Arcoverde vai sediar Centro de Referência em Saúde do Trabalhador
A cidade de Arcoverde conquistou a aprovação unânime para sediar um Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST), em articulação com a VI GERES e com apoio do Governo de Pernambuco. A decisão marca um novo avanço na estrutura da saúde pública da região e posiciona o município como polo estratégico na assistência e na vigilância à saúde do trabalhador.
A proposta representa a etapa inicial para a implantação do serviço, que terá abrangência regional e será responsável por desenvolver ações de promoção, prevenção e monitoramento das condições de trabalho e de saúde. O projeto segue agora para análise de viabilidade técnica junto ao Ministério da Saúde, com participação direta do Governo de Pernambuco, ampliando a integração entre os entes públicos.
A construção do CEREST reforça o movimento de reestruturação da rede regional de saúde, com foco em serviços especializados e maior capacidade de resposta às demandas da população trabalhadora. A iniciativa resulta de articulação institucional entre municípios, Estado e instâncias de gestão do SUS, consolidando um novo ciclo de investimentos e organização da assistência na região.
O prefeito Zeca Cavalcanti destacou o impacto da conquista para Arcoverde e municípios vizinhos. “Arcoverde volta a assumir um papel de liderança regional com ações que melhoram a vida das pessoas. Esse resultado mostra a força do diálogo e das parcerias que estamos construindo, inclusive com o Governo do Estado, para trazer serviços estruturantes e ampliar o acesso da população à saúde”, afirmou.



O vice-prefeito de São José do Egito Eclériston Ramos e o Secretário de Saúde Paulo Jucá estiveram no fim da tarde dessa segunda (29), acompanhando a vacinação de idosos com 65 anos ou mais que ocorreu no PSF do distrito de Riacho do Meio, em mas um drive-thru da saúde.
Nomeação, porém, continua suspensa por decisão de Gilmar Mendes.
O presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi multado em cerca de R$ 100 mil pela Receita Federal, por inconsistências em sua declaração de rendimentos do ano de 2010.













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