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Cresce campanha por eleições diretas no Rio

Por Nill Júnior

Por Rodrigo Brandão

O estado do Rio de Janeiro vive um cenário de profunda instabilidade institucional que precisa ser resolvido com urgência. Com a renúncia do governador Cláudio Castro, posteriormente condenado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e a cassação do mandato de deputado Rodrigo Bacellar, que teve pedido de prisão determinado há pouco pelo STF (Supremo Tribunal Federal), os Poderes Executivo e Legislativo estão acéfalos.

A chefia do Executivo tem sido exercida interinamente pelo desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do estado, e a do Legislativo, pelo deputado Guilherme Delaroli. A eleição para o último cargo foi corretamente suspensa pela desembargadora Suely Magalhães, vice-presidente do TJ-RJ, pois foi realizada antes da retotalização dos votos anulados do deputado Rodrigo Bacellar.

Particularmente preocupante é a indefinição sobre a eleição para governador para o mandato tampão até o final de 2026. A chamada “dupla vacância” dos cargos de governador e vice pode ocorrer por causas eleitorais (i.e. cassação de mandato por decisão da Justiça Eleitoral) e não eleitorais (morte, renúncia etc.). O STF já decidiu que, decorrendo de causas eleitorais, aplica-se o artigo 224 do Código Eleitoral, em razão da competência privativa da União para legislar sobre Direito Eleitoral (artigo 22, I, da CF/88; ADI 5.225). Os §§ 3º e 4º desse dispositivo determinam que, caso a dupla vacância ocorra nos últimos seis meses do mandato, a eleição será indireta, ou seja, os eleitores serão os deputados estaduais. Caso ela ocorra antes disso, a eleição será direta (os eleitores serão os cidadãos fluminenses).

Caso a dupla vacância decorra de causas não eleitorais, o Estado possui competência para determinar os termos da eleição. Embora não precisasse seguir o modelo previsto no artigo 81, § 1º da Constituição Federal para a dupla vacância dos cargos de presidente da República e de vice, a Constituição do Estado do Rio de Janeiro o replicou, prevendo que, caso ela ocorra nos dois últimos anos de mandato, a eleição será indireta (artigo 142).

Em síntese, o aspecto central é saber se a dupla vacância decorreu, ou não, de causas eleitorais. O governador Cláudio Castro renunciou na véspera da retomada do julgamento do TSE, quando já havia dois votos pela sua condenação e os prognósticos eram muito negativos (que se confirmaram, com a sua condenação no dia seguinte). Parece claro o intuito de suscitar a perda do objeto do processo, evitando a cassação do mandato e a declaração de inelegibilidade, e provocando a convocação de eleições indiretas, cenário que seria favorável para a vitória de um aliado político.

Porém, de há muito o Direito brasileiro rechaça tentativas semelhantes

Cite-se o artigo 54, § 4º da CF/88, que prevê que “a renúncia de parlamentar submetido a processo que vise ou possa levar à perda do mandato, nos termos deste artigo, terá seus efeitos suspensos até as deliberações finais de que tratam os §§ 2º e 3º”; a jurisprudência do STF que preserva a sua competência diante da renúncia de réu quando encerrada a instrução do processo criminal; a emblemática decisão do Senado de manter o julgamento do ex-presidente Fernando Collor por crime de responsabilidade mesmo após a sua renúncia etc.

Na hipótese, a solução deve ser a mesma, pois aplica-se a lógica, essencial à concretização do brocardo jurídico de que ninguém pode se beneficiar da própria torpeza, de que eventual renúncia na iminência do julgamento não implica a perda do objeto do processo. Aliás, o próprio TSE seguiu o julgamento mesmo após a renúncia, aplicando inclusive a sanção de inelegibilidade ao ex-governador. Desse modo, com a máxima vênia, não parece correta a inclusão pelo TSE na certidão de julgamento, após o questionamento do desembargador Ricardo Couto, de que a eleição seria indireta. Ora, se a renúncia não prejudicou a aplicação da pena de inelegibilidade, ao revés tendo se reconhecido a presença dos elementos necessários à cassação de mandato, é claro que a vacância decorreu de causa eleitoral, aplicando-se o art. 224, do Código Eleitoral.

Desse modo, preciso o voto proferido pelo ministro Alexandre de Moraes na ADI 7.942 MC-REF/RJ, em que Sua Excelência. reconheceu “a patente ocorrência de desvio de finalidade do ato de renúncia ao mandato do governador do estado do Rio de Janeiro, em inobservância aos princípios constitucionais da impessoalidade, da moralidade e do interesse público”.

Nessa ação, proposta em face da Lei Complementar estadual nº 229/2026, que fixa as regras para a eleição indireta na hipótese de dupla vacância dos cargos de governador e vice, Sua Excelência propôs a interpretação conforme à Constituição dessa norma, “no sentido da sua não incidência ao próximo pleito eleitoral, uma vez que a vacância derivou da cassação do Governador do Estado pelo Tribunal Superior Eleitoral, aplicando-se o artigo 224, § 4º, II, do Código Eleitoral, ou seja, eleições diretas”. Até o presente momento, o voto foi seguido pelos ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino.

É fundamental que o Supremo Tribunal Federal pacifique a questão, determinando realização de eleição direta para governador do estado do Rio de Janeiro. Essa medida é necessária para o respeito ao disposto no 224, § 4º, II, do Código Eleitoral, que determina, peremptoriamente, que, ocorrendo a dupla vacância (por causas eleitorais) antes dos últimos seis meses de mandato, a eleição será direta. Também é fundamental para a preservação da autoridade da decisão vinculante do STF na ADI 5.225, que afirmou a aplicação obrigatória desse preceito para a dupla vacância dos cargos de governador e de vice por causas eleitorais, o que se buscou fazer na Reclamação nº 39.715/2026, proposta pelo PSD.

Por fim, essa medida também é essencial para a preservação do voto direto, direito fundamental erigido à condição de cláusula pétrea pela Constituição de 1988. A importância do voto direto para a escolha do cargo de chefe do Poder Executivo é difícil de ser superlativizada, dada a sua conexão com a soberania popular, fonte básica de legitimação do agir estatal, e a relevância das atribuições desse cargo. A importância do movimento “Diretas Já” para a redemocratização do país revela a sua profunda relação com nossa história constitucional.

O STF tem a oportunidade de preservar a soberania da população fluminense na eleição do seu governador, o que é especialmente relevante em razão do histórico de prisões, cassações etc. Seja na ADI 5.225, seja na Reclamação nº 39715/2026, o importante é que se restabeleça a estabilidade institucional de maneira condizente com a soberania da população fluminense.

Rodrigo Brandão é sócio do Rodrigo Brandão Advogados, procurador do município do Rio de Janeiro, professor de Direito Constitucional da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e doutor e mestre em Direito Público pela mesma instituição.

Outras Notícias

Após críticas, Rodrigo Pinheiro determina mudança no edital do São João de Caruaru e reduz prazo de pagamento dos artistas

O prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro (PSD), determinou a revisão dos editais de seleção de artistas para o São João 2027, reduzindo de 90 para 60 dias o prazo máximo de pagamento dos cachês. A mudança foi anunciada após críticas de parlamentares e representantes do setor cultural às regras inicialmente estabelecidas pela Prefeitura. O edital […]

O prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro (PSD), determinou a revisão dos editais de seleção de artistas para o São João 2027, reduzindo de 90 para 60 dias o prazo máximo de pagamento dos cachês. A mudança foi anunciada após críticas de parlamentares e representantes do setor cultural às regras inicialmente estabelecidas pela Prefeitura.

O edital divulgado na sexta-feira (30) havia ampliado o prazo de pagamento de 60 para 90 dias após o encerramento dos festejos juninos. A alteração provocou questionamentos sobre os impactos financeiros para artistas e grupos culturais, especialmente aqueles que dependem dos cachês para manter suas atividades.

Entre os críticos estava a deputada estadual Dani Portela (PT), que questionou a decisão por contrariar discussões realizadas no Conselho Municipal de Política Cultural. Segundo a parlamentar, havia uma proposta para priorizar o pagamento de artistas com cachês menores, medida que não foi contemplada no documento inicial.

O deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL) também criticou as condições oferecidas aos artistas locais. Já a deputada federal eleita Rosa Amorim (PT) articulou com o vereador Edilson do MST (PT) a apresentação de um requerimento para reduzir o prazo de pagamento.

Com a determinação de Rodrigo Pinheiro, a Fundação de Cultura de Caruaru deverá atualizar os editais das categorias Música e Demais Linguagens Artístico-Culturais. Segundo a Prefeitura, o prazo de 60 dias considera o período necessário para que os patrocinadores cumpram suas respectivas cotas financeiras.

A revisão também estabelece um novo calendário de inscrições, que terá início em 11 de novembro e seguirá até 11 de dezembro. Poderão participar artistas, grupos e produtores culturais de todo o Brasil interessados em integrar a programação do São João 2027.

As inscrições deverão ser realizadas pelo aplicativo Minha Caruaru, disponível para Android e iOS. Para localizar os documentos, os interessados devem pesquisar por “São João 2027” na plataforma.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Reprodução

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Comissão da Alepe aprova projeto de empréstimo de até R$ 1,93 bilhão para o governo Raquel Lyra

A Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou, por unanimidade, nesta quarta-feira (4), o projeto que autoriza o governo Raquel Lyra (PSD) a contratar empréstimos de até R$ 1,93 bilhão. A proposta ainda precisa passar por outras etapas de tramitação antes de seguir para votação no plenário. O […]

A Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou, por unanimidade, nesta quarta-feira (4), o projeto que autoriza o governo Raquel Lyra (PSD) a contratar empréstimos de até R$ 1,93 bilhão. A proposta ainda precisa passar por outras etapas de tramitação antes de seguir para votação no plenário.

O parecer favorável foi apresentado pelo deputado estadual Diogo Moraes (PSB), relator do Projeto de Lei nº 4.317/2026. Na semana passada, o parlamentar havia solicitado mais tempo para analisar a matéria e obter esclarecimentos sobre a destinação dos recursos.

Segundo Diogo, o texto encaminhado inicialmente pelo Executivo não detalhava os programas e as ações que receberiam os investimentos. Após conversas com a Secretaria de Planejamento do Estado, o deputado informou que foram esclarecidas as áreas previstas para aplicação do dinheiro.

Entre as destinações apresentadas estão obras de infraestrutura hídrica, recuperação e construção de estradas, manutenção e reformas de hospitais e construção de escolas.

Com a aprovação na Comissão de Justiça, o projeto será encaminhado à Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação, presidida pelo deputado Antônio Coelho. Depois dessa análise, a matéria poderá ser submetida ao plenário da Assembleia.

A proposta permite ao Governo de Pernambuco contratar operações de crédito junto a instituições financeiras nacionais, com ou sem garantia da União. Caso não haja garantia federal, o Estado poderá oferecer receitas do ICMS e repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) como garantias para os financiamentos.

O texto também estabelece a previsão de recursos no orçamento estadual para o pagamento das parcelas e dos encargos financeiros decorrentes dos empréstimos.

Na semana passada, o secretário estadual de Planejamento, Fabrício Marques, explicou que o objetivo do governo é antecipar os procedimentos necessários para iniciar a captação dos recursos no começo de 2027.

A aprovação na comissão não representa autorização definitiva para a contratação dos empréstimos, que ainda depende da conclusão da tramitação legislativa.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Reprodução

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Pernambucano de Timbaúba é reeleito deputado nos EUA e integra grupo de sete brasileiros eleitos

O pernambucano Danillo Sena, natural de Timbaúba, na Zona da Mata Norte, foi reeleito deputado estadual em Massachusetts, nos Estados Unidos, nas eleições legislativas realizadas nessa terça-feira (3). Ele integra um grupo de sete brasileiros que conquistaram mandatos em quatro estados norte-americanos, todos pelo Partido Democrata. Danillo ocupa uma cadeira na Câmara dos Representantes de […]

O pernambucano Danillo Sena, natural de Timbaúba, na Zona da Mata Norte, foi reeleito deputado estadual em Massachusetts, nos Estados Unidos, nas eleições legislativas realizadas nessa terça-feira (3). Ele integra um grupo de sete brasileiros que conquistaram mandatos em quatro estados norte-americanos, todos pelo Partido Democrata.

Danillo ocupa uma cadeira na Câmara dos Representantes de Massachusetts desde 2020 e garantiu mais dois anos de mandato pelo 37º Distrito de Middlesex. A região abrange municípios como Acton, Ayer, Boxborough, Harvard e Shirley.

O parlamentar deixou Pernambuco em 2001, aos 14 anos, para morar com a mãe, que já vivia nos Estados Unidos. Durante parte de sua trajetória, permaneceu no país sem documentação migratória regular e foi beneficiado pelo programa DACA, criado durante o governo Barack Obama para proteger da deportação determinados imigrantes que chegaram ainda crianças.

Em 2018, aos 31 anos, Danillo conseguiu regularizar sua situação migratória e conquistou a cidadania norte-americana. Dois anos depois, venceu sua primeira eleição para o Legislativo estadual, tornando-se o primeiro imigrante brasileiro a ocupar uma cadeira em uma assembleia estadual dos Estados Unidos.

Desde então, foi reeleito em 2022, 2024 e agora em 2026. Entre as áreas de atuação do parlamentar estão a educação pública, os direitos dos imigrantes, o enfrentamento das mudanças climáticas e a ampliação do acesso aos serviços públicos.

Além do pernambucano, outros seis brasileiros conquistaram vagas nas eleições de meio de mandato, conhecidas como midterms.

Massachusetts concentrou o maior número de representantes, com quatro eleitos. Também foram reeleitas Priscila Sousa, natural de Ipatinga, em Minas Gerais, e Rita Mendes, de Conselheiro Pena, no mesmo estado. A mato-grossense Lorena Betts conquistou seu primeiro mandato pelo 16º Distrito de Middlesex, após atuar como assessora legislativa de Danillo Sena.

Em Connecticut, Farley Santos, nascido em Sobrália, Minas Gerais, foi reeleito pelo 109º Distrito. Ele representa a região de Danbury, cidade que reúne uma expressiva comunidade brasileira.

Já em Nevada, Elaine Marzola, natural do Rio de Janeiro, conquistou mais um mandato na Assembleia estadual, onde atua desde 2021.

Na Flórida, Felipe Sousa-Lazaballet, nascido em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, foi eleito pela primeira vez para o Legislativo estadual. Ele venceu a disputa pelo Distrito 42, na região de Orlando, tornando-se o primeiro brasileiro a ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa da Flórida.

Todos os sete parlamentares são filiados ao Partido Democrata. As eleições ocorreram na metade do mandato do presidente Donald Trump e também definiram a nova composição do Congresso federal dos Estados Unidos.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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Deputado dos EUA pede deportação imediata de Flávio Bolsonaro para responder à Justiça brasileira

O deputado norte-americano Robert Garcia, do Partido Democrata, pediu ao governo de Donald Trump a deportação imediata do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o Brasil. Em carta enviada ao secretário de Estado Marco Rubio, o parlamentar também cobrou esclarecimentos sobre uma possível participação de autoridades americanas na saída do brasileiro do país. O documento foi […]

O deputado norte-americano Robert Garcia, do Partido Democrata, pediu ao governo de Donald Trump a deportação imediata do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o Brasil. Em carta enviada ao secretário de Estado Marco Rubio, o parlamentar também cobrou esclarecimentos sobre uma possível participação de autoridades americanas na saída do brasileiro do país.

O documento foi encaminhado na segunda-feira (2) e questiona os motivos que permitiram a entrada de Flávio nos Estados Unidos, apesar das investigações judiciais em andamento no Brasil e das restrições de viagem determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Garcia criticou o que considera uma contradição na política migratória de Trump, que adota medidas rigorosas contra imigrantes, mas autorizou a entrada do senador brasileiro.

“Se o presidente alega que não deseja a entrada de criminosos nos EUA, por que permitir a entrada do sr. Bolsonaro?”, questionou o democrata.

O parlamentar também defendeu que Flávio seja enviado imediatamente ao Brasil para responder perante a Justiça.

A cobrança ocorre após reportagens apontarem que Jason Miller, assessor de comunicação de Trump e aliado da família Bolsonaro, teria participado da organização do avião particular utilizado pelo senador e seus familiares na viagem aos Estados Unidos.

Flávio deixou o Brasil após a derrota nas eleições presidenciais de 2026. O deslocamento ocorreu pela Argentina, com passagem pelo Equador, antes da chegada à Flórida.

O secretário de Estado Marco Rubio negou que o governo norte-americano tenha participado diretamente da organização da viagem. Entretanto, confirmou que Trump autorizou a entrada de Flávio caso ele chegasse a um ponto oficial de imigração.

Segundo Rubio, o senador recebeu uma autorização condicional de entrada, conhecida como “parole”, mecanismo que permite a permanência temporária de estrangeiros nos Estados Unidos em determinadas circunstâncias.

Na carta, Robert Garcia solicitou registros de comunicações entre a Casa Branca, o Departamento de Estado, outros órgãos federais, Jason Miller e autoridades argentinas. Também pediu esclarecimentos sobre a fundamentação jurídica utilizada para autorizar a entrada de Flávio e de seus familiares.

O governo norte-americano tem até 13 de novembro para responder aos questionamentos apresentados pelo deputado.

O pedido de deportação representa uma cobrança política e não determina automaticamente a retirada de Flávio Bolsonaro dos Estados Unidos. Uma eventual medida dependerá de decisão das autoridades migratórias competentes.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Drew Angerer/AFP

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Prefeito Fredson Brito anuncia Rey Vaqueiro como atração da Festa de Reis 2027 em São José do Egito

O cantor Rey Vaqueiro foi anunciado nesta quarta-feira (4) como mais uma atração da Festa de Reis 2027, em São José do Egito, no Sertão do Pajeú. A confirmação foi feita pelo prefeito Fredson Brito, que informou que o artista se apresentará no dia 4 de janeiro, na abertura da 160ª edição do evento. A […]

O cantor Rey Vaqueiro foi anunciado nesta quarta-feira (4) como mais uma atração da Festa de Reis 2027, em São José do Egito, no Sertão do Pajeú.

A confirmação foi feita pelo prefeito Fredson Brito, que informou que o artista se apresentará no dia 4 de janeiro, na abertura da 160ª edição do evento.

A festa será realizada entre os dias 4 e 6 de janeiro, no Pátio de Eventos Miguel Arraes. Rey Vaqueiro, conhecido pelo repertório de forró de vaquejada e piseiro, passa a integrar a programação musical já anunciada pela administração municipal.

Entre as atrações confirmadas anteriormente estão Zé Vaqueiro e Tarcísio do Acordeon.

A programação também contará com uma noite dedicada às apresentações religiosas, no dia 6 de janeiro, a noite católica terá apresentação do Padre Fabrício, além das participações de Toinho Nascimento e do Ministério de Música Renascer.

Promovida pela Prefeitura de São José do Egito, a Festa de Reis chega à sua 160ª edição em 2027.

A celebração integra o calendário cultural e religioso do município, reunindo apresentações musicais e atividades relacionadas à tradição local.

Imagem: Divulgação

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