A quarta reunião da CPI que investiga as faculdades irregulares em Pernambuco terminou ontem (18/11) às 23h06 com uma pessoa detida, comprovações de atuação ilícita por parte de entidades e com convocações de testemunhas que faltaram ao depoimento de forma coercitiva, para a próxima reunião. O diretor-geral da Fundação de Ensino Superior de Olinda (Funeso), […]
A quarta reunião da CPI que investiga as faculdades irregulares em Pernambuco terminou ontem (18/11) às 23h06 com uma pessoa detida, comprovações de atuação ilícita por parte de entidades e com convocações de testemunhas que faltaram ao depoimento de forma coercitiva, para a próxima reunião.
O diretor-geral da Fundação de Ensino Superior de Olinda (Funeso), o professor Célio da Costa Silva, foi detido durante reunião da CPI acusado de falso testemunho. Ao todo, a Comissão ouviu oito representantes de organizações que, sem possuírem autorização do MEC, estariam oferecendo cursos livres com a promessa de certificar os alunos, ao final, com um diploma de graduação.
“Estamos aprofundando nossa investigação e os depoimentos estão revelando que estamos diante de uma rede de práticas irregulares do exercício do magistério, da oferta de cursos que não vão gerar diplomas lícitos ou com condições de serem validados e reconhecidos”, disse Teresa Leitão, relatora da CPI.
“Tivemos a revelação muito transparente de como essa rede atua, se utilizando da terceirização de serviços, de terceirização de entidades, sem condições de entregar o diploma. Fere o direito do consumidor e dos estudantes de ter um curso que é lhes prometido no ato da matrícula”, lamenta a deputada.
Segundo o presidente da CPI, Rodrigo Novaes (PSD), foram verificadas contradições no depoimento do representante da Funeso a respeito do funcionamento da instituição em outros estados.
Questionado inicialmente sobre o oferecimento de cursos de extensão pela entidade em cidades do Rio Grande do Norte ou da Bahia, conforme anúncios publicitários apresentados pelos deputados, o depoente negou tal existência. No entanto, em outro momento, Célio José da Costa disse que teria que verificar quantos alunos a instituição teria matriculado fora de Pernambuco.
A partir da próxima quarta (25), deverão vir à CPI, de forma coercitiva, o representante das Faculdades Extensivas de Pernambuco (Faexpe), Thiago Gomes do Nascimento e seu sócio, Ivani de Freitas Silva.
O Diretor do Instituto Múltipla Ronald Falabella, enviou nota ao blog avaliando as pesquisas realizadas em parceria com o Blog nas eleições deste ano. Com base nos levantamentos divulgados, apenas em Tabira, o primeiro lugar apontado não venceu as eleições. O blog acertou os eleitos em Afogados da Ingazeira, Sertânia, Serra Talhada, Pedra e Custódia. […]
Reunião de julho e agora, avaliação dos resultados: parceria mais que exitosa
O Diretor do Instituto Múltipla Ronald Falabella, enviou nota ao blog avaliando as pesquisas realizadas em parceria com o Blog nas eleições deste ano. Com base nos levantamentos divulgados, apenas em Tabira, o primeiro lugar apontado não venceu as eleições.
O blog acertou os eleitos em Afogados da Ingazeira, Sertânia, Serra Talhada, Pedra e Custódia. Em São José do Egito, a pesquisa cravou empate técnico entre Evandro e Romério, mas uma liminar proibiu a exibição dos dados. O blog chegou a antecipar que a eleição mais dura seria na Capital da Poesia, o que de fato aconteceu.
Em Tabira, havia empate técnico no limite da margem entre Nicinha de Dinca e Sebastião Oliveira. O Diretor do Múltipla, Ronald Falabella, chegou a prever que Tabira teria um dos pleitos mais imprevisíveis da região.
O dado pode ter feito entrar em campo o voto contra Dinca, partindo de indecisos e de militantes de Zé de Bira, que tinha segundo o Múltipla entre 15% e 21% dos votos. Sebastião, que teve dificuldades por conta da alta rejeição, sabendo o quanto deve melhorar.
Em Serra Talhada, a maior polêmica foi no tocante ao percentual de Victor Oliveira, pois o resultado da última pesquisa não aferiu o crescimento à casa dos 43%. Mas, esclarece Ronald que, ao contrário de institutos dos grandes centros como Ibope e Datafolha, não são feitas pesquisas na sexta no sábado que antecede o pleito. Assim, o retrato de 25 a 27 da corrida em Serra não era estático e se movimentou até o dia do pleito.
Múltipla alertou: a dúvida é se a curva ascendente de Victor mantém-se até o dia da votação. Isso poderá fazer com que a diferença aferida hoje seja diferente no dia da eleição. Assim, com base nas duas pesquisas realizadas, Ronald cálculos quanto ele ganhou em percentual por dia. O resultado mostra que se o instituto continuasse aferindo o crescimento até a véspera das eleições, muito provavelmente chegaria próximo ou cravaria o resultado. Veja:
Projeção de perda percentual do candidato Luciano Duque entre o dia 28/09 ao dia 02/10, tomando por base a perda média diária entre a pesquisa terminada no dia 21/09 (Pesquisa 1) e a data final da pesquisa terminada no dia 27/09 (Pesquisa 2) = – 1,2% da sua votaçãoPerda percentual do candidato Luciano Duque em 06 dias, ou seja entre a pesquisa terminada no dia 21/09 (Pesquisa 1) e a data final da pesquisa terminada no dia 27/09 (Pesquisa 2) – -7,4% da sua votação, média de perda por dia = -7,4%/6 = – 1,2% da sua votaçãoGanho percentual do candidato Victor Oliveira em 06 dias, ou seja entre a pesquisa terminada no dia 21/09 (Pesquisa 1) e a data final da pesquisa terminada no dia 27/09 – 35,9% da sua votação, média de ganho por dia = 35,9%/6 = 6,0% da sua votaçãoComparativo entre a projeção e o resultado da eleição
Nas outras cidades, acertou nos levantamentos . Um fenômeno que foi registrado, mas já com previsão atestada pelo Instituto, foi o da migração de indecisos para candidatos que estavam em segundo em um ou outro levantamento. Isso porque, como o Múltipla antecipou, onde havia indecisos m cenário com um candidato mais descolado à frente, era sinal de que tinham tendência de migrar para o 2º colocado.
“O eleitorado não assume o voto na segunda ou terceira via para não indicar que votará em quem vai perder. Onde há um candidato disputado, não há sentido de não assumir que se votará nele. Assim, indecisos tendem a migrar para segundo ou terceiro colocados.
Três cidades do interior de Pernambuco terão apenas um candidato a prefeito disputando as eleições deste ano. Além de Alagoinha, no Agreste do estado, em que Uilas Leal foi o único a se candidatar nas convenções, as cidades de Jupi e Terezinha também terão candidatura única em 2020. Em Jupi, também no Agreste, apenas o […]
Três cidades do interior de Pernambuco terão apenas um candidato a prefeito disputando as eleições deste ano.
Além de Alagoinha, no Agreste do estado, em que Uilas Leal foi o único a se candidatar nas convenções, as cidades de Jupi e Terezinha também terão candidatura única em 2020.
Em Jupi, também no Agreste, apenas o atual prefeito Marcos Patriota (Democratas) realizou a convenção. A oposição não apresentou um candidato.
Em Terezinha, no Agreste, o atual prefeito Matheus Martins (PSB) e o vice-prefeito Rogério Bezerra serão chapa única este ano. Isso acontece pela segunda vez em Teresinha nos últimos 20 anos.
Uilas Leal (PSB) foi a única candidatura inscrita nas convenções do município de Alagoinha.
Apesar de vários nomes da oposição terem sido cotados, nenhum deles aceitou se candidatar nas eleições deste ano. Ele é o atual gestor da cidade e está se candidatando à reeleição.
Segundo o analista político Fernando Andrade, a situação não é rara de acontecer. “Não é um fato isolado na política nacional. Em 2016, por exemplo, isso ocorreu em quase 100 cidades. Para ser mais exato, 97 cidades só tiveram um candidato disponível para votação”, explicou.
Se a população ficar insatisfeita com as poucas opções de candidatos para votar, não há como adicionar outros candidatos para concorrer porque o prazo das convenções eleitorais já terminou.
“A população deve questionar os demais partidos por não terem lançados candidatos. A população precisa cobrar por que os candidatos não lançaram candidaturas próprias”, finaliza.
A Prefeitura de Tabira oficializou a abertura do Ano Letivo de 2026 durante o Encontro Pedagógico realizado na quarta-feira (11). No evento, a gestão municipal anunciou o envio de um projeto de lei à Câmara de Vereadores para garantir bonificação financeira a educadores da rede pública. A medida beneficia 15 professores do 2º ano pelo […]
A Prefeitura de Tabira oficializou a abertura do Ano Letivo de 2026 durante o Encontro Pedagógico realizado na quarta-feira (11). No evento, a gestão municipal anunciou o envio de um projeto de lei à Câmara de Vereadores para garantir bonificação financeira a educadores da rede pública.
A medida beneficia 15 professores do 2º ano pelo desempenho na Avaliação de Fluência Leitora e outros 12 profissionais integrantes do projeto “Rede Que Lê”. Cada educador homenageado deve receber um bônus equivalente a um salário mínimo.
O anúncio ocorre em um contexto de avanços nos indicadores educacionais do município. Segundo dados da Secretaria Municipal de Educação e Esportes, 82% dos estudantes do 2º ano atingiram o nível de leitura fluente em 2025. “Esse resultado é fruto de dedicação, compromisso e amor pela educação”, afirmou o prefeito Flávio Marques.
Para a secretária de Educação, Aracelis Batista, o foco está na construção coletiva do ambiente escolar. “A educação de Tabira avança porque é construída por muitas mãos. Que este seja um ano de ainda mais aprendizado e transformação”, declarou a gestora durante o acolhimento aos servidores no Tabira Campestre Clube.
A programação do encontro incluiu a apresentação das novas equipes de coordenação e palestras sobre inteligência emocional no cotidiano escolar. As atividades de planejamento pedagógico seguem nesta quinta-feira (12), na Escola Municipal Dona Toinha, preparando a rede para o início das aulas, previsto para o dia 23 de fevereiro.
Do blog do Geraldo Palmeira Na manhã desta sexta-feira (11) foi realizado na Câmara de Vereadores um fórum para discutir o futuro do Fundo de Previdência de São José do Egito (Funpresje) no tocante as condições de se ter recursos suficientes para pagar os vencimentos dos aposentados e pensionistas. As projeções ora vislumbradas dão conta […]
Na manhã desta sexta-feira (11) foi realizado na Câmara de Vereadores um fórum para discutir o futuro do Fundo de Previdência de São José do Egito (Funpresje) no tocante as condições de se ter recursos suficientes para pagar os vencimentos dos aposentados e pensionistas.
As projeções ora vislumbradas dão conta de que há a possibilidade real de daqui a alguns anos os servidores inativos serem prejudicados em não receberem os seus salários.
A reunião foi coordenada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de São José do Egito que enviou sua presidente Lúcia Maria para conduzir os trabalhos.
Na ocasião os vereadores Antônio Andrade, Albérico Tiago, Alberto de Zé Loló, Beto de Marreco, Claudevan Filho, David Teixeira, Rildo Fernando (Prato de Papa), Rogaciano Jorge, Rona Leite e Tadeu Gomes puderem desenvolver questionamentos ao Poder Executivo sobre os repasses que ocorrem mensalmente.
Pela prefeitura estavam presentes o secretário de Finanças Augusto Valadares, o procurador municipal Rênio Líbero, a diretora geral do Funpresje Gislaine Oliveira e o assessor jurídico do fundo Tiago Salviano.
Segundo o secretário Augusto Valadares, todo mês o Funpresje gera folha média de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais). Desse montante R$ 180.000,00 provém das contribuições dos servidores da ativa e os outros R$ 320.000,00 saem como aporte dos cofres públicos municipais. Valadares disse ainda que esse valor repassado vem aumentado consideravelmente, o que onera o tesouro municipal.
O fundo dispõe de dois planos. O que tem acumulado em torno de 6 milhões de reais paga apenas seis aposentados. O outro não tem dinheiro e a maior parte dos servidores inativos recebe por ela. É exatamente aí onde se localiza o principal problema. Muitos servidores devem se aposentar em breve e seus vencimentos estarão atrelados exatamente ao fundo que não dispõe de recursos.
Algumas sugestões nesse primeiro momento foram dadas, entre elas a contratação de uma consultoria para estudar as melhores possibilidades de equalizar o problema e a troca de experiências com outros fundos que estão em boa fase.
Fico marcado um próximo fórum para o próximo dia 25, às 10h, também no plenário da Câmara de Vereadores.
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