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No Agreste Central, Paulo Câmara autoriza obras de pavimentação da PE-103

Por André Luis

Com recursos do Plano Retomada, governador  também contemplou as áreas de saúde, desenvolvimento urbano e habitação, assistência social e educação nos municípios de Sairé e Camocim de São Félix 

O governador Paulo Câmara iniciou as ações do Plano Retomada, nesta sexta-feira (17.06), no Agreste Central, com visitas aos municípios de Sairé e Camocim de São Félix. No primeiro, ele assinou ordem de serviço para obras de implantação e pavimentação da PE-103, no trecho variante da barragem da Usina de Serro Azul. 

Com extensão total de 29,50 quilômetros, os serviços serão executados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER) em três etapas, com um aporte de R$ 34 milhões. 

“Estamos recuperando a PE-103 e esperamos entregar a via pronta até o final do ano, garantindo o ir e vir da população com segurança. São ações para movimentar a cidade economicamente, gerando emprego e renda e melhorando a qualidade de vida do povo. Estamos muito satisfeitos de poder fazer essas parcerias com o povo de Sairé”, destacou Paulo Câmara.

O governador autorizou ainda a licitação do projeto e obra de implantação do Sistema de Abastecimento de Água Cruzeiro do Oeste e Jabuticaba. O investimento, de mais de R$ 3 milhões, beneficiará 1,8 mil habitantes. 

Para reforçar a assistência social, ele liberou R$ 60 mil para manutenção do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e R$ 30 mil para o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). 

Na mesma área, repassou verbas para pagamento do Benefício Eventual e para instalação de uma cozinha comunitária, além de fazer a entrega de kits do Pernambuco que Alimenta, programa que garante o fornecimento de alimentos produzidos por agricultores familiares à população mais vulnerável.

Sairé também recebeu investimentos na área de desenvolvimento urbano, com a formalização de convênio para pavimentação em paralelepípedo e em asfalto em diversas ruas do município, autorização de serviços de limpeza de barreiros e açudes, e de perfuração e instalação de 25 poços para a localidade. As ações contam com investimentos de R$ 3,6 milhões.

Encerrando a visita, ele autorizou a implantação da Central de Oportunidades de Pernambuco (COPE) no município; assinou documento de licitação para construção de quadra coberta da EREM João Pessoa Souto Maior; e repassou mais de R$ 249 mil para o fortalecimento da rede municipal de saúde. 

CAMOCIM DE SÃO FÉLIX — Em seguida, Paulo Câmara esteve em Camocim de São Félix, onde assinou ordem de serviço para implantação da segunda etapa da Rodovia VPE-119, no trecho com extensão de oito quilômetros, entre a PE-103 e a BR-232, em Sapucarana, orçada em R$ 13,3 milhões. O governador também autorizou o lançamento do edital para escolha da empresa responsável pela obra de restauração da PE-112, na extensão de 25,1 km entre a PE-103 e a PE-109, em Camocim de São Félix. A licitação deve ser publicada em julho, e o valor estimado das obras é de R$ 37,6 milhões. 

No âmbito da assistência social, foram liberados repasses para manutenção do Cras e Creas, pagamento de Benefício Eventual e instalação de uma cozinha comunitária. Para a saúde, o governador assegurou mais de R$ 808 mil, formalizou convênio para recapeamento asfáltico de diversas ruas do município, no valor de R$ 2 milhões, e também autorizou serviços de limpeza de barreiros e açudes.

Por fim, foi anunciada a licitação para obras de adequação e melhorias do sistema de abastecimento de água do município. Será implantada uma adutora de água bruta, a partir de uma derivação do novo Sistema Adutor de Serro Azul, que contemplará cerca de 15 mil pessoas com o transporte de 50 litros de água por segundo. 

Além do reforço na vazão, o projeto englobará também melhorias na unidade de tratamento já existente. A iniciativa contará com um aporte de R$ 3 milhões e dará mais segurança hídrica para Camocim de São Félix. 

Acompanharam a comitiva do governador os secretários estaduais Edilázio Wanderley (Desenvolvimento Social, Criança e Juventude), Tomé Franca (Desenvolvimento Urbano e Habitação), Alberes Lopes (Trabalho, Emprego e Qualificação), Luís Eduardo Cavalcanti (Desenvolvimento Agrário) e Marcelo Barros (Educação e Esportes); os secretários executivos Eduardo Figueiredo (Casa Civil) e Rodrigo Molina (Infraestrutura e Recursos Hídricos).

Também integraram a comitiva o diretor-geral do interior da Compesa, Mario Heitor; o deputado federal Danilo Cabral; o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Eriberto Medeiros; os deputados estaduais Teresa Leitão, Gleide Angelo, Aluísio Lessa e João Paulo Costa; alem dos prefeitos Gildo Dias (Sairé) e Giorge de Neno (Camocim de São Félix).

Outras Notícias

João de Maria defende decisão por Fredson. Evandro rebate: “é porque não foi o vice”

O Presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, João de Maria, deu essa manhã sua versão sobre o apoio à pré-candidatura de Fredson Brito. João disse não ter agido com interesses pessoais e sim, em defesa da coletividade. Disse ainda que o governo Evandro Valadares está “parado”, além de afirmar que há […]

O Presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, João de Maria, deu essa manhã sua versão sobre o apoio à pré-candidatura de Fredson Brito.

João disse não ter agido com interesses pessoais e sim, em defesa da coletividade. Disse ainda que o governo Evandro Valadares está “parado”, além de afirmar que há muitos nomes mandando na gestão.

Também que a escolha de Fredson teve como base uma escuta da população.

Minutos depois, o prefeito Evandro Valadares respondeu o ex-aliado. Além de criticá-lo pelo episódio dos “sequestrados”, disse que ele só tomou a decisão porque não foi escolhido o pré-candidato a vice de George Borja.

Também que João teve uma condução não republicana no diálogo com ele. “Ele que disse a mim: ‘mande um vereador de seu grupo votar em mim que eu aprovo tudo naquela Câmara’. Quero que ele diga que é minha mentira”. As duas falas foram ao ar na Gazeta FM.

Segue embate jurídico entre IGTM, CIMPAJEÚ e trabalhadores

O imbróglio da disputa sobre o pagamento dos salários dos que prestaram serviço ao Instituto de Técnica e Gestão Moderna (IGTM) e CIMPAJEÚ teve um capítulo jurídico esta semana. O ITGM acionou o CIMPAJEÚ na justiça buscando o pagamento de valores devidos. Essa questão já foi notícia no blog. No final de 2022, o ITGM alegou ter […]

O imbróglio da disputa sobre o pagamento dos salários dos que prestaram serviço ao Instituto de Técnica e Gestão Moderna (IGTM) e CIMPAJEÚ teve um capítulo jurídico esta semana.

O ITGM acionou o CIMPAJEÚ na justiça buscando o pagamento de valores devidos. Essa questão já foi notícia no blog. No final de 2022, o ITGM alegou ter mais de R$ 5 milhões a receber do Consórcio.

Em sua defesa, o CIMPAJEÚ alegou que havia valores a receber de União e Estado, “o que não significa dizer que é o valor devido à ITGM”.

“Vale lembrar que, o ajuste com a ITGM é de ressarcimento, e, por exemplo, não haverá despesas com salários em atraso, pois, todos os salários estão sendo pagos diretamente pelo Consórcio, atendendo a solicitação dos funcionários, visto que, o serviço não poderia sofrer descontinuidade, e tal fato é de conhecimento da OS, que obviamente não poderá solicitar ressarcimento desses valores”, disse a nota.

Mas, de acordo com o advogado do IGTM, Allan Pereira, a empresa conseguiu uma decisão favorável para o pagamento dos valores pelo CIMPAJEÚ.

“A decisão da justiça foi para pagar o valor em três dias ou apresentarem defesa”, disse. O CIMPAJEÚ já sinalizou que recorreu da decisão.

Em meio a isso, os trabalhadores que prestaram serviço ao CIMPAJEÚ contratados pela IGTM alegam seguir sem recebimento.  Alguns aguardam posicionamento da justiça do trabalho.

A dúvida é se a responsabilidade sobre os trabalhadores é da IGTM, do CIMPAJEÚ,  ou solidária entre empresa e consórcio.

Em nota Secretaria de Agricultura de São José do Egito rebate notícia sobre aumento de impostos no Mercado Público

A Secretaria de Agricultura de São José do Egito emitiu nota na manhã desta sexta-feira (20), rebatendo notícia veiculada durante o Programa Rádio Vivo da Rádio Pajeú, pelo comunicador Anchieta Santos e reproduzida em sites e blogs da região, de que houve aumento na carga tributária, atingindo os comerciantes que atuam no Mercado Público do […]

A Secretaria de Agricultura de São José do Egito emitiu nota na manhã desta sexta-feira (20), rebatendo notícia veiculada durante o Programa Rádio Vivo da Rádio Pajeú, pelo comunicador Anchieta Santos e reproduzida em sites e blogs da região, de que houve aumento na carga tributária, atingindo os comerciantes que atuam no Mercado Público do município, fazendo com que muitos estivessem se afastando do local.

Em suma, a Secretaria informa que em momento nenhum houve distribuição de guia de recolhimento ou carnê de cobrança com aumento de taxas dos respectivos box internos do mercado e que o que está sendo feito é um levantamento de acordo com a legislação, para determinar valores de reajuste de cada estabelecimento.

Ainda segundo a nota, não está havendo saída de comerciantes e sim substituições solicitadas de titularidade e que dos 92 comerciantes apenas dois solicitaram esta transferência. Leia abaixo nota na íntegra:

Nota de Esclarecimento

A secretaria de agricultura informa que em nenhum momento comerciantes da área interna do mercado público receberam guia de recolhimento ou carnê de cobrança com aumento de taxas de seus respectivos Box.

O secretário de agricultura Marcos Brito informa que levantamentos estão sendo feitos de acordo a legislação para determinar os valores de reajuste de cada estabelecimento, e que matérias veiculadas em respectivos blogs da região são inverídicas, pois não há saída de comerciantes e sim substituição solicitadas de titularidade e que dos 92 comerciantes existentes apenas dois solicitaram esta transferência.

Belo Jardim: MP Eleitoral pede cassação e inelegibilidade de Gilvandro Estrela e vice por abuso de poder

O Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou, nesta semana, as alegações finais na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) nº 0600476-31.2024.6.17.0045, protocolada na 45ª Zona Eleitoral de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco. A ação, ajuizada pela coligação “Belo Jardim para Todos”, acusa o atual prefeito e candidato à reeleição, Gilvandro Estrela de Oliveira (PSD), e […]

O Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou, nesta semana, as alegações finais na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) nº 0600476-31.2024.6.17.0045, protocolada na 45ª Zona Eleitoral de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco. A ação, ajuizada pela coligação “Belo Jardim para Todos”, acusa o atual prefeito e candidato à reeleição, Gilvandro Estrela de Oliveira (PSD), e seu vice, José Lopes Silveira, de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024.

Segundo o documento, os representados teriam se valido da máquina pública para obter vantagem indevida no pleito. As condutas apontadas incluem o uso promocional dos canais oficiais da prefeitura, a utilização de bens públicos — como veículos e o próprio gabinete do prefeito — em atos de campanha, além da cessão de servidores públicos durante o horário de expediente para atividades eleitorais.

O MPE afirma que a instrução processual reuniu provas, que demonstram tanto a materialidade dos fatos quanto a responsabilidade direta dos representados. Entre os elementos listados estão portarias de nomeação e concessão de férias, contratos de veículos, vídeos e imagens de campanha, comprovantes de pagamento da prefeitura e depoimentos colhidos em audiência.

Mesmo diante de tentativas de desqualificar os indícios, como explicações evasivas de testemunhas e alegações de participação “voluntária” fora do expediente, o Ministério Público entende que há uma prática sistemática e organizada de uso da estrutura pública em favor da candidatura à reeleição.

Entre os depoimentos destacados, estão:

Joedna de Souza Santos, secretária de Obras e delegada da coligação, que admitiu o uso de veículo oficial em campanha, mas tentou negar vínculo com sua pasta, o que o MPE considerou sem credibilidade.

Paulo Victor de Espíndola Fernandes, diretor de Comunicação da prefeitura, afirmou que atuou fora do expediente, mas foi contraditório ao admitir que o prefeito tinha acesso às redes sociais da campanha.

Maria Eduarda Leite Vilar, auxiliar administrativa, alegou que participou de vídeos de campanha durante o período de férias, mas não conseguiu comprovar a regularidade dessa ausência do trabalho.

Tiago Manso Holanda da Silva, servidor de apoio de pátio, negou participação em atos de campanha, o que contraria provas documentais apresentadas no processo.

Para o MPE, essas contradições apenas reforçam a gravidade dos atos ilícitos: “A tese da atuação voluntária dos servidores não se sustenta diante da sistematicidade das ações, todas ocorrendo dentro do expediente e com estrutura pública à disposição”, registra o parecer final.

Com base nos artigos 22 da Lei Complementar nº 64/90 e 73, incisos I e III, da Lei nº 9.504/97, o Ministério Público Eleitoral requer a cassação do diploma de Gilvandro Estrela e José Lopes, a declaração de inelegibilidade de ambos por oito anos, além da imposição de multa a Gilvandro Estrela. O órgão também solicita o envio de cópias dos autos ao Ministério Público com atribuição criminal para apuração de falso testemunho e possível falsidade documental nos registros de férias dos servidores.

O caso agora segue para decisão da Justiça Eleitoral, que poderá confirmar ou rejeitar os pedidos do Ministério Público com base nas provas constantes nos autos. A sentença poderá ter impacto direto na composição política do município e na elegibilidade dos atuais gestores. Leia aqui a íntegra da Manifestação do MP.

Cabral diz, em depoimento, que Pezão era responsável por obras do Maracanã

G1 O atual governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, foi citado duas vezes no depoimento do ex-governador Sérgio Cabral, prestado à Polícia Federal (PF) e protocolado na segunda-feira (21), na Justiça Federal do Paraná. Nos depoimentos, Cabral respondeu que a reforma no estádio do Maracanã começou quando o atual governador, Luiz Fernando Pezão, […]

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O atual governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, foi citado duas vezes no depoimento do ex-governador Sérgio Cabral, prestado à Polícia Federal (PF) e protocolado na segunda-feira (21), na Justiça Federal do Paraná.

Nos depoimentos, Cabral respondeu que a reforma no estádio do Maracanã começou quando o atual governador, Luiz Fernando Pezão, era secretário de Obras do estado. Ele comandou a pasta entre os anos de 2007 e 2011.

O ex-governador foi preso na última quinta-feira (17) sob a acusação de comandar um esquema de corrupção que teria desviado cerca de R$ 224 milhões dos cofres públicos do Rio.

Segundo Cabral, Pezão tinha contato com o empresário Fernando Cavendish e outros empreiteiros que tratavam com a secertaria de Obras. Cavendish era o dono da construtora Delta, responsável por parte das obras do estádio. Ele é acusado de pagar propina para ganhar os contratos e de lavagem de dinheiro.

Segundo o Ministério Público Federal, Cabral é suspeito de cobrar proprina de empreiteiras para fechar contratos de obras com o estado. As principais obras fraudadas são: reforma do Maracanã (custo total de R$ 1,5 bilhão), PAC das Favelas (custo de R$ 1,14 bilhão) e Arco Metropolitano (custo de R$ 1,55 bilhão). Durante o depoimento, ele ainda se disse indignado com as denúncias e afirmou ter a “consciência tranquila quanto às mentiras absurdas”.

Depoimento de Cabral tem 18 páginas: no depoimento, que contém 18 páginas, os procuradores perguntaram se Cabral conhece alguns dos acusados de fazer parte da organização criminosa. O ex-governador disse que sempre atendia executivos das diversas construtoras envolvidas em corrupção e que, às vezes, era procurado ou até os convocava para o controle de obras, mas que nos encontros sempre havia outras pessoas, como o titular da pasta, o secretário de obras.

Os investigadores questionaram Sérgio Cabral sobre a “taxa de oxigênio” que seria cobrada por Hudson Braga, secretário de Obras em sua gestão. O ex-governador disse desconhecer tal fato.

Sobre Carlos Miranda, apontado pelos procuradores como o “homem da mala”, que recolhia o dinheiro da propina, Ségio Cabral diz que é amigo desde os tempos do colégio. Perguntado se alguma vez Carlos Miranda efetuou solicitação e recebimento de propinas no nome dele, o ex-governador disse que nunca solicitou a Carlos Miranda que procedesse desta forma.

Questionado se Carlos Miranda cuidava de sua contabilidade e pagamentos, o ex-governador disse que não. Em outro trecho do depoimento, no entanto, Cabral se contradiz. Ele afirmou que, sim, Miranda o auxiliava em sua vida pessoal financeira.

Os investigadores perguntaram ainda sobre a Gralc consultoria, empresa de Miranda, que recebeu incentivos fiscais do estado. A firma é apontada como central no esquema de lavagem de dinheiro. Sérgio Cabral disse que diversas outras empresas e segmentos obtiveram incentivos fiscais.

Cabral foi questionado sobre o uso de uma lancha, da família de Paulo Fernando Magalhães Pinto, tido como laranja de Sérgio Cabral e usado para ocultar bens, o ex-governador disse que usou a lancha algumas vezes, mas ressaltou que não possui um barco no condomínio .

No interrogatório, também foi questionada a relação do ex-governador com Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento da Petrobrás. Sérgio Cabral disse que nunca teve relação de amizade ou relações privadas com ele. O interrogado alegou ainda que nunca interviu em questões relacionadas com a Petrobrás ou com o Comperj.

Uma reforma na casa do ex-governador também foi tema do interrogatório. Questionado sobre quem efetuou as contratações de obra e mobiliário para a sua residência, ele disse que não se recorda. Os investigadores quiseram saber o porquê de notas fiscais relativas à aquisição de mobiliário foram efetuadas em nome de Sônia. No total, foram mais de R$ 100 mil.

Sônia Ferreira Batista é uma assessora do ex-governador, apontada como parte do esquema de lavagem de dinheiro. O ex-governador afirmou que não se recorda dos fatos.