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Morre irmã de Evandro Valadares 

Por Nill Júnior

Morreu após luta contra um câncer Giselle Perazzo Valadares.

Ela era irmã do prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares.

A doença já estava em fase terminal. Ela foi levada à UPA de São José do Egito, onde veio a falecer.

Nas redes sociais, Evandro Valadares agradeceu às mensagens de força, em nome de toda a família.

A morte coincide com o retorno do prefeito às atividades, depois de uma licença médica e a interinidade por um mês do vice, Eclérinston Ramos.

Ela deixa dois filhos, Henrique e Rodrigo Valadares. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.

Outras Notícias

PSL deve reivindicar presidência da Câmara em eventual gestão Bolsonaro, diz Luciano Bivar

O presidente licenciado do PSL e deputado federal eleito por Pernambuco, Luciano Bivar, afirmou nesta segunda-feira que o partido deverá se tornar a maior bancada da Câmara dos Deputados no próximo ano com a migração de parlamentares e, nessa condição, deve reivindicar a presidência da Casa, no início do que ele acredita que será o […]

O presidente licenciado do PSL e deputado federal eleito por Pernambuco, Luciano Bivar, afirmou nesta segunda-feira que o partido deverá se tornar a maior bancada da Câmara dos Deputados no próximo ano com a migração de parlamentares e, nessa condição, deve reivindicar a presidência da Casa, no início do que ele acredita que será o governo do correligionário Jair Bolsonaro.

Ele conta com a migração de parlamentares de outras legendas que não atingirem a chamada cláusula de barreira —norma que impede ou restringe o funcionamento parlamentar ao partido que não atingir um percentual de votos— para suplantar os petistas e se tornar a principal força da Câmara.

“Não imaginava que o povo estava tão indignado como nós. Então isso é uma prova insofismável da indignação do povo. Então elegemos hoje a maior bancada, pode ficar certo que esses outros partidos que não  alcançaram a cláusula de barreira migrarão para o nosso lado e vamos ser, sem dúvida, o partido de maior bancada na Câmara Federal”, disse.

Bivar afirmou que a eleição de parlamentares do PSL e de outros partidos simpáticos a Bolsonaro neste domingo demonstra que o candidato a presidente do partido, caso venha ser eleito, terá uma base no Congresso “consistente demais”.

“Vamos ter absolutamente toda a bancada, governabilidade perfeita, vamos viabilizar os projetos que a sociedade exige, as reformas que estão aí em curso vamos concluí-las. Acho que a gente vislumbra uma coisa muito boa para a nação brasileira”, disse.

“Não tenho dúvida que a gente vai atingir isso (maioria parlamentar) com facilidade porque a gente professa o bem. Os novos deputados que estão aí sabem que, se não for por esse caminho, a vida dele é um voo de galinha”, completou.

O dirigente partidário disse acreditar que somente o PT, a quem chamou de “seita” e não de partido, deve ficar na oposição a um eventual governo Bolsonaro. Segundo ele, o deputado que se alinhar a “essa seita a tendência deles é se acabar”.

Apesar de otimista com uma vitória no segundo turno, Bivar afirmou que a disputa não será fácil contra a candidatura do petista Fernando Haddad. Para ele, as 3 semanas a mais vão servir para que as propostas da campanha de Bolsonaro fiquem cristalinas as diferenças entre os projetos. (Com informações da Reuters)

Paulinho Tomé cobra solução para falta d’água em Tupanatinga

O deputado Paulinho Tomé foi à tribuna da Assembleia nesta terça-feira (28) para cobrar da Compesa uma solução para o problema da falta d’água em Tupanatinga. “Nossa cidade, que fica sobre um grande lençol freático, é responsável pelo abastecimento de várias cidades da região, está há dez dias sem água. Todos os municípios que dependem […]

O deputado Paulinho Tomé foi à tribuna da Assembleia nesta terça-feira (28) para cobrar da Compesa uma solução para o problema da falta d’água em Tupanatinga.

“Nossa cidade, que fica sobre um grande lençol freático, é responsável pelo abastecimento de várias cidades da região, está há dez dias sem água. Todos os municípios que dependem do manancial de Tupanatinga estão com o fornecimento normal, menos a nossa cidade. A Compesa, que já foi acionada há vários dias, várias vezes, não resolve o problema”, afirmou.

Segundo o parlamentar, a Compesa informou que trata-se de um problema com uma bomba, mas já são 10 dias de reclamações e nenhuma solução. “Venho aqui para pedir ao presidente da Compesa, Roberto Tavares, que resolva esse problema. Porque o povo de Tupanatinga não quer desculpas e justificativas. Quer água nas torneiras”, destacou.

O parlamentar destacou, ainda, que está muito atento às questões ligadas à seca, pois vem de uma família que trabalha com agricultura e pecuária e conhece de perto a importância da água para o homem do campo. Tomé falou da importância das ações do Exército Brasileiro de carros-pipa e perfuração de poços, mas que é preciso de soluções eficazes e permanentes para a seca.

“Segundo a Casa Militar de Pernambuco, dos 185 municípios pernambucanos, 126 estão em estado de emergência por conta da seca. E de acordo com a Compesa, destes 126 municípios, 31 já entraram em colapso – 323 mil pessoas sofrendo com o flagelo da seca. E tem mais: 37 municípios estão em pré-colapso. A situação é muito séria, pois estamos falando da maior seca dos últimos 60 anos”, disse.

Presidente da Astur acompanha campanha de reforço aos protocolos nas praias do Estado

O Presidente da Astur, Associação das Secretarias de Turismo de Pernambuco, Edygar santos, participou ao lado do Secretário de Turismo Rodrigo Novaes do lançamento da campanha de verão do Governo de Pernambuco com foco no combate à Covid-19 em todo o Estado. A ação, chamada “Viva este verão com cuidado. O coronavírus não está de […]

O Presidente da Astur, Associação das Secretarias de Turismo de Pernambuco, Edygar santos, participou ao lado do Secretário de Turismo Rodrigo Novaes do lançamento da campanha de verão do Governo de Pernambuco com foco no combate à Covid-19 em todo o Estado.

A ação, chamada “Viva este verão com cuidado. O coronavírus não está de férias”, busca conscientizar turistas e visitantes sobre os protocolos de segurança e evitar aglomerações no litoral pernambucano.

Cerca de 70 promotores estarão durante todos os finais de semana de janeiro nas praias de Olinda, Recife, Jaboatão dos Guararapes, Cabo de Santo Agostinho, Tamandaré, Ilha de Itamaracá e Ipojuca, destacando as medidas de prevenção.

Nas abordagens educativas, que contarão com apoio de walkmídia e bikebanners, também serão usadas placas de sinalização rodoviárias nas vias que ligam as praias e propaganda em rádios do Litoral e Região Metropolitana alertando sobre os cuidados que todos não devemos esquecer para preservar a saúde.

Edygar, prestes a assumir nova missão na gestão Sandrinho Palmeira, destacou que há por parte de alguns veículos exagero ao tratar de aglomerações. “Há alguns pontos que precisam de mais atenção no cumprimento de protocolos e há essa preocupação. Mas  vi a maioria respeitando o distanciamento e o uso de máscara, principalmente os comerciantes”, destacou.

Dilma Rousseff abre mão do recesso de fim de ano

Do Correio Braziliense Após passar o ano em um “inferno astral”, imersa na pior crise econômica das últimas duas décadas e pressionada politicamente, a presidente Dilma Rousseff não conseguirá descanso nem no fim do ano. Pela primeira vez desde que assumiu o Planalto, em 2011, a petista não vai tirar folga em dezembro, como fez […]

Brasília - A presidenta Dilma e a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello participam da abertura da 10ª Conferência Nacional de Assistência Social (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Do Correio Braziliense

Após passar o ano em um “inferno astral”, imersa na pior crise econômica das últimas duas décadas e pressionada politicamente, a presidente Dilma Rousseff não conseguirá descanso nem no fim do ano. Pela primeira vez desde que assumiu o Planalto, em 2011, a petista não vai tirar folga em dezembro, como fez nos últimos anos, e na segunda-feira já estará de volta a Brasília para se reunir com a equipe.

O objetivo é apresentar medidas econômicas no início do ano que vem, após a troca de ministros da Fazenda, de onde saiu Joaquim Levy para dar lugar a Nelson Barbosa, e do Planejamento, assumido por Valdir Simão. Especialistas analisam que tirar folga poderia aliviar a tensão à qual a presidente acabou exposta neste ano.

Dilma viajou na quarta-feira para Porto Alegre para passar o Natal com a família. A filha da presidente, Paula Rousseff, está grávida do segundo filho, que deve nascer nos próximos dias Na segunda, no entanto, Dilma tem reunião marcada com a equipe econômica e ministros do núcleo duro para definir de três a quatro eixos das medidas que pretende apresentar ao Congresso no início de 2016. Nenhuma outra viagem da presidente está prevista.

Na reta final de 2015, a presidente ganhou um respiro com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de anular o rito do impeachment conduzido até então na Câmara dos Deputados, mas ainda não se livrou do pedido de impedimento. O primeiro trimestre do ano que vem promete ser conturbado.

Nos anos anteriores, Dilma costumava aproveitar a folga do Natal para descansar até os primeiros dias de janeiro. Desde que assumiu o governo, Dilma tira alguns dias de férias no fim do ano, em Aratu, na Bahia. Em 2011, a presidente viajou à Praia de Inema, na base aérea, e ficou do dia 26 até 8 de janeiro. Nos outros, repetiu o comportamento. Em 2013, em 2 de janeiro, Dilma chegou a ser alvo de protesto de quilombolas. No mesmo ano, ela teve de interromper o descanso por um dia para visitar a cidade de Governador Valadares (MG), que havia sido inundada.

Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso também tinham o costume de tirar férias no mesmo período. Lula também costumava ir a Aratu. Em 2010, o ex-presidente chegou a ser fotografado levando um isopor na cabeça em uma das praias do local.

Diferentemente de Dilma, que todo ano vai a Aratu, Lula variou um pouco mais seus destinos. Ele chegou a visitar Fernando de Noronha e o Guarujá. Já FHC não passava o descanso em Aratu. Mas fazia questão de tirá-lo e o fez mesmo em meio a uma reforma, em 1999, quando foi a Praia do Saco, em Sergipe.

MRE acompanha comitivas brasileiras em Israel e busca alternativas para retorno seguro ao país

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou neste sábado (14), em nota divulgada em seu site oficial, que acompanha de perto a situação de duas comitivas de autoridades estaduais e municipais brasileiras que estão em Israel desde o início da escalada de hostilidades entre Israel e Irã, na noite da última quinta-feira (12). Segundo a […]

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou neste sábado (14), em nota divulgada em seu site oficial, que acompanha de perto a situação de duas comitivas de autoridades estaduais e municipais brasileiras que estão em Israel desde o início da escalada de hostilidades entre Israel e Irã, na noite da última quinta-feira (12).

Segundo a nota oficial, as delegações brasileiras estão no país a convite do governo israelense e foram surpreendidas pelo agravamento do conflito. Desde o início da crise, o Aeroporto Internacional Ben-Gurion, em Tel Aviv, teve suas operações temporariamente suspensas, dificultando qualquer tentativa imediata de retorno ao Brasil.

A embaixada brasileira em Tel Aviv está em contato direto com as autoridades das duas comitivas. O Itamaraty também realizou gestões junto ao Ministério das Relações Exteriores de Israel para garantir a segurança dos brasileiros e buscar alternativas para seu retorno assim que houver condições seguras de deslocamento.

De acordo com a chancelaria brasileira, o secretário do MRE para África e Oriente Médio conversou por telefone com o representante da chancelaria israelense e solicitou prioridade para a saída segura das delegações do Brasil. As autoridades israelenses, por sua vez, recomendaram que os grupos estrangeiros permaneçam no país até que a situação permita deslocamentos por via aérea ou terrestre.

Ainda segundo o Itamaraty, o ministro Mauro Vieira conversou com o chanceler da Jordânia para tentar viabilizar uma rota de evacuação terrestre pelas fronteiras do país vizinho, assim que houver segurança para o deslocamento dos brasileiros.

O MRE segue monitorando a situação e prestando assistência às delegações.