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Prefeita de Arcoverde tem alta domingo

Por Nill Júnior

madalena-perfilInternada há uma semana num hospital do Recife, com sintomas de uma pneumonia viral e bacteriana, a prefeita de Arcoverde, Madalena Brito (PSB), já recebeu alta médica, prevista para o próximo domingo. A informação é do Blog do Magno.

Ela recebeu os primeiros tratamentos num hospital de Arcoverde, a 250 km da capital, mas teve que ser transferida.

“Sofri um susto, mas já estou bem, graças a Deus”, afirmou. Madalena só pretende voltar às suas atividades normais em dez dias, por recomendação médica.

A gestora vem de uma jornada pesada, com a gestão de um acidade como Arcoverde e uma cansativa campanha eleitoral, quando foi reeleita.

Outras Notícias

Paulo participa de eventos em São José e Brejinho

O Sertão do Pajeú recebeu neste sábado a campanha de Paulo Câmara (PSB). Acompanhado pelo seu companheiro de chapa, Fernando Bezerra Coelho (PSB/senador), e por lideranças locais, o candidato da Frente Popular ao Governo percorreu as ruas de São José do Egito e visitou a sua tradicional feira. Câmara esteve só lado do ex-prefeito Evandro […]

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Caminhada pelas ruas de Brejinho

O Sertão do Pajeú recebeu neste sábado a campanha de Paulo Câmara (PSB). Acompanhado pelo seu companheiro de chapa, Fernando Bezerra Coelho (PSB/senador), e por lideranças locais, o candidato da Frente Popular ao Governo percorreu as ruas de São José do Egito e visitou a sua tradicional feira. Câmara esteve só lado do ex-prefeito Evandro Valadares e do candidato a você Eclérinston Ramos, além de correligionários.

“É muito bom receber um carinho tao grande assim. São José do Egito sempre deu a Frente Popular esse tratamento. E nos vamos continuar a tratar esse município com o respeito que ele merece. Vamos continuar as parcerias que transformam São José do Egito e todo Pernambuco. Seguiremos, agora mais unidos do que nunca, avançando para melhorar a vida de todos vocês”, ressaltou Paulo.

Em seu discurso, o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho ressaltou que a escolha de Eduardo por Paulo Câmara para sucedê-lo se deu, sobretudo, pela admiração que o ex-governador tinha pelo seu antigo secretario. “Eduardo conhecia o coração e a alma de Paulo. Sabia de sua capacidade e o indicou para liderar a Frente Popular. Paulo tem talento e está mostrado isso. Pernambuco está fechado com esse jovem que vai seguir mudando esse Estado”, apontou.

Brejinho: na cidade, Paulo Câmara caminhou pelas ruas ao lado de seus companheiros de chapa. Esteve na cidade ao lado de lideranças como o ex-prefeito José Vanderlei.

Caminhada da comitiva pelas ruas de São José do Egito
Caminhada da comitiva pelas ruas de São José do Egito
Primeiro debate dos presidenciáveis tem tom morno

Candidatos deixam troca de acusações de lado, evitando atacar adversários e discutir temas como a Lava Jato e a prisão de Lula Do Terra O tom belicoso e polarizado que marca a vida política brasileira nos últimos anos ficou longe do primeiro debate com os candidatos à Presidência da República, organizado pela rede de TV […]

Foto: Reprodução/Band

Candidatos deixam troca de acusações de lado, evitando atacar adversários e discutir temas como a Lava Jato e a prisão de Lula

Do Terra

O tom belicoso e polarizado que marca a vida política brasileira nos últimos anos ficou longe do primeiro debate com os candidatos à Presidência da República, organizado pela rede de TV Bandeirantes na noite desta quinta-feira (09/08).

Temas que dominam as discussões no país, como a Operação Lava Jato e a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ganharam pouca ou nenhuma atenção da maior parte dos concorrentes, que tentaram, de uma forma ou de outra, se apresentar como políticos que farão tudo diferente do que foi feito no país nos últimos anos.

Até o candidato do governo, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB), preferiu relembrar seus tempos como presidente do Banco Central nos governos Lula do que sua experiência como comandante da economia na atual gestão do presidente Michel Temer.

O resultado foi um debate morno, sem discussões acaloradas ou troca de acusações. Quase nenhum candidato atacou os pontos fracos de seus concorrentes. O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) não foi questionado sobre os escândalos de corrupção envolvendo superfaturamento de obras públicas na área de transporte. E ninguém questionou o presidenciável do PDT, Ciro Gomes, sobre seu histórico de comportamentos agressivos.

O fato de Guilherme Boulos (PSOL) ser o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, que invade edifícios desocupados, foi pouco citado pelos candidatos, e até Jair Bolsonaro (PSL), líder em todos os cenários em que o ex-presidente Lula não aparece nas pesquisas, foi poupado quanto a suas posições extremadas em relação à raça, gênero ou violência pública.

Ainda estiveram presentes o candidato do Podemos, Alvaro Dias, a candidata da Rede, Marina Silva, e o candidato do Patriota, Cabo Daciolo. De acordo com a TV Bandeirantes, foram convidados os candidatos de partidos que têm pelo menos cinco representantes no Congresso. O ex-presidente Lula, candidato do PT, que cumpre prisão em Curitiba, foi convidado, mas não foi autorizado pela Justiça a participar do debate.

Bastidores

A expectativa era grande para este primeiro enfrentamento entre os candidatos, não só pelo clima de tensão e incerteza que toma conta do país. Esperava-se também que candidatos de partidos tradicionais e com resultados pouco animadores nas pesquisas atacassem de forma enfática o líder na corrida presidencial, o capitão reformado do Exército e deputado federal Bolsonaro.

“Meu conselho para ele hoje é moderação, nós sabemos que ele será o alvo e que haverá muita provocação”, disse, pouco antes do debate, o general da reserva Augusto Heleno, amigo pessoal de Bolsonaro e que por pouco não se tornou o vice da chapa do ex-capitão. “Nós estamos fazendo uma preparação com ele, eu tenho participado.”

Famoso por rompantes exacerbados e tom conflituoso, Jair Bolsonaro parece ter escutado os conselhos do colega militar. Manteve-se quase sempre sereno, evitou elevar o tom de voz e, apenas uma vez, entrou em confronto, com Boulos. “Bolsonaro está igual ao Gandhi, uma paz só”, brincou o deputado federal Miro Teixeira (REDE-RJ) na plateia do debate.

“Eu até estava procurando a Olga Curado por aqui, vai ver ele a contratou para fazer com ele o que fez com a Dilma”, disse o também deputado Federal Heráclito Fortes (DEM-PI), em referência à consultora de imagem que teria “domado” o comportamento agressivo da ex-presidente Dilma Rousseff em sua campanha presidencial. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, Curado afirmou que não atuará em nenhuma campanha política este ano.

Alvos

Pouco atacado por seus pares, Bolsonaro esteve tranquilo por quase todo o debate. Mesmo quando Boulos o chamou de “machista”, “racista” e “homofóbico” e o acusou de ter transformado sua vida política em um “negócio em família”, Bolsonaro pouco se alterou. No final, passou a tratar de si mesmo em terceira pessoa, afirmando ser o único político capaz de resolver os problemas do país.

“Só existe uma pessoa que pode mudar o destino do Brasil. Ele se chama Jair Bolsonaro”, disse o candidato.

Sem a polarização esperada com Bolsonaro, Alckmin acabou sendo o mais acionado pelos concorrentes. Marina Silva, Alvaro Dias e Ciro Gomes trataram de lembrar e criticar o grande arco de alianças que o candidato do PSDB conquistou nesta eleição. Com nove partidos aliados, muitos deles ligados de forma profunda aos casos de corrupção que abalaram o país nos últimos anos, como o Mensalão e o Petrolão, Alckmin será o candidato com mais tempo de televisão – mais de cinco minutos.

“Alckmin cometeu um erro, em vez de atacar Bolsonaro, como determinaram seus marqueteiros, acabou sendo atacado, talvez tenha sido o que mais perdeu nesse debate”, disse um estrategista de campanha logo após o debate.

Sem maiores emoções, o debate foi reduzindo o interesse da plateia de jornalistas, convidados e políticos que estiveram na sede da TV Bandeirantes, no bairro do Morumbi. Nos momentos mais enfadonhos, assessores dos partidos políticos jogavam Candy Crush ou paciência no celular. Durante algumas perguntas, réplicas e tréplicas entre Marina Silva e Geraldo Alckmin, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles e Ciro Gomes cochichavam e riam, fora do alcance das câmeras.

“Aqui fora está mais interessante do que lá dentro”, disse um político que pediu para que não fosse revelada sua fuga enquanto seu candidato discursava. No bar instalado pela emissora, havia mais gente interessada nas caipirinhas sem álcool do que no discurso dos candidatos.

Na disputada fila do banheiro, o economista Pérsio Arida, um dos criadores do Plano Real e responsável pela estratégia econômica de Alckmin, fazia piadas com as semelhanças entre Boulos e Lula. “Mas ele está igualzinho, só precisa ter uns calos nas cordas vocais, aí vira o Lula”, dizia, em tom de chiste, enquanto aguardava a vez.

Coube ao candidato do Patriota, o obscuro Cabo Daciolo, quebrar a rotina morna do debate. Com jeito de pastor de igreja neopentecostal, o presidenciável iniciou sua participação com um alto e sonoro “Glória a Deus”. Passou a maior parte do debate afirmando ser ele o único entre todos a não representar a velha política. Prometeu reduzir os combustíveis em 50% e prender todos os sonegadores, “para a honra e glória do senhor Jesus”. Repetiu, inúmeras vezes, ser um seguidor de um “deus vivo” e prometeu fazer com que toda a população brasileira – incluindo os ateus – passe a louvar a Deus.

Terminou sua participação com uma Bíblia na mão, citando trechos do versículo 29 do Livro de Jeremias. “Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, planos de fazê-los prosperar, e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.”

Saiu do debate sendo chamado de Bolsonaro 2 e causando furor nas redes sociais. Antes do fim do debate, passou um dos intervalos tirando selfies com a mulher nos estúdios da TV Bandeirantes.

Marina empata com Aécio no 1º turno e com Dilma no 2º

A primeira pesquisa eleitoral para presidente da República após a morte de Eduardo Campos, realizada pelo Instituto Datafolha, põe a ex-senadora Marina Silva (PSB) com 21% das intenções de voto. Marina desbanca o senador Aécio Neves (PSDB) na segunda posição. Aécio aparece com 20% das intenções de voto, o que representa empate técnico. A presidente […]

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A primeira pesquisa eleitoral para presidente da República após a morte de Eduardo Campos, realizada pelo Instituto Datafolha, põe a ex-senadora Marina Silva (PSB) com 21% das intenções de voto. Marina desbanca o senador Aécio Neves (PSDB) na segunda posição.

Aécio aparece com 20% das intenções de voto, o que representa empate técnico. A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, tem 36% da preferência do eleitorado. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira pela Folha de S.Paulo.

Com Marina, praticamente está descartada a chance de a eleição ser definida no primeiro turno.

Marina venceria Dilma no segundo turno:  Em uma simulação de segundo turno, Marina venceria Dilma, com 47% das intenções de voto contra 43% da petista – situação de empate técnico.

Se o candidato no segundo turno for Aécio, Dilma venceria por 47% a 39%. É o que diz o Datafolha. Dilma ampliou sua vantagem sobre Aécio. Em julho, o cenário era de 44% a 40%.

De acordo com a pesquisa,  a diferença agora está na queda do número de eleitores sem candidato. Com Eduardo, as intenções de voto nulo ou em branco eram 13%. Com Marina, a taxa cai para 8%. Indecisos passaram de 14%, em julho, para 9%, no levantamento atual.

Sem Marina na disputa, segundo o Datafolha, Dilma venceria no primeiro turno, com 41% das intenções de voto, 8% a mais do que a soma dos demais concorrentes.

Por outro lado, houve leve melhora na avaliação do governo. A taxa de rejeição de Dilma – aqueles eleitores que não votam de jeito nenhum em determinado candidato – passou de 35% para 34%. Mesmo assim, ela lidera tal índice. Aécio tem 18% de rejeição e Marina Silva, 11%.

O Datafolha ouviu 2.843 eleitores em 176 municípios nos dias 14 e 15 de agosto. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

 

Raquel Lyra cumpre agenda com o presidente de Portugal

Na manhã desta segunda-feira (17), às 9h30, a governadora Raquel Lyra anunciará ações destinadas à Secretaria Estadual de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS-PE). O anúncio será feito durante a 230ª reunião ordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB-PE), da qual participam Estado e municípios. Em seguida, às 11h, a gestora recebe […]

Na manhã desta segunda-feira (17), às 9h30, a governadora Raquel Lyra anunciará ações destinadas à Secretaria Estadual de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS-PE). O anúncio será feito durante a 230ª reunião ordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB-PE), da qual participam Estado e municípios.

Em seguida, às 11h, a gestora recebe o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, que estará no Brasil pela primeira vez em 2025. Neste horário, o chefe de Estado vai conhecer as instalações do Real Hospital Português.

Às 14h30, a governadora acompanha o presidente de Portugal em uma solenidade na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que concederá a ele o título de Doutor Honoris Causa em função de sua ampla experiência e relevante produção científica na área do Direito.

Ainda nesta segunda, às 17h, Raquel Lyra anunciará, junto à Azul Linhas Aéreas, uma nova operação direta entre o Aeroporto Internacional dos Guararapes, no Recife, com a capital da Espanha, Madrid, considerada o coração e centro cultural, político e histórico do país europeu.

AGENDA DA GOVERNADORA RAQUEL LYRA | Segunda-feira 17 de fevereiro de 2025

9h30 – Participa da 230ª reunião ordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB-PE)

Local: Hotel Jangadeiro (Av. Boa Viagem, 3114, Boa Viagem, Recife-PE)

11h – Visita o Real Hospital Português com o presidente de Portugal 

Local: Av. Gov. Agamenon Magalhães, 4760, Paissandu, Recife-PE)

14h30- Cerimônia de entrega de título de Doutor Honoris Causa ao presidente de Portugal 

Local: Salão Nobre da Faculdade de Direito do Recife (Praça Adolfo Cirne, S / N – Boa Vista, Recife-PE)

17h – Anúncio do voo para Madrid com a Azul

Local: Palácio do Campo das Princesas (Praça da República, S/N – Santo Antônio, Recife-PE)

Serra: Saúde comemora recuperados de leitos de retaguarda

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registradas às duas primeiras curas clínicas de pacientes internados nos leitos de retaguarda do município no Hospital São José. Dos seis pacientes encaminhados pelo Hospam para os leitos de retaguarda, dois já venceram a Covid-19 e receberam alta médica nesta sexta-feira (31) Os pacientes curados […]

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registradas às duas primeiras curas clínicas de pacientes internados nos leitos de retaguarda do município no Hospital São José.

Dos seis pacientes encaminhados pelo Hospam para os leitos de retaguarda, dois já venceram a Covid-19 e receberam alta médica nesta sexta-feira (31)

Os pacientes curados são dois idosos,  sendo  uma senhora de 75 anos e um senhor de 92 anos.

Os outros quatro pacientes internados no Hospital São José permanecem estáveis e são acompanhados pelos profissionais de saúde da unidade.  

“Cada paciente recuperado no município é uma alegria muito grande pra gente,  motivo de comemoração.  E graças aos esforços que  vêm sendo feitos,  ao trabalho incansável dos profissionais de saúde, ao acompanhamento diário dos casos positivos pela Atenção Básica e equipe de Vigilância já temos mais de 1.600 pacientes recuperados. Pessoas que venceram o vírus em nossa cidade”, comemorou o Prefeito Luciano Duque.