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Marília Arraes volta a acionar a Justiça contra fake news

Por Nill Júnior

A Coligação Pernambuco na Veia encabeçada pela candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, ingressou na noite desta terça (09) com uma representação judicial junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE/PE) denunciando e solicitando providências relativas à divulgação de Fake News publicadas através de site na internet e disseminadas em grupos e mensagens no aplicativo Whatsapp.

A ação (nº 0601129-42.2022.6.17.0000), elaborada e protocolada pelo escritório do advogado Walber Agra, pede à Justiça Eleitoral a exclusão imediata do texto que contém conteúdo inverídico e difamatório, nos termos do art. 17, §1º-B da Resolução TSE nº 23.608/2019 e do art. 38 §1º, da Resolução TSE nº 23.610/2019, sob pena de imputação de multa a ser arbitrada pela Justiça Eleitoral, dobrando-se a cada reincidência; a exigência para que o provedor onde o site está hospedado repasse as informações que possibilitem oficialmente a identificação do responsável legal por sua criação e administração, assim como registros de conexão e de acesso (IP’s), nos termos dos arts. 39 e 40 da Resolução TSE nº 23.610/2019, sob pena de multa por eventual descumprimento; a inclusão deste responsável na ação; a condenação do representado ao pagamento da multa prevista no art. 36, §3º da Lei nº 9.504/1997, em patamar máximo, devido à veiculação de propaganda antecipada negativa; e o envio dos autos ao Ministério Público Eleitoral.

“Em 2020 sofremos ataques inimagináveis. Me agrediram como mulher, como mãe, como cristã, como política, como cidadã. Atacaram minha fé, minha família, minha história. Não me calei e jamais me calarei. Muito pelo contrário. Respeito a todos e exijo ser tratada com o devido respeito. Vamos mudar Pernambuco, o crime, inclusive o cibernético será combatido com o rigor da lei. Estamos atentos e não vamos deixar que nenhuma ação criminosa como essa atrapalhe o que é o nosso verdadeiro foco: trazer de volta a esperança verdadeira para o Pernambuco que nossa gente precisa”, afirmou Marília.

Outras Notícias

Uptown Blues Band na 1ª Mostra de Jazz e Blues em homenagem ao Maestro Moacir Santos

Ainda comemorando o título de melhor CD de blues, na 4ª edição do Prêmio Profissionais da Música – PPM, e os 20 anos de estrada; a Banda pernambucana Uptown Blues Band, do Recife, fará apresentação na 1ª Mostra de Jazz e Blues, dentro da grade de programação da 70ª edição da Festa das Rosas, em […]

Ainda comemorando o título de melhor CD de blues, na 4ª edição do Prêmio Profissionais da Música – PPM, e os 20 anos de estrada; a Banda pernambucana Uptown Blues Band, do Recife, fará apresentação na 1ª Mostra de Jazz e Blues, dentro da grade de programação da 70ª edição da Festa das Rosas, em Flores-PE, no sertão do Pajeú, que este ano homenageia o compositor, instrumentista e maestro florense, Moacir Santos (1926-2006).

A iniciativa de resgatar a brilhante história e carreira internacional musical de Moacir Santos veio de, Lucila Santana, Secretária de Turismo e Eventos; que além de produzir a 1ª Mostra de Jazz e Blues vai ofertar ao público, no dia 17 maio, às 20h, exposição e teatro retratando o legado musical do “Ouro Negro do Pajeú”.

“A Festa das Rosas tem esse encanto e essa forte ligação com a rica história de nossa cidade e de seus filhos ilustres, não é verdade? E Moacir Santos é um destes nomes que a gente precisa olhar de uma forma muito especial e prestar sempre esta homenagem pela sua história de vida e contribuição para música popular  brasileira e por que não dizer mundial”, destacou Lucila.

A 1ª Mostra de Jazz e Blues terá um espaço com estrutura exclusiva, dentro da montagem da festa, para receber os fãs de Moacir Santos e da Uptown Blues Band.

Além da banda pernambucana, músicos da Filarmônica Manoel Wanderley, onde na década de 30, Moacir Santos aprendeu tocar clarineta vão fazer sua primeira apresentação, tocando músicas consagradas do “patrono da bolsa nova”, a exemplo da canção: “Flores”, escrita em arranjada por Moacir em homenagem a sua terra natal.

Bar acusado por promotor de eventos nega descumprir regras

Com o objetivo de esclarecer a nota na qual fomos citados, tendo em vista o constrangimento em que fomos submetidos por pessoas que não sabem um terço do que é estar a frente de uma empresa que segue todos os protocolos de segurança, leis e normas, nas quais não faltamos com nossas obrigações perante nenhum […]

Com o objetivo de esclarecer a nota na qual fomos citados, tendo em vista o constrangimento em que fomos submetidos por pessoas que não sabem um terço do que é estar a frente de uma empresa que segue todos os protocolos de segurança, leis e normas, nas quais não faltamos com nossas obrigações perante nenhum decreto e tudo o que fazemos é permitido e fiscalizado, até mais que em outros estabelecimentos, vimos a necessidade de nos pronunciar. 

De acordo com as informações repassadas a este veículo de notícia, o Bar e restaurante Toca da Codorna estaria sendo favorecido pelos órgãos competentes a realizar eventos proibidos na cidade, mas esse tal “favorecimento” é totalmente legal e cumprimos com as determinações que nos foram dadas. 

Antes de se ter uma casa de shows e realizar um evento, precisamos seguir uma regulamentação rigorosa e estarmos em dias com toda documentação, impostos e tributos. Talvez esse “favorecimento” se dê por esse motivo. Estamos dentro de toda legalidade e não descumprimos nenhuma ordem, sempre andamos lado a lado com a lei. 

Diante da onda de boatos nas redes sociais, o bar e restaurante Toca da Codorna reforça que não é do nosso caráter praticar ações duvidosas e descumprir ordens, decretos, leis ou qualquer outra atribuição.

O bar e restaurante Toca da Codorna agradece o espaço e a oportunidade que este blog nos concede.

“Eu brincava com a doença. Hoje sei que é sério”, diz ex-negacionista serra-talhadense

Autônomo de 46 anos ficou 10 dias internado na UTI após contrair a Covid-19 Por André Luis Marconi Edson Torres, 46 anos, autônomo, morador de Serra Talhada, não acreditava na Covid-19. “Eu brincava com a doença. Não usava máscara e nem dava ouvidos ao meu filho de 11 anos que pedia pra que eu usasse […]

Autônomo de 46 anos ficou 10 dias internado na UTI após contrair a Covid-19

Por André Luis

Marconi Edson Torres, 46 anos, autônomo, morador de Serra Talhada, não acreditava na Covid-19.

“Eu brincava com a doença. Não usava máscara e nem dava ouvidos ao meu filho de 11 anos que pedia pra que eu usasse o equipamento protetor”, relatou nesta terça-feira (31), ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú.

Mas o seu entendimento com relação a doença, mudou no dia 24 de abril de 2021, quando deu entrada, de cadeira de rodas, no Hospital São José, em Serra Talhada com 72% de saturação do oxigênio. Ele havia contraído a doença. Sua alta aconteceu no dia 5 de maio.

Marconi relatou que teve os sintomas clássicos da doença: tosse, dor de cabeça e cansaço. Fez o teste, que deu “não reagente” e foi para o sítio. Alguns dias depois, teve que ser levado à unidade hospitalar em estado grave. Ao fazer a tomografia estava com 60% do pulmão comprometido.

Ele conta que por diversas vezes teve medo de morrer. “Principalmente quando ouvi o médico dizer a minha irmã que eu não poderia ser transferido pela gravidade do estado que me encontrava e que eu poderia ter uma parada cardíaca”, relatou.

“A gente fica pensando na família, meu pai. Tenho um filho de 11 anos. Conversava com eles por telefone, mas tinha dias que eu não conseguia nem falar. E não pense que a doença faz distinção. Quem tem dinheiro morre do mesmo jeito. Ela não quer saber disso”, completou.

Marconi não chegou a ser intubado, mas precisou de auxilio de oxigênio. Segundo ele, só está aqui hoje pra contar a história, graças a Deus e à equipe médica que lhe dedicou os melhores cuidados. O autônomo, culpa somente a si mesmo pelo pesadelo que passou. E relatou que ele e vários amigos não acreditavam na doença. “Alguns, assim como eu mudaram de opinião, mas ainda hoje tenho amigos que não acreditam”, relatou.

Questionado se as falas do presidente Jair Bolsonaro minimizando a doença, fizeram com que ele também não levasse a doença a sério. Marconi disse que não, mas destacou: “Ouvir o que ele [Bolsonaro] fala, com relação a Covid-19, é suicídio”, destacou Marconi.

Marconi disse que aprendeu muito com a situação vivenciada e aconselhou: “aprendam a se cuidar, não sejam irresponsáveis. Passar pelo que eu passei, não quero isso pra ninguém. A pandemia ainda não acabou, levem essa doença a sério”, pontuou.

Bolsonarista que levou réplica da Constituição durante ataques ao STF é preso no Sul de MG

O homem que levou a réplica da Constituição Federal de 1988 do STF durante invasão em Brasília foi preso pela Polícia Federal, nesta quarta-feira (25), em Varginha, no Sul de Minas Gerais. O designer bolsonarista Marcelo Fernandes Lima, de 50 anos, entregou a réplica à PF no dia 12 deste mês, quatro dias após os […]

O homem que levou a réplica da Constituição Federal de 1988 do STF durante invasão em Brasília foi preso pela Polícia Federal, nesta quarta-feira (25), em Varginha, no Sul de Minas Gerais.

O designer bolsonarista Marcelo Fernandes Lima, de 50 anos, entregou a réplica à PF no dia 12 deste mês, quatro dias após os ataques na Praça dos Três Poderes, na capital federal e foi liberado após prestar depoimento.

Segundo informações da Polícia Federal, o bolsonarista se apresentou com um advogado no início da tarde desta quarta. Ele tinha um mandado de prisão preventiva em aberto expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a PF, o pedido de prisão foi emitido após a entrega da réplica da Constituição. Os agentes já haviam feito buscas por ele em sua residência, mas o designer não foi encontrado.

Marcelo Fernandes Lima foi levado para uma penitenciária da região e ficará à disposição do STF. As informações são do G1.

Brasil registra 28.834 mortes por Covid-19

Nas últimas 24 horas foram 956 registros de mortes. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, neste sábado (30), o Brasil registrou mais 956 mortes nas últimas 24 horas e chega ao total de 28.834 mortes por consequência da Covid-19. Ainda segundo o boletim, foram mais 33.274 novos casos confirmados. Agora, […]

Foto: Karim Sahib/AFP

Nas últimas 24 horas foram 956 registros de mortes.

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, neste sábado (30), o Brasil registrou mais 956 mortes nas últimas 24 horas e chega ao total de 28.834 mortes por consequência da Covid-19.

Ainda segundo o boletim, foram mais 33.274 novos casos confirmados. Agora, o país totaliza 498.440 casos de Covid-19.

O boletim do Ministério também traz a informação 90.888, pacientes recuperados.