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Justiça Eleitoral impugna pesquisa do Instituto Total em Serra Talhada

Por André Luis

A Justiça Eleitoral de Serra Talhada suspendeu a divulgação de uma pesquisa realizada pelo Instituto Revista Total Brasil, contratada pela Editora e Gráfica Mesquita Brasil Ltda., nesta terça-feira (24), após o juiz Diógenes Portela constatar irregularidades no processo. A pesquisa foi impugnada devido à denúncia da Coligação Majoritária “A Força do Trabalho”, que apontou falta de transparência e inconsistências nos dados apresentados. 

A principal irregularidade destacada foi o fato de o instituto e a contratante terem o mesmo proprietário, Marcelo Antônio de Sousa Mesquita, sem que essa relação fosse devidamente declarada. 

Segundo a Resolução TSE nº 23.600/2019, quando a empresa responsável pela pesquisa e a contratante são a mesma, é obrigatório informar essa condição no registro e apresentar um demonstrativo financeiro detalhado. 

No entanto, a omissão dessas informações foi vista como uma tentativa de fraude, comprometendo a confiabilidade do levantamento. Além disso, o plano amostral utilizado na pesquisa apresentou divergências em relação aos dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), principalmente nas variáveis de faixa etária e escolaridade.

A decisão judicial ressaltou também a padronização suspeita do valor contratado para a pesquisa, fixado em R$ 6 mil em todos os municípios pesquisados, independentemente de fatores como extensão territorial e dificuldades de acesso. Esse fator levantou questionamentos sobre a transparência na utilização dos recursos envolvidos. O conjunto dessas irregularidades motivou a suspensão da pesquisa, que não poderá ser divulgada. 

Diante dessas falhas, a Justiça Eleitoral destacou a importância da transparência e da precisão nos levantamentos estatísticos durante o período eleitoral.

Outras Notícias

Eleições 2018: Bolsonaro ganha na China; na Nova Zelândia iria pro 2º turno com Ciro

O boletim de apuração dos votos dados por brasileiros residentes em Xangai, na China, mostrou 58,8% dos votos válidos para o candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Ao todo, o ex-capitão do Exército teve 103 votos. Com esse resultado, ele venceria as Eleições no primeiro turno. Em segundo lugar, esteve João Amoêdo, do Partido Novo, com 17 votos, em seguida Ciro […]

Nesta eleição, 195 brasileiros votaram em Xangai e 175 votos foram válidos. Foto: Reprodução/Internet.

O boletim de apuração dos votos dados por brasileiros residentes em Xangai, na China, mostrou 58,8% dos votos válidos para o candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Ao todo, o ex-capitão do Exército teve 103 votos. Com esse resultado, ele venceria as Eleições no primeiro turno. Em segundo lugar, esteve João Amoêdo, do Partido Novo, com 17 votos, em seguida Ciro Gomes (PDT), que conquistou 16 votos.

Nesta eleição, 195 brasileiros votaram em Xangai e 175 votos foram válidos. Estavam aptos para votar 626 eleitores, mas 431 não compareceram. Na China, a urna foi aberta às 21h, pelo horário de Brasília e fechada às 6h de hoje, também pelo fuso horário brasileiro. 

Nova Zelândia – Por volta das 3h da madrugada (7) começou a circular nas redes sociais imagens dos extratos de apuração das urnas eletrônicas da cidade de Wellington, na Nova Zelândia – onde pouco mais de 200 brasileiros compareceram pra votar. A diferença de fuso-horário fez com que o início da votação começasse ainda na tarde de sábado no horário oficial de Brasília.

Os extratos foram colados nas janelas das zonas eleitorais e eles possuem um QR Code que permite a qualquer pessoa acessar o conteúdo com a apuração final das urnas através do aplicativo Boletim na Mão.

Somando os 3 extratos que se tornaram públicos durante a madrugada, o resultado apurado até às 4h da manhã (de Brasília) na Nova Zelândia foi:

Jair Bolsonaro: 140 votos
Ciro Gomes: 89 votos
João Amoêdo: 46 votos
Fernando Haddad: 23 votos
Marina Silva: 20 votos
Geraldo Alckmin: 13 votos
Álvaro Dias: 6 votos
Guilherme Boulos: 4 votos
Cabo Daciolo: 2 votos
Henrique Meirelles: 1 voto
João Goulart Filho: 1 voto 

*Com informações do Diário de Pernambuco

Deputado quer “PEC da Bengala” valendo para servidores de Pernambuco

O deputado estadual Álvaro Porto se adianta e já colhe assinaturas de outros deputados para proposta de emenda à Constituição Estadual que tem como escopo alterações no limite de aposentadoria compulsória, passando de 70 anos para 75, para os servidores públicos em geral de Pernambuco e não somente aos membros do judiciário. A referida proposta […]

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O deputado estadual Álvaro Porto se adianta e já colhe assinaturas de outros deputados para proposta de emenda à Constituição Estadual que tem como escopo alterações no limite de aposentadoria compulsória, passando de 70 anos para 75, para os servidores públicos em geral de Pernambuco e não somente aos membros do judiciário.

A referida proposta mostra-se muito bem-vinda, na medida em que vem ao encontro dos interesses daqueles que iniciaram, tardiamente, suas atividades formais de trabalho, computáveis como tempo de contribuição bem como daqueles outros que, sentindo-se em condições de continuar a trabalhar e a oferecer sua contribuição para a Administração Pública, para sociedade e para o País, queiram ainda dar de si, com base em disposição e contribuição eminentemente pessoal, em fase mais avançada de suas vidas, exercitando esse ato de vontade.

“A PEC além de aproveitar o conhecimento e qualificação dos servidores públicos colabora ainda com o equilíbrio das contas do estado, na medida em que a opção por um maior período em atividade resultará em despesas inferiores com o pagamento de aposentadorias.”, ressalta Porto.

Diante da alta de casos de Covid-19, prefeitos do Agreste concordam com medidas mais restritivas

O aumento no número de casos positivos para covid-19 e de solicitações de leitos de UTI, fez com que o Governador Paulo Câmara reunisse prefeitos e prefeitas do Agreste, nesta sexta-feira (14), por videoconferência, através da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). Ele apresentou dados atualizados do avanço da doença e discutir a possibilidade da adoção […]

O aumento no número de casos positivos para covid-19 e de solicitações de leitos de UTI, fez com que o Governador Paulo Câmara reunisse prefeitos e prefeitas do Agreste, nesta sexta-feira (14), por videoconferência, através da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe).

Ele apresentou dados atualizados do avanço da doença e discutir a possibilidade da adoção de medidas mais restritivas para a região. Participaram da reunião o secretário de Planejamento e Gestão, Alexandre Rebêlo, o secretário de Saúde André Longo, além do presidente da Amupe, José Patriota e do Procurador Geral de Justiça de Pernambuco, Paulo Augusto.

Segundo o Governador Paulo Câmara, hoje, Pernambuco conta com cerca de 1.700 leitos de UTI, sendo o 26° estado com menor taxa de morte por covid-19 no Brasil, em 2021, mas atentou para os números crescentes no Agreste.

“É um esforço incansável que vem sendo feito para salvar vidas. Além da abertura de leitos, temos medidas restritivas em vigor que podem ser estendidas ou não a depender da consciência da população quanto ao cumprimento. Temos a vacinação, que não ocorre no ritmo que nós gostaríamos, mas já traz resultados na queda do percentual de internação de pessoas com faixa etárias mais altas. Portanto, é possível ter um entendimento do que é possível fazer na questão do Agreste para reduzir a transmissão do vírus”, disse Paulo Câmara.

A região do Agreste é a que mais sofre com aumentos dos números. Para o secretário de Saúde, André Longo,“o monitoramento dos dados é realizado diariamente e foi constatado um reaquecimento do número de casos positivos em nosso laboratório estadual. Infelizmente, o Agreste sobe 44% nas demandas de solicitação de UTI, enquanto o resto do estado sobe 13%.

O apoio do governo do estado é total para a abertura de novos leitos, mas isso não dá conta, precisamos reduzir a circulação viral e para isso não há outra medida que não seja o cuidado com a circulação das pessoas”, frisou Longo.

Os prefeitos e prefeitas foram unânimes quanto à necessidade da adoção de medidas mais restritivas na região, colocaram os municípios à disposição do Estado para a instalação de novos leitos, e reivindicaram o apoio do estado quanto à situação das filas nas agências da Caixa que geram grandes aglomerações e na celeridade da entrega dos resultados de testes que vão ao Lacen.

Em resposta, o governador Paulo Câmara e o secretário André Longo consideraram rever a periodicidade da entrega dos diagnósticos, adquirir 1 milhão de testes rápidos para os municípios e promover diálogo com a Caixa Econômica Federal a fim de sanar a questão das aglomerações em filas.

Ao final do encontro, o presidente da Amupe, José Patriota, disse que “os prefeitos e prefeitas se mostraram a favor da necessidade de adoção de medidas mais restritivas”.

Violência contra mulher: preso acusado de matar ex com 14 facadas no Pajeú

Agora a tarde, policiais do Serviço de Inteligência, GATI e GT ordinária do 23ºBPM juntamente com agentes da Policia Civil e Militar da cidade de Tabira prenderam no Sítio Covoadas  Erandir Carvalho da Silva, de 42 anos. Ele matou a facadas no último dia 21  Maria Divaneide da Silva, 34 anos, com 14 golpes de […]

acusado homicídio
Erandir Carvalho da Silva

Agora a tarde, policiais do Serviço de Inteligência, GATI e GT ordinária do 23ºBPM juntamente com agentes da Policia Civil e Militar da cidade de Tabira prenderam no Sítio Covoadas  Erandir Carvalho da Silva, de 42 anos.

Ele matou a facadas no último dia 21  Maria Divaneide da Silva, 34 anos, com 14 golpes de faca por não aceitar o fim do relacionamento. Ele estava no sitio Covoadas, zona rural do município de Afogados da Ingazeira. O crime chocou defensoras dos direitos das mulheres no Sertão pela brutalidade.

Na mesma tarde foi preso Osmar de Oliveira, 64 anos, residente no sitio Barra, zona rural do município de Solidão. Ele tinha o mandado de prisão por estupro a vulnerável de apenas 10 anos.

Integração do São Francisco recebeu mais de R$ 1,3 bilhão, em 2019

Mais de R$ 1,3 bilhão foram investidos pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) nas obras e ações dos eixos principais do Projeto de Integração do Rio São Francisco, em 2019. Os recursos foram concentrados principalmente na recuperação de etapas que já apresentavam 100% de execução física, mas que exigiram intervenções e reparos no sistema, a […]

Foto: Divulgação Ministério do Desenvolvimento Regional

Mais de R$ 1,3 bilhão foram investidos pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) nas obras e ações dos eixos principais do Projeto de Integração do Rio São Francisco, em 2019.

Os recursos foram concentrados principalmente na recuperação de etapas que já apresentavam 100% de execução física, mas que exigiram intervenções e reparos no sistema, a exemplo do Dique Negreiros, no Eixo Norte, e da Barragem Cacimba Nova, no Eixo Leste, com objetivo de avançar na conclusão do maior empreendimento hídrico em construção no país.

“Felizmente, as águas do ‘Velho Chico’ voltaram a percorrer os trechos e estão seguindo rumo aos estados que serão contemplados nos dois eixos – Norte e Leste”, disse o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, ao fazer um balanço das ações realizadas no âmbito do projeto, no ano passado.

O avanço da água, porém, só foi possível após a realização de diagnósticos, serviços e reparos nas duas estruturas – Dique 1217 e Cacimba Nova, ambos em Pernambuco – construídas, respectivamente, entre 2013 e 2015 e no período de 2012 a 2014.

Segundo o MDR, nos dois trechos, aproximadamente 2 mil trabalhadores atuaram intensamente no dique e na barragem, inclusive com turnos 24 horas. No Dique 1217 no Eixo Norte, por exemplo, parte do núcleo argiloso foi rebaixado em 10 metros para viabilizar a injeção de cimento ao longo de toda extensão da estrutura. Foram realizadas mais de 500 perfurações na rocha da fundação para consolidar poros e fissuras. “Uma ação de grande complexidade, mas essencial à segurança da população e do empreendimento. O ministério tem respeitado rigorosamente o protocolo de enchimento estabelecido pela Agência Nacional de Águas (ANA)”, disse Canuto.