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Meio ambiente: Ingazeira e Tuparetama na dianteira do desmatamento na região

Por André Luis

Informação foi passada pelo coordenador da Diaconia e membro do grupo Fé e Política, Afonso Cavalcanti.

Por André Luis

Segundo estimativas do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens e Satélites (Lapis), ligado à Universidade Federal de Alagoas (Ufal), 12,85% do semiárido brasileiro enfrenta o processo de desertificação. Ou seja, considerando uma área total de 982.563,3 km² dessa região, 126.336 km² estão se transformando em deserto – conforme monitoramento realizado entre 2013 e 2017 e divulgado no início de julho.

Partindo desse dado alarmante, o coordenador da ONG Diaconia, Afonso Cavalcanti, que também é membro do Grupo Fé e Política Dom Francisco, da Diocese de Afogados da Ingazeira, que luta contra o desmatamento ilegal no Pajeú, falou nesta segunda-feira (16) durante o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú FM, sobre os encaminhamentos da última reunião com o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, José Bertotti, que aconteceu no dia 11 de agosto.

Afonso disse que o secretário foi muito receptivo e que a equipe da Secretaria teve uma impressão positiva da atividade realizada pelo grupo. “A princípio – eu fiquei com essa impressão,  eles achavam que era um movimento sem muita qualidade, mais reivindicativo do que propositivo, eles saíram surpresos com a quantidade de informações que temos sobre o problema e como a gente está organizado no sentido de incidir sobre o problema, ou seja, não é uma reivindicação atoa, temos dados muito consistentes do que está acontecendo e pretendemos que as incidências sejam consequentes. Nossa iniciativa de conversar com ele foi no sentido de trazer ações mais concretas do que a gente pretende fazer com essas informações” relatou.

Cavalcanti informou que algumas medidas foram anunciadas pelo secretário José Bertotti, mas que não no sentido de combater ainda o desmatamento. Também disse que o secretário pediu um prazo até outubro para começar a dar andamento em algumas ações efetivas.

Afonso ainda informou que fizeram denúncias com relação ao comércio ilegal do Documento de Origem Florestal (DOF) – instituído pela Portaria n° 253, de 18 de agosto de 2006, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), constitui licença obrigatória para o transporte e armazenamento de produtos florestais de origem nativa, inclusive o carvão vegetal nativo, contendo as informações sobre a procedência desses produtos, nos termos do art. 36 da Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 (Lei de Proteção da Vegetação Nativa).

“Nós apuramos isso, existe no Ministério Público aqui de Afogados da Ingazeira estudos de investigação policial que demonstram que a nossa denúncia é verdadeira e a gente pediu para que ele entrasse em contato com MP para ter acesso a esse documento”, informou Afonso.

Segundo Afonso, José Bertotti ficou de acessar através da Inteligência da Polícia o documento do MP. Outra denúncia feita pelo grupo e que o secretário também ficou de analisar, segundo Afonso, foi com relação aos Planos de Manejo Florestal do Território. “ É preciso ver se esses planos estão atualizados, porque tem um limite de corte, mesmo em uma área manejada autorizado pelo órgão competente que é o CPRH. Tem um limite e se esgota o estoque de lenha daquele lugar tem que parar com o corte”, informou.

Ainda segundo Afonso, foram propostas algumas coisas mais práticas, mas que eles relutaram um pouco. Uma delas seria treinar a Polícia Militar para que fizessem barreiras e aprendessem a identificar o tipo de vegetação transportada nos caminhões. “Essa atividade que seria a mais consequente para combater o desmatamento, eles não apontaram como saída”, lamentou.

Ele disse achar estranho que uma autoridade constituída deixa de exercer a sua função constitucional mesmo sendo esclarecida e recebendo denúncias. “O que eu posso deduzir é o que? Como a indústria do estado usa lenha como matriz energética é como se dissesse assim: deixa passar o caminhão de lenha se não para a fábrica de tijolo para. Então parece que é um jogo de interesses que gera o protecionismo do infrator, que é o que destrói o meio ambiente pra vender lenha barata pra essa indústria funcionar”, disse Afonso.

“Pernambuco tem duas áreas em processo de desertificação que é Cabrobó e alguns trechos da região do Araripe. O Pajeú não está enquadrado nas áreas passiveis de desertificação, nas que já foram catalogadas e que foram identificadas. tem áreas com potencial para a desertificação”, informou Afonso.

Cavalcanti informou ainda que Tuparetama e Ingazeira são áreas que quase não tem mais vegetação para derrubar. “Por incrível que pareça a indústria do desmatamento do Pajeú está nesses dois lugares, os maiores desmatadores, as estruturas de estoque e carregamento de lenha, os donos de caminhões, de equipes de motosserra, esses dois municípios já foram praticamente devastados”, informou.

Afonso criticou o fato de que Pernambuco é um estado muito avançado em termos de elaboração de políticas e propostas, como por exemplo o Plano de Convivência com o Semiárido e Plano de Combate à Desertificação, mas que não consegue colocar em prática nenhum dos dois

“Agente tem a coragem e boa vontade de desenvolver toda uma ação pra denunciar essa história do desmatamento com números, dados, com orientações concretas e não somos considerados pelo órgão ambiental no sentido de coibir um vetor da desertificação não é nem a desertificação, a gente está querendo evitar que áreas se tornem propensas a desertificação. O vetor é o desmatamento, nós que estamos tentando controlar esse vetor não somos nem considerados… Então nem tem uma política concreta, tem um plano mas não tem a política e não tem medidas que diminuam essa velocidade como as áreas estão tendendo a desertificar”, desabafou Afonso.

Vale lembrar aos críticos de plantão que o debate em torno da pauta ambientalista não é partidária, nem ideológica é comum à toda a humanidade, pois o homem necessita viver em harmonia com o meio ambiente para que não tornemos esse mundo inabitável para as gerações futuras.

Outras Notícias

Secretário Rodrigo Novaes confirma presença no Afogareta 2020

Secretário também prometeu olhar com mais atenção a história dos Tabaqueiros Por André Luis O secretário Turismo de Pernambuco, Rodrigo Novaes, confirmou nesta sexta-feira (10.01), ao comunicador Aldo Vidal, durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM, que estará presente nesta sexta, durante a primeira noite do Afogareta 2020, em Afogados da Ingazeira. Rodrigo […]

Secretário também prometeu olhar com mais atenção a história dos Tabaqueiros

Por André Luis

O secretário Turismo de Pernambuco, Rodrigo Novaes, confirmou nesta sexta-feira (10.01), ao comunicador Aldo Vidal, durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM, que estará presente nesta sexta, durante a primeira noite do Afogareta 2020, em Afogados da Ingazeira.

Rodrigo disse já havia tentando se programar para conhecer o evento, mas que nunca pode. “Recebi o convite este ano e vamos lá, para ver de perto o que o Estado pode fazer para apoiar o evento, que já é tradição na região, e precisa ser valorizada, fortalecida. É algo importante demais, pro turismo também né. É importante que o Estado tenha um olhar atencioso a esse evento. Então estamos indo ver de perto, trocar algumas ideias, conversar com as pessoas para que o Estado possa ajudar a ser realizado cada vez com mais força, cada vez mais bonito”, disse.

Provocado a falar sobre a possibilidade no aumento do apoio ao carnaval de Afogados da Ingazeira, o secretário disse que a política de incentivo passa pela ideia de “pulverização de investimentos, a gente investe no maior número de polos possíveis, fazendo com que todo o estado e todas as regiões possam vivenciar a experiência do carnaval. Esse ano vamos dar um olhar mais atencioso, principalmente a história dos tabaqueiros, assim como a gente faz em relação ao Caretas de Triunfo, para que as pessoas possam conhecer um pouco mais do folclore e da cultura aí também do Pajeú”, prometeu Rodrigo.

Série A2: em reviravolta, Afogados é absolvido e disputa semifinais contra Vitória

Ênio Amorim disse à Rádio Pajeú que reúne 100% do elenco até esta noite.  Atualizado às 07h O Afogados da Ingazeira está de volta as semifinais do Campeonato Pernambucano Sub-23 ”Série A2”. Após ter perdido na primeira instância no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD/PE), a Coruja do Sertão voltou a ser julgada na noite desta […]

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Ênio Amorim disse à Rádio Pajeú que reúne 100% do elenco até esta noite. 

Atualizado às 07h

O Afogados da Ingazeira está de volta as semifinais do Campeonato Pernambucano Sub-23 ”Série A2”. Após ter perdido na primeira instância no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD/PE), a Coruja do Sertão voltou a ser julgada na noite desta terça-feira (17), dessa vez pelo pleno do TJD/PE.

Por cinco votos a dois (5×2), o Afogados da Ingazeira foi absolvido. Isso porque valeu o entendimento de que a punição pela escalação irregular de Romário deve valer para a primeira fase. A informação do Panorama Esportivo foi confirmada pelo TJD-PE.

O detalhe é que o Araripina não enviou nenhum representante para o julgamento. Com isso, é provável que a equipe não irá recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça Desportiva, no Rio de Janeiro.

Afogados da Ingazeira x Vitória de Santo Antão irão disputar as semifinais, valendo uma na elite do futebol pernambucano de 2016, e o direito de disputar à final diante do Belo Jardim, que eliminou o Barreiros.

O primeiro jogo deverá ser realizado no Nildo Pereira, na cidade de Serra Talhada, devido ao estádio Vianão, em Afogados da Ingazeira, não possuir refletores e acontecerá domingo que vem. A Diretoria do Afogados FC agora corre para repatriar os atletas que haviam sido liberados.

Em entrevista a Juliana Lima e a este blogueiro no Programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, o presidente Ênio Amorim disse que não dormiu desde a decisão, comemorando. Sem citar nomes, não deixou de alfinetar quem torceu contra o projeto. Ele garante que conseguirá reunir 100% do elenco para a preparação até o primeiro desafio até hoje a noite.

“O resultado traz felicidade mas também preocupação”, disse, ao afirmar que será necessário um contrato para os jogos que faltam, já que todo o elenco havia encerrado o vínculo com o clube. “Mas todos ficaram seguindo uma cartilha para não perder a preparação física”.

Ênio confirma que tem praticamente certeza de que a partida será domingo. “A Federação não tem mais datas. Hoje às duas da tarde, Murilo Falcão deve confirmar isso”. Ele conta com um grande número de veículos seguindo para Serra Talhada em apoio a equipe.

Ouça a entrevista de Ênio à Rádio Pajeú:

Armandinho do Acordeon assume a presidência do Solidariedade em Caruaru

Por André Luis O músico Armandinho do Acordeon, conhecido pela banda de forró Fulô de Mandacaru, assumiu a presidência da Comissão do Solidariedade em Caruaru no último domingo (30). Em suas redes sociais, Armandinho afirmou que está comprometido em construir pontes políticas e colocar os interesses da cidade em primeiro lugar. “Acredito que uma cidade […]

Por André Luis

O músico Armandinho do Acordeon, conhecido pela banda de forró Fulô de Mandacaru, assumiu a presidência da Comissão do Solidariedade em Caruaru no último domingo (30).

Em suas redes sociais, Armandinho afirmou que está comprometido em construir pontes políticas e colocar os interesses da cidade em primeiro lugar.

“Acredito que uma cidade prospera quando seus líderes trabalham juntos, superando diferenças e fortalecendo o diálogo. É com esse espírito de união que estamos unindo forças para enfrentar os desafios e encontrar soluções inovadoras”, afirmou.

Armandinho também agradeceu a vice-presidente Nacional do partido Solidariedade, Marília Arraes, pela confiança depositada em sua liderança.

“Nossa missão é clara: construir uma Caruaru mais forte, justa e próspera. Vamos avançar, com a certeza de que a construção de pontes políticas e a valorização do diálogo são o caminho para um futuro melhor para nossa cidade”, afirmou.

A posse de Armandinho do Acordeon contou com a presença de lideranças políticas da oposição de Caruaru, que foi comemorado por Marília Arraes. “Tive a felicidade de reunir as principais lideranças da oposição em Caruaru para a posse do meu amigo Armandinho como presidente da comissão do Solidariedade no município”.

Estiveram presentes no evento o secretário-executivo do Ministério da Previdência, Wolney Queiroz; o ex-prefeito José Queiroz; o ex-senador Douglas Cintra; o secretário-geral do União Brasil no município, Raffiê Delon; o vereador Fagner Fernandes; e o presidente do PDT caruaruense Marco Casé, entre tantas outras lideranças.

TCE-PE mantém multa de R$ 10,4 mil contra Arquimedes em Buíque

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) manteve, por unanimidade, a multa de R$ 10.495,93 aplicada ao ex-prefeito de Buíque, Arquimedes Guedes Valença, por não apresentar, dentro do prazo regulamentar, os esclarecimentos solicitados sobre 39 indícios de irregularidades detectados pelo Sistema de Gerenciamento de Indícios (SGI). A decisão foi proferida durante a 19ª […]

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) manteve, por unanimidade, a multa de R$ 10.495,93 aplicada ao ex-prefeito de Buíque, Arquimedes Guedes Valença, por não apresentar, dentro do prazo regulamentar, os esclarecimentos solicitados sobre 39 indícios de irregularidades detectados pelo Sistema de Gerenciamento de Indícios (SGI). A decisão foi proferida durante a 19ª Sessão Ordinária do Pleno, realizada em 4 de junho de 2025, e publicada nesta quinta-feira (12) no Diário Oficial do TCE.

O recurso ordinário apresentado pelo gestor, representado pelo advogado Eduardo Henrique Teixeira Neves (OAB 30630-PE), teve como objetivo reverter o Acórdão nº 1948/2024, que havia homologado o auto de infração e determinado a penalidade. Contudo, o colegiado entendeu que os argumentos apresentados não foram suficientes para modificar a decisão anterior.

Segundo o relator do processo, conselheiro Carlos Neves, o ex-prefeito foi notificado diversas vezes — por meio de ofícios, circulares e publicação no Diário Oficial — sobre a necessidade de responder aos apontamentos feitos no SGI. A alegação de falta de notificação pessoal, segundo o TCE, não prospera diante da validade da comunicação oficial via Diário.

O relator destacou ainda que o Tribunal adotou uma postura pedagógica durante a implementação do sistema, oferecendo capacitações, tutorias e prazos adicionais antes de aplicar penalidades. Entretanto, mesmo com as medidas de apoio, o prefeito não apresentou as informações exigidas dentro do período estipulado.

“O saneamento tardio das pendências, feito apenas após a lavratura do auto de infração, não é suficiente para afastar a multa. A jurisprudência da Corte é clara nesse sentido, visando garantir a efetividade do controle externo”, afirmou Carlos Neves em seu voto.

A tese fixada no julgamento reafirma dois pontos centrais: a validade da notificação via Diário Oficial e a responsabilidade do gestor mesmo em casos de regularização posterior às infrações.

O valor da multa foi mantido e considerado proporcional à gravidade da conduta, conforme os critérios estabelecidos pela Lei Estadual nº 12.600/2004 e pelas resoluções internas do TCE-PE.

A sessão foi presidida pelo conselheiro Valdecir Pascoal e acompanhada pelo Ministério Público de Contas, que também opinou pela manutenção da penalidade. O acórdão final, de nº 1101/2025, confirma integralmente a decisão anterior, apenas ajustando a fundamentação legal da multa ao inciso IV do art. 73 da legislação vigente. As informações são do Causos & Causas.

Palestra de Flávio Dino é a mais aguardada no Congresso da AMUPE

A busca por mais transparência na aplicação de recursos públicos será um dos destaques da programação do 9º Congresso Pernambucano de Municípios, que acontece nos dias 27 e 28 deste mês, no Recife Expo Center. Realizado pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), o evento contará com a participação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), […]

A busca por mais transparência na aplicação de recursos públicos será um dos destaques da programação do 9º Congresso Pernambucano de Municípios, que acontece nos dias 27 e 28 deste mês, no Recife Expo Center.

Realizado pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), o evento contará com a participação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que integra um dos painéis mais aguardados desta edição.

A participação de Flávio Dino está marcada para a tarde do dia 27 de abril (segunda-feira), das 17h às 18h, no auditório principal, com o painel “Transparência nas Emendas Parlamentares e Autonomia Municipal”. O ministro é hoje um dos principais protagonistas do debate nacional sobre o tema, liderando um movimento pela transparência, definição critérios de aplicação e rastreabilidade dos recursos.

A discussão gira em torno do equilíbrio entre o poder de alocação de recursos pelo Congresso Nacional e os princípios constitucionais de transparência, impessoalidade e planejamento orçamentário. Decisões recentes do STF, sob relatoria de Flávio Dino, têm buscado restringir práticas conhecidas como “orçamento secreto” e ampliar o controle sobre as chamadas “emendas PIX”, transferências especiais que chegam diretamente aos municípios.

Hoje, muitos prefeitos enfrentam desafios como a dependência de articulação política para captação de recursos, a ausência de diretrizes claras para aplicação das emendas e a insegurança diante de possíveis bloqueios orçamentários em momentos de ajuste fiscal. O objetivo é promover um debate qualificado sobre como as decisões do Poder Judiciário estão redesenhando a forma como estados e municípios gerenciam seus orçamentos e executam políticas públicas.

Para Pedro Freitas, prefeito de Aliança e presidente da Amupe, trazer esse debate para o centro do Congresso Pernambucano de Municípios é essencial para qualificar a atuação dos gestores. “A presença do ministro Flávio Dino reforça o compromisso da Amupe em promover debates atuais e fundamentais para a gestão pública. Estamos falando de um tema que impacta diretamente o dia a dia dos prefeitos, desde o planejamento até a execução de políticas públicas. Nosso objetivo é oferecer segurança técnica e ampliar a compreensão dos gestores sobre as regras, os limites e as oportunidades na utilização desses recursos”, destaca.