Notícias

Jucá, Braga e Barbalho: no Conselho de Ética e investigados na Lava Jato

Por Nill Júnior

Dos dos 20 senadores eleitos nesta terça-feira (30) para integrar o Conselho de Ética do Senado são alvos de investigações no âmbito da Operação Lava Jato. Os três parlamentares são do PMDB: Romero Jucá (RR), Eduardo Braga (AM) e Jader Barbalho (PA).

Desde o início das investigações, todos eles negam as acusações e dizem que não cometeram irregularidades, não receberam vantagens indevidas e não participaram de esquemas de corrupção.

No caso de Jucá, o atual líder do governo no Senado é investigado em cinco inquéritos autorizados pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. As investigações são baseadas em delações de ex-executivos da Odebrecht.

Após a abertura dos inquéritos, o senador declarou: “Sempre estive e sempre estarei à disposição da Justiça para prestar qualquer informação. Nas minhas campanhas eleitorais sempre atuei dentro da legislação e tive todas as minhas contas aprovadas.”

Segundo o inquérito autorizado por Fachin, também com base nas delações da Odebrecht, Braga é suspeito de receber R$ 1 milhão em pagamentos indevidos da empreiteira quando era governador do Amazonas.

Quando o inquérito foi aberto para investigar o senador, o peemedebista divulgou a seguinte nota: “Vale destacar que a abertura de inquérito não significa que os investigados respondam por qualquer tipo crime. O senador Eduardo Braga, em caso de notificação, prestará todas as informações necessárias à Justiça. O senador aguarda com tranquilidade o resultado das investigações.”

Em dezembro de 2015, o então relator da Lava Jato no STF, ministro Teori Zavascki, que morreu no início deste ano, autorizou a abertura de inquérito para investigar alguns senadores, entre os quais Jader Barbalho, com base em delações no âmbito da Operação Lava Jato. À época, o senador disse desconhecer “qualquer razão” para a abertura da investigação.

Outras Notícias

São José do Egito: Inaugurada Praça José Mariano Sobrinho (Zezé Pastôra) em Riacho do Meio

Foi inaugurada na noite desta sexta-feira (22) a Praça Vereador José Mariano Sobinho (Zezé Pastôra), no distrito de Riacho de Meio, em São José do Egito. A ação foi um reconhecimento pelos bons préstimos ao morador ilustre do Distrito de Riacho do Meio. O Vereador José Mariano Sobrinho, popularmente conhecido como Zezé Pastôra, continua admirado […]

praca_jose_mariano_sobrinho-sjeFoi inaugurada na noite desta sexta-feira (22) a Praça Vereador José Mariano Sobinho (Zezé Pastôra), no distrito de Riacho de Meio, em São José do Egito.

A ação foi um reconhecimento pelos bons préstimos ao morador ilustre do Distrito de Riacho do Meio. O Vereador José Mariano Sobrinho, popularmente conhecido como Zezé Pastôra, continua admirado por todos e deixou seu legado através de seus filhos Júnior Yara.

A idealização da Praça Vereador José Mariano Sobrinho (Zezé Pastôra) foi uma ação da Secretaria de Infraestrutura, através do secretário Onildo Brandão.

Estiveram ainda presentes os vereadores José Vicente, Damião Gomes, Aderbal Ned, Aldo de Lima e Rômulo Junior, além de outros secretários, diretores, lideranças, a população do Distrito de Riacho do Meio e a presença do Padre Luizinho Marques querido por todos e grande amigo do homenageado.

Daniel Alves deixa prisão após pagamento de fiança

Foto: Bruna Casas/ Reuters Depois de quase 15 meses preso e de pagar uma fiança de 1 milhão de euros, o ex-jogador Daniel Alves, condenado por ter estuprado uma mulher em uma boate na Espanha, deixou a prisão nesta segunda-feira (25) respaldado por uma autorização de liberdade provisória. Acompanhado de sua mãe, de sua advogada […]

Foto: Bruna Casas/ Reuters

Depois de quase 15 meses preso e de pagar uma fiança de 1 milhão de euros, o ex-jogador Daniel Alves, condenado por ter estuprado uma mulher em uma boate na Espanha, deixou a prisão nesta segunda-feira (25) respaldado por uma autorização de liberdade provisória.

Acompanhado de sua mãe, de sua advogada e de um amigo, Alves saiu nesta manhã da prisão de Brians 2, parte de um complexo prisional a 40 quilômetros de Barcelona. O brasileiro estava no local desde janeiro de 2023, quando foi preso preventivamente enquanto o caso era investigado.

Nesse período, o ex-jogador teve negados quatro pedidos para aguardar em liberdade. Na semana passada, no entanto, a Justiça espanhola aceitou conceder liberdade provisória.

O ex-jogador pagou, também nesta segunda, a fiança de 1 milhão de euros (cerca de R$ 5,4 milhões) estipulada pela Justiça. Após verificar o pagamento e recolher os dois passaportes do ex-jogador (o brasileiro e o espanhol), a Audiência Provincial de Barcelona, responsável pelo caso, decretou a liberdade do brasileiro.

Na última quarta-feira (20), os juízes da Audiência de Barcelona — a corte mais alta da cidade — aceitaram, por maioria, deixar Alves em liberdade enquanto a defesa aguarda a sentença definitiva. Sua defesa recorreu da condenação.

No sábado (23), o Ministério Público de Barcelona recorreu dessa decisão e pediu para que Alves volte à prisão. A Audiência de Barcelona ainda vai analisar o pedido da promotoria.

Em fevereiro, Alves foi condenado a quatro anos e meio de prisão pelo crime de agressão sexual — ele foi acusado de estuprar uma mulher em uma boate em Barcelona. A defesa, no entanto, recorreu da sentença e, na sequência, pediu para que o brasileiro aguardasse a deliberação final em liberdade.

Ao deixar a prisão, o brasileiro entrou no carro no qual sua mãe e sua advogada haviam ido à prisão. O jogador tem uma residência em um bairro nobre de Barcelona. Até a última atualização desta reportagem, a defesa de Alves não informou para onde ele iria.

O brasileiro poderia ter saído na quinta e na sexta, mas nas duas ocasiões não fez o pagamento da fiança.

A sentença que garantiu a liberdade provisória sob fiança também determinou que Daniel Alves:

É obrigado a manter uma distância de pelo menos 1 quilômetro da residência da vítima, de seu local de trabalho ou de qualquer outro lugar frequentado por ela — a jovem é de Barcelona e também vive na capital catalã;

Também não pode tentar se comunicar com a denunciante através de nenhum meio;

Não pode deixar a Espanha;

Deve comparecer semanalmente ao Tribunal de Barcelona ou quantas vezes lhe for solicitado.

“O tribunal delibera, por maioria e com voto individual: ‘Acordar a prisão provisória de Daniel Alves, que pode ser evitada mediante o pagamento de uma fiança de 1.000.000 euros e, se o pagamento for verificado, e acordada a sua libertação provisória, ou retirada de ambos os passaportes, espanhol e brasileiro, a proibição de sair do território nacional, e a obrigação de comparecer semanalmente a este Tribunal Provincial, bem como quantas vezes for convocada pela Autoridade Judiciária”, disse a sentença.

O brasileiro comprou a residência na capital catalã quando jogava pelo Barcelona. Sua esposa, a modelo espanhola Joana Sanz, vive atualmente na residência, segundo a imprensa espanhola. As informações são do g1.

Vice assume por 18 dias em Flores

O vice-prefeito de Flores, Cícero de Moizes assume a prefeitura por um período de 18 (dezoito) dias. A cerimônia de posse ocorreu na manhã deste sábado (12), e a sessão solene foi conduzida pelo Presidente da Câmara de Vereadores, Luiz Heleno. O requerimento de Marconi Santana foi aprovado por a maioria absoluta do parlamento florense. […]

Informações e foto: Ascom

O vice-prefeito de Flores, Cícero de Moizes assume a prefeitura por um período de 18 (dezoito) dias. A cerimônia de posse ocorreu na manhã deste sábado (12), e a sessão solene foi conduzida pelo Presidente da Câmara de Vereadores, Luiz Heleno.

O requerimento de Marconi Santana foi aprovado por a maioria absoluta do parlamento florense.

Jeane Pereira, Alberto Ribeiro, Chico Paraíba Flávia Santana, Izidório e Zé do Fosco foram os vereadores que prestigiaram o ato de posse de Moizes, além dos Secretários de Finanças e Infraesrutura, Renata Santana e Júnior Campos e familiares do prefeito em exercício.

“Eu como vice, estou assumindo a prefeitura por 18 dias e isso para mim, é uma eternidade. Saber que tive o apoio e a confiança do prefeito Marconi. Substituir Marconi é muito difícil. O povo todo sabe a coragem e a dedicação dele. Agradeço a confiança”, disse o Cícero.

Vento causa incidente, mas não interrompe evento de voo livre em Serra Talhada

Foto: Rampa de decolagem/Divulgação. Programação seguiu normalmente após incidente e durante o dia de hoje. O 1º Encontro de Voo Livre de Serra Talhada, que acontece desde a última sexta-feira (04.09), teve um pequeno susto na tarde do sábado (5). Um incidente chegou a paralisar o evento por alguns instantes. Segundo informações de alguns pilotos, […]

Foto: Rampa de decolagem/Divulgação.

Programação seguiu normalmente após incidente e durante o dia de hoje.

O 1º Encontro de Voo Livre de Serra Talhada, que acontece desde a última sexta-feira (04.09), teve um pequeno susto na tarde do sábado (5).

Um incidente chegou a paralisar o evento por alguns instantes. Segundo informações de alguns pilotos, as condições de vento não eram favoráveis.  O primeiro piloto decolou e teria batido a ponta da barra da asa delta nas pedras.  Não houve danos físicos ao piloto. Ele passa bem.

Tempo depois, os demais pilotos ainda chegaram a decolar depois do episódio.

O incidente é visto pela organização como um caso isolado. A programação oficial vai até sete de setembro, feriado nacional.

Ex-prefeito de Paulista e servidores municipais são investigados por suspeita de favorecer dono de marina em Maria Farinha, diz polícia

Detalhes da Operação Beira Rio foram divulgados nesta terça-feira (6). Documentos, computadores e outros materiais foram apreendidos no Recife, em Olinda e em Paulista. Por Marina Meireles, G1 PE O ex-prefeito de Paulista, Júnior Matuto, servidores municipais, um empresário dono de uma marina e funcionários do estabelecimento são os alvos da Operação Beira Rio, deflagrada […]

Detalhes da Operação Beira Rio foram divulgados nesta terça-feira (6). Documentos, computadores e outros materiais foram apreendidos no Recife, em Olinda e em Paulista.

Por Marina Meireles, G1 PE

O ex-prefeito de Paulista, Júnior Matuto, servidores municipais, um empresário dono de uma marina e funcionários do estabelecimento são os alvos da Operação Beira Rio, deflagrada nesta terça-feira (6). Segundo a Polícia Civil, eles são suspeitos de fazer parte de um esquema para favorecer o estabelecimento por meio de licitações e de uso de documentos falsos.

De acordo com o delegado Diego Pinheiro, à frente das investigações, o trabalho da polícia começou em agosto de 2019, após o Ministério Público de Pernambuco verificar irregularidades em uma concessão de uma área pública na praia de Maria Farinha, em Paulista, de mais de 10 mil metros quadrados.

“Essa concessão teria como implantar uma marina, um restaurante, um posto de gasolina e uma área pública de convivência. Foi verificado que, na licitação, foram usados documentos falsos para esse empresário se habilitar e ganhar. Verificamos, também, que ele tinha um vínculo de amizade muito forte com o [então] prefeito”, disse Pinheiro.

O G1 tentou, mas não conseguiu contato com Júnior Matuto até a última atualização desta reportagem.

Decreto

Antes da licitação, a Polícia Civil constatou que o município havia decretado uma lei que concedia a área da marina ao empresário. “Após alguns questionamentos, porque o empresário utilizou licenças ambientais falsas, a lei foi revogada e foi lançada essa licitação, que ele venceu”, disse o delegado.

“Com as investigações, verificamos que, além do uso de documentos falsos, do direcionamento da licitação e desse vínculo do empresário com o ex-prefeito, o empresário ameaçou testemunhas que tinham prestado declarações na delegacia, para que essas pessoas mudassem a versão”, disse o delegado Diego Pinheiro.

A Polícia Civil também constatou que o empresário se apropriou de valores destinados à prefeitura.

“Para cada embarcação associada à marina, teria que ser paga uma porcentagem à prefeitura a título de indenização. Verificamos que, desde 2017, não houve qualquer tipo de pagamento, bem como há suspeita de que o ex-prefeito tenha sido beneficiado em uma obra em sua casa em Maria Farinha, feita por esse empresário, que é arquiteto”, disse Pinheiro.

Cumprimento de mandados

Ao todo, cinco mandados de busca e apreensão domiciliar e sequestro de valores foram cumpridos no Recife, em Paulista e em Olinda, em endereços vinculados ao empresário e a funcionários da marina. Documentos, computadores e celulares foram apreendidos. “Vamos analisar todo esse material para robustecer as provas”, disse.

“Vamos concluir o inquérito e tudo indica que vai haver o indiciamento das pessoas envolvidas. Solicitamos a prisão do empresário e de um funcionário que ameaçou a testemunha. Também solicitamos que a marina encerrasse suas atividades, mas essas solicitações não foram atendidas”, afirmou o delegado.

Ao final do inquérito, os envolvidos podem ser indiciados por por associação criminosa, fraude de licitação, uso de documento falso, apropriação indébita e corrupção ativa e passiva.