Marcones Sá diz ser vítima de Fake News: nome não aparece na lista do TCE
Por Nill Júnior
Em lista oficial do TCE entregue ao TRE o nome do ex-prefeito de Salgueiro Dr.Marcones Sá, não aparece.
Segundo assessoria o fato de não estar na relação dos prefeitos e ex-prefeitos que tiveram as contas rejeitadas acaba de uma vez por todas com os boatos de que Marcones estaria inelegível.
“Depois de muitas acusações, chegou ao fim a novela que o grupo do atual prefeito de Salgueiro tentou colocar na cabeça da população, sem argumentos jurídicos consistentes, que Dr.Marcones estaria inelegível”, diz a nota.
Em lista final do Tribunal de Contas do Estado, nome do ex-prefeito não aparece, ficando claro que Dr.Marcones e seu grupo político pode disputar as eleições 2020, concluem.
Sem ajustar o valor do preço de pauta da gasolina desde dezembro de 2018 – congelado em R$ 4,60 desde então – a política fiscal do governo de Pernambuco tem pressionado contra a redução do preço do combustível nos postos em desacordo com as diminuições sucessivas do preço anunciadas pela Petrobrás desde o fim de […]
Sem ajustar o valor do preço de pauta da gasolina desde dezembro de 2018 – congelado em R$ 4,60 desde então – a política fiscal do governo de Pernambuco tem pressionado contra a redução do preço do combustível nos postos em desacordo com as diminuições sucessivas do preço anunciadas pela Petrobrás desde o fim de maio.
Enquanto no período a redução anunciada nacionalmente foi de R$ 0,34, em Pernambuco, na prática, a queda foi de R$ 0,22. Com o objetivo de impedir a prática de artificialização do preço médio executada pela gestão estadual, a deputada estadual Priscila Krause (DEM) apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa impedindo que o preço de pauta dos combustíveis seja determinado sem critérios técnicos.
O truque utilizado pela administração estadual acontece porque a tributação dos combustíveis ocorre antecipadamente, via substituição, a partir de Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) – que é o preço de pauta – determinado por cada governo estadual.
Esse valor deveria ser definido quinzenalmente a partir de pesquisa realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP). A partir desse número, é aplicada a alíquota do ICMS e as distribuidoras repassam o montante à Secretaria da Fazenda.
Na tentativa de incrementar – em desacordo com as normas – a arrecadação do tributo, no entanto, o governo de Pernambuco não está seguindo a flutuação dos preços de mercado, mantendo um valor constante há quatorze quinzenas consecutivas. Dos vinte e seis estados e Distrito Federal, apenas o Ceará também apresenta o mesmo comportamento.
De acordo com Priscila Krause, ao ignorar o sobe e desce dos preços da gasolina cobrados ao consumidor, a gestão do PSB em Pernambuco eleva indevidamente a alíquota e obriga o cidadão a pagar mais impostos do que o determinado na legislação tributária estadual.
Estimativas do gabinete da parlamentar apontam que desde dezembro de 2018 o incremento real na arrecadação com a manutenção artificial do preço de pauta da gasolina alcançou R$ 70,8 milhões. “Atualmente o preço médio da gasolina em Pernambuco é quatro reais e trinta centavos o litro, o que levaria a um ICMS de um real e vinte e quatro, mas se paga um real e trinta e três simplesmente porque a gestão estadual não informa o valor verdadeiro ao Confaz. Se calcularmos rapidamente, em vez de 29%, o pernambucano está pagando 31% de ICMS. É uma desonestidade que não pode continuar”, registrou Priscila.
Em documento enviado pela Secretaria da Fazenda ao gabinete da deputada estadual – em resposta a pedido de informações protocolado por ela no primeiro semestre -, a administração estadual registra que “adota a pesquisa da ANP” e que o “PMPF não é estipulado ao bel-prazer de qualquer autoridade fazendária”.
Justifica a existência de delay de 7 a 10 dias por ocasião do intervalo entre a realização da pesquisa e a publicação do Ato Cotepe PMPF, quando o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publica no Diário Oficial da União os valores de pauta de cada estado.
“É preciso que fique claro que o preço médio de quatro e sessenta é utilizado desde dezembro, é um atraso de pelo menos oito meses. Desde lá, a ANP já identificou preços médios significativamente inferiores e não houve qualquer modificação na decisão do governo estadual”, explicou Priscila. Em fevereiro chegou-se ao nível de maior diferença: enquanto o preço médio real era de R$ 4,13, a administração estadual lucrava com um ICMS incidente sobre um preço de R$ 4,60.
Em tramitação desde abril, o projeto de lei ordinária 174/2019, de autoria de Priscila Krause, prevê a inclusão na lei estadual que trata do ICMS de parágrafo que obriga a publicação quinzenal – via Diário Oficial do Estado ou sítio eletrônico da administração estadual – do resultado da pesquisa de preços utilizada para basear a definição do preço de pauta dos combustíveis derivados do petróleo e do álcool. A proposta amarra em legislação própria a necessidade de se respeitar critérios técnicos – sem a possibilidade de decisão discricionária – por parte do governo estadual.
Os candidatos ao governo do estado apostaram em estratégias diferentes durante as primeiras semanas da campanha eleitoral. Entre os dias 6 de julho – início oficial da campanha – e 31 de julho, os postulantes visitaram diversas cidades do estado, concentrando as atividades na Região Metropolitana do Recife. Se levarmos em consideração as agendas dos […]
Os candidatos ao governo do estado apostaram em estratégias diferentes durante as primeiras semanas da campanha eleitoral. Entre os dias 6 de julho – início oficial da campanha – e 31 de julho, os postulantes visitaram diversas cidades do estado, concentrando as atividades na Região Metropolitana do Recife. Se levarmos em consideração as agendas dos candidatos fora desta área, será possível perceber que algumas regiões do estado receberam uma atenção maior neste início da corrida ao Palácio Campo das Princesas.
O candidato da Frente Popular de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), deu mais atenção aos municípios do Sertão nos primeiros 26 dias da campanha. Nesse período, o apadrinhado político do ex-governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB) visitou seis municípios: Santa Filomena, Parnamirim, Araripina, Afogados da Ingazeira, Petrolina e Serrita. Foram quatro dias dedicados a essas cidades. O Sertão concentra cerca de 18% do eleitorado pernambucano.
O petebista Armando Monteiro, da Coligação Pernambuco Vai Mais Longe, adotou uma estratégia diferente: o candidato procurou equilibrar suas visitas ao interior do estado. Foram quatro cidades visitadas na Zona da Mata e no Sertão, e três municípios no Agreste. A quantidade de dias reservados também foi praticamente a mesma: a Zona da Mata e o Sertão ocuparam três dias, cada, da agenda, enquanto as visitas ao Agreste ocuparam quatro.
As cidades visitadas por Armando e sua comitiva foram: Serra Talhada, Araripina, Serrita e Sertânia (Sertão); Garanhuns, Canhotinho e João Alfredo (Agreste); Timbaúba, Macaparana, Sirinhaém e Palmares, na Zona da Mata, completam a lista.
Os candidatos Jair Pedro (PSTU) e José Gomes (PSol) concentraram suas agendas na Região Metropolitana do Recife. Ao todo, dedicaram, respectivamente, 23 dias e 16 dias à região. Nesse período, o postulante do PSol ainda visitou Palmares e Garanhuns; já o candidato do PSTU esteve em Palmares, no fim do mês de julho.
Nas últimas costuras para as eleições 2020, o Podemos segue lançando candidaturas próprias e costurando apoios em todo o estado, sob a batuta do deputado federal Ricardo Teobaldo, presidente da sigla em Pernambuco. Em Caruaru o martelo foi batido e o Podemos vai apoiar a reeleição da prefeita Raquel Lyra (PSDB), num processo que teve […]
Nas últimas costuras para as eleições 2020, o Podemos segue lançando candidaturas próprias e costurando apoios em todo o estado, sob a batuta do deputado federal Ricardo Teobaldo, presidente da sigla em Pernambuco. Em Caruaru o martelo foi batido e o Podemos vai apoiar a reeleição da prefeita Raquel Lyra (PSDB), num processo que teve o apoio do ex-senador Douglas Cintra.
Para Ricardo Teobaldo, o apoio a Raquel vem para endossar o trabalho que ela tem feito no município. “Com muita alegria, anunciamos o apoio do Podemos a Raquel Lyra em Caruaru. Entendemos que o trabalho que ela tem feito no município precisa continuar, para promover ainda mais avanços na saúde, educação e diversas outras áreas”, pontuou.
O presidente do Podemos ainda destacou a importância de ser líder em momentos difíceis como os de hoje. “Estamos vivendo um momento muito complicado. Agora, mais do que nunca, o poder público precisa estar perto das pessoas, ter sensibilidade, agir com o coração. A gestão de Raquel tem essa marca e o Podemos vai contribuir com esse processo”, finalizou.
Vereadores que apoiaram Zeca e Júlio Cavalcanti estiveram hoje no Debate das Dez da Rádio Pajeú avaliando a votação dos petebistas, que ficaram em segundo lugar na votação em Afogados da Ingazeira com 4.305 e 3.510 votos respectivamente. Eles estiveram acompanhados de Diomedes Mariano, candidato a a vice da União Pelo Povo ois anos atrás. […]
Vereadores que apoiaram Zeca e Júlio Cavalcanti estiveram hoje no Debate das Dez da Rádio Pajeú avaliando a votação dos petebistas, que ficaram em segundo lugar na votação em Afogados da Ingazeira com 4.305 e 3.510 votos respectivamente. Eles estiveram acompanhados de Diomedes Mariano, candidato a a vice da União Pelo Povo ois anos atrás.
Em suma, os legisladores Zé Negão, Pedro Raimundo, Renon de Ninô, Antonieta da Caixa, Cícero Miguel e Vicentinho adotaram o discurso da “alma lavada”. Isso porque avaliaram que em um cenário onde havia candidatos com peso disputando espaço como Anchieta Patriota, Aline Mariano e Gonzaga Patriota, conseguir dar esta votação para os petebistas é motivo de comemoração.
“Diziam que a gente teria os quartos mais votados e mostramos o contrário”, disse Zé Negão. O vereador Renon de Ninô voltou a falar em uso da máquina em favor de Anchieta Patriota. “Não fui eu quem falou isso, foi o ex-prefeito Totonho”, alfinetou.
Antonieta garantiu que Zeca e Júlio Cavalcanti se comprometeram em trazer ações concretas para a população do município. “Antes de votar neles fomos pesquisar quem eram”, afirmou. Pedro Raimundo comemorou a votação que o grupo teve em sua base eleitoral, o Sítio São João.
Perguntados se essa eleição representa uma sinalização para 2016, Renon afirmou que o grupo vai continuar unido e no momento certo discutirá os encaminhamentos e terão candidato para prefeito, contra o grupo do prefeito José Patriota. O vereador Cícero Miguel entretanto, afirmou que apesar de apoiar Júlio e Zeca, se mantém na base de Patriota.
Perguntado da possibilidade de aproximação com Totonho, Zé Negão afirmou que foi contatado por ele após as eleições. “Após a votação Totonho, Toninho e Daniel Valadares mantiveram contato parabenizando a gente pela votação. Se futuramente tiver de se sentar com Totonho, Daniel ou A,B ou C para fortalecer o grupo em 2016, em política se ganha somando”.
Vicentinho e Renon afirmaram também que podem colocar o nome a disposição para uma disputa majoritária.
A Prefeitura de Carnaíba, através da Controladoria Geral, convida a população para a Audiência Pública da LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias 2023, que acontecerá na próxima terça-feira (26), a partir das 9h, no auditório da Secretaria Municipal de Educação. A LDO é elaborada anualmente e tem como objetivo apontar as prioridades do governo para […]
A Prefeitura de Carnaíba, através da Controladoria Geral, convida a população para a Audiência Pública da LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias 2023, que acontecerá na próxima terça-feira (26), a partir das 9h, no auditório da Secretaria Municipal de Educação.
A LDO é elaborada anualmente e tem como objetivo apontar as prioridades do governo para o próximo ano.
Ela orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual, baseando-se no que foi estabelecido pelo Plano Plurianual. Ou seja, é um elo entre esses dois documentos.
Para isso, fixa o montante de recursos que o governo pretende utilizar; traça regras, vedações e limites para as despesas dos Poderes; autoriza o aumento das despesas com pessoal; regulamenta as transferências a entes públicos e privados e disciplina o equilíbrio entre as receitas e as despesas.
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