Médico diz que protocolos foram revisados após caso envolvendo morte de jovem e não identificaram demora
Segundo ele, o contato foi feito com os Bombeiros, que acionaram SAMU, que iniciou a ocorrência, mas a jovem já havia sido levada ao HR
Durante o Radar das Treze, dentro do A Tarde é Sua desta terça-feira (12), na Rádio Pajeú, os comunicadores Alyson Nascimento e Juliana Lima conversaram com o diretor médico do SAMU, Dr. Emanoel Cordeiro.
Durante a entrevista, o médico trouxe a versão do serviço para o que aconteceu no atendimento ao acidente que vitimou a jovem Diolinda Manoela Gomes, de 17 anos, na noite da última segunda-feira (11), em Afogados da Ingazeira.
Houve críticas de excesso de perguntas e protocolos que fizeram com que populares perdessem a paciência e socorressem a jovem sem respeito às normas técnicas para urgência e emergência.
Segundo o profissional, após tomarem conhecimento da fatalidade, a coordenação do SAMU iniciou uma apuração interna para verificar os fatos. De acordo com o médico, a ocorrência foi inicialmente registrada junto ao Corpo de Bombeiros, que posteriormente entrou em contato com a central do SAMU e repassou o número do solicitante para que a equipe realizasse o procedimento de regulação da ocorrência.
Ainda conforme o diretor clínico, ao entrar em contato com o solicitante, o técnico de telefonia do SAMU recebeu a informação de que a vítima já havia sido socorrida por terceiros. O médico destacou que todos os protocolos foram revisados pela equipe durante a verificação interna do caso para redução do tempo entre a ocorrência, o chamado e o atendimento, mas que nesse caso não houve lentidão ou atraso.





O Globo












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