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O encanto de Vertin Moura no Cine São José

Por Nill Júnior

Colaborou Alexandre Morais, com fotos de Bruna Verlene

O show de Vertin Moura, ontem (25), no Cine São José, culminou com elogios a todos os itens. A participação do irmão Helton Moura, o local, som, luz, acessibilidade, público e outros cuidados deixaram a noite inesquecível. O próprio músico declarou-se encantado. “Afogados tem um significado muito forte pra mim e pra minha formação artística. Voltar aqui e viver tudo isso foi fantástico”.

A volta proporcionou reencontros e relembranças. No repertório teve músicas autorais embaladas nas calçadas da cidade há cerca de 10 anos. Um exemplo foi Filhosofia, parceria de Vertin e Sandrinho Palmeira, hoje prefeito de Afogados. “Foi uma fase de muita produção e o meu primeiro disco foi montado ali. O restante do trabalho é todo fruto dessa raiz”, explicou Vertin.

Na plateia os sentimentos misturaram surpresas e certezas. “Cheguei sem conhecer e saí como fã”, declarou Maria Ana Siqueira. “Vertin tá numa crescente que a gente já acreditava lá de trás. Feliz por acompanhar todo o trabalho dele”, confidenciou Felipe Siqueira.

Oficinas – O show integra uma circulação de Vertin Moura por cinco cidades do interior pernambucano. Em Afogados, junto com o escritor Fred Caju, o projeto incluiu oficinas literárias nas escolas Padre Carlos Cottart e Gizelda Simões.

“Foram momentos enriquecedores. Somaram às atividades da escola e os alunos ficaram encantados”, avaliaram as professoras Geórgia Souza e Teresa Paula. Todas as atividades foram incentivadas pelo Governo de Pernambuco, através do Funcultura, com apoio da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, através das secretarias de Cultura e Educação.

Outras Notícias

Ex-prefeito Genivaldo Soares nega substituição na chapa da oposição em Solidão

O pré-candidato à Prefeitura de Solidão Genivaldo Soares (PSD), falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM com o objetivo de esclarecer que em nenhum momento a oposição ventilou a possibilidade de lhe substituir pelo filho e Engenheiro Civil  José Carol. Genivaldo colocou a culpa pelo que chamou de boato, na oposição ao seu […]

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O pré-candidato à Prefeitura de Solidão Genivaldo Soares (PSD), falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM com o objetivo de esclarecer que em nenhum momento a oposição ventilou a possibilidade de lhe substituir pelo filho e Engenheiro Civil  José Carol.

Genivaldo colocou a culpa pelo que chamou de boato, na oposição ao seu projeto. O ex-prefeito aproveitou para criticar o governo Cida Oliveira (PSB) que não paga aos servidores contratados faz cinco meses. Ao mesmo tempo disse que o Garantia Safra só foi pago porque os governistas souberam que ele iria a Rádio Cidade e se anteciparam.

Genivaldo aproveitou para dizer que a Prefeitura de Solidão recebeu de janeiro a agosto de 2014 um total de R$ 3.784.106,80 e no mesmo período de 2015, R$ 4.109.238,67. São  R$ 325 mil  a mais. Ela não pagou o Garantia Safra no período por falta de gestão”.

Soares não soube explicar porque a ex-prefeita Neta Melo, que já tinha lhe garantido apoio, pulou para o lado da Prefeita.

Já o filho José Carol mostrou-se tão entusiasmado com a possibilidade do pai Genivaldo chegar ao poder, que já deixou um recado: “Depois do meu pai, não abro prá ninguém e serei candidato”.

Sonhador, Carol disse que vai unir todas as correntes para que não exista mais nem oposição em Solidão. E numa crítica à Prefeita Cida, disse que ela acabou com cultura  religiosa e de turismo no município, ao não apoiar a Festa dos Romeiros.

Paulo Câmara recebe deputado Rodrigo Maia no Palácio do Campo das Princesas

O governador Paulo Câmara recebeu, na manhã desta quinta-feira (17.01), no Palácio do Campo das Princesas, o presidente da Câmara dos Deputados e candidato à reeleição, Rodrigo Maia. No encontro, que contou com a presença de parlamentares da bancada pernambucana e também de outros Estados, Maia e Paulo debateram a política nacional e os desafios […]

O governador Paulo Câmara recebeu, na manhã desta quinta-feira (17.01), no Palácio do Campo das Princesas, o presidente da Câmara dos Deputados e candidato à reeleição, Rodrigo Maia. No encontro, que contou com a presença de parlamentares da bancada pernambucana e também de outros Estados, Maia e Paulo debateram a política nacional e os desafios de Pernambuco e do Brasil para os próximos anos.

Assim como Rodrigo Maia, outros candidatos ao comando da Mesa serão recebidos pelo governador no Palácio, durante o mês de janeiro. O próximo encontro acontece já nesta sexta-feira (18), quando Paulo Câmara recebe com o deputado federal alagoano João Henrique Caldas (JHC), às 10h.

Estiveram presentes ao encontro de hoje a vice-governadora Luciana Santos; os deputados federais pernambucanos Tadeu Alencar, Danilo Cabral, João Campos, Wolney Queiroz, Fernando Monteiro, Augusto Coutinho, Sílvio Costa Filho, Renildo Calheiros, Ossésio Silva, André de Paula e Raul Henry, além do futuro deputado estadual William Brígido. A comitiva de Rodrigo Maia contou ainda com os deputados federais Sheridan Oliveira (RR), Laura Carneiro (RJ) e Marcos Pereira (SP).

Datafolha: Lula mantém 45%. Bolsonaro vai a 34%

Ciro Gomes (PDT) tem 7% e Simone Tebet (MDB) tem 5%. Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (9), encomendada pela Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, mostra que o ex-presidente Lula (PT) tem 45% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial. Ele é seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 34%. Ciro […]

Ciro Gomes (PDT) tem 7% e Simone Tebet (MDB) tem 5%.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (9), encomendada pela Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, mostra que o ex-presidente Lula (PT) tem 45% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial.

Ele é seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 34%. Ciro Gomes (PDT) tem 7% e Simone Tebet (MDB) tem 5%.

Em relação à pesquisa anterior do Datafolha, de 1º de setembro, Lula se manteve igual. Já Bolsonaro foi de 32% para 34%, enquanto Ciro tinha 9% e agora tem 7%. Tebet tem os mesmos 5% do outro levantamento, e Soraya Thronicke (União Brasil) segue com 1%.

Lula está 11 pontos à frente de Bolsonaro. Segundo o Datafolha, essa é a menor distância entre os dois desde maio (48% a 27% na ocasião, uma diferença de 21 pontos). Na pesquisa anterior, em 1º de setembro, essa diferença era de 13 pontos (45% a 32%).

A pesquisa ouviu 2.676 pessoas em 191 municípios nos dias 8 e 9 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-07422/2022.

Em votos válidos, modalidade que não leva em conta os votos nulos, brancos e indecisos, neste momento, há indicação para a realização de segundo turno.

Lula tem 48%, mesmo percentual de 1º de setembro. Bolsonaro tem 36% contra 34% no levantamento anterior.

Medidas contra Bolsonaro visam a evitar fuga

Investigadores da Polícia Federal consideram que as medidas restritivas contra Jair Bolsonaro (PL) equivalem a um misto de prisão domiciliar com regime semiaberto, pois o ex-presidente poderá sair de casa durante o dia, exceto aos fins de semana. Na visão de investigadores ouvidos pelo blog de Andrea Sadi, Bolsonaro dobra a aposta ao longo do processo […]

Investigadores da Polícia Federal consideram que as medidas restritivas contra Jair Bolsonaro (PL) equivalem a um misto de prisão domiciliar com regime semiaberto, pois o ex-presidente poderá sair de casa durante o dia, exceto aos fins de semana.

Na visão de investigadores ouvidos pelo blog de Andrea Sadi, Bolsonaro dobra a aposta ao longo do processo de investigação do golpe desde o início das apurações- e vem escalando.

Nesta sexta-feira (18), Bolsonaro foi alvo de busca e apreensão pela PF em uma operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Moraes proibiu Bolsonaro de sair da cidade em que vive, de se aproximar de embaixadas e consulados, e de deixar a residência entre as 19h e às 6h e aos fins de semana. Além disso, obrigou o ex-presidente a usar tornozeleira eletrônica.

Para investigadores, essas medidas também visam a impedir que Bolsonaro fuja do Brasil. No começo da semana, a Procuradoria Geral da República (PGR) pediu a condenação dele no inquérito da tentativa de golpe de Estado por crimes cujas penas máximas passam de 40 anos de prisão.

Investigadores lembram o caso da deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) que, 20 dias após ser condenada à prisão pelo STF por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), fugiu do país. Ela segue em liberdade.

Lembram, também, que ex-presidente admitiu ter enviado R$ 2 milhões para o filho Eduardo Bolsonaro, deputado licenciado pelo PL de SP, que vive nos Estados Unidos.

Operação contra Bolsonaro é no inquérito que investiga coação ao STF

A operação contra o ex-presidente ocorre no inquérito aberto a pedido da PGR para investigar uma suposta tentativa de Eduardo Bolsonaro de interferir no andamento da ação penal da tentativa de golpe de Estado.

A PGR vê indícios de que o ex-presidente tenha sido beneficiado diretamente pelas ações do filho.

Eduardo Bolsonaro é suspeito de tentar influenciar o governo norte-americano, especialmente aliados do ex-presidente Donald Trump, a impor sanções contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em 9 de julho, Trump anunciou tarifas de 50% sobre todas as exportações brasileiras argumentando que Bolsonaro era vítima de uma “caça às bruxas” por conta dos processos a que responde no Brasil.

Governo reduz previsão de alta do PIB e libera R$ 1,58 bilhão para o MEC

G1 O governo reduziu a expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019, de 2,2% para 1,6%. A revisão foi anunciada nesta quarta-feira (22) pelo Ministério da Economia. Apesar da queda, a expectativa ainda é mais otimista do que a do mercado financeiro, que espera uma alta de 1,24% no PIB em […]

Secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues.

G1

O governo reduziu a expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019, de 2,2% para 1,6%. A revisão foi anunciada nesta quarta-feira (22) pelo Ministério da Economia.

Apesar da queda, a expectativa ainda é mais otimista do que a do mercado financeiro, que espera uma alta de 1,24% no PIB em 2019.

“Essa previsão foi feita há algumas semanas, próxima ao que o mercado estimava na ocasião. Sabemos que ela se alterou, com viés de baixa, para 1,24%. Mas, em função da necessidade de termos de preparar várias informações, envolvendo várias instituições, mantivemos essa estimativa para 2019”, afirmou o secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues.

Além disso, ao contrário do que era esperado, o anúncio da revisão da expectativa para o PIB não veio acompanhado de um novo bloqueio de gastos.

O crescimento menor da economia implica em uma arrecadação de impostos menor que a prevista. Isso faz com que o governo tenha mais dificuldade para cumprir a meta fiscal. Para este ano, a meta é déficit (despesas maiores que receitas) de R$ 139 bilhões.

Mais verba para Educação e Meio Ambiente

Ao invés do bloqueio, para compensar a perda na arrecadação de R$ 2,16 bilhões, o governo anunciou que vai usar uma parte da chamada “reserva de contingência” – uma margem de precaução para cumprimento da meta fiscal – para acomodar esse valor.

Além disso, o governo também resolveu liberar gastos em R$ 1,587 bilhão, para o Ministério da Educação, e de R$ 56 milhões, para o Ministério do Meio Ambiente. Com isso, a reserva de contingência, que era de R$ 5,37 bilhões, caiu para R$ 1,562 bilhão.

Segundo Rodrigues, a decisão de não efetuar novo bloqueio, e de liberar mais recursos para a Educação e para o Meio Ambiente, foi de governo. Apesar de questionado, ele não respondeu se a liberação de recursos está relacionada com os protestos da população do dia 15 de maio.

“O governo tem de estabelecer prioridades. Uma prioridade deste momento é de recomposição desses dois ministérios e de não contingenciamento de outros. As decisões são tomadas em colegiado”, declarou ele.

Em março, o governo anunciou um contingenciamento de R$ 29,7 bilhões em despesas previstas para o ano de 2019, justamente para tentar atingir a meta fiscal. Desse total, R$ 5,8 bilhões foram cortados da Educação, R$ 5,1 bilhões na Defesa e R$ 2,9 bilhões em emendas parlamentares.

Além disso, no começo de maio, por meio de uma portaria, o governo retirou mais R$ 1,6 bilhão da Educação e destinou a outros ministérios. Esse valor está sendo recomposto, neste momento, com a liberação dos recursos anunciada nesta quarta-feira (22).

Por conta do bloqueio, a verba para custeio e investimentos estimada para este ano é a menor desde 2008, quando começou a série história do Tesouro Nacional, em todas as áreas, não somente para Educação.

O limite dos gastos discricionários (não obrigatórios) caiu de R$ 129 bilhões para R$ 86,1 bilhões em 2019. O governo afirma que buscará reverter o bloqueio no decorrer de 2019 e, com isso, tentar elevar o limite dos gastos com custeio e investimentos.