Luciano Torres participa do Congresso Regional do PSB
Por Nill Júnior
O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres (PSB), esteve presente no Congresso Regional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), realizado neste domingo (30), em Afogados da Ingazeira-PE.
O evento reuniu lideranças políticas da região e teve como destaque a presença do prefeito do Recife e vice-presidente nacional do PSB, João Campos.
Durante o encontro, Luciano Torres destacou a importância do PSB para o desenvolvimento do estado e a proximidade do partido com as necessidades das comunidades locais. O prefeito ressaltou o papel do PSB como um instrumento de transformação social e política no Sertão pernambucano.
“Estamos aqui hoje fortalecendo o compromisso que o PSB tem com o povo do Sertão. Sabemos das dificuldades da nossa região, mas também sabemos que com trabalho, união e com a força de nosso partido, podemos continuar avançando e levando mais qualidade de vida para todos os pernambucanos”, afirmou Torres.
Além das falas dos líderes, o congresso também contou com discussões sobre os desafios políticos e sociais da região, com foco nas eleições municipais e estaduais de 2026.
G1 Os quatro meninos foram retirados da caverna Tham Luang, na Tailândia, subindo para oito o número de resgatados, na manhã desta segunda-feira (9), 2º dia das operações de salvamento, segundo a Marinha. Cinco pessoas ainda permanecem na cavidade subterrânea, onde entraram no dia 23 de junho. Os quatro garotos passam bem e foram levados […]
Os quatro meninos foram retirados da caverna Tham Luang, na Tailândia, subindo para oito o número de resgatados, na manhã desta segunda-feira (9), 2º dia das operações de salvamento, segundo a Marinha. Cinco pessoas ainda permanecem na cavidade subterrânea, onde entraram no dia 23 de junho.
Os quatro garotos passam bem e foram levados para o hospital da província de Chiang Rai, que fica a cerca de 70 km da caverna. Inicialmente, o governo tinha previsto a retirada de três meninos neste segundo dia de resgate, mas, com base no sucesso da operação do domingo, mais quatro foram trazidos à superfície nesta segunda.
Os nomes dos resgatados não foram divulgados oficialmente. As cinco pessoas que ainda estão nas galerias subterrâneas estão em bom estado de saúde.
O comandante das Forças Armadas tailandesas afirmou que em mais três dias todo o grupo estará fora da caverna.
O segundo dia de resgate correu bem nesta segunda-feira, mas a próxima fase “vai depender de todas as condições”, segundo vice-comandante do Exército da Terceira Região do Exército da Tailândia.
Os trabalhos desta segunda foram retomados após mais de 10 horas de intervalo após o fim da primeira fase, porque era preciso repor o estoque de oxigênio da caverna.
A operação de resgate é bastante complexa e perigosa: as galerias subterrâneas estão completamente escuras. O grupo precisa atravessar um trecho inundado e depois percorrer outro com um relevo bastante acidentado. Alguns dos meninos não sabem nadar. Todos precisaram aprender técnicas de mergulho às pressas.
Como os meninos passaram um longo período de jejum forçado, as autoridades temiam o estado de saúde deles. Porém, os oito primeiros resgatados chegaram à superfície em segurança e em bom estado de saúde.
Os quatro resgatados no domingo permanecem internados no hospital de Chiang Rai em quarentena para evitar possíveis infecções. As autoridades estudam liberar a visita dos pais, segundo a CNN. Os garotos estavam com fome e pediram para comer um prato à base de arroz.
Morreu na manhã desta segunda-feira (7) o artesão Severino Vitalino, de 78 anos, filho do Mestre Vitalino, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Ele estava internado no Hospital Mestre Vitalino depois de sofrer um infarto, no mês de outubro de 2018. Através de nota, o Hospital Mestre Vitalino informou que Severino Vitalino apresentou uma parada cardiorrespiratória […]
Morreu na manhã desta segunda-feira (7) o artesão Severino Vitalino, de 78 anos, filho do Mestre Vitalino, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Ele estava internado no Hospital Mestre Vitalino depois de sofrer um infarto, no mês de outubro de 2018.
Através de nota, o Hospital Mestre Vitalino informou que Severino Vitalino apresentou uma parada cardiorrespiratória (PCR). Foram feitos os procedimentos de reanimação, mas o paciente não teve reversão do quadro, vindo a óbito por volta das 6h20.
Na unidade de saúde ele passou por cirurgia cardíaca e ficou entubado e com sedação na Unidade de Terapia Intensica (UTI) Coronariana. No mês de novembro do ano passado, Severino teve um rebaixamento do nível de consciência por quadro infeccioso e permaneceu internado do Hospital Mestre Vitalino.
Severino Vitalino foi um dos quatro filhos do Mestre Vitalino que decidiu trabalhar com o barro, seguindo os ensinamentos, ele era visto todos os dias confeccionando as peças sentado como o pai. “Não me imagino fazendo outra coisa. Trabalhei ao lado do meu pai até os 23 anos e sinto que tenho o dever de preservar a história e tudo o que ele deixou”, afirmou durante uma entrevista dada ao G1 Caruaru. Em 2017, o artesão foi habilitado no Prêmio Culturas Populares Gomes de Barros, oferecido pelo Ministério da Cultura. O projeto dele recebeu nota máxima.
De acordo com as informações da família, o velório será realizado na casa que Severino residia na Rua Mestre Vitalino, 281, Alto do Moura. O sepultamento será no cemitério do bairro, na terça-feira (8), às 9h.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) publicou, nesta quarta-feira (7), no Diário Oficial da instituição, um aviso com diretrizes para que promotores e procuradores intensifiquem a fiscalização da transparência e da rastreabilidade das emendas parlamentares estaduais e municipais. A medida atende a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Arguição de Descumprimento de […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) publicou, nesta quarta-feira (7), no Diário Oficial da instituição, um aviso com diretrizes para que promotores e procuradores intensifiquem a fiscalização da transparência e da rastreabilidade das emendas parlamentares estaduais e municipais. A medida atende a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 854.
O ato é assinado pelo procurador-geral de Justiça, José Paulo Cavalcanti Xavier Filho, e reforça que os Ministérios Públicos Estaduais devem adotar providências para assegurar que as emendas cumpram as regras federais de transparência previstas no artigo 163-A da Constituição Federal. O descumprimento pode resultar na suspensão da execução desses recursos a partir de 1º de janeiro de 2026.
O documento também leva em consideração a Resolução nº 302, publicada pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) em dezembro de 2025, que estabelece critérios de rastreabilidade e transparência para as emendas parlamentares no âmbito estadual e municipal.
De acordo com o aviso, o STF determinou ainda a realização de uma audiência pública, prevista para março de 2026, com a participação dos Ministérios Públicos dos Estados. Nessa ocasião, deverão ser apresentados os resultados das providências adotadas para o cumprimento da decisão da Corte.
Para padronizar e auxiliar a atuação dos membros do MPPE, o Centro de Apoio de Defesa do Patrimônio Público e Terceiro Setor (CAOPPTS) elaborou modelos de portaria para instauração de Procedimento Administrativo, minutas de recomendação e um roteiro de atuação. Todo o material foi disponibilizado em ambiente virtual interno para acesso dos promotores.
O aviso também orienta que os dados apurados sejam comunicados ao CAOPPTS por meio de formulário eletrônico específico, com prazo final de envio até o dia 12 de fevereiro de 2026. As informações consolidadas serão posteriormente encaminhadas ao STF, como parte do acompanhamento da decisão judicial.
Nas recomendações individuais já expedidas por promotores, como a que foi direcionada ao município de Abreu e Lima, o MPPE detalha que a transparência das emendas deve contemplar, no mínimo, 11 itens obrigatórios. Entre eles estão o número da emenda, o nome do parlamentar proponente, o objeto da despesa, o valor destinado, os órgãos beneficiários, as fases da execução orçamentária, notas de empenho, plano de trabalho, identificação de conta bancária exclusiva e a respectiva prestação de contas.
O MPPE ressalta que as orientações respeitam o princípio da independência funcional dos promotores naturais, mas reforçam a necessidade de atuação coordenada para garantir o cumprimento das determinações do Supremo e evitar a suspensão de recursos públicos destinados por meio de emendas parlamentares.
O deputado federal Fernando Monteiro (PP) esteve em Santa Cruz do Capibaribe para se inteirar sobre as demandas referentes ao polo de confecções do Agreste, o segundo maior produtor nacional, cujo motor se concentra nas cidades de Caruaru, Toritama e Santa Cruz do Capibaribe, abrangendo mais de 50 municípios e gerando cerca de 150 mil […]
O deputado federal Fernando Monteiro (PP) esteve em Santa Cruz do Capibaribe para se inteirar sobre as demandas referentes ao polo de confecções do Agreste, o segundo maior produtor nacional, cujo motor se concentra nas cidades de Caruaru, Toritama e Santa Cruz do Capibaribe, abrangendo mais de 50 municípios e gerando cerca de 150 mil empregos.
Ao lado do Síndico do Moda Center Santa Cruz, José Gomes Filho (Menininho), Fernando Monteiro esteve nos estandes de venda do centro logístico, presenciou a comercialização de parte da produção local, que, em todo o polo de confecções, chega a milhões de peças distribuídas para o mercado nacional e internacional, e conheceu a história do empreendimento.
O condomínio foi inaugurado em 2002 e hoje reúne 10,3 mil lojistas em uma área coberta de 120 mil m² construída em um espaço de 32 hectares. Com o empresário Alan Carneiro, dono da Zuzinha Kids, o deputado também acompanhou o funcionamento da linha de produção da fábrica.
Em reunião com o prefeito Edson Vieira, o vice-prefeito Dida de Nan, a deputada estadual Alessandra Vieira, secretários e vereadores de Santa Cruz do Capibaribe, Fernando Monteiro conversou sobre o modelo proposto para viabilizar a ativação da agência do INSS na cidade, pauta de debate realizado pela manhã na Câmara de Vereadores da cidade agrestina.
A meta é suprir a falta de funcionários na agência através de cooperação entre a prefeitura e a Câmara de Vereadores do município. Para isso, o deputado federal conversou com o superintendente regional do INSS, Marcos de Brito, que sinalizou positivamente sobre a viabilidade da proposta, que ainda deverá passar pelos ajustes necessários para sua efetivação na superintendência do órgão, em Brasília.
À noite, o deputado prestigiou, ao lado do prefeito Edilson Tavares, o 18º Festival do Jeans de Toritama, que começou na quinta-feira (2) e vai até este sábado (4). O evento foi criado com o objetivo de fortalecer o cenário local e regional de moda, reunindo todos os envolvidos no setor.
A saúde perdeu espaço nas emendas parlamentares, recursos carimbados por deputados e senadores no Orçamento federal, apesar da pandemia de covid-19. De todas as emendas aprovadas em 2021, 37% vão para a saúde, patamar praticamente igual ao registrado no ano passado (36%), quando o Orçamento foi elaborado antes da crise do novo coronavírus. A reportagem […]
A saúde perdeu espaço nas emendas parlamentares, recursos carimbados por deputados e senadores no Orçamento federal, apesar da pandemia de covid-19. De todas as emendas aprovadas em 2021, 37% vão para a saúde, patamar praticamente igual ao registrado no ano passado (36%), quando o Orçamento foi elaborado antes da crise do novo coronavírus. A reportagem é de Daniel Weterman, Amanda Pupo e André Shalders/Estadão.
Nos investimentos diretos, o setor ficou com apenas 14% das emendas, enquanto as obras do Ministério do Desenvolvimento Regional abocanharam 40%.
Os números mostram a estratégia dos parlamentares para controlar uma fatia maior do Orçamento federal e destinar recursos para obras e projetos de interesse eleitoral em seus redutos nos Estados e municípios.
O valor destinado às emendas parlamentares até aumentou em relação a anos anteriores, mas não recebeu o mesmo esforço destinado ao aumento de verbas para outras áreas. A pandemia de covid-19 avança no País com índices mais altos de casos e mortes do que em 2020.
Neste ano, parlamentares carimbaram um total de R$ 47,4 bilhões em emendas, além dos recursos colocados no guarda-chuva do Executivo. O presidente Jair Bolsonaro avalia vetar parte dessas verbas, mas é pressionado pela cúpula do Congresso a sancionar integralmente o que foi aprovado na Câmara e no Senado.
O valor foi reservado especificamente para indicações de deputados e senadores, conforme o destino escolhido pelos congressistas. O repasse é negociado pelo governo ao longo do ano em troca de apoio no Congresso.
O pagamento é obrigatório, o que pressiona o Executivo em um cenário de crise fiscal, mas o momento da liberação depende de decisão dos ministérios, o que coloca essas verbas no centro de uma negociação política por votos no Legislativo.
De todo o volume de emendas aprovadas para 2021, R$ 17,5 bilhões vão para a saúde. São recursos para reformas de hospitais, manutenção de postos de saúde e compra de equipamentos para Unidades de Terapia Intensiva (UTI), por exemplo.
O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), comandando por Rogério Marinho e vitrine eleitoral de Bolsonaro, recebeu R$ 14,5 bilhões e poderá usar o dinheiro em obras de infraestrutura, saneamento e projetos de irrigação, entre outros. O total da verba de emendas destinada para investimentos diretos nessas áreas, ou seja, desconsiderando os recursos para custeio, teve um tratamento inverso: o MDR recebeu R$ 13,3 bilhões e a saúde ficou com R$ 2,3 bilhões.
‘Obra é saúde’, argumentam parlamentares
Desde o ano passado, o Congresso garante uma reserva específica para emendas indicadas pelo relator do Orçamento, sem nenhum critério estabelecido de prioridades. A escolha atende a interesses dos parlamentares. Neste ano, são R$ 29 bilhões em recursos indicados diretamente pelo relator, o senador Marcio Bittar (MDB-AC), a maior parte para obras. Além disso, há emendas indicadas pelas bancadas estaduais e pelas comissões, também sem critério de distribuição.
Durante a discussão do Orçamento, congressistas admitiram a articulação para turbinar os recursos de obras em plena pandemia. Reservadamente, líderes ouvidos pelo Estadão/Broadcast argumentavam que “obra é saúde” pois gera emprego e permite às pessoas terem renda no contexto de crise provocado pela covid-19.
No início do ano, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que o Congresso criaria uma reserva específica para o combate à pandemia no Orçamento. Isso realmente foi feito, mas apenas R$ 1,1 bilhão em emendas foi colocado para essa destinação. Por outro lado, uma ação do Desenvolvimento Regional para tocar obras pelo País recebeu R$ 5,8 bilhões das indicações.
A destinação provocou críticas de quem ficou à margem das negociações. “Não faz o menor sentido porque é uma distribuição política, sem critérios técnicos. Tem de investir em desenvolvimento regional, é importante, mas é preciso fazer um orçamento realista”, afirmou o líder do Cidadania no Senado, Alessandro Vieira (SE).
O senador do Cidadania faz parte de um grupo de parlamentares que questionou o Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as manobras e pressiona o governo para vetar parte das emendas e evitar um furo no teto de gastos. O argumento é que, se Bolsonaro sancionar o projeto como saiu do Congresso, ele comete crime de responsabilidade e dá base jurídica para um processo de impeachment.
Nos bastidores, o argumento é de que o recurso para pandemia deve ser aberto por crédito extraordinário, fora do teto de gastos e da programação inicial do Orçamento. Esse mecanismo, porém, aumenta o endividamento da União e tem impacto no resultado primário, a conta que o governo tem que fechar no fim do ano entre despesa e arrecadação. Bittar foi procurado, mas não quis comentar.
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