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Lixão de Brasília é tema de Audiência Pública na Alepe segunda

Por Nill Júnior
Lixão de Brasília foi desativado em janeiro

Com o intuito de contribuir para ações efetivas, que viabilizem a correta destinação dos resíduos sólidos em PE, visto que 111 municípios ainda fazem uso de lixões no Estado*, a Comissão de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Alepe – presidida pelo deputado Zé Maurício – em parceria com a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), promove Audiência Pública, segunda-feira (7/05) na Alepe, que abordará os procedimentos para o fechamento efetivo do Lixão da Estrutural do Distrito Federal e criação do Aterro Sanitário de Brasília.

O evento contará com a participação da Presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU/DF), Heliana Kátia Tavares Campos, uma das principais responsáveis pelo encerramento, em janeiro, das atividades do Lixão – tido como o 2º maior do mundo e que armazenou, ao longo de quase seis décadas, cerca de 40 milhões de toneladas de resíduos.

Com uma área de 201 hectares, o Lixão localizado próximo ao Parque Nacional de Brasília, a cerca de 20 km da Esplanada dos Ministérios, integra a lista da Associação Internacional de Resíduos Sólidos como um dos 50 maiores depósitos de lixo a céu aberto do mundo, ficando atrás apenas do lixão de Jacarta, na Indonésia.

Fruto de ocupações ilegais, com pessoas atraídas pelo lixo em busca de sobrevivência, o local do Lixão de Brasília deve continuar a receber resíduos da construção civil, após o seu fechamento, ao passo que os resíduos da população do Distrito Federal seguirão para o Aterro Sanitário de Brasília, situado entre Samambaia e Ceilândia (regiões administrativas do DF) e projetado para comportar 8,13 milhões de toneladas de resíduos.

Durante a ocasião na Alepe, deverão ser abordadas iniciativas, como a realocação das 2 mil pessoas que atuavam na triagem dos materiais do Lixão para cooperativas e associações contratadas pelo Governo do Distrito Federal, a fim de prestarem serviços de recuperação de resíduos sólidos – o que inclui recepção, triagem, prensagem, enfardamento, armazenamento e comercialização desses materiais.

Entre as entidades programadas para participar da reunião na próxima segunda (7), estão a ABES, o Grupo de Resíduos Sólidos da UFPE, o Movimento Nacional de Catadores, o Ministério Público de PE (MPPE), a Empresa Pernambucana de Engenharia Sanitária (EMPESA), entre outras instituições relacionadas à destinação dos resíduos sólidos no Estado.

Outras Notícias

Ação do MP: Sávio Torres emite nota

Prezado Nill Jr, Inicialmente, ressalto que recebemos com serenidade a impugnação feita pelo Ministério Público contra nossa candidatura, já que outros candidatos de Tuparetama sofreram igual reprimenda. Contudo, informo a todos, que como aconteceu na eleição passada, não existe nenhuma irregularidade em meu registro, já que no interior das contas rejeitadas que embasam o pedido […]

Prezado Nill Jr,

Inicialmente, ressalto que recebemos com serenidade a impugnação feita pelo Ministério Público contra nossa candidatura, já que outros candidatos de Tuparetama sofreram igual reprimenda.

Contudo, informo a todos, que como aconteceu na eleição passada, não existe nenhuma irregularidade em meu registro, já que no interior das contas rejeitadas que embasam o pedido do recurso não existe nenhum vício insanável que confirgure ato doloso de improbidade, tão pouco nas decisões de 2° grau existem algum enriquecimento ilícito que são essenciais para a configuração da inelegibilidade.

Assim quero tranquilizar a todos que nossa candidatura segue firme e forte, e que mais uma vez registraremos nossa coligação como ocorrido em 2016, cujo resultado do pleito será mantido por nossa querida cidade. Seguimos confiantes na atuação imparcial do Poder Judiciário.

Sávio Torres

Preço da gasolina já é o maior em um ano, denuncia Humberto

Mesmo depois da promessa de redução no preço do combustível feita pelo governo de Michel Temer (PMDB), o preço da gasolina no País subiu e já atingiu um valor acima do registrado em todo o ano de 2016. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com o reajuste, o litro […]

Foto: Alessandro Dantas
Foto: Alessandro Dantas

Mesmo depois da promessa de redução no preço do combustível feita pelo governo de Michel Temer (PMDB), o preço da gasolina no País subiu e já atingiu um valor acima do registrado em todo o ano de 2016. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com o reajuste, o litro passou a custar em média R$3,76 nas bombas de todo o País.

“É o que o governo Temer tem a oferecer: arrocho no bolso do trabalhador brasileiro. Além de tirar direitos, a gestão peemedebista também tem autorizado aumentos que sacrificam o trabalhador brasileiro. Em tempos de desemprego e recessão, essa alta no preço dos combustíveis chega a ser uma afronta à classe média e os mais pobres deste país”, apontou o líder do PT no Senado, Humberto Costa. A alta do combustível foi registrada pela ANP em 18 estados do Brasil.

O aumento no valor da gasolina foi o anunciado pela Petrobras ainda no mês de dezembro. “Em outubro, Temer anunciou aos quatro cantos que iria reduzir o preço da gasolina. Virou manchete de jornal. Mas a redução foi só notícia para inglês ver. A verdade está aí, diante do consumidor. Com seis meses do governo Temer, o preço da gasolina já está batendo recorde”, alertou o senador.

Em todo o ano de 2016, a gasolina teve aumento de 3,3%. Para chegar ao preço médio do combustível, a ANP consultou 5.670 postos ao longo da primeira semana de janeiro. No comparativo com o preço registrado na última semana de dezembro, a alta foi de 0,18%.

São José do Egito: atrasos em salários preocupam servidores e aposentados

Segundo informações de funcionários da Prefeitura de São José do Egito, em reserva, a este blog, os salários referentes ao mês de novembro, que deveriam ter sido pagos até o dia 30 de novembro, continuam pendentes em diversas categorias, agravando o clima de insatisfação. Na Secretaria de Saúde, os atrasos têm afetado comissionados, contratados, médicos […]

Segundo informações de funcionários da Prefeitura de São José do Egito, em reserva, a este blog, os salários referentes ao mês de novembro, que deveriam ter sido pagos até o dia 30 de novembro, continuam pendentes em diversas categorias, agravando o clima de insatisfação.

Na Secretaria de Saúde, os atrasos têm afetado comissionados, contratados, médicos e prestadores de serviços, que ainda não receberam os valores de novembro. Além disso, a segunda parcela do 13º salário também não foi paga, o que eleva o descontentamento.

Outro grupo que enfrenta dificuldades são os aposentados. Os beneficiários não receberam nem os salários de novembro nem a segunda parcela do 13º salário. Muitos deles dependem exclusivamente desses pagamentos para manter suas despesas básicas, como alimentação e medicamentos.

Ainda segundo informações, a situação também se reflete em outras secretarias municipais. Os prestadores de serviços estão sem os pagamentos de novembro, e a segunda parcela do 13º salário não foi quitada para grande parte dos servidores.

As fontes relataram preocupação com a possibilidade de os pagamentos não serem efetuados antes do fim do ano. Até o momento, a Prefeitura não emitiu uma nota oficial para explicar os motivos dos atrasos ou estabelecer um cronograma para os depósitos.

“Não dá para tomar uma decisão sem dialogar”, diz Carlos Veras

Em meio às divergências internas sobre a candidatura de Marília Arraes no Recife, o deputado federal Carlos Veras (PT) comentou sobre o assunto, em entrevista à Rádio Folha (FM 96,7), nesta sexta-feira (31). “Eu não vejo um projeto da Marília. Não podemos ter um projeto individual, precisamos de um projeto partidário”, afirmou. Segundo o parlamentar, […]

Foto: Germano Rodrigues

Em meio às divergências internas sobre a candidatura de Marília Arraes no Recife, o deputado federal Carlos Veras (PT) comentou sobre o assunto, em entrevista à Rádio Folha (FM 96,7), nesta sexta-feira (31). “Eu não vejo um projeto da Marília. Não podemos ter um projeto individual, precisamos de um projeto partidário”, afirmou.

Segundo o parlamentar, a decisão deve respeitar as instâncias no Recife e no diretório estadual e deve ser feita depois de muito diálogo. Ele disse, no em tanto, que a exemplo de 2018, quando defendia a candidatura de Marília ao Governo do Estado e respeitou a decisão da executiva nacional, vai acatar o que foi decidido.

“Vou estar do lado do PT, do meu partido. Esse é um debate que vamos fazer nas instâncias: municipal, estadual e nacional para construir o que for melhor para o povo de Recife e de Pernambuco”, disse.

Na entrevista ele evitou dizer sua posição pessoal sobre a candidatura de Marília. “Nosso mandato é um mandato popular. A posição individual de Carlos Veras não pode se sobrepor”, ponderou.

Veras cobrou de seus colegas de partido que as discussões internas não sejam feitas por meio da imprensa, para preservar a unidade. “O PT sairá unido ou não na campanha de 2020? Esse é um debate que precisamos fazer internamente e falar menos na imprensa”, comentou.

Carlos Veras discorda do termo usado para definir a decisão do PT em 2018. “Marília não foi rifada, não aceitamos esse termo pejorativo. Houve uma decisão nacional sobre o que era o melhor caminho. Isso faz parte da construção partidária. Marília era vereadora, não foi candidata a governadora, mas saiu como a deputada mais votada do PT. Ela saiu grande desse processo”, avaliou, criticando a cobertura de setores da imprensa sobre a disputa no PT.

“Eu não aceito que fiquem me jogando contra a deputada Marília Arraes ou contra o senador Humberto Costa. Internamente vamos fazer esse debate para construir o melhor para o PT”, frisou.

“A gente tem que se preocupar mais com os direitos da classe trabalhadora que estão sendo atacados e destruídos. Somos o partido que mais faz esse debate interno. O que eu tenho pedido aos meus companheiros e companheiras do partido é que precisamos debater sobre as decisões tomadas. Não dá para tomar uma decisão sem dialogar”, concluiu.

Jucá recebeu lobista da Odebrecht 75 vezes entre 2009 e 2014

Congresso em Foco A Polícia Federal (PF) constatou que o senador Romero Jucá (PMDB-RR) recebeu Claudio Melo Filho, delator e ex-executivo da Odebrecht, no Senado pelo menos 75 vezes. Jucá foi o senador mais visitado por Melo Filho durante o período em que medidas provisórias que teriam sido “compradas” pela empreiteira estavam tramitando. A PF […]

Congresso em Foco

A Polícia Federal (PF) constatou que o senador Romero Jucá (PMDB-RR) recebeu Claudio Melo Filho, delator e ex-executivo da Odebrecht, no Senado pelo menos 75 vezes. Jucá foi o senador mais visitado por Melo Filho durante o período em que medidas provisórias que teriam sido “compradas” pela empreiteira estavam tramitando.

A PF chegou ao número de visitas analisando os registros de entrada no Senado, fornecidos pela Secretaria de Polícia do Senado, de acordo com a reportagem do jornal Folha de S. Paulo. Durante os depoimentos à procuradoria-geral da República, o ex-executivo afirmou que a Odebrecht “comprou” a MP 613/2013, que favoreceu a Braskem, braço petroquímico da empreiteira, com isenções fiscais. A empresa teria pago R$ 7 milhões em propina via caixa dois e mais da metade desse valor, cerca de R$ 4 milhões, foi destinada a Jucá.

O senador nega irregularidades e afirmou que recebe “várias pessoas de diversos setores e áreas” como líder do governo (além de ser líder do governo Temer no Senado, Jucá também foi líder das gestões FHC, Lula e Dilma). Ele completa que a delaçõe de Claudio Melo Filho “se mostrará sem comprovação”.

Só nos dias em que quatro MPs que teriam sido “compradas” pelo grupo Odebrecht tramitavam, o delator foi ao encontro de Jucá pelo menos 20 vezes. Além de Jucá, são investigados os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Eunício Oliveira (PMDB-CE) e os deputados Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) e Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Os registros também apontam que o delator visitou outros senadores mais de cinco vezes, como Gim Argello (16), Renan Calheiros (8) e Sérgio Guerra (7).

Melo Filho afirma que os pagamentos aos senadores foram combinados com Jucá, que agia com Renan como parceiro. Entretanto, a inteligência da PF aponta dificuldade de encontrar provas das vendas das MPs, uma vez que nenhum deles apresentou emendas às medidas e o sistema de prestação de contas de 2010 – quando as propinas foram “quitadas” em forma de doação – não identifica doadores originais quando a contribuição foi feita ao diretório partidário.