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Presidente do Cosems-AM faz relato duro sobre situação em que vive estado por conta do coronavírus

Por André Luis

Por André Luis

Januário Cunha Neto, 35 anos, presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM), fez um relato duro e verdadeiro da situação em que vive o estado do Amazonas, que tem trazido imagens preocupantes e que mostram como a situação pode ficar, caso se chegue ao limite de leitos em outros estado do país. Ele falou por telefone ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta quinta-feira (23).

A situação

A situação no Amazonas é muito diferente. O Amazonas é um Brasil diferente dentro do nosso país. Vivemos num estado de dimensões continentais onde as distâncias entre as cidades, os vazios demográficos e os vazios assistenciais, são evidentes. Infelizmente a pandemia do coronavírus veio eviscerar todas as nossas limitações da forma mais cruel possível.

A situação aqui está beirando o caos, está muito próxima do colapso, nós estamos atualmente passando por sérios problemas em relação ao comando dessa situação por parte do governo do Estado. Tivemos uma troca de secretários de saúde recentemente, que ao meu ver não é salutar. Similar ao que aconteceu no Ministério da Saúde. Essas trocas envolvem, trocas de equipes, trocas de questões políticas e isso acaba refletindo negativamente na captação de informações e na operacionalização.

As dificuldades

No Amazonas nós temos municípios que ficam distantes da capital mais de mil quilômetros – são oito dias de barco, 48h de lancha e 2h de avião, então pra se ter uma ideia da questão logística como é desfavorável. E nós temos um agravante muito sério aqui no estado, todo serviço de alta complexidade está condensado na capital, nós não temos um leito sequer de UTI no interior do Estado, ou em cada um dos nove polos que nós temos.

Então qualquer paciente que necessite hoje de UTI, ele tem que ser transferido para Manaus, só que em Manaus, todos os leitos de UTI da rede pública e privada estão lotados, com pacientes precisando de suporte ventilatório do Covid-19 e não estamos conseguindo transferir pacientes apesar de termos, garantia de avião por parte dos municípios, garantia da UTI móvel e aérea.

O colapso

Não estamos conseguindo remover nossos pacientes porque Manaus está com toda capacidade de leitos de UTI neste momento sendo utilizadas e ai nós estamos com problemas muito sérios por ter que manter esses pacientes no nosso município. Então a gente precisa realmente após isso, fazer uma reflexão do nosso sistema de saúde, precisamos realmente verificar capacidade de gestão dos nossos representantes, porque infelizmente a gente tem hoje uma polarização política muito negativa no nosso país. Neste momento a gente não pode envolver política na questão.

Sentiu na pele

Eu me recuperei da Covid-19 no início da semana. Fui acometido pelo Covid e com experiência, eu afirmo que não é uma doença qualquer, eu ainda estou sentindo alguns problemas e acredito que essa doença causa algumas sequelas pulmonares. Não estou conseguindo hiper ventilar, ainda com dificuldades na respiração e sentindo falta de ar ao mínimo esforço. Eu sai do período de transmissibilidade e ainda continuo em convalescência. Tenho 35 anos, ativo, pratico esportes… e nossos idosos? E as nossas pessoas com comorbidades?

A rede funerária e as valas coletivas

O que mais tá chamando a atenção e evidenciando que a nossa crise é grave é a questão do colapso na rede funerária. Em Manaus costumava-se enterrar entre 30 e 40 pessoas por dia, nos últimos dias subiu para mais de 120. Tá tendo fila na porta dos cemitérios para fazer enterro, as valas que estão sendo feitas, são coletivas para dez caixões e isso é verdade, tudo que está acontecendo é verdade.

A gente sabe que hoje existem tribunais nas redes sociais, ganhamos um monte de especialistas no WhatsApp, no Facebook, mas a situação em Manaus e no Amazonas é real, nós já estamos nos municípios realizando a famosa escolha de Sofia – quem vai morrer, quem vai viver. Nos grandes hospitais um cilindro de oxigênio tá servindo para três, quatro pacientes ao mesmo tempo, ou seja, você pega o cateter dá um pouquinho de oxigênio pra um, depois passa pra outro e assim vai, enquanto eles vão tentando melhorar a questão da saturação de oxigênio.

Intervenção, como assim?

A gente está com um problema seríssimo aqui e quando se fala na questão de intervenção, eu acredito que a gente tem que ter muito cuidado com a interpretação da palavra. Toda intervenção tem problemas seríssimos…

Como é que o governo federal  e isto eu estou falando da área meio do Ministério da Saúde composta por técnicos que ficam lá no Ministério, que não tem convivência diária com o nosso problema, que não entendem a nossa malha de transporte, que não sabem do nosso desenho loco-regional, que não sabem o fluxo de transporte e nem comercial, que não entendem que a questão dos fechamentos de fronteiras e bloqueios de município reduziu a quantidade de embarcações e voos pros municípios e isso afetou diretamente o transporte de insumos de imunobiológicos e hemoderivados para os nossos municípios do interior, que não entendem a dificuldade logística de adquirir medicamentos, Equipamentos de Proteção Individual.

A luta diária

Vou citar um exemplo bem claro – uma caixa de máscaras cirúrgicas, que custava R$5,00, hoje está custando R$250,00. Eu sou gestor do município de Tapauá, que fica distante 750km da capital, todas as compras que estou fazendo, estou submetendo ao judiciário do meu município pra depois não ter problemas. Porque agora o grande problema é que o gestor está sendo demonizado por conta de correntes negacionistas que estão generalizando que todo gestor é corrupto.

O papel do governo

Nós estamos num esforço homérico pra não deixar os nossos profissionais expostos ao Covid-19, infelizmente o mercado não respeita, tem regras próprias, eu acho que ao invés do Governo Federal ficar brincando de quem manda mais, e quem entende mais sobre a questão da liberação ou não do comércio e da indústria, deveria estar preocupado em ajudar quem é pobre.

Estar garantindo alimento ao autônomo, estar diminuindo burocracia na questão da liberação do Auxílio Emergencial. O nosso presidente deveria parar um pouquinho de ficar brincando de ser super herói na rede social e governar pro povo. Nós estamos precisando é disso por parte do Governo Federal que é o ente que mais arrecada. Estamos necessitando de políticas públicas urgentes pra que a gente consiga vencer essa pandemia, estamos precisando de uma séria reflexão sobre o nosso sistema de saúde e infelizmente essas decisões vão ser pagas com vidas. A economia é importante? Não tenha dúvida disso, mas a economia se recupera, a vida não se recupera, por isso nós temos que ter cuidado.

As limitações do interior

No interior do estado nós temos unidades hospitalares que tem sérias limitações até na questão da oferta de oxigênio, o meu município para você ter ideia, leva três dias de barco até a capital Manaus pra levar os cilindros de oxigênio. Se tiver uma pessoa hoje que tenha Insuficiência Respiratória aguda e necessite de suporte ventilatório, em quatro dias uma pessoa acaba o meu estoque de oxigênio no hospital.

Aqui os municípios do estado fizeram o seu dever de casa. Todos montaram o seu plano de contingência, plano de ação, estão fazendo fiscalização de barreiras sanitárias pra evitar a disseminação da doença e a gente está aguardando por parte do Governo do Estado e do Governo Federal a liberação das emendas parlamentares que já foram aprovadas para o combate ao Covid-19. Estamos aguardando por parte do Governo do Estado operações de guerra como foram feitos pelo Maranhão.

Qual a explicação pra tantos casos?

Nós temos primeiro o caso do interior. O transporte entre o interior e a capital e entre o interior e a zona rural das cidades se dá quase que exclusivamente por embarcações. Então imagine você passando três, quatro dias numa embarcação com mais duzentas pessoas, utilizando o mesmo refeitório, o mesmo banheiro… isso é um carreador gigantesco para a transmissão do vírus. O coronavírus está chegando ao interior de barco.

Na capital nós temos uma grande parte, se não a maior parcela da população residindo em zona periférica. São pessoas que não tem acesso a televisão, as redes sociais aos veículos de informação. São pessoas que infelizmente por conta da falta de informação continuam levando uma vida normal, entretanto se expondo muito mais a esse perigo terminante.

A questão da desorganização das agências bancárias, da questão documental do CPF, causou filas quilométricas em Manaus. Nós precisamos buscar uma forma de conversar e chegar até essas pessoas, porque são elas que estão mais suscetíveis ao vírus e são elas que estão sofrendo mais as mazelas pelo atual panorama.

Nós temos um governador que era apresentador de televisão e acredita que a mídia é muito mais importante que o trabalho realmente dito. Isto é uma crítica, mas uma crítica construtiva.

Os negacionistas

Aos negacionistas eu não desejo mal, mas desejo que eles experimentem o que é sofrer na pele as sequelas pulmonares que o cornavírus causa. Porque quando você arrisca a vida por conta da economia, você está sendo irresponsável, no mínimo e essa polarização que nós tivemos no nosso país acaba por lhe transformar em adjetivos que não precisa citar o nome, se você discordar das ideias do presidente. Eu acredito que a gente precisa compreender o momento.

A importância do isolamento – Tempo para agir

Não podemos abrir mão do isolamento e distanciamento social neste momento. Não é fazer maldade não, não é tentar ferir de morte a economia não, é porque não temos leito para todo mundo.

Então esse achatamento da curva nada mais é do que nos gestores de saúde pedindo um tempo da sociedade para nos prepararmos para atendê-los. Estamos pedindo um tempo para tentar organizar aquilo que historicamente é desorganizado, que é o nosso sistema de saúde, nós estamos pedindo um tempo para tentar rever a PEC da morte, que congelou pelos próximos vinte anos o orçamento federal em saúde.

Nós estamos pedindo um tempo da sociedade para corrigir aqui no Amazonas a implantação de leitos de UTI no interior que nunca teve, a gente tá pedindo um tempo pra população, achantando a curva pra gente tentar comprar ventilador mecânico pra garantir suporte ventilatório, a gente está pedindo um tempo da população dentro de casa pra gente conseguir organizar um sistema de guerra pra garantir a saúde da população, e a gente ainda tem que encarar uma tropa de negacionistas, dizendo que isso é mentira, que isso é coisa de comunista.

Outras Notícias

Progresso confirma passe livre intermunicipal para o 2º turno em Pernambuco

Empresa esclareceu que Decreto anterior era mais restrito e que nova decisão do Estado amplia o passe livre. Empresa negou qualquer recusa e cumprirá decisão integralmente  A Auto Viação Progresso divulgou um comunicado oficial para esclarecer as diretrizes operacionais que adotará no segundo turno das Eleições 2026. A concessionária assegurou que fornecerá transporte gratuito em […]

Empresa esclareceu que Decreto anterior era mais restrito e que nova decisão do Estado amplia o passe livre. Empresa negou qualquer recusa e cumprirá decisão integralmente 

A Auto Viação Progresso divulgou um comunicado oficial para esclarecer as diretrizes operacionais que adotará no segundo turno das Eleições 2026.

A concessionária assegurou que fornecerá transporte gratuito em suas linhas intermunicipais, alinhando-se às regras estipuladas pelo Governo de Pernambuco.

Inicialmente, o Decreto Estadual nº 61.565, assinado em 21 de outubro e publicado no Diário Oficial do Estado no dia seguinte (22/10), “previa critérios específicos restritos a linhas intermunicipais classificadas pela EPTI (Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal) como de natureza estritamente urbana ou semiurbana”.

Em edição extra publicada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, o Governo do Estado editou o Decreto nº 61.587. O novo texto alterou a redação da norma anterior e passou a prever expressamente que o benefício do passe livre nas linhas intermunicipais independe do comprimento ou extensão da linha.

A Progresso enfatizou que suas orientações e comunicações iniciais seguiram estritamente os critérios vigentes no primeiro documento publicado.

A concessionária negou categoricamente qualquer recusa deliberada em cumprir as obrigações legais, ressaltando que estava apenas observando o texto original emitido pelas autoridades governamentais.

Com a publicação do novo decreto ampliando o alcance do benefício, a empresa declarou que já está adotando todas as providências operacionais necessárias para se adequar às determinações aplicáveis e garantir o direito ao voto dos passageiros de forma transparente.

Audiência do debate da Globo pode alcancar 100 milhões de eleitores

Uma pesquisa realizada pelo instituto Ipespe/Abrapel e divulgada nesta sexta-feira apontou que 70% dos eleitores pretendem assistir com certeza ao último debate presidencial do segundo turno. O confronto final entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocorre hoje, a partir das 21h20, na TV Globo. Os dados […]

Uma pesquisa realizada pelo instituto Ipespe/Abrapel e divulgada nesta sexta-feira apontou que 70% dos eleitores pretendem assistir com certeza ao último debate presidencial do segundo turno.

O confronto final entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocorre hoje, a partir das 21h20, na TV Globo.

Os dados detalhados do interesse dos eleitores mostram que 70% vão assistir com certeza. Já 15% talvez acompanhem o embate, e 13% afirmaram que não pretendem assistir.

Só 2% não sabem ou preferiram não responder.

O engajamento é ligeiramente maior do lado petista: 74% dos eleitores de Lula afirmaram que acompanharão a transmissão ao vivo, enquanto o índice é de 69% entre os eleitores de Flávio Bolsonaro.

A projeção de audiência aponta que o programa pode alcançar uma marca próxima de 100 milhões de telespectadores.

No meu comentário, os três cenários mais prováveis para eleição desde domingo

Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano. Por ordem de possibilidades,  vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, […]

Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano.

Por ordem de possibilidades,  vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, considero essa última possibilidade remotíssima.

Ministro do TSE impede Nunes Marques de suspender canal ‘Exército do Lula’ sem aval do plenário

Do G1 O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte. Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da […]

Do G1

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte.

Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da Presidência para tirar o canal do ar ou limitar seu funcionamento.

Uma eventual nova restrição, no entanto, ainda poderá ser determinada em um processo judicial.

“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado “Exército de Lula” até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”, diz um trecho do documento.

Dessa forma, a medida vale até que haja uma decisão do plenário do TSE, em processo judicial, sobre o funcionamento do canal.

 

Ministro do TSE impede Nunes Marques de suspender canal ‘Exército do Lula’ sem aval do plenário

Floriano de Azevedo Marques afirmou haver risco de nova suspensão antes do segundo turno e determinou que eventual medida contra o canal seja tomada em processo judicial.

Por Márcio Falcão, Luiz Felipe Barbiéri, Mariana Laboissière, g1 e TV Globo — Brasília

 

23/10/2026 14h57 Atualizado há 5 minutos

 

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte.

 

 

Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da Presidência para tirar o canal do ar ou limitar seu funcionamento.

 

Uma eventual nova restrição, no entanto, ainda poderá ser determinada em um processo judicial (entenda mais abaixo).

 

“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado “Exército de Lula” até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”, diz um trecho do documento.

Nunes Marques determina pente-fino no canal ‘Exército do Lula’

Nunes Marques determina pente-fino no canal ‘Exército do Lula’

 

Dessa forma, a medida vale até que haja uma decisão do plenário do TSE, em processo judicial, sobre o funcionamento do canal.

Floriano de Azevedo Marques concedeu parcialmente o pedido apresentado em mandado de segurança e suspendeu os efeitos de ordens da Presidência do TSE que possam resultar na suspensão, indisponibilização ou restrição do alcance ou das funcionalidades do “Exército do Lula”.

O ministro também determinou que a Presidência não use sua atribuição administrativa de fiscalização das plataformas digitais para adotar esse tipo de medida contra o canal.

Diretoria e Conselho de Administração do Sicoob Pernambuco visitam obras do maior Centro Sociocultural do Nordeste

“Esse é um sonho para servir à comunidade na formação e inclusão”, destacou seu presidente Evaldo Campos O Conselho de Administração e Diretoria do Sicoob Pernambuco visitaram pela primeira vez as obras do seu Centro Sociocultural. O espaço, em um terreno de 6 hectares, com 4,5 hectares de área construída, é um marco social para […]

“Esse é um sonho para servir à comunidade na formação e inclusão”, destacou seu presidente Evaldo Campos

O Conselho de Administração e Diretoria do Sicoob Pernambuco visitaram pela primeira vez as obras do seu Centro Sociocultural.

O espaço, em um terreno de 6 hectares, com 4,5 hectares de área construída, é um marco social para o cooperativismo do Estado e do Nordeste do Brasil.

Idealizado e executado com recursos próprios do Sicoob Pernambuco, nasceu com o propósito de promover o bem-estar, a inclusão social, o esporte, a cultura e a qualificação profissional, colocando a comunidade no centro dessa transformação.

Localizado próximo ao Monte dos Remédios, em São José do Egito, o Centro reúne uma ampla estrutura planejada para atender à formação e capacitação, com foco em jovens e adolescentes, mas com atividades que atenderão à toda comunidade.

O complexo contará com quadra de areia, quadra poliesportiva, campo de futebol, piscinas, praça de cooper e área para ciclismo. A estrutura também incluirá salas para reuniões abertas à comunidade, espaços destinados a aplicação de cursos profissionalizantes, ambientes de convivência, área para restaurantes e pomar.

“Esse é um sonho para servir à comunidade, principalmente na formação de crianças e jovens mais carentes, pensando num futuro de oportunidades, um dos pilares e princípios do cooperativismo financeiro, que é o da inclusão”, destacou o presidente Evaldo Campos.