Ministro garante que obras hídricas não foram afetadas por cortes. Tem que mostrar na prática…
Adutora do Agreste

Do bloqueio total de quase R$ 70 bilhões feito no orçamento de 2015, 67% está concentrado nos investimentos e nas emendas parlamentares, segundo o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.
Do valor total do bloqueio, R$ 25,7 bilhões foi feito no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), R$ 21,4 bilhões nas emendas parlamentares e outros R$ 22,9 bilhões nas demais despesas.
Após o bloqueio de R$ 25,7 bilhões feito nos gastos autorizados do PAC para este ano, o limite para despesas caiu de R$ 65,6 bilhões para R$ 40,5 bilhões. Somente no Minha Casa Minha Vida, o bloqueio foi de R$ 6,9 bilhoes neste ano.
De acordo com o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, os valores autorizados para 2015 (R$ 40,5 bilhões), embora representem um contingenciamento de 39,1% no valor aprovado pelo Congresso Nacional, são suficientes para construir 1,6 milhão de moradias já contratadas no Minha Casa Minha Vida.
Em relação às obras hídricas no Nordeste, como Transposição do São Francisco, as Adutoras do Agreste e Pajeú e Barragem da Ingazeira, determinantes para segurança hídrica na região, o Ministro garantiu que não haverá cortes.
Foi na linha do que já havia dito Gilberto Occhi, Ministro da Integração Nacional esta semana. Entretanto, o discurso tem que virar prática: nos últimos dias, notícias de atrasos de repasses, redução das frentes de trabalho e contingenciamento dominaram o noticiário.



Para garantir a preservação da estrutura do prédio da antiga Rádio Difusora e, com isso, o patrimônio histórico de Garanhuns, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o dono do imóvel, Elison Bezerra de Azevedo.
O blog tem uma linha editorial que evita espetacularizar violência.
Com o objetivo de modernizar e agilizar o atendimento à população, o Hospital Municipal Severino Souto de Siqueira acaba de implantar o sistema de digitalização do raio-X. Essa nova tecnologia permite que os exames sejam impressos diretamente em papel, eliminando o uso de filmes radiográficos e reduzindo o impacto ambiental.

























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