Entre Lulismo e Bolsonarismo, o desafio de Raquel
Um fato, os bolsonaristas estão alinhados em sua ampla maioria ao projeto da governadora Raquel Lyra à reeleição.
Sem um nome pra chamar de seu, já que Gilson Machado, Eduardo Moura e André Ferreira, dentre outros, buscarão cargos proporcionais, os mais à direita sinalizam apoio à governadora. Basta ver a movimentação deles nas redes sociais.
Não é só um voto pró Raquel. É um voto contra João Campos, para evitar a volta do Eduardismo e do centro esquerda ao poder. Parte deles votam por rejeitar Campos e não ter opção mais à extrema direita.
Aí se gera o desafio de Raquel: ela quer a imagem de Lula em seu palanque, para anular os efeitos de apoio exclusivo a João Campos, mas não pode se atirar totalmente para não perder uma base que não pode ser desconsiderada.
A arrumação tem um complicador: o caminho que o PSD vai tomar no país, com a costura de Gilberto Kassab. O presidente nacional da legenda de Raquel já disse que o partido terá candidato próprio no primeiro turno e que se no segundo turno der Lula e Flávio Bolsonaro, maior tendência, apoiará o filho de Jair. Raquel terá que ter muito jogo de cintura para lidar com esses cenários.





















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