Luciano Bonfim convida população para inauguração da Rua Coberta em Triunfo
Por André Luis
O prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim, utilizou suas redes sociais para convidar a população a participar da inauguração da Rua Coberta, um novo espaço destinado ao lazer, convivência e atividades culturais na cidade.
Em sua mensagem, o gestor destacou a importância do projeto para o município: “Inauguração da Rua Coberta! A cidade se transforma e convida você para um momento especial! Venha celebrar junto conosco a inauguração da Rua Coberta, um espaço pensado para o nosso lazer, convivência e cultura.”
A obra é mais uma iniciativa da gestão municipal para promover o desenvolvimento urbano e fomentar a integração social, reforçando o papel de Triunfo como um polo de turismo e cultura no Sertão do Pajeú.
O espaço promete oferecer à população e aos visitantes um local estruturado para a realização de eventos, apresentações culturais e encontros comunitários.
No primeiro teste no Congresso, PT obtém vitória parcial ao evitar desidratação maior e conquistar valor entendido como viável; proposta vai a plenário No primeiro teste de articulação do governo eleito, o PT conseguiu aprovar nesta terça-feira (6) a PEC (proposta de Emenda à Constituição) da Transição —embora com valor menor e tempo mais curto […]
No primeiro teste no Congresso, PT obtém vitória parcial ao evitar desidratação maior e conquistar valor entendido como viável; proposta vai a plenário
No primeiro teste de articulação do governo eleito, o PT conseguiu aprovar nesta terça-feira (6) a PEC (proposta de Emenda à Constituição) da Transição —embora com valor menor e tempo mais curto para a apresentação de uma nova regra fiscal.
A proposta aprovada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado retira o Bolsa Família do teto de gastos pelo prazo de dois anos e reduz o impacto fiscal total para R$ 145 bilhões anualmente em 2022 e 2023 —R$ 30 bilhões a menos que o apresentado inicialmente.
A PEC também prevê mais R$ 23 bilhões para investimentos fora do teto em caso de arrecadação de receitas extraordinárias. Na prática, o gasto extra é de R$ 168 bilhões.
Além disso, abre caminho para gastos serem expandidos já em 2022 e deixa brecha para que possíveis sobras da expansão para o Bolsa Família sejam usadas em outras áreas que não a social.
O texto foi aprovado na CCJ em votação simbólica, sem contagem de votos, e depende agora do aval de 49 dos 81 senadores no plenário em dois turnos. A sessão está prevista para esta quarta-feira (7). Leia a íntegra da reportagem de Thaísa Oliveira, Thiago Resende e Alexa Salomão na Folha de S. Paulo.
Por Bernardo Mello Franco/O Globo Não bastam as imunidades, as mordomias e os penduricalhos. Suas excelências agora querem um tipo penal sob medida para protegê-las. A Câmara aprovou projeto que cria o crime de discriminação contra pessoas politicamente expostas. A ideia foi apresentada por Dani Cunha, filha do deputado cassado Eduardo Cunha. No texto, ela […]
Não bastam as imunidades, as mordomias e os penduricalhos. Suas excelências agora querem um tipo penal sob medida para protegê-las. A Câmara aprovou projeto que cria o crime de discriminação contra pessoas politicamente expostas. A ideia foi apresentada por Dani Cunha, filha do deputado cassado Eduardo Cunha.
No texto, ela descreve os políticos como vítimas de “atos de cunho discriminatório”. A pretexto de reparar injustiças, a deputada propõe novos privilégios para a casta que integra.
De acordo com a proposta, o gerente que negar crédito a um político pode ser punido com até quatro anos de prisão. A regalia é estendida a parentes e “estreitos colaboradores”, o que beneficiaria todo tipo de aspone e laranja.
Dani alega que as regras de combate à lavagem de dinheiro impediriam parlamentares de fazer saques e abrir contas bancárias. Curiosamente, o pai dela não encontrou dificuldades para virar correntista na Suíça.
A deputada também propôs aumentar a pena imposta a quem atentar contra a honra de políticos, inclusive os já condenados por corrupção. Num surto de lucidez, o relator Cláudio Cajado sumiu com o artigo na versão final do projeto.
Discípulo de Cunha, o deputado Arthur Lira patrocinou um arranjo para votar o texto a toque de caixa. A aliança para aprová-lo uniu o PT de Lula ao PL de Bolsonaro. Só não entraram na corrente siglas pequenas como Novo e PSOL.
O debate em plenário ofereceu momentos de puro nonsense. O deputado Julio Lopes, personagem da corte de Sérgio Cabral, solidarizou-se com um aliado que teria sido impedido de trocar dólares ao chegar de viagem.
O deputado Elmar Nascimento, fiel escudeiro de Lira, bradou contra a “discriminação leviana” que causaria sofrimento a “homens de bem”. Ele fez questão de esclarecer que também se inclui na categoria.
Num esforço para dissuadir os colegas, o deputado Chico Alencar citou palavras de Frei Vicente do Salvador, franciscano que tentou explicar o Brasil no início do século XVII: “Nenhum homem nesta terra é repúblico, nem zela ou trata do bem comum, senão cada um do bem particular”.
“Este projeto tem o nome e o sobrenome desse tipo de visão nefasta”, emendou Chico. Se o Senado não barrar o texto, em breve teremos a Lei Eduardo Cunha.
Em sessão conjunta do Congresso Nacional realizada nesta semana, parlamentares derrubaram o veto presidencial ao dispositivo da Lei 14.057/2020 que trata do pagamento a profissionais do magistério público com recursos dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). A Confederação Nacional de Municípios (CNM) vem a […]
Em sessão conjunta do Congresso Nacional realizada nesta semana, parlamentares derrubaram o veto presidencial ao dispositivo da Lei 14.057/2020 que trata do pagamento a profissionais do magistério público com recursos dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef).
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) vem a público para esclarecer os gestores municipais sobre essa decisão do Legislativo.
A Lei 14.057/2020 disciplina acordo com credores para pagamento, com desconto, de precatórios federais e acordo terminativo de litígio contra a Fazenda Pública.
Em seu art. 7°, dispõe que os acordos a que a Lei se refere contemplam também os precatórios oriundos da cobrança judicial de repasses da complementação da União aos Estados e Municípios à conta do Fundef, por descumprimento pelo governo federal do critério de cálculo dessa complementação previsto na Lei 9.426/1996.
O parágrafo único do art. 7º da Lei 14.057/2020, que foi objeto do veto do presidente da República derrubado na última quarta-feira 17, dispõe que os recursos dos precatórios do Fundef deverão obedecer à destinação originária, inclusive para fins de garantir pelo menos 60% do seu montante para os profissionais do magistério ativos, inativos e pensionistas do ente público credor, na forma de abono, sem que haja incorporação à remuneração dos referidos servidores.
Alerta – a CNM esclarece que esse dispositivo refere-se apenas a acordos firmados a partir da vigência da Lei 14.057/2020, ou seja, 11 de setembro de 2020. Portanto, não tem efeito retroativo a precatórios já pagos, e não decorrentes de acordos entre a União e os entes credores.
Além disso, ressalta que há jurisprudência pacificada no Tribunal de Contas da União (TCU) no sentido de que os recursos oriundos de precatórios do Fundef não podem ser empregados em pagamentos de rateios, abonos indenizatórios, passivos trabalhistas/previdenciários e remunerações ordinárias dos profissionais da educação.
A Confederação menciona ainda que a Emenda Constitucional (EC) 108/2020, que instituiu o novo Fundeb, acrescentou o parágrafo 7° ao artigo 212 da Constituição Federal, com a vedação expressa da utilização de recursos vinculados à manutenção e ao desenvolvimento do ensino para pagamento de aposentadorias e pensões.
Portanto, a entidade recomenda cautela aos gestores locais, sugerindo aguardar nova manifestação do TCU a respeito do tema ou mesmo de outra instância que aprecie a constitucionalidade da medida.
“Alegria, satisfação e emoção” foram os sentimentos expressados pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa, nessa quarta-feira (26), no Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIP). Junto com o embaixador de Taiwan, Isaac Tsai, e o presidente da IMIP, Gilliatt Falbo, o senador entregou equipamentos que serão utilizados pelo Instituto no atendimento a crianças com […]
“Alegria, satisfação e emoção” foram os sentimentos expressados pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa, nessa quarta-feira (26), no Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIP). Junto com o embaixador de Taiwan, Isaac Tsai, e o presidente da IMIP, Gilliatt Falbo, o senador entregou equipamentos que serão utilizados pelo Instituto no atendimento a crianças com microcefalia. O material foi adquirido com recursos da doação do governo de Taiwan e entregues à instituição a pedido de Humberto.
“Fui procurado pelo embaixador Isaac Tsai para indicar um estado e uma instituição para receber uma doação do governo de Taiwan. A escolha de Pernambuco se deu porque nosso Estado foi o primeiro a apresentar casos de microcefalia decorrentes do vírus zika e pelo grande número de crianças acometidas com a enfermidade”, explicou o senador, justificando, ainda, a escolha do IMIP pela excelência de sua atuação na área materno-infantil.
“Aqui se pratica não apenas a saúde, mas também a pesquisa. Queremos que se inicie uma grande parceria entre o IMIP e o governo de Taiwan. Quase metade das crianças identificadas com microcefalia em Pernambuco está sendo atendida aqui. Essa doação vai ajudar bastante a aqueles que mais precisam”, pontuou Humberto.
O presidente do IMIP, Gilliatt Falbo, por sua vez, agradeceu ao senador do PT pela indicação e lembrou que ele foi o primeiro parlamentar, quando deputado federal, a destinar emenda para a instituição. “Sem a ajuda do senador não estaríamos recebendo esses equipamentos. Esta é a primeira vez que o IMIP recebe apoio financeiro como o do governo de Taiwan”, frisou, ressaltando a atitude do embaixador Isaac Tsai.
A doação de US$ 30 mil, quase R$ 100 mil, foi usada para aquisição de material do Projeto de Estimulação Precoce e de Prevenção de Agravos à Saúde de crianças com microcefalia, nas áreas de fisioterapia, terapia ocupacional, fonoterapia e psicologia. Com a verba foram adquiridos tapetes emborrachados, notebooks, mini plataformas vibratórias, aparelhos de som portátil, balanças, armários, centenas de brinquedos sonoro e de contraste, jogos de lanterna, entre outros itens que estimulam e ajudam no desenvolvimento das crianças.
O embaixador de Taiwan, Isaac Tsai, destacou que era um honra participar de uma cerimônia que tem como objetivo estimular o estudo com crianças com microcefalia. “Certamente é um brilhante trabalho realizado no IMIP, que tem um papel relevante no enfrentamento da microcefalia. Pernambuco é um dos estados precursores na pesquisa de combate ao problema. Com isso, as sequelas podem ser minimizadas. Eu agradeço ao senador Humberto Costa que nos concedeu essa oportunidade de participar desse grandioso projeto”, finalizou.
Presentes ao evento, diversas mães com seus filhos acometidos de microcefalia receberam os kits comprados com a doação do governo taiwanês. Ao todo foram 200 kits entregues no IMIP. Elas também ganharam uma calça humanizadora, utilizada como encosto para melhorar a interação com as crianças. A peça é confeccionada por voluntárias da Fundação Alice Figueira, ligada à instituição, e são doadas por voluntários. A Fundação recebe doações na rua dos Coelhos, 300, Boa Vista, ao lado do IMIP.
O ex-prefeito de Tuparetama Deva Pessoa disse em resposta à nota do blog sobre a rejeição de suas contas de 2015 que a pauta de julgamento publicada pelo TCE/PE no Diário Oficial do Estado não incluiu o nome do advogado que patrocina o seu direito de defesa. “A publicação da decisão sem o nome do […]
O ex-prefeito de Tuparetama Deva Pessoa disse em resposta à nota do blog sobre a rejeição de suas contas de 2015 que a pauta de julgamento publicada pelo TCE/PE no Diário Oficial do Estado não incluiu o nome do advogado que patrocina o seu direito de defesa.
“A publicação da decisão sem o nome do Procurador causou um prejuízo grave: o direito de exercer a sua plenitude de defesa que era a interposição de recurso ordinário para fazer valer o seu direito a um duplo grau de jurisdição”, diz.
Argumenta Deva Pessoa, que apesar de não concordar com a decisão do TCE/PE, respeita todos os termos, mas entende que a notificação da decisão sem a devida intimação de quem lhe representa perante o TCE “é uma afronta direta ao direito de ampla defesa”.
“Recebi a Prefeitura de Tuparetama em estado deplorável, com dívidas em quase todas as secretarias e fundo previdenciário, com obras inacabadas, sem recursos financeiros e os convênios sem as devidas prestações de contas. Era impossível varrer toda sujeira de 8 anos em apenas em 4 anos”, diz.
Por fim, saudou todos os seu correligionários, simpatizantes políticos e familiares deixando a mensagem de que está tranquilo quanto a reversão desse julgamento no próprio TCE/PE.
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