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Marina se diz pronta para responder sobre avião de Campos

Por Nill Júnior

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A candidata a presidente do PSB, Marina Silva, chegou ao Rio pouco depois das 11h30, um dia depois do primeiro debate entre os candidatos à Presidência. Ela dará uma entrevista ao Jornal Nacional, da Rede Globo, na noite desta terça-feira.

Em rápida conversa com jornalistas no aeroporto Santos Dumont, onde desembarcou de um voo de carreira, ela se disse preparada para responder perguntas duras, como as enfrentadas pelos outros candidatos no estúdio do JN, inclusive sobre as suspeitas de fraude no financiamento do avião usado por Eduardo Campos no avião que o matou. Mas não quis adiantar a resposta:

“Quando o William Bonner perguntar, eu responderei”.

Marina afirmou que o debate desta segunda-feira na TV Bandeirantes foi uma oportunidade de comunicar sua proposta de terceira via. Ela repetiu que o pais não agüenta mais a polarização entre PT e PSDB e disse que vai sustentar sua estratégia de campanha até o dia da eleição sustentada na apresentação de propostas.

Outras Notícias

Mendonça Filho vai atuar como consultor da Fundação Lemann

O deputado federal e ex-ministro da Educação, Mendonça Filho, vai integrar a equipe de consultores da Fundação Lemann a partir de fevereiro, quando encerra seu mandato na Câmara dos Deputados. Uma das mais conceituadas entidades do terceiro setor no país, a Fundação Lemann é uma organização sem fins lucrativos e trabalha por uma educação pública […]

Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil

O deputado federal e ex-ministro da Educação, Mendonça Filho, vai integrar a equipe de consultores da Fundação Lemann a partir de fevereiro, quando encerra seu mandato na Câmara dos Deputados.

Uma das mais conceituadas entidades do terceiro setor no país, a Fundação Lemann é uma organização sem fins lucrativos e trabalha por uma educação pública de qualidade.

A Fundação Lemann trabalha para gerar oportunidades para alunos de norte a sul do país, apoia milhares de escolas com soluções inovadoras e iniciativas que dão bons resultados e trabalha com professores, gestores escolares, secretarias de educação e governos.

Mendonça Filho tem mais de 30 anos de experiência no setor público, tendo exercido mandatos legislativos como deputado estadual e federal; mandatos no Executivo como vice-governador e governador de Pernambuco e cargos executivos como secretário de Estado e ministro da Educação. Formado em Administração de Empresas pela Universidade de Pernambuco, fez o curso de Gestão Pública pela Kennedy School, Escola de Governo da Universidade de Harvard (EUA). A partir de fevereiro vai atuar também junto a UNESCO, contribuindo com sua experiência na gestão pública.

Em meio à crise, coordenador da operação Lava Jato na PGR pede demissão

Correio Braziliense O procurador José Alfredo de Paula deixou o cargo de coordenador da operação Lava-Jato na Procuradoria-Geral da República (PGR). A saída dele foi confirmada nesta terça-feira (16), embora tenha sido solicitada na sexta (12). Ele deixa o comando das ações da Lava-Jato no órgão em meio a uma crise envolvendo a força-tarefa da […]

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Correio Braziliense

O procurador José Alfredo de Paula deixou o cargo de coordenador da operação Lava-Jato na Procuradoria-Geral da República (PGR). A saída dele foi confirmada nesta terça-feira (16), embora tenha sido solicitada na sexta (12).

Ele deixa o comando das ações da Lava-Jato no órgão em meio a uma crise envolvendo a força-tarefa da operação no Paraná. Mensagens trocadas entre procuradores, e com participação do ministro da Justiça, Sérgio Moro, lançam suspeitas sobre a forma como as investigações foram conduzidas.

Dentro da PGR corre a informação de que ele decidiu se afastar em razão da demora da procuradora-geral, Raquel Dodge, de seguir com as ações da operação. Entre os atos reclamados, está o envio do acordo de delação do executivo Léo Pinheiro, da OAS, que ainda não foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Outra crítica seria em razão da ausência de posicionamento de Dodge sobre as revelações do site The Intercept contra procuradores do Paraná.

Novos diálogos revelam que Moro orientava ilegalmente ações da Lava Jato

Veja – clique e veja matéria completa As manifestações do último dia 30 tiveram como principal objetivo a defesa de Sergio Moro. Em Brasília, um enorme boneco de Super-Homem com o seu rosto foi inflado na frente do Congresso. Símbolo da Lava-Jato, que representa um marco na história da luta anticorrupção no país, o ex-juiz […]

Veja – clique e veja matéria completa

As manifestações do último dia 30 tiveram como principal objetivo a defesa de Sergio Moro. Em Brasília, um enorme boneco de Super-Homem com o seu rosto foi inflado na frente do Congresso. Símbolo da Lava-Jato, que representa um marco na história da luta anticorrupção no país, o ex-juiz vem sofrendo sérios arranhões na imagem desde que os diálogos entre ele e membros da força-tarefa vieram a público revelando bastidores da operação.

As conversas ocorridas no ambiente de um sistema de comunicação privada (o Telegram) e divulgadas pelo site The Intercept Brasil mostraram que, no papel de magistrado, Moro deixou de lado a imparcialidade e atuou ao lado da acusação. As revelações enfraqueceram a imagem de correção absoluta do atual ministro de Jair Bolsonaro e podem até anular sentenças.

Só uma pequena parte do material havia sido divulgada até agora — e ela foi suficiente para causar uma enorme polêmica. Em parceria com o site, VEJA realizou o mais completo mergulho já feito nesse conteúdo. Foram analisadas pela reportagem 649 551 mensagens. Palavra por palavra, as comunicações examinadas pela equipe são verdadeiras e a apuração mostra que o caso é ainda mais grave. Moro cometeu, sim, irregularidades.

Fora dos autos (e dentro do Telegram), o atual ministro pediu à acusação que incluísse provas nos processos que chegariam depois às suas mãos, mandou acelerar ou retardar operações e fez pressão para que determinadas delações não andassem. Além disso, revelam os diálogos, comportou-se como chefe do Ministério Público Federal, posição incompatível com a neutralidade exigida de um magistrado.

Na privacidade dos chats, Moro revisou peças dos procuradores e até dava bronca neles. “O juiz deve aplicar a lei porque na terra quem manda é a lei. A justiça só existe no céu”, diz Eros Grau, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, falando em tese sobre o papel de um magistrado. “Quando o juiz perde a imparcialidade, deixa de ser juiz.”

Não seria um escândalo se um magistrado atuasse nas sombras alertando um advogado de que uma prova importante para a defesa de seu cliente havia ficado de fora dos autos? Pois isso aconteceu na Lava-Jato, só que em favor da acusação. Uma conversa de 28 de abril de 2016 mostra que Moro orientou os procuradores a tornar mais robusta uma peça.

No diálogo, Deltan Dalla­gnol, chefe da força-tarefa em Curitiba, avisa à procuradora Laura Tessler que Moro o havia alertado sobre a falta de uma informação na denúncia de um réu — Zwi Skornicki, representante da Keppel Fels, estaleiro que tinha contratos com a Petrobras para a construção de plataformas de petróleo, e um dos principais operadores de propina no esquema de corrupção da Petrobras. Skornicki tornou-se delator na Lava-­Jato e confessou que pagou propinas a vários funcionários da estatal, entre eles Eduardo Musa, mencionado por Dalla­gnol na conversa.

“Laura no caso do Zwi, Moro disse que tem um depósito em favor do Musa e se for por lapso que não foi incluído ele disse que vai receber amanhã e da tempo. Só é bom avisar ele”, diz. (VEJA manteve os diálogos originais com eventuais erros de digitação e ortografia.) “Ih, vou ver”, responde a procuradora. No dia seguinte, o MPF incluiu um comprovante de depósito de 80 000 dólares feito por Skornicki a Musa. Moro aceita a denúncia minutos depois do aditamento e, na sua decisão, menciona o documento que havia pedido. Ou seja: ele claramente ajudou um dos lados do processo a fortalecer sua posição.

Em Santa Terezinha, a Cultura é destaque na XI Festa do Produtor Rural

Nos dias 6 e 7 de julho, a cidade de Santa Terezinha será palco da 11ª edição da Festa do Produtor Rural, um evento que promete envolver os visitantes com celebrações da rica cultura sertaneja. Com uma programação diversificada, a festa que envolve os moradores do Sítio Barriguda é um tributo às tradições agrícolas e […]

Nos dias 6 e 7 de julho, a cidade de Santa Terezinha será palco da 11ª edição da Festa do Produtor Rural, um evento que promete envolver os visitantes com celebrações da rica cultura sertaneja. Com uma programação diversificada, a festa que envolve os moradores do Sítio Barriguda é um tributo às tradições agrícolas e culturais do Sertão do Pajeú.

Este ano, o Museu do Sertão traz uma novidade, uma exposição fotográfica dos fotógrafos Renato Leite, Marcelo Gomes e Ricardo Pirangi, que através das suas lentes registraram o cotidiano de alguns produtores rurais. Além das fotografias, obras de arte, que exaltam a identidade dos artistas da região, levarão o público a imergir na cultura do alto sertão pernambucano, explorando peças que contam histórias de resiliência e criatividade.

A programação musical deste ano está repleta de talentos que prometem embalar o público com o melhor do forró raiz. A Zabumbada do Pajeú, formada pelo mestre Caca Malaquias no pífano, o poeta Islan na rabeca, Francisco Sivuca na percussão, Felipe no triângulo e Alex na zabumba, promete esquentar o frio. Outra atração que vai compor a grade do evento é o jovem tabirense, Kauã Poeta. Sua performance promete uma fusão envolvente de forró e poesia. 

Além das apresentações musicais, haverá ainda a tradicional Vaquejada do Parque Francisco Anastácio Filho, cavalgada, desfile de carros de boi, apresentação de quadrilha, café comunitário, missa e muito forró pé de serra. 

A Festa do Produtor Rural, que teve início em 2010, é organizada pela família Anastácio em homenagem ao patriarca Chico Anastácio, um produtor rural que se destacou pelo cultivo de macaxeira e produção de farinha. Desde então, o evento se tornou uma tradição anual, celebrando a herança agrícola e cultural da região. 

Em 2018, a construção do Museu do Sertão trouxe uma nova dimensão ao evento, oferecendo aos visitantes um espaço dedicado à preservação da história e cultura local. Este ano, a exposição cultural no museu promete enriquecer ainda mais a experiência dos visitantes, promovendo e fortalecendo a identidade cultural do Sertão do Pajeú.

Como chegar?

O sítio Barriguda fica localizado a 07 km da cidade de Santa Terezinha. O acesso é pela PE-285, entrando pelo acesso ao Parque de Vaquejada Francisco Anastácio Filho.

Confira a programação:

Sábado, 6 de julho

13h- Início da Vaquejada

18h- Abertura da Festa e do Museu do Sertão

19h- Apresentação da Quadrilha Junina (Associação do Sítio Felipe)

19h30- Espaço da Poesia

20h30- Zabumbada do Pajeú

21h30- Show com Kauã Poeta

Domingo, 7 de julho

07h- Café da manhã Comunitário

08h- Cavalgada e Carreata de Carros de Boi

09h- Missa em homenagem aos produtores rurais

10h- Retorno da Vaquejada

12h- Show de forró

Cunha é notificado de pedido de afastamento feito por procurador

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi notificado na manhã desta terça-feira (16) do pedido de afastamento dele do cargo feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Janot argumenta que Cunha utiliza a função  para obstruir as investigações da Operação Lava Jato e o andamento de uma representação contra ele no Conselho de Ética da […]

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O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi notificado na manhã desta terça-feira (16) do pedido de afastamento dele do cargo feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Janot argumenta que Cunha utiliza a função  para obstruir as investigações da Operação Lava Jato e o andamento de uma representação contra ele no Conselho de Ética da Câmara.

No pedido feito ao Supremo, o procurador requer que o peemedebista seja afastado tanto do comando da Câmara quanto do mandato de deputado federal. Com a notificação ocorrida nesta terça, Cunha terá dez dias contados a partir desta quarta (17) para se manifestar no caso.

Caberá ao Supremo decidir se afasta ou não o presidente da Câmara. Janot alega que o peemedebista usa seu poder para constranger e intimidar parlamentares, réus colaboradores, advogados e agentes públicos.

O deputado nega, diz que o pedido é baseado em “ilações” e “agressões” e que o procurador-geral da República pretende fazer uma “cortina de fumaça” para tirar o foco do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.