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Miguel inaugura comitê de campanha no Recife

Por André Luis

Em um ato político que reuniu bom público, o candidato a governador Miguel Coelho inaugurou, nesta sexta-feira (26), o comitê oficial de campanha, localizado na Avenida Visconde de Albuquerque, 297.

Acompanhado da vice, Alessandra Vieira e do candidato ao senado, Carlos Andrade, Miguel deixou para sua militância uma mensagem de motivação para o início da campanha. O ex-prefeito de Petrolina destacou que a caminhada das eleições ganhou volume a partir do início da propaganda eleitoral no rádio e TV. Miguel ainda ressaltou que o primeiro debate entre os postulantes mostrou quem está disposto a debater Pernambuco.

“Foi o primeiro debate entre os candidatos, ou pelo menos entre aqueles que foram, que não fugiram do encontro. Ficou muito claro que tem gente que é candidato oco, vazio”, disse Miguel. “Tem gente que não tem mais o que apresentar e que está com vergonha de falar o governador que representa, como esse que é o pior governo da história do nosso estado, que tenta se esconder atrás da história da política nacional”, pontuou. 

Para Miguel, o primeiro debate também serviu para mostrar quem está preparado para governar. Ele afirmou que o comitê oficial não pertence a ele nem aos candidatos da aliança, mas sim ao povo de Pernambuco, e que o espaço será um ponto de apoio a todos aqueles que queiram se juntar ao seu projeto de governo.

“Os últimos cinco anos que Petrolina se transformou foram apenas um gostinho do que Pernambuco pode sentir. Se vocês acham que eu trabalhei pela minha cidade é porque não viram o que eu vou fazer pelo meu estado a partir do próximo ano. Quem está desiludido com a aposta que fizeram lá atrás e buscando uma luz, nosso coração está aberto. Vamos à vitória”, completou Miguel Coelho.

Vários candidatos a deputados estaduais e federais da coligação “Pernambuco com força de novo” prestigiaram a inauguração. O senador Fernando Bezerra, prefeitos e ex-prefeitos, vereadores e ex-vereadores da base de apoio a Miguel, além de lideranças regionais do estado também estiveram no ato político para mostrar a força da oposição pela mudança no estado.

Outras Notícias

Eleições EUA: após derrota republicana, Trump afirma que aceitará resultado da votação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na noite dessa terça-feira (3) que aceitará o resultado das eleições legislativas norte-americanas, nas quais o Partido Democrata conquistou a maioria na Câmara dos Representantes e no Senado. O republicano também sinalizou disposição para negociar com a oposição durante os dois últimos anos de seu mandato. A […]

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na noite dessa terça-feira (3) que aceitará o resultado das eleições legislativas norte-americanas, nas quais o Partido Democrata conquistou a maioria na Câmara dos Representantes e no Senado. O republicano também sinalizou disposição para negociar com a oposição durante os dois últimos anos de seu mandato.

A declaração foi dada em entrevista por telefone, enquanto Trump acompanhava a apuração dos votos na Casa Branca. Questionado sobre a possibilidade de reconhecer o resultado, o presidente respondeu que estava “absolutamente disposto a aceitar esses resultados”.

Em seguida, afirmou que pretende buscar entendimento com os democratas. “Vamos trabalhar com os democratas e esperamos trabalhar com eles. Provavelmente chegaremos a algum acordo”, declarou.

A manifestação ocorre após uma campanha marcada por questionamentos do presidente sobre a confiabilidade do sistema eleitoral norte-americano. Em outubro, Trump havia condicionado o reconhecimento dos resultados à realização de eleições que considerasse honestas.

A postura também contrasta com sua reação à derrota presidencial de 2020, quando contestou a vitória de Joe Biden e divulgou acusações de fraude eleitoral sem apresentar provas capazes de sustentar suas alegações.

Apesar de admitir o resultado desta eleição, Trump procurou se distanciar das derrotas sofridas pelo Partido Republicano. Em uma publicação na rede Truth Social, afirmou que a situação teria sido diferente caso estivesse pessoalmente na disputa.

O presidente também declarou que não se arrepende de ter apoiado candidatos republicanos derrotados, entre eles Ken Paxton, no Texas, e Darline Graham, na Carolina do Sul.

Durante a entrevista, Trump demonstrou surpresa com alguns resultados, especialmente com a derrota de Graham, que ocupava a cadeira anteriormente pertencente ao irmão, Lindsey Graham.

Embora tenha sinalizado disposição para negociar, o presidente também indicou que poderá utilizar seu poder de veto contra propostas aprovadas pela nova maioria democrata.

A vitória da oposição encerra o controle republicano das duas Casas do Congresso. A nova composição legislativa assumirá em janeiro de 2027, quando os democratas passarão a ter maior influência sobre a tramitação de projetos, o orçamento federal e a fiscalização das ações do governo.

Fonte: The New York Times e Reuters
Foto: Reprodução

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Eleições EUA: democratas conquistam Câmara e Senado e impõem derrota a Trump

O Partido Democrata conquistou a maioria na Câmara dos Representantes e no Senado dos Estados Unidos nas eleições legislativas realizadas nessa terça-feira (3). O resultado representa uma derrota política para o presidente Donald Trump, que perderá o controle republicano do Congresso na segunda metade de seu mandato. As projeções divulgadas na madrugada desta quarta-feira (4) […]

O Partido Democrata conquistou a maioria na Câmara dos Representantes e no Senado dos Estados Unidos nas eleições legislativas realizadas nessa terça-feira (3). O resultado representa uma derrota política para o presidente Donald Trump, que perderá o controle republicano do Congresso na segunda metade de seu mandato.

As projeções divulgadas na madrugada desta quarta-feira (4) confirmaram a vitória democrata nas duas Casas legislativas. O partido conseguiu reverter cadeiras anteriormente ocupadas pelos republicanos, inclusive em estados tradicionalmente conservadores.

No Senado, os democratas conquistaram pelo menos sete cadeiras republicanas, com vitórias no Texas, Kansas, Iowa, Ohio, Maine, Carolina do Norte e Carolina do Sul. Os resultados foram decisivos para a mudança na composição da Casa, que tinha maioria republicana.

Entre os destaques está a eleição de James Talarico no Texas, onde derrotou Ken Paxton, candidato apoiado por Trump. O estado não elegia um democrata para o Senado desde 1988.

No Kansas, Adam Hamilton venceu o senador republicano Roger Marshall, garantindo ao Partido Democrata sua primeira vitória para o Senado no estado desde 1932. Já na Carolina do Sul, Annie Andrews derrotou a republicana Darline Graham.

Na Câmara dos Representantes, os democratas também avançaram em distritos anteriormente controlados pelos republicanos, conquistando mais de duas dezenas de cadeiras. O resultado assegurou ao partido a maioria necessária para comandar a Casa.

As eleições legislativas norte-americanas, conhecidas como midterms, ocorrem na metade do mandato presidencial. Neste ano, estavam em disputa todas as 435 cadeiras da Câmara e 35 das 100 vagas do Senado.

A mudança na composição do Congresso terá consequências para o governo Trump. Com a maioria nas duas Casas, os democratas poderão dificultar a aprovação de propostas do Executivo, ampliar a fiscalização das ações presidenciais e abrir investigações sobre integrantes da administração federal.

No Senado, a nova maioria também terá influência direta sobre a confirmação de autoridades indicadas pelo presidente, incluindo integrantes do Judiciário federal.

A insatisfação dos eleitores com o custo de vida, a política econômica, a guerra com o Irã e a atuação do governo esteve entre os fatores apontados nas análises sobre o resultado eleitoral.

O novo Congresso tomará posse em janeiro de 2027. A partir daí, Trump terá de governar com maioria oposicionista na Câmara e no Senado durante os dois últimos anos de seu mandato.

Fonte: g1 e Associated Press
Foto: Reprodução

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Senado aprova PEC da Segurança com penas mais duras para facções e sem redução da maioridade penal

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (3) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que estabelece regras mais rígidas para integrantes de facções criminosas e milícias, amplia as atribuições das forças policiais e prevê maior integração entre União, estados e municípios. A redução da maioridade penal ficou fora do texto aprovado. A […]

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (3) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que estabelece regras mais rígidas para integrantes de facções criminosas e milícias, amplia as atribuições das forças policiais e prevê maior integração entre União, estados e municípios. A redução da maioridade penal ficou fora do texto aprovado.

A PEC 18/2025, apresentada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem como um dos principais objetivos reorganizar a atuação dos órgãos de segurança pública e ampliar a participação federal no enfrentamento ao crime organizado.

Entre as mudanças previstas está a criação de um regime penal mais rigoroso para lideranças e integrantes de organizações criminosas, com regras diferenciadas conforme a posição ocupada dentro desses grupos.

O texto estabelece medidas como cumprimento de pena em estabelecimentos de segurança máxima, restrições à progressão de regime e a determinados benefícios processuais, além da possibilidade de confisco de bens relacionados às atividades criminosas.

A proposta também amplia as competências da Polícia Federal, especialmente na investigação de crimes com repercussão interestadual ou internacional, e permite que a Polícia Rodoviária Federal atue no policiamento de ferrovias e hidrovias federais.

Outra mudança é a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição. O mecanismo prevê maior cooperação entre as forças policiais, compartilhamento de informações e realização de operações conjuntas.

Os municípios também poderão criar polícias municipais de natureza civil para atividades de policiamento ostensivo e comunitário, desde que cumpram os requisitos previstos na legislação.

A PEC estabelece ainda mecanismos de financiamento da segurança pública, com regras para distribuição de recursos federais e fortalecimento dos fundos destinados ao setor.

A redução da maioridade penal foi o principal ponto de divergência durante a tramitação no Senado. A oposição defendia a redução de 18 para 16 anos como regra geral e para 14 anos em determinados crimes graves.

Uma proposta alternativa, apresentada pelo senador Camilo Santana (PT-CE), previa a responsabilização penal a partir dos 16 anos exclusivamente em casos de crimes hediondos.

Por 38 votos a 36, os senadores aprovaram a separação das propostas sobre maioridade penal, que poderão ser discutidas em tramitação independente. Com isso, a idade mínima de responsabilização criminal permanece em 18 anos.

A aprovação da PEC também representa um avanço para os planos do governo Lula de criar o Ministério da Segurança Pública, anunciado como prioridade para o próximo mandato presidencial.

A criação da nova pasta, entretanto, dependerá de medidas administrativas e legislativas próprias. As mudanças constitucionais previstas na PEC também dependem da conclusão dos procedimentos necessários à sua promulgação.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Lula convida Motta e Alcolumbre para viagens internacionais em meio a articulações no Congresso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convidou os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para acompanhá-lo em viagens oficiais à Turquia e às Filipinas, previstas para novembro. O convite ocorre em meio às articulações políticas para o próximo mandato presidencial e à disputa pelo […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convidou os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para acompanhá-lo em viagens oficiais à Turquia e às Filipinas, previstas para novembro. O convite ocorre em meio às articulações políticas para o próximo mandato presidencial e à disputa pelo comando do Congresso Nacional em 2027.

A proposta foi apresentada durante uma reunião no Palácio da Alvorada, em Brasília, no dia 26 de outubro, um dia após a vitória de Lula no segundo turno das eleições presidenciais. Motta e Alcolumbre ainda avaliam se participarão das agendas internacionais.

A primeira viagem será à Turquia, onde Lula participará da 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP31), na cidade de Antália. A presença do presidente brasileiro está prevista para os dias 11 e 12 de novembro.

Na sequência, Lula deverá seguir para Manila, nas Filipinas, onde participará, nos dias 14 e 15, da cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

O convite também representa um movimento de aproximação do Palácio do Planalto com as presidências das duas Casas legislativas. O governo busca ampliar o diálogo com o Congresso para avançar em propostas consideradas prioritárias antes do início da nova legislatura.

Entre os assuntos de interesse do Executivo estão a PEC da Segurança Pública, a indicação para a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) e projetos relacionados à regulamentação da inteligência artificial e das grandes plataformas digitais.

O cenário político também envolve as eleições para as presidências da Câmara e do Senado, marcadas para 1º de fevereiro de 2027. Lula já manifestou apoio à recondução de Hugo Motta e Davi Alcolumbre aos respectivos cargos.

Na Câmara, Motta conta com o apoio de lideranças do Centrão para permanecer na presidência. No Senado, Alcolumbre enfrenta a possibilidade de uma candidatura adversária do PL, partido que ampliou sua representação nas eleições deste ano.

Até o momento, os presidentes da Câmara e do Senado não confirmaram se integrarão a comitiva presidencial nas viagens.

Fonte: O Globo
Foto: Ricardo Stuckert

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Silvio Costa Filho defende criação do Ministério da Segurança Pública como prioridade do novo governo Lula

O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), líder da maioria na Câmara dos Deputados, defendeu nesta terça-feira (3) que a criação do Ministério da Segurança Pública seja uma das prioridades do próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar também se posicionou favoravelmente à redução da maioridade penal de 18 para […]

O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), líder da maioria na Câmara dos Deputados, defendeu nesta terça-feira (3) que a criação do Ministério da Segurança Pública seja uma das prioridades do próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar também se posicionou favoravelmente à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, especialmente em casos de crimes hediondos.

A manifestação ocorre em meio às discussões sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que está na pauta de votação do Senado Federal. A proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pretende ampliar a integração entre as forças de segurança da União, dos estados e dos municípios.

Na avaliação de Silvio Costa Filho, o enfrentamento ao crime organizado exige maior participação do governo federal, fortalecimento da fiscalização das fronteiras e ampliação das ações conjuntas entre as polícias.

O parlamentar também defendeu mudanças na legislação penal, argumentando que organizações criminosas utilizam adolescentes para a prática de delitos. Para ele, a redução da maioridade penal permitiria ampliar a responsabilização de jovens envolvidos em crimes graves.

“Temos que avançar também na redução da maioridade penal de 18 para 16”, afirmou.

Atualmente, a Constituição estabelece que menores de 18 anos são penalmente inimputáveis, ficando sujeitos às medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A PEC da Segurança Pública prevê a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, a ampliação da cooperação entre os órgãos policiais e medidas mais rigorosas contra integrantes de facções criminosas e milícias.

O texto também permite a criação de polícias municipais para atividades de policiamento ostensivo e comunitário, além de ampliar as atribuições da Polícia Rodoviária Federal.

A redução da maioridade penal, entretanto, é um dos pontos de divergência no Senado. O governo federal defende que o assunto seja discutido separadamente, para evitar alterações na PEC que obriguem seu retorno à Câmara dos Deputados.

O presidente Lula já manifestou a intenção de criar o Ministério da Segurança Pública após a aprovação da proposta. A nova estrutura teria como objetivo ampliar a coordenação nacional das políticas de enfrentamento à violência e ao crime organizado.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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