Márcia Conrado detalha agenda em Medelín, na Colômbia
Por Nill Júnior
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, detalhou sua agenda na Colômbia.
A gestora esteve na cidade de Medelín, na Colômbia, para conhecer de perto as práticas exitosas ao lado dos prefeitos José Maria, de Cupira, Joselito Gomes, de Gravatá, Edilson Tavares, de Toritama, Paulo Roberto, de Vitória de Santo Antão, Victor da Silva, de Cachoeiro de Itapemirim, e do deputado federal Eriberto Medeiros.
“Medelín tem despertado a admiração mundial, pois quem conhece a realidade atual de uma cidade que por duas décadas estampou o abismo social, político e ainda enfrentou a força das FARC, se encanta com a reviravolta desse estigma de cidade mais desigual e violenta do planeta em uma cidade que renasceu como a mais inovadora e voltada para o bem estar social”, disse.
Ela destacou a união de todas as forças sociais e políticas, atrás do objetivo comum da convivência e civilidade, para fazer Medelín um exemplo. “Os investimentos sincronizados entre a educação na primeira infância e segurança resultaram de forma gradativa na redução da violência”.
O pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Missão, Renan Santos, usou suas redes sociais para denunciar o cantor Wesley Safadão como suposto líder de um esquema de corrupção que envolveria prefeituras pobres do interior do Ceará. Segundo Santos, o artista teria firmado mais de 50 contratos com municípios entre 2024 e 2025, recebendo cerca […]
O pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Missão, Renan Santos, usou suas redes sociais para denunciar o cantor Wesley Safadão como suposto líder de um esquema de corrupção que envolveria prefeituras pobres do interior do Ceará. Segundo Santos, o artista teria firmado mais de 50 contratos com municípios entre 2024 e 2025, recebendo cerca de R$ 52 milhões em cachês, muitos deles sem licitação e pagos com recursos das chamadas “emendas PIX”, verbas federais transferidas diretamente aos municípios com pouca fiscalização.
De acordo com a denúncia, o esquema contaria com a participação do deputado Júnior Mano, que teria migrado do PL para o PSB e se aproximado do governo petista no Ceará. Júnior Mano seria responsável por intermediar a venda dos shows de Wesley Safadão para prefeitos de sua região de influência, aproveitando-se da fragilidade institucional dos municípios, que, segundo Santos, “não sabem explicar como realizaram tais gastos”.
O valor dos contratos, segundo o pré-candidato, seria suficiente para construir 400 casas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, evidenciando o contraste entre o luxo dos eventos e a realidade de cidades carentes de saneamento básico e serviços essenciais, além de enfrentarem problemas como a presença do Comando Vermelho.
Um dos exemplos citados é Nova Russas, cidade de cerca de 30 mil habitantes administrada pela esposa de Júnior Mano, onde Safadão teria recebido cerca de R$ 2 milhões por apresentações. A proximidade entre o cantor e o deputado é reforçada por imagens e vídeos em que Safadão utiliza seu jatinho particular para transportar o político e o divulga em cima do palco, declarando: “Eu posso falar porque eu sou muito amigo do Júnior, mano. Valeu, Júnior Mano. Deputado Júnior Mano, 2026 vai ser animado”.
Renan Santos também resgata o histórico familiar do cantor, lembrando que o irmão de Wesley Safadão é prefeito de Aracoiaba e já foi afastado por estelionato, enquanto sua mãe foi afastada do cargo por malversação de recursos públicos, incluindo o uso de ambulâncias em campanhas eleitorais.
No vídeo, o pré-candidato classifica Wesley Safadão como um “político safadão que canta” e afirma que o dinheiro público está sendo usado para enriquecimento ilícito. Renan Santos encerra a denúncia prometendo que, se eleito presidente, irá prender artistas e prefeitos envolvidos em desvios de verbas, defendendo que o Nordeste precisa de desenvolvimento baseado na lei e na ordem.
A Praça de Eventos Olavo Siqueira, localizada no Centro do município de Sertânia, ficou pequena durante esses quatro dias de folia. O que se viu foi o maior público dos últimos anos desde o “Sábado de Zé Pereira” até a “Terça-feira Gorda”. Muitos turistas da Região voltaram à cidade, que já tem tradição, como um […]
A Praça de Eventos Olavo Siqueira, localizada no Centro do município de Sertânia, ficou pequena durante esses quatro dias de folia. O que se viu foi o maior público dos últimos anos desde o “Sábado de Zé Pereira” até a “Terça-feira Gorda”.
Muitos turistas da Região voltaram à cidade, que já tem tradição, como um dos maiores carnavais do Interior do Estado e ganhou força com a administração da nova gestão.
A programação eclética agradou as pessoas de todos os gostos e idades. Shows, inclusive com a matinê infantil com o “Tio Bruninho”, apresentações de tradicionais orquestras, desfile do Boi Maracatu de Arcoverde e a diversidade de mais de 40 blocos carnavalescos fizeram o sucesso deste Carnaval 2018.
Liv Moraes, filha de Dominguinhos, o sertaniense César Amaral, as orquestras Harmonia, Marajoara e Super Oara, além das cantoras Silvana Salazar e Walkyria Santos foram alguns dos artistas que estavam na programação.
Ramon Schnayder, Turma da Bregadeira, Marreta É Massa, Frevança e Nonô Germano completaram a festa. O destaque durante o desfile dos blocos carnavalescos foi para o “Flor de Mandacaru”, que levou seu estandarte pela primeira vez às principais ruas do município, na segunda-feira de Carnaval, pregando o respeito e levantando a bandeira contra a LGBTfobia.
O deputado estadual Diogo Moraes acompanhou o desfile junto ao prefeito Ângelo Ferreira e participou das comemorações da Folia de Momo na cidade, neste dia.
da Folha de Pernambuco Além do corpo do ex-governador Eduardo Campos, também serão velados no Palácio do Campo das Princesas os corpos do assessor de imprensa do socialista, Carlos Percol, e do fotógrafo Alexandre Severo. Ainda não foi definido se o velório será no hall de entrada do Palácio, como é feito comumente, ou na […]
Além do corpo do ex-governador Eduardo Campos, também serão velados no Palácio do Campo das Princesas os corpos do assessor de imprensa do socialista, Carlos Percol, e do fotógrafo Alexandre Severo.
Ainda não foi definido se o velório será no hall de entrada do Palácio, como é feito comumente, ou na área externa. A dúvida se deve ao grande número de pessoas que é esperado para se despedir dos três.
Nesta quinta-feira, timidamente, admiradores do ex-governador Eduardo Campos depositam flores na porta do Palácio das Princesas, que permanece fechado. Os preparativos para os funerais já começaram, apesar de ainda não haver uma data prevista para a chegada dos corpos do ex-governador e dos seus assessores para o velório e sepultamento.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio de seu representante titular da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Camaragibe, bem como dos promotores designados para atuar no presente caso pelo Grupo de Atuação Conjunta Especial (GACE) Controle Externo ofereceram denúncia contra Fábio Roberto Rufino da Silva, Marcos Túlio Gonçalves Martins Pacheco, João Thiago Aureliano […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio de seu representante titular da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Camaragibe, bem como dos promotores designados para atuar no presente caso pelo Grupo de Atuação Conjunta Especial (GACE) Controle Externo ofereceram denúncia contra Fábio Roberto Rufino da Silva, Marcos Túlio Gonçalves Martins Pacheco, João Thiago Aureliano Pedrosa Soares, Paulo Henrique Ferreira Dias, Leilane Barbosa Albuquerque, Emanuel de Souza Rocha Júnior, Dorival Alves Cabral Filho, Fábio Júnior de Oliveira Borba, Diego Galdino Gomes, Janecleia Izabel Barbosa da Silva, Eduardo de Araújo Silva e Cesar Augusto da Silva Roseno, pelos homicídios de Amerson Juliano da Silva, Agata Ayanne da Silva e Apuynã Lucas da Silva.
A denúncia relata que os acusados, na madrugada do dia 15 de setembro de 2023, agindo em conjunção de esforços e com unidade de desígnios, mataram as vítimas a tiros, por motivo torpe de vingança, em uma emboscada, o que não deu a elas chance de defesa.
Um dia antes, durante abordagem realizada por guarnição da Polícia Militar de Pernambuco, no bairro de Tabatinga, em Camaragibe, ocorreu um confronto entre os policiais e Alex da Silva Barbosa, conhecido como Alex Samurai. Na troca de tiros, ficaram feridos e morreram dois PMs. A partir daí, diversos policiais se deslocaram até Tabatinga, sob o comando, instrução e monitoramento de oficiais da Polícia Militar, onde iniciaram uma caçada a Alex e a parentes deste, com claro intuito homicida, em vingança pela morte dos colegas.
As três vítimas da madrugada do dia 15 de setembro de 2023 são irmãos de Alex, citados na denúncia. Os PMs também arrebataram de suas respectivas residências e mataram Maria José Pereira da Silva e Maria Nathália Campelo do Nascimento, respectivamente mãe e esposa de Alex, sendo este duplo homicídio objeto de outro inquérito.
O texto da denúncia ainda conta como se deu o planejamento dos assassinatos e a ação de conclusão deles.
Mais um indício de corrupção do governo de Jair Bolsonaro surgiu na noite desta terça-feira (29): um pedido de propina. Um representante de empresa vendedora de vacinas afirmou ao jornal Folha de S.Paulo que recebeu pedido de propina de US$ 1 por dose em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde. De acordo com Luiz […]
Mais um indício de corrupção do governo de Jair Bolsonaro surgiu na noite desta terça-feira (29): um pedido de propina.
Um representante de empresa vendedora de vacinas afirmou ao jornal Folha de S.Paulo que recebeu pedido de propina de US$ 1 por dose em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde.
De acordo com Luiz Paulo Dominguetti Pereira, que se apresentou ao jornal como representante da Davati Medical Supply, o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, teria cobrado a propina em 25 de fevereiro, durante jantar no restaurante Vasto, no Brasília Shopping, no Distrito Federal.
Roberto Dias foi indicado ao cargo pelo deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo Bolsonaro, mencionado em denúncia à CPI da Covid pelos irmãos Miranda.
A Davati entrou em contato como o Ministério da Saúde para negociar 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca com uma proposta de US$ 3,5 por dose (depois disso passou a US$ 15,5), informa o jornal.
“O caminho do que aconteceu nesses bastidores com o Roberto Dias foi uma coisa muito tenebrosa, muito asquerosa”, disse Dominguetti à jornalista Constança Rezende.
Perguntado pela reportagem qual seria essa ‘forma’ de propina ao governo Bolsonaro, Dominguetti respondeu: “Acrescentar 1 dólar”, por dose, segundo ele. “E, olha, foi uma coisa estranha porque não estava só eu, estavam ele [Dias] e mais dois. Era um militar do Exército e um empresário lá de Brasília.”
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