A Prefeitura de Tabira promove, nesta quarta-feira (30), a primeira Audiência Pública sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. O encontro será realizado às 9h, na Câmara Municipal de Vereadores. A LDO é o instrumento que estabelece as metas e prioridades da administração pública para o ano seguinte, servindo de base para a […]
A Prefeitura de Tabira promove, nesta quarta-feira (30), a primeira Audiência Pública sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. O encontro será realizado às 9h, na Câmara Municipal de Vereadores.
A LDO é o instrumento que estabelece as metas e prioridades da administração pública para o ano seguinte, servindo de base para a elaboração da Lei Orçamentária Anual. Durante a audiência, serão discutidas propostas que orientarão os investimentos e ações da gestão municipal em 2026.
A secretária municipal de Administração, Ivoneide Simões, destacou o papel da sociedade no processo de planejamento orçamentário. “Estamos convidando toda a população tabirense para participar desse momento democrático e essencial para o desenvolvimento do nosso município. Com a colaboração de todos, conseguimos planejar uma Tabira mais justa, organizada e eficiente”, afirmou.
A audiência é aberta ao público e tem como objetivo garantir transparência e ampliar a participação da população na definição das políticas públicas do município.
Do Estadão Conteúdo A juíza eleitoral Ana Cláudia Veloso Magalhães, da 132ª Zona Eleitoral de Goiás, autorizou candidaturas avulsas – possibilidade de uma pessoa não filiada a um partido se candidatar – nas eleições deste ano. A decisão, tomada na quarta-feira, 17, tem caráter liminar. A magistrada comunicou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que […]
A juíza eleitoral Ana Cláudia Veloso Magalhães, da 132ª Zona Eleitoral de Goiás, autorizou candidaturas avulsas – possibilidade de uma pessoa não filiada a um partido se candidatar – nas eleições deste ano. A decisão, tomada na quarta-feira, 17, tem caráter liminar. A magistrada comunicou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que inscreva “candidato não vinculado a partidos políticos”.
“Forte no disposto no artigo 300 do Código de Processo Civil, concedo a medida cautelar, para determinar que o Tribunal Superior Eleitoral, órgão responsável pelos programas das urnas eletrônicas a serem utilizadas nas Eleições Gerais de 2018, através de sua unidade de Tecnologia da Informação, desenvolva naqueles seus softwares e códigos fontes para que estejam inscritos os códigos necessários para inscrição de candidato não vinculado a partidos políticos, com previsão de número próprio”, ordenou.
A decisão da juíza atende pleito do advogado Mauro Junqueira e da União dos Juízes Federais (Unajufe). Ana Cláudia pediu que, em cinco dias, o TSE cumpra a decisão e informe “as medidas adotadas para implementação da presente decisão e o prazo para sua execução, sem prejuízo dos testes que se devem ser executados juntamente com o sistema, na forma das audiências públicas já previstas”.
A Lei nº 13.488/2017, a chamada Minirreforma Eleitoral, estabeleceu, no ano passado, que é “vedado o registro de candidatura avulsa, ainda que o requerente tenha filiação partidária”.
Em outubro, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a existência de repercussão geral em uma ação sobre candidaturas avulsas. Não houve julgamento de mérito na ocasião.
O Tribunal Superior Eleitoral, na mesma época, encaminhou à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, um estudo em que alerta para os riscos do lançamento de candidatos sem vinculação partidária nas próximas eleições.
Já a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou parecer à Corte máxima no qual defende a possibilidade de que haja candidaturas avulsas nas campanhas eleitorais no Brasil.
Raquel sustentou que, com base no Pacto de São José da Costa Rica e por ausência de proibição constitucional, é possível haver candidaturas avulsas no sistema eleitoral brasileiro.
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou nesta terça-feira (21) que acredita na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026 e que, se o petista pedir, ele desistirá da candidatura ao Senado para continuar no governo. “Estou muito animado para disputar o Senado, mas, se Lula pedir pra ficar, […]
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou nesta terça-feira (21) que acredita na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026 e que, se o petista pedir, ele desistirá da candidatura ao Senado para continuar no governo.
“Estou muito animado para disputar o Senado, mas, se Lula pedir pra ficar, eu fico, para ajudar a fazer andar o país. O meu projeto é o do presidente Lula em Pernambuco e no Brasil. Estou pronto para qualquer missão que a gente venha construir em 2026.
Nosso desejo é o Senado, mas tomarei essa decisão junto ao presidente. Se ele quiser que eu fique no governo, eu fico, para continuar trabalhando a favor do Brasil”, disse o ministro. As informações são da Folha de S. Paulo.
O ministro é do partido Republicanos, o mesmo do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, cotado para disputar a Presidência no ano que vem.
Caso concorra a cadeira no Congresso Nacional, Silvio deve deixar o cargo de ministro em abril de 2026. Em evento organizado pelo grupo Prerrogativas, o ministro também voltou a declarar que sempre votou em Lula.
O encontro reuniu o deputado federal Emídio de Souza (PT-SP), empresários, advogados e o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini. Em setembro, Costa Filho afirmou que não vê Tarcísio como candidato à Presidência no ano que vem.
“[Tarcísio] me diz que as principais obras dele demoram em torno de quatro, cinco, seis anos”, disse sobre o governador de São Paulo, com quem afirma ter boa relação. “Ele precisa se consolidar como governador para que possa disputar a presidência da República no futuro.” O Prerrogativas tem promovido encontros entre ministros da gestão petista e a sociedade civil para falar sobre as ações do governo.
G1/Globo Esporte A Justiça de São Paulo bloqueou os valores das contas correntes e aplicações financeiras ligadas ao ex-piloto Emerson Fittipaldi e sua empresa EF Marketing e Comunicação Ltda. A decisão visava encontrar recursos financeiros que pudessem quitar uma dívida de R$ 560.694,50 do bicampeão da Fórmula 1 com o Banco do Brasil. Porém, após […]
A Justiça de São Paulo bloqueou os valores das contas correntes e aplicações financeiras ligadas ao ex-piloto Emerson Fittipaldi e sua empresa EF Marketing e Comunicação Ltda.
A decisão visava encontrar recursos financeiros que pudessem quitar uma dívida de R$ 560.694,50 do bicampeão da Fórmula 1 com o Banco do Brasil. Porém, após pesquisa on-line realizada através do sistema BACENJUD – sistema eletrônico de comunicação entre o Poder Judiciário e as instituições financeiras, por intermédio do Banco Central – a Justiça não encontrou recursos para o pagamento da dívida.
Em contato do GloboEsporte.com com o próprio Emerson Fittipaldi, o ex-piloto afirmou que “não está sabendo” do ocorrido.
O Banco do Brasil abriu um processo contra Fittipaldi em 2014. Na ocasião, o jurídico do banco alegava que Emerson não tinha pago nenhuma das 15 parcelas, com início em 10 de janeiro de 2013 e vencimento em 10 de março de 2014, da concessão de um crédito que visava o financiamento de uma área rural. O valor em questão era de R$ 195.595,73, e hoje ultrapassa os R$ 500 mil reais.
Fittipaldi tem vivido problemas financeiros há alguns anos, e em abril de 2016 teve carros e troféus de seu acervo penhorados pela Justiça de São Paulo graças a uma ação do Banco ABC. Entretanto, três meses depois o ex-piloto conseguiu reaver os itens, que estavam em um galpão de propriedade do Banco. Ao todo, Emerson tem mais de 60 processos correndo na Justiça, e uma dívida total especulada em R$ 27 milhões.
Uma reunião ocorrida hoje (13), na Prefeitura de Sertânia, está minimizando as informações de que o vice-prefeito, Toinho Almeida, estaria rompendo com o prefeito Ângelo Ferreira. Este foi o assunto político da semana na região. De fato, apurou-se, conforme noticiou o blogueiro Júnior Finfa, que o vice estava demonstrando a aliados como vereadores insatisfação com […]
Uma reunião ocorrida hoje (13), na Prefeitura de Sertânia, está minimizando as informações de que o vice-prefeito, Toinho Almeida, estaria rompendo com o prefeito Ângelo Ferreira. Este foi o assunto político da semana na região.
De fato, apurou-se, conforme noticiou o blogueiro Júnior Finfa, que o vice estava demonstrando a aliados como vereadores insatisfação com a condução do prefeito, principalmente como pré-candidato à sua sucessão.
Hoje, como também noticiou o Moxotó da Gente, o prefeito Ângelo postou em suas redes sociais uma foto do encontro com o vice, onde propôs fumar o cachimbo da paz. “Nesta quinta-feira, nos reunimos com o vice-prefeito Toinho Almeida e com a bancada dos vereadores da situação, no gabinete da Prefeitura. Tratamos sobre assuntos de interesse da gestão e, principalmente, do povo de Sertânia.”
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