
O PL terá a maior parcela do Fundo Especial de Financiamento de Campanha nas eleições de 2026. A legenda terá direito a cerca de R$ 881,7 milhões dos quase R$ 5 bilhões de recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas. A definição ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral encerrar, na última terça-feira (18), uma ação […]

O PL terá a maior parcela do Fundo Especial de Financiamento de Campanha nas eleições de 2026. A legenda terá direito a cerca de R$ 881,7 milhões dos quase R$ 5 bilhões de recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas.
A definição ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral encerrar, na última terça-feira (18), uma ação apresentada pelo PT que questionava parte do cálculo da distribuição. A desistência do partido permitiu a liberação de aproximadamente R$ 2,3 bilhões que estavam retidos enquanto o processo permanecia pendente.
O PT terá a segunda maior parcela do fundo, com R$ 615,4 milhões. Na sequência aparecem União Brasil, com R$ 526,2 milhões; PSD, com R$ 421 milhões; e PP, com R$ 417 milhões.
Os cinco maiores valores são:
PL: R$ 881,7 milhões;
PT: R$ 615,4 milhões;
União Brasil: R$ 526,2 milhões;
PSD: R$ 421 milhões;
PP: R$ 417 milhões.
Somados, PL e PT concentram aproximadamente R$ 1,5 bilhão, o equivalente a 30,2% dos R$ 4,961 bilhões disponíveis no Fundo Eleitoral deste ano.
Por que parte do dinheiro estava retida?
O PT havia recorrido ao TSE para questionar o número de deputados considerado no cálculo de uma das parcelas do fundo. A legenda defendia que fossem contabilizados 69 deputados federais eleitos em 2022, e não 68.
Se a tese fosse aceita, a parcela total destinada ao partido poderia subir dos atuais R$ 615,4 milhões para cerca de R$ 620 milhões.
Como 48% do Fundo Eleitoral são distribuídos proporcionalmente ao número de representantes eleitos para a Câmara dos Deputados, uma eventual alteração no cálculo do PT afetaria também os valores destinados às demais legendas.
Durante o julgamento, a ministra Estela Aranha pediu vista, interrompendo a análise. Posteriormente, o PT desistiu da ação, e o processo foi extinto sem julgamento do mérito. Com isso, foi mantida a divisão divulgada pelo TSE em junho.
Como funciona a divisão
O Fundo Eleitoral é formado por recursos públicos e será de R$ 4.961.519.777 nas eleições deste ano.
Pela legislação, 2% são divididos igualmente entre os partidos registrados no TSE; 35% levam em conta os votos obtidos pelas legendas na última eleição para a Câmara; 48% são distribuídos conforme o número de deputados federais eleitos; e 15% consideram a representação partidária no Senado.
Fonte: CNN Brasil
Imqgem: Reprodução
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Pegou fogo o debate entre os coordenadores das campanhas de Raquel Lyra, Fredson Britto, e João Campos, Adelmo Moura, no programa Pajeú nas Eleições, com Juliana Lima. Sobrou até pra Eduardo Campos. Adelmo fez a defesa do falecido governador e seu investimento na saúde. Fredson entretanto, disse que ele não fez reformas no nível de Raquel na Restauração, Otávio de Freitas e outras unidades. Rolou até cantada de aposta:
Nos grupos de Afogados, bolsonaristas comemoraram o anúncio dos vereadores governistas. Como o Corujão do Pepeu antecipou e o blog confirmou, estarão com Mendonça Vicentinho, Gal Mariano, Mário Martins, Cícero Miguel, Cancão, Douglas Eletricista e Simone da Feira. Mendonça promete ser o calo pernambucano de Lula no Senado, caso o presidente seja reeleito. Em uma rede social, o candidato a Deputado Wellington Júnior, da direita, ironizou: “viraram fascistas?”
Nas redes sociais, aliados de Zé Negão lamentaram sua ausência no adesivaço de Danilo Simões, candidato a Federal, ontem. Segundo aliados de Danilo, Edson Henrique participou normalmente da atividade. Também que a agenda foi planejada poucas horas antes da atividade. Há uma divisão nos Estaduais dos dois: Zé e Edson com Marconi e Danilo com Romero Sales Filho.
Nomes curiosos de candidatos esse ano: Já Morreu (PSB), Caio Marx (PSTU), Taxista Samurai (PDT), Flávio Caça Rato (MDB), Galo Cego (PSD), Bhio de Dois Leões (REDE), Irmão Bob do Taxi (PSB) e Carneirinho Defensor dos Motor (DC).
Arcoverde também é uma das cidades divididas entre votar em nomes alinhados com o prefeito Zeca Cavalcanti, que apoia Gustavo e Marcelo Gouveia, e a garantia de elegibilidade, contra os nomes da terra, Luciano Pacheco, Israel Guerra, João do Skate, Olavo Bandeira e Já Morreu. Os da terra chamam os nomes governistas de “forasteiros”. Em troca, Célia Galindo, aliada de Zeca, diz que “da terra só minhoca”.
Frase da semana:





















































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