Mais três ruas vão receber pavimentação em Itapetim
Por Nill Júnior
O Governo Municipal de Itapetim anunciou a pavimentação das ruas Projetada 01, 02 e 03 no Bairro Santo Antônio, próximo as piscinas de Joelson.
A obra contará com mais de 2.200 m² de calçamento. Segundo nota, a ação também vai gerar emprego e renda para pais de família.
O anúncio foi feito pelo prefeito Adelmo Moura, com a presença dos moradores, do vice-prefeito Chico de Laura, vereadores, secretários e diretores municipais.
A Câmara de Vereadores de Serra Talhada retornou aos trabalhos legislativos na noite da última segunda-feira (05), no plenário Manoel Andrelino Nogueira, com a presença de todos os vereadores e de um grande público. Na pauta da primeira sessão ordinária do ano de 2018 foram votados requerimentos e indicações dos vereadores, além de uma moção […]
A Câmara de Vereadores de Serra Talhada retornou aos trabalhos legislativos na noite da última segunda-feira (05), no plenário Manoel Andrelino Nogueira, com a presença de todos os vereadores e de um grande público.
Na pauta da primeira sessão ordinária do ano de 2018 foram votados requerimentos e indicações dos vereadores, além de uma moção de aplausos ao ex-secretário de Educação, Edmar Júnior, apresentada pelo vereador Antônio de Antenor. Na oportunidade a tribuna foi usada ainda pelo professor Paulo César Gomes, que defendeu a realização de uma audiência pública para discutir o destino do Clube Intermunicipal de Serra Talhada – CIST.
Entre os requerimentos, destaque para o Nº 002/2018, de autoria de Agenor de Melo, que solicita ao governo municipal e ao comando da Polícia Militar de Pernambuco a utilização do prédio desativado do Posto de Saúde da Família da Varzinha para implantação de um posto policial na comunidade.
O vereador Jaime Inácio apresentou o Projeto de Decreto Legislativo 001/2018, que concede o título de Cidadão Serra-talhadense ao ator Francisco Rodrigues da Silva (Papai Noel), pelos serviços solidários prestados à sociedade, principalmente em época natalina, e o Projeto de Lei 001/2018, de Vera Gama, que denomina de Rua José Alfredo de Mendonça Neto a Rua Projetada 2, no Loteamento Preto Inácio II.
A próxima sessão ordinária acontecerá na segunda-feira, 19 de fevereiro. Abaixo segue o calendário das reuniões ordinárias da Câmara Municipal em 2018.
O primeiro decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) do mês de fevereiro será no valor de R$ 5,97 bilhões. Diferente de janeiro, quando alegam, houve aumento dos repasses. O montante, que deve ser pago aos Municípios na próxima sexta-feira, 08 de fevereiro, leva em consideração a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento […]
O primeiro decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) do mês de fevereiro será no valor de R$ 5,97 bilhões. Diferente de janeiro, quando alegam, houve aumento dos repasses.
O montante, que deve ser pago aos Municípios na próxima sexta-feira, 08 de fevereiro, leva em consideração a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, quando somado o Fundeb, o valor é de R$ 7,47 bilhões.
Segundo as informações da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o 1º decêndio de fevereiro de 2019, comparado com o mesmo decêndio do ano anterior, apresentou uma queda de 2,37%. Quando leva em conta a inflação do período, comparado ao mesmo período do ano anterior, a queda é de 5,32%.
A Confederação Nacional dos Municípios alerta que, “é preciso planejamento e reestruturação dos compromissos financeiros das prefeituras para que seja possível o fechamento das contas sem que haja ônus para os Municípios. Nesse sentido, os gestores municipais devem manter cautela em suas administrações e ficarem atentos ao gerir os recursos municipais dentro do próprio mês, uma vez que os valores previstos sempre são diferentes dos valores realizados”.
O anúncio feito neste sábado pelo PT de Pernambuco fechou um lado importante da arrumação para as eleições no Estado. O partido se alia à candidatura de João Campos mantendo a aliança com o PSB, no que já era esperado. Com ele, a prioridade do PT para as eleições de Lula e Humberto Costa. E […]
O anúncio feito neste sábado pelo PT de Pernambuco fechou um lado importante da arrumação para as eleições no Estado.
O partido se alia à candidatura de João Campos mantendo a aliança com o PSB, no que já era esperado. Com ele, a prioridade do PT para as eleições de Lula e Humberto Costa. E a chapa fechada, com João, Carlos Costa, Marília e Humberto.
A decisão contou com 86% dos votos petistas e com ausências de alguns raquelistas do PT. Para Campos, o PT vai entregar o que ele quer: tempo no guia eleitoral, militância, imagem e exploração do nome de Lula e um alinhamento mais à esquerda, tentando nacionalizar a disputa em um estado fortemente marcado pelo lulismo.
Com a arrumação, há apenas uma vaga a ser preenchida no polarizado debate do Estado: a governadora Raquel Lyra vai definir o segundo nome na disputa ao Senado, depois de fechar com Miguel Coelho.
Há possibilidades mais cogitadas e claro, a possibilidade de um fator surpresa. No momento, as possibilidades ventiladas giram em torno do nome de Túlio Gadelha, Deputado Federal, da Rede Sustentabilidade. Para aliados de Raquel, o nome é visto com simpatia pela governadora. Como defensor de primeira ordem do presidente Lula, Gadelha é visto como um bom nome na justificativa do palanque amplo, anulando os efeitos colaterais de uma chapa mais à esquerda do outro lado. A questão estaria nas mãos do parlamentar e do seu grupo de apoio, onde enfrenta resistência.
Há ainda os que defendem a vice-governadora Priscila Krause sendo alçada ao Senado, abrindo a composição para a vice, possibilidade que no momento enfrenta resistência da própria governadora, e nomes que correm por fora, como o Senador Fernando Dueire.
É o último ato de uma corrida que teve inúmeras reuniões, o “todo mundo conversando com todo mundo”, como admitiu Raquel, sinalizações, blefes, idas, vindas, promessas cumpridas e não cumpridas, traições de um lado e de outro. Agora, resta uma única definição para o jogo começar pra valer.
Dissidentes e ausentes
Como seriam voto vencido, os deputados estaduais João Paulo, Doriel Barros e Rosa Amorim não apareceram no ato que definiu o alinhamento com João Campos. De prefeitos, não apareceram os prefeitos de Sairé, Gildo Dias; de Jurema, Branco de Geraldo; de Granito, George Washington, e o de Tabira, Flávio Marques. Os gestores municipais mantêm alinhamento político com a governadora Raquel Lyra (PSD). O PT não disse se haverá caça aos “infiéis”.
Presente
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, e o marido, Breno Araújo, que disputará mandato estadual, participaram do ato. Nenhuma surpresa, já que sinalizaram alinhamento pleno com o pré-candidato socialista.
Xadrez em Tabira
Em Tabira, salvo uma guinada radical, Flávio Marques (PT) subirá no palanque de Raquel Lyra e Dinca Brandino, no de João Campos. Sendo assim, se Raquel ganhar, Flávio não terá problemas e pavimenta sua reeleição. A questão é que, se der João, o alinhamento pode fortalecer Dinca para 2028, até então visto como em “fim de feira político”. O enterro pode voltar da porta…
Confirmado
Nomes ligados a Waldemar Borges confirmaram o que a Coluna antecipou semana passada: o socialista está com questões clínicas e pode inclusive não disputar a reeleição. O tema é tratado com cuidado, dada a história de Waldemar no PSB.
Até a página 2
Charles Rekson, o Charles de Tiringa, confirmou sua filiação ao PSB de João Campos. Entra no hall de candidatos a Federal no bloco socialista. Só não esperem alinhamento pleno. Pela história e posicionamentos, vota em Flávio Bolsonaro para presidente.
Velório
Repercutiu a capa da Veja com o título “O Velório da Terceira Via”, apontando a falta de viabilidade dos nomes do PSD em um pleito tão polarizado. Essa semana, caiu a candidatura de Ratinho Júnior. O próximo será Eduardo Leite. Por teimosia, quem deve manter a candidatura é Ronaldo Caiado. O nosso comentário dessa semana para as rádios já tinha antecipado o velório.
Bola dentro x bola fora
A gestão Sandrinho acertou ao incluir a disciplina “Poesia Popular, Repente e Cordel” na grade curricular do município, valorizando a formação dos nossos alunos a partir da nossa matriz cultural. E segue errando na demora para destravar a obra do Pátio da Feira, que segue como elefante branco e símbolo de ineficiência. Até quando?
Pensando
Procurado pela Rádio Pajeú, Danilo Simões disse agora que vai aguardar um pouco mais para se posicionar sobre a possibilidade de ser candidato a Federal, após convidado pelo Palácio. Ou seja, está avaliando e, quando se manifestar, trará um posicionamento definitivo. Perguntado sobre prazo, Danilo riu e disse que “são muitas conversas”, sinalizando que tem buscado dialogar com aliados sobre essa possibilidade.
Terra dos “da terra”
De cidade com zero nomes da terra, Arcoverde virou a cidade com mais nativos candidatos por metro quadrado: Já Morreu (Estadual pelo PSB), Olavo Bandeira (Estadual pelo PSDB), Warton Brito (Federal pelo PT) e por fim, Luciano Pacheco, a ser anunciado candidato a Federal pelo PRD.
Frase da semana:
“Opala é o pai dele, que tá no desmanche”.
Do presidente Lula a Flávio Bolsonaro, que comparou o atual presidente a um carro velho, como um Opala.
O governo Jair Bolsonaro desviou R$ 52 milhões previstos para campanhas com peças informativas sobre o combate ao coronavírus para fazer propaganda institucional de ações do Executivo. A reportagem é de Constança Rezende e Raquel Lopes/Folhapress. Os recursos foram alocados pela medida provisória 942, de abril de 2020. A MP abriu créditos extraordinários para enfrentamento da […]
O governo Jair Bolsonaro desviou R$ 52 milhões previstos para campanhas com peças informativas sobre o combate ao coronavírus para fazer propaganda institucional de ações do Executivo. A reportagem é de Constança Rezende e Raquel Lopes/Folhapress.
Os recursos foram alocados pela medida provisória 942, de abril de 2020. A MP abriu créditos extraordinários para enfrentamento da pandemia dentro do chamado Orçamento de guerra, uma modalidade criada para atender despesas urgentes e imprevisíveis. O mecanismo é permitido em três situações: guerra, comoção interna ou calamidade, como é o caso da crise sanitária causada pela Covid.
Pela justificativa da MP, o dinheiro reservado à Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) tinha “o objetivo de informar à população e minimizar os impactos decorrentes da proliferação da doença”, mas peças publicitárias entregues à CPI mostram que o dinheiro bancou a divulgação de feitos que rendem dividendos políticos ao presidente, sem referências a medidas preventivas contra a Covid.
O desvio é constado com base em cruzamento de dados enviados pela Secom ao jornal Folha de S.Paulo, por meio da LAI (Lei de Acesso à Informação), e à CPI da Covid no Senado, além de requerimentos de informação entregues à Câmara.
Vídeos de 15 a 30 segundos, áudios e informativos foram veiculados em TV aberta e fechada, rádio, internet e mídia exterior para enaltecer a liberação de recursos para pagamento de salários em micro e pequenas empresas e repasses a estados e municípios.
“O cuidado com o Brasil e com os brasileiros continua. Liberação de R$ 100 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas”, diz uma das campanhas.
Os informes também trataram de ações relacionadas ao Bolsa Família, ao auxílio emergencial, à suspensão de pagamento da conta de luz e aos saques do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). As medidas são do Ministério da Economia.
Há ainda vídeos sobre compra de equipamentos, medicamentos e EPIs (equipamentos de proteção individual), usados por profissionais na linha de frentes. Trata-se, portanto, de realizações do Ministério da Saúde.
“A pandemia do novo coronavírus desafia governos em todo o mundo. No Brasil, nós, do governo federal, trabalhamos para enfrentar o seu avanço e cuidar da saúde da população. Investimos R$ 16 bilhões na compra de respiradores, ventiladores pulmonares, equipamentos de segurança e medicação”, diz uma peça.
O crédito destinado ao órgão então vinculado à Presidência da República -hoje atrelado ao Ministério de Comunicações- seria executado de acordo com a justificativa da MP.
Para realizar as campanhas, a Secom precisou do apoio dos Ministérios da Cidadania e da Saúde, o que prejudicou ações destinadas de fato à saúde pública.
Em requerimento de informação enviado pelo órgão ao deputado Elias Vaz (PSB-GO), a Secom explicou que foi necessária a realização de quatro dos chamados TEDs (termos de execução descentralizada).
Pelo instrumento, o órgão repassou dinheiro às pastas para pagamento de campanhas de divulgação das ações do governo. No entanto, Cidadania e Saúde perderam margem de gastos com publicidade de seu próprio interesse.
A Secom afirmou, em nota, que as campanhas abrangem diversas áreas impactadas pela pandemia.
Já a Saúde, também em nota, disse que as peças contêm orientações de saúde, medidas de prevenção “e outros temas de balanço do governo federal”. Procurado, o Ministério da Cidadania não respondeu.
Como os dois ministérios mantinham contratos ativos com a agência Calia, responsável pela publicidade da Secom, os TEDs foram executados. Dois deles foram pela Cidadania, nos valores de R$ 6 milhões e R$ 5,3 milhões, e dois pela Saúde, de R$ 35 milhões e R$ 6,5 milhões.
“Percebendo o cenário da pandemia de coronavírus e identificando a necessidade de informar a sociedade sobre as ações do governo federal para minimizar os efeitos da crise provocada pelo coronavírus, [a agência] apresentou proposta de campanha publicitária de iniciativa própria”, escreveu, no dia 13 de abril do ano passado, o então secretário especial de Comunicação Social adjunto, Samy Liberman, ao Ministério da Saúde, em ofício obtido pela Folha de S.Paulo.
A Secom, segundo ele, considerou a proposta adequada e conveniente, “no entendimento de que cabe ao governo federal manter a população informada acerca das ações governamentais que estão sendo implementadas em virtude das consequências que a pandemia trouxe à realidade de todos”.
À época a Secom era comandada por Fabio Wajngarten, que foi ouvido pela CPI da Covid no mês passado. Um ofício encaminhado à comissão mostra que as campanhas só foram publicadas no canal do YouTube da Saúde em 30 de abril deste ano, três dias depois da instalação da comissão.
Em resposta a outro pedido de TED de Liberman, no dia 3 de julho de 2020, o então secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, alertou que a execução da proposta impactaria o limite contratual para outras campanhas da pasta que seriam realizadas no segundo semestre.
Como exemplo, ele citou ações referentes a estímulo de atividades físicas, aleitamento materno, obesidade infantil, atualização da caderneta de vacinação, pólio, HPV e outras doenças sexualmente transmissíveis, combate da dengue, doação de órgão e dia mundial contra a Aids.
Questionado pela reportagem, o ministério disse que as campanhas Brasil em Movimento, de atividade física, e DST Sífilis Mulheres não foram realizadas no período. Em nota, porém, a pasta disse que o tema contra sífilis para mulheres foi abordado na Campanha de Prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis, no começo de 2020, período anterior à manifestação de Franco.
Já sobre a campanha Brasil em Movimento, disse que “está em fase de desenvolvimento pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) da pasta”.
Outro lado
O Ministério da Saúde afirmou que as campanhas publicitárias realizadas por meios dos TEDs (termos de execução descentralizada) foram pagas com recursos da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social).
“Os vídeos das campanhas publicitárias do governo federal são disponibilizados na plataforma YouTube, prioritariamente nos perfis do órgão responsável pelo assunto, depois de encerrado o período regular de veiculação/divulgação estabelecido na estratégia de cada ação”, afirmou.
A pasta também defendeu que as peças traziam orientações de saúde, medidas de prevenção “e outros temas de balanço do governo federal”. “Por oportuno, esclarecemos que as ações publicitárias realizadas pela Secom no contexto do enfrentamento da pandemia são complementares e se somam aos esforços do Ministério da Saúde”, disse o órgão.
“As ações executadas abordam aspectos transversais que contemplam outras áreas impactadas pela pandemia, a exemplo da econômica, sem prejuízo das ações publicitárias específicas essencialmente de utilidade pública desenvolvidas pelo Ministério da Saúde, órgão ao qual compete a gestão do assunto”.
Em nota, a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) afirmou que as campanhas relativas ao enfrentamento da pandemia, prevenção e vacinação contra a Covid-19 desenvolvidas pelo órgão “são complementares aos esforços do Ministério da Saúde, a quem compete executar campanhas exclusivamente de utilidade pública”.
O órgão também afirmou que as campanhas desenvolvidas pela Secom “abrangem diversas áreas impactadas pela pandemia e informam sobre as medidas adotadas no âmbito do Executivo Federal para mitigar seus efeitos e reduzir os impactos na vida das pessoas”.
De acordo com a Secom, as ações incluem “beneficiários de programas sociais, trabalhadores, empresas e entre outras categorias, considerando o contexto no qual foram realizadas”.
“Nesse sentido, as campanhas desenvolvidas pela Secom com recursos do crédito extraordinário da MP 942 cumprem estritamente os objetivos de informar à população e minimizar os impactos decorrentes da proliferação da doença, uma vez que dão publicidade para as ações e serviços disponíveis para as parcelas da população mais afetadas pela crise sanitária e reforçam as orientações aos cidadãos no combate da pandemia”, afirmou a Secom.
Segundo o órgão, além do conteúdo específico, “as ações contemplam também orientações à população no combate da pandemia. Não há, portanto, que se falar em desvio de objetivos”.
O jornalista Magno Martins informou que decidiu cancelar o debate entre os candidatos a prefeito de São José do Egito. O encontro estava marcado para este sábado, às 10 horas, no auditório da Faculdade Vale Pajeú. “Tudo porque não houve consenso em relação às regras originais do debate”, diz. O encontro teria cinco blocos, com […]
O jornalista Magno Martins informou que decidiu cancelar o debate entre os candidatos a prefeito de São José do Egito.
O encontro estava marcado para este sábado, às 10 horas, no auditório da Faculdade Vale Pajeú.
“Tudo porque não houve consenso em relação às regras originais do debate”, diz.
O encontro teria cinco blocos, com a mediação do próprio Magno. No primeiro, candidato perguntaria a candidato com réplica e tréplica. No segundo, perguntas dos jornalistas e blogueiros Nill Júnior, Marcelo Patriota e Magno Martins.
No terceiro bloco, alunos da Faculdade Vale do Pajeú, que sediaria o evento, fariam perguntas sobre propostas de governo aos candidatos. Esse bloco não teria réplica ou tréplica. E as perguntas seriam feitas sobre temas de gestão, não cabendo introdução elogiosa ou crítica aos candidatos, dentro do ambiente propositivo. Cada candidato responderia duas perguntas.
No quarto bloco, nova rodada entre os candidatos e por fim as considerações finais. O modelo do debate, entregue na terça-feira aos candidatos, foi proposto para um encontro voltado à sociedade e comunidade acadêmica. A ideia era inclusive de deixar os candidatos livres para, se quisessem, sair dos púlpitos e circularem pelo tablado do auditório da instituição, como num diálogo entre eles.
Mas, segundo Magno, mesmo esse modelo gerou falta de consenso e a decisão final de cancelamento dada a falta de entendimento sobre o formato. Na Coluna do Domingão, trago os bastidores desse cancelamento.
A Faculdade Vale do Pajeú sinalizou que deve se manifestar através de nota.
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