A rodovia é uma das principais rotas da malha viária e liga as cidades de Pesqueira e Poção Foi iniciado, na terça-feira (11/8), o trabalho de manutenção asfáltica na PE-197, uma das principais rodovias da malha viária pernambucana, entre os municípios de Pesqueira e Poção. O serviço de requalificação vai acontecer em 25,8 quilômetros de […]
A rodovia é uma das principais rotas da malha viária e liga as cidades de Pesqueira e Poção
Foi iniciado, na terça-feira (11/8), o trabalho de manutenção asfáltica na PE-197, uma das principais rodovias da malha viária pernambucana, entre os municípios de Pesqueira e Poção.
O serviço de requalificação vai acontecer em 25,8 quilômetros de extensão, o que vai levar mais mobilidade e segurança aos condutores que precisam circular pela via diariamente, além de diminuir o tempo da viagem.
A ação está sendo realizada por uma equipe técnica do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e possui a previsão de conclusão de 45 dias.
A intervenção integra as ações do Programa Caminhos de Pernambuco. Até 2022, diz a Secretaria, o programa irá recuperar 5.554,5 km de vias em todas as regiões com o investimento de R$ 505 milhões. O foco está nos serviços de capinação, desobstrução dos dispositivos de drenagem, requalificação asfáltica, além de sinalização vertical e horizontal.
Nova estratégia vai oferecer serviços de saúde a pacientes, familiares e cuidadores de forma mais humanizada no estado No Brasil, cerca de 625 mil pessoas enfrentam doenças graves, crônicas ou em fase terminal, demandando cuidados especiais para garantir uma melhor qualidade de vida. Em resposta a essa necessidade, o Ministério da Saúde lançou a Política […]
Nova estratégia vai oferecer serviços de saúde a pacientes, familiares e cuidadores de forma mais humanizada no estado
No Brasil, cerca de 625 mil pessoas enfrentam doenças graves, crônicas ou em fase terminal, demandando cuidados especiais para garantir uma melhor qualidade de vida. Em resposta a essa necessidade, o Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Cuidados Paliativos, com o objetivo de proporcionar atenção em saúde para aliviar as dores, controlar os sintomas e dar apoio emocional. Em Pernambuco, 67 equipes serão implantadas para atender pacientes, familiares e cuidadores, como parte das 1,3 mil que serão habilitadas em todo o país.
Do total de equipes, a estimativa é que a estratégia seja composta por 485 equipes matriciais (fazendo a gestão dos casos) e 836 equipes assistenciais (prestando a assistência propriamente dita), ambas formadas por médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos. Em Pernambuco, serão 21 matriciais e 46 assistenciais. Também serão criadas equipes com pediatria. Os gestores locais terão autonomia para incorporar outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, dentistas, farmacêuticos, fonoaudiólogos e nutricionistas. Com isso, após habilitação de todas as equipes, o investimento previsto é de R$ 887 milhões por ano.
A política, inédita no país, vai permitir uma assistência mais humanizada. Antes, com atendimento limitado, escassez de profissionais com formação paliativa e barreiras culturais, os serviços estavam concentrados nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, com consequente ausência nas regiões Norte e Nordeste.
Agora, três eixos vão guiar os cuidados paliativos no serviço público de saúde: criação de equipes multiprofissionais para disseminar práticas às demais equipes da rede; promoção de informação qualificada e educação em cuidados paliativos; garantia do acesso a medicamentos e insumos necessários a quem está em cuidados paliativos.
Será composta uma equipe matricial para cada fração de território com 500 mil habitantes de uma mesma macrorregião de saúde e uma equipe assistencial para cada 400 leitos do SUS habilitados. Caberá aos estados solicitarem equipes matriciais e aos municípios equipes assistenciais, que poderão estar sediadas em hospitais, ambulatórios, junto a serviços de atenção domiciliar ou de atenção primária.
As equipes vão atuar em diferentes locais da rede de saúde, incluindo o atendimento domiciliar. Seu papel será auxiliar e ensinar outras equipes que tenham sob seus cuidados pessoas com necessidades de cuidados paliativos a prestarem esse tipo de cuidado de forma eficaz e humanizada. A Política Nacional de Cuidados Paliativos é fruto da mobilização popular e de especialistas e chega para aprimorar serviços já ofertados no SUS em hospitais gerais e especializados, centros de atenção oncológica e outros.
Mais Acesso a Especialistas
A Política Nacional de Cuidados Paliativos (PNCP) se articula as ações do Programa Mais Acesso a Especialistas (PMAE), com objetivo de ampliar e qualificar o cuidado e o acesso à Atenção Especializada em Saúde – AES de pacientes e famílias que enfrentam problemas associados a doenças que ameaçam a vida, prevenindo e aliviando o sofrimento por meio da identificação precoce, avaliação correta e tratamento da dor e de outros problemas de saúde.
O ponto de partida é a necessidade de tornar o acesso do paciente aos exames especializados e às consultas o mais rápido possível e com menos burocracia, a partir do encaminhamento realizado pela Equipe de Saúde da Família – ESF.
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, aproveita a agenda municipalista em Brasília para buscar destravar recursos para o município, segundo nota. Adelmo esteve ao lado do deputado federal Gonzaga Patriota e agradeceu a emenda destinada para comprar um trator para aração de terras. O veículo já está no município e ajudará os agricultores no período […]
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, aproveita a agenda municipalista em Brasília para buscar destravar recursos para o município, segundo nota.
Adelmo esteve ao lado do deputado federal Gonzaga Patriota e agradeceu a emenda destinada para comprar um trator para aração de terras. O veículo já está no município e ajudará os agricultores no período de inverno. Ele esteve acompanhado da prefeita Tânia Maria, de Brejinho.
O prefeito também irá no Ministério da Integração Nacional atrás de recursos para construção de passagem molhada na zona rural. Na Funasa buscará melhorias sanitárias para o município, além de ir em outros ministérios.
Adelmo ainda participou, nesta quarta-feira (22), da mobilização nacional com outros prefeitos pela liberação de recursos do Governo Federal.
Diversos municípios pernambucanos vem passando por uma grave crise financeira e precisam de ajuda para continuar atendendo suas populações e realizando melhorias e desenvolvimento.
Em postagem na manhã desta terça-feira (2), o Blog do Povão, de responsabilidade da assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Tabira, denunciou casos de vandalismo na Rua Raimundo Ferreira. Leia o post: Se por um lado Tabira leva consigo a marca de cidade das tradições, hospitaleira e culturalmente forte pela força do improviso dos […]
Em postagem na manhã desta terça-feira (2), o Blog do Povão, de responsabilidade da assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Tabira, denunciou casos de vandalismo na Rua Raimundo Ferreira. Leia o post:
Se por um lado Tabira leva consigo a marca de cidade das tradições, hospitaleira e culturalmente forte pela força do improviso dos seus poetas, músicos e artistas em geral, por outro lado a cidade carrega o peso de flagrantes constantes na destruição do patrimônio público.
Tudo isso é fruto da ação de delinquentes que se dedicam nas madrugadas na promoção de atos de baderna, vandalismo e perturbação do sossego.
A Rua Raimundo Ferreira (a do hospital), via principal de entrada na cidade para quem vem daquelas bandas, passou recentemente por uma repaginada, onde a gestão municipal refez todo o calçadão para melhorar a trafegabilidade dos pedestres.
Após o término da obra, um toque de paisagismo também foi dado implantando caqueiras com plantas, melhoramento da iluminação, demarcação das faixas amarelas e colocação de cestos de lixo.
Na manhã dessa terça-feira (2) mais um flagrante de vandalismo foi registrado. Uma caqueira foi quebrada, conforme mostra a imagem. Essa já é a terceira desde que foram implantadas em maio. Atos desse tipo foram registrados nas últimas gestões. Os governos tentam embelezar a cidade, mas há quem trabalhe pelo contrário. Lamentável!
Juventude inconsequente é corresponsável por pandemia Há um fenômeno a ser estudado após a pandemia: a inconsequência, irresponsabilidade e desamor pelos semelhantes de parcela importante da juventude que não só desafia as autoridades, mas a própria vida e dos outros, inclusive os mais próximos. A todo tempo, chovem denúncias de aglomerações, abusos regados a muito […]
Juventude inconsequente é corresponsável por pandemia
Há um fenômeno a ser estudado após a pandemia: a inconsequência, irresponsabilidade e desamor pelos semelhantes de parcela importante da juventude que não só desafia as autoridades, mas a própria vida e dos outros, inclusive os mais próximos.
A todo tempo, chovem denúncias de aglomerações, abusos regados a muito álcool e em alguns casos drogas ilícitas, paredões de som com música de péssima qualidade e exemplos de ridicularização do próprio tempo, com ironia gratuita como bônus da inconsequência.
Esses dias, algumas notícias do blog de ampla repercussão comprovaram isso. Semana passada, um jovem foi levado à Delegacia porque, sabidamente positivado para Covid-19 foi a uma aglomeração com muito álcool e paredão de som. O pior, ironizando as autoridades: “acha eu Vigilância”, desafiava, dentre outras chacotas. Levado à Delegacia, se preocupou em avisar ao blog que não foi preso, apenas chamado para dar esclarecimentos.
“Alguns saem do Centro de Testagem fazendo selfies e avisando a colegas em grupos de WhatsApp que foram positivados pra Covid, como se fosse um troféu”, relatou o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto.
Essa semana, imagens de uma farra no Sítio Mucambinho, zona rural de Flores, chamou atenção não apenas pelo total desrespeito à vida. Também pela ousadia de jovens que estiveram na festa e ironizavam os que criticavam tamanha irresponsabilidade. “Isso não é coisa que se faça”, diz Gustavo Gomes com um emoji de riso. “Nem me chamaram, pô”, ironiza Matias Sof. “Que farra boa”, diz Mateus Teteu, dizendo que “bota pra arrombar mesmo”, mesma fala da conta Caíque Aline, que avisa estar “precisando de outras dessas”.
Enquanto Milene Ferreira diz que em Flores, nem parece haver pandemia, Carolina Jesseca responde que estava com vontade de ter estado lá.
Alienada, sem futuro e sem perspectiva, sem controle dos pais e com a certeza da impunidade, muitos jovens, alguns menores, se esbaldam nesses eventos clandestinos. A dona da chácara, identificada por Vânia e o menor que organiza as aglomerações, identificado pela conta @oficial_gui_limaa tem tanta certeza da impunidade que sequer se escondem.
E tem razão. Segundo admitiu o Delegado Ubiratan Rocha, essas crimes rendem punições geralmente brandas. Ele se esforça geralmente para potencializar o prejuízo dos organizadores apreendendo o som do paredão, às vezes mais caro que o carro que o puxa, mas para os frequentadores desses eventos potencialmente transmissores de vírus, nem se dorme na cadeia. Às vezes até tiram onda nas redes com um “tô na Delegacia”.
Enquanto escrevo esse texto, mais denúncias de aglomerações de jovens chegam de Afogados da Ingazeira, muitos aparentemente menores. O roteiro, provocação, confronto com o momento e até gozação de quem denuncia são os mesmos.
Um dia, adultos de verdade, sem oportunidade ou escanteados pela despreocupação com o próprio futuro e dos outros, à margem do mercado de trabalho, trocando livros por álcool, ensinamentos por música de péssima qualidade, lá, quem sabe lá, refletirão sobre o alicerce que deixaram de construir no passado. Lá será a vida a rir da decisão e caminho que eles escolheram…
Quem resolve?
O prefeito Sandrinho Palmeira precisa definir quem minimamente cuida do trânsito enquanto a municipalização não vem. Denúncias de carros tomando vias sem nenhuma providência ganham corpo na Rádio Pajeú. Flaviana Rosa é titular da pasta que deveria enfrentar o problema e Nei Quidute cuida da guarda que daria suporte à ação.
Silêncio sobre a zoada
A Prefeitura de Flores não se manifestou após o flagrante de aglomeração de jovens no Sítio Mucambinho. Ao blog, chegou informação até de qual é o local e quem organiza as farras. Impossível a Secretaria de Saúde da gestão Marconi Santana não estar sabendo.
Rádio SAMU
A base de rádio que acolhe o sistema de comunicação do SAMU Regional tem antenas nas duas torres do grupo Inocêncio Oliveira, em Serra Talhada e Afogados. A articulação foi de Herbert Inácio, coordenador da Central de Regulação em Serra. O grupo Inocêncio teve candidato Victor Oliveira, que bateu mais em Márcia Conrado que todos os outros juntos.
O fato e a foto
A foto que ilustrou a notícia da morte de Marco Maciel foi um registro da vinda do então Senador aos 50 anos de instalação da Diocese de Afogados da Ingazeira, em junho de 2007. Era muito atencioso com momentos importantes da Igreja no estado e foi muito educado e gentil ao conceder a entrevista.
Sintonia
A Cidade FM, de Tabira, vai ganhar maior potência e nova sintonia, passando a 97,7 FM. A mudança deve ser materializada em breve. A Rádio, do empresário Paulo Manu, tem 11 anos de fundação.
Feira, não
Agora sim, a não ser que algum prefeito peite o decreto estadual, as feiras livres estarão suspensas. Importantes economicamente, são tidas como foco de proliferação do coronavírus. Tabira já anunciou que terça e quarta, as feiras das miçangas e do gado não ocorrerão. Mesmo pra do dia 17 em Itapetim.
Vacinômetro
A maioria das prefeituras está vacinando o público sem comorbidades a partir de 50 anos no Pajeú. São os casos de Serra, Afogados, Tabira, Itapetim, Carnaíba, Ingazeira, Tuparetama, Iguaracy, Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde e Santa Terezinha.
A frente na agulhada
Dentre as exceções, São José do Egito, que estava na faixa de 49 a 54 anos. Dos que descem mais, São José do Egito vai ao público a partir de 42, Flores, que iniciou a vacinação dos 45+ e Iguaracy, que começa segunda a faixa de 47 a 49 anos.
Frase da semana:
“A cloroquina já foi testada em animais, em humanos, a gente só não testou em emas porque as emas fugiram, mas no resto a gente testou em tudo e não funcionou”.
Da microbiologista Natalia Pasternak na CPI da Covid, sobre todos os estudos conclusivos quanto à ineficácia da cloroquina contra a doença. Claro, ironizando o maior defensor do placebo, o presidente Bolsonaro.
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