A prefeita de Sertânia, Pollyana Abreu, esteve na Maniçoba, onde a ponte feita acabou cedendo com as chuvas e deixando famílias isoladas.
“Com as chuvas de volta, a gente não podia esperar. Já estamos aqui colocando as pedras para recuperar a estrada e garantir a passagem do povo”, disse. No vídeo ela questiona a qualidade da obra, feira na gestão Ângelo Ferreira. “Não durou seis meses”, reclamou.
Abreu prometeu: “E pode ter certeza, em breve vamos fazer a ponte definitiva, do jeito que tem que ser”.
O presidente estadual do AVANTE, Sebastião Oliveira, ontem (27), poços artesianos conquistados por meio de sua atuação como Deputado Federal. “Quem é sertanejo conhece de perto o sofrimento que a seca causa. Movido à energia solar, além de não provocar impacto ambiental, os dois novos poços artesianos vão transformar a realidade de diversas famílias do […]
O presidente estadual do AVANTE, Sebastião Oliveira, ontem (27), poços artesianos conquistados por meio de sua atuação como Deputado Federal.
“Quem é sertanejo conhece de perto o sofrimento que a seca causa. Movido à energia solar, além de não provocar impacto ambiental, os dois novos poços artesianos vão transformar a realidade de diversas famílias do distrito de Caiçarinha da Penha. Estamos garantindo abastecimento para a lavoura e para a criação de animais e, com isso, dando oportunidade para que o sertanejo assegure o seu sustento com dignidade. Já são mais de 100 poços apenas em Serra Talhada”, destacou.
Ao lado do vice-prefeito Faeca Melo, do secretário de Governo, Allan Pereira, e dos ex-vereadores Pessival Gomes e André Terto, Oliveira ressaltou algumas das importantes conquistas que possuem o seu DNA no município, entre elas, o Hospital Eduardo Campos, a Faculdade de Medicina, o Aeroporto, as diversas estradas, a reforma do Terminal Rodoviário, o voo da Azul e as alças de Varzinha.
“Tenho a consciência tranquila de que tenho serviço prestado nos quatro cantos de Serra Talhada. Talvez, nenhum outro representante possa dizer o mesmo”, concluiu Sebastião Oliveira, que comanda o partido Avante, em Pernambuco.
Na manhã desta sexta-feira, (10), o prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim, utilizou seu perfil no Instagram para divulgar oficialmente os nomes que comporão o primeiro escalão de sua gestão. O prefeito destacou que a equipe foi montada com base em critérios técnicos e compromisso com o desenvolvimento do município. “Todos os nomes aqui apresentados têm […]
Na manhã desta sexta-feira, (10), o prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim, utilizou seu perfil no Instagram para divulgar oficialmente os nomes que comporão o primeiro escalão de sua gestão.
O prefeito destacou que a equipe foi montada com base em critérios técnicos e compromisso com o desenvolvimento do município.
“Todos os nomes aqui apresentados têm uma história de comprometimento com a cidade e estão preparados para enfrentar os desafios da gestão pública. Time com competência, compromisso e união”, destacou o prefeito ao lançar os nomes da equipe.
Os integrantes anunciados são: Daniel Antas, Secretário de Saúde; Paula Cristiane, Secretária de Desenvolvimento Social; Saullo Barros, Secretário de Planejamento, Gestão e Finanças; Miriam Pereira, Secretária de Educação; André Vasconcelos, Secretário de Turismo, Cultura, Desenvolvimento e Eventos; Bal, Secretário de Agricultura; Claudia Barros, Assessora Técnica de Licitações; Alana Lima, Assessora Técnica de Gestão; Michele Barbosa, Superintendente da Previdência Municipal; Tatiane Mariz, Chefe de Gabinete; Leila Siqueira, Controle Interno.
Segundo a assessoria, a equipe assume com a missão de implementar as principais propostas de governo e trabalhar em sintonia com as demandas da população.
Na noite desta terça-feira (7), a vigilância sanitária e a polícia militar, após denúncia anônima, encerraram uma festa clandestina. Foi numa chácara no caminho da comunidade rural de Nova Brasília, conhecida como chácara da Playcell 2. Na festa, foram flagrados os descumprimentos aos protocolos de prevenção e segurança sanitária. A vigilância também esteve, no início da […]
Na noite desta terça-feira (7), a vigilância sanitária e a polícia militar, após denúncia anônima, encerraram uma festa clandestina.
Foi numa chácara no caminho da comunidade rural de Nova Brasília, conhecida como chácara da Playcell 2. Na festa, foram flagrados os descumprimentos aos protocolos de prevenção e segurança sanitária.
A vigilância também esteve, no início da noite, na Chácarah Vitoriah, onde estava funcionando o bar, de forma adequada, segundo o município.
“A equipe da vigilância esteve lá depois, mas constatou o local fechado, sem movimentação e com todas as luzes apagadas”, conclui a prefeitura em nota.
Adutora do Pajeú e a falta de água em cidades como Tuparetama, São José do Egito, Santa Terezinha, Brejinho e Itapetim, assim como a falta de água na zona rural, estarão no centro das discussões da próxima reunião da Comissão Parlamentar do Alto Pajeú-COPAP. Entre os vereadores, estarão convidados como MP, Dnocs, Compesa, Sara, IPA, […]
Adutora do Pajeú e a falta de água em cidades como Tuparetama, São José do Egito, Santa Terezinha, Brejinho e Itapetim, assim como a falta de água na zona rural, estarão no centro das discussões da próxima reunião da Comissão Parlamentar do Alto Pajeú-COPAP.
Entre os vereadores, estarão convidados como MP, Dnocs, Compesa, Sara, IPA, Codevasf, Codecipe e Exército. A proxima reunião da COPAP, Presidida por Augusto Martins, será no dia 11 de abril na cidade de Carnaíba. A informação é de Anchieta Santos ao Blog.
Por Magno Martins Quando garoto em Afogados da Ingazeira, minha terra natal, adorava futebol. Não jogava bem, mas admirava quem tinha o domínio e a arte da bola. Ferroviário, Guarany e Bac eram times da elite do futebol do Sertão, celeiros de craques. Muitos jogadores já fizeram a última viagem. Outros, continuam cumprindo a sua […]
Quando garoto em Afogados da Ingazeira, minha terra natal, adorava futebol. Não jogava bem, mas admirava quem tinha o domínio e a arte da bola.
Ferroviário, Guarany e Bac eram times da elite do futebol do Sertão, celeiros de craques. Muitos jogadores já fizeram a última viagem. Outros, continuam cumprindo a sua missão, resistindo a pegar o último pau-de-arara.
Serra-pau, que reencontrei na última vez que estive em Afogados, vivendo de um pequeno comércio na praça ao lado da Catedral, pertenceu à galáxia dos craques. Era zagueiro, beque central como a gente dizia na linguagem amatutada. Duro na queda, daqueles que praticavam a filosofia “do joelho para baixo, tudo é canela”.
Pertencia ao Ferroviário, contemporâneo de Colher de Pau, Clóvis de Dóia, Surrão, Biu de Zeca, Lulu Pantera e Antônio Martins. Além de bom atleta, Serra-pau jogava com paixão. Era tanto amor ao time que chorava diante de uma derrota. Bom caráter, leal, amigo e sem nenhum atributo contaminado pelo estrelismo.
Cansei de ver vê-lo chorar nos ombros do meu pai quando o Ferroviário perdia para o Guarany. Papai era presidente do time e as tertúlias do choro se davam na calçada de nossa casa onde hoje funciona o Banco do Brasil. Um casarão, tinha até um vasto salão para a equipe usar como espaço de concentração e vestuário.
Tempos bons. Nas vitórias do Ferroviário, papai agradava aos jogadores dando uns trocados, dinheiro que tirava do apurado da sua loja comercial sem prestar contas a mamãe, cuja firma estava registrada no seu nome. Papai enrolava, mas se dava mal. Quando ela descobria o “rombo” no caixa, braba como um leão, mamãe esbravejava, enquanto ele negava na maior cara de pau.
Papai era um comerciante de miudezas em geral muito bem sucedido em Afogados da Ingazeira. Mas jogou muito dinheiro pela janela na política – foi vereador por quatro mandatos e vice-prefeito – e no futebol. Seu “sócio” no poço sem fundo do Ferroviário era o juiz Virgílio Amaral, igualmente doente pelo time.
Serra de Pau é um símbolo de um passado impregnado nas memórias dos meus anos dourados. No espelho da vida, revejo mil rostos, alguns velhos, outros cansados, perdidos em passados distantes. Chego à conclusão que são pedaços de mim que flutuam no tempo, pássaros sem rumo e sem pouso, a buscar seus ninhos no céu da memória.
O jornalismo é feito de histórias e histórias são retratos do passado. Enquanto existir recordações fotográficas sentimentais, o tempo passado, para mim, não morrerá jamais. Hoje, posso dizer que a vida não pode ser rebobinada como uma fita. Cada personagem e cena têm o seu lugar na história. É só não descartar as emoções sentidas nem menosprezar as atitudes escolhidas. O tempo não cura as feridas. Elas ficam ali para que a gente sempre se lembre do que passou.
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