos de parte do eleitorado sobre a precisão dos levantamentos e a importância de diferenciar os institutos que trabalham com rigor técnico daqueles que utilizam metodologias questionáveis ou agem de má-fé.

Também destaco que os institutos reconhecidos dependem da precisão de seus resultados para preservar a credibilidade no mercado. No entanto, ainda enfrentam o desafio de captar o desencanto de parte da população e o chamado “voto silencioso”, que pode produzir resultados diferentes daqueles apontados pelas pesquisas.

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