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João Campos relembra um ano da morte de José Patriota 

Por André Luis

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), usou as redes sociais nesta quarta-feira (17) para prestar homenagem a José Patriota, ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e ex-deputado estadual, que faleceu há um ano.

Na publicação, João destacou a trajetória de Patriota como “um notável municipalista”, lembrado pela atuação como gestor e parlamentar. O prefeito ressaltou ainda o lado pessoal do ex-deputado: “antes de tudo, pelo homem generoso que foi, com olhar sereno, mas sempre firme, em defesa da coletividade”. Leia abaixo a íntegra da publicação:

Hoje lembramos um ano da partida de José Patriota, um amigo que dedicou sua vida a servir o povo pernambucano. 

Com saudade, me recordo daquele abraço apertado que recebi quando estive em sua casa para condecorá-lo com a Medalha da Ordem do Mérito Capibaribe, a mais alta comenda da nossa cidade.

Patriota é lembrado por ter sido um notável municipalista, o prefeito que marcou história em Afogados da Ingazeira e o deputado atuante. Mas, antes de tudo, pelo homem generoso que foi, com olhar sereno, mas sempre firme, em defesa da coletividade. 

Que a memória dele siga fortalecendo nossos passos por um Pernambuco mais justo e com verdadeiras transformações na vida das pessoas. Essa foi a luta dele e é a nossa também.

Viva José Patriota!

Outras Notícias

Vereador de Soledade (PB) foi ameaçado para assinar renúncia

O vereador eleito Ozório Guedes Policarpo Neto (Pros), da cidade de Soledade, no Cariri paraibano, procurou a Polícia Federal nesta quarta-feira (28) para denunciar que foi ameaçado para que assinasse um documento renunciando à posse dele, em 1º de janeiro de 2017. Segundo ele, dois homens armados, com documentos timbrados, invadiram a casa em que […]

vereador
Do G1/PB

O vereador eleito Ozório Guedes Policarpo Neto (Pros), da cidade de Soledade, no Cariri paraibano, procurou a Polícia Federal nesta quarta-feira (28) para denunciar que foi ameaçado para que assinasse um documento renunciando à posse dele, em 1º de janeiro de 2017.

Segundo ele, dois homens armados, com documentos timbrados, invadiram a casa em que ele estava. O político não assinou o documento. O delegado Luciano Patury, da Polícia Federal, confirmou a denúncia, mas não informou detalhes sobre o caso.

As torturas duraram cerca de 2 horas, disse o vereador. Ele conta que estava na casa de uma amiga tomando sopa, na noite de terça-feira (27), quando dois homens chegaram ao local em uma moto Honda Pop e invadiram a residência procurando por ele. “Quando eles entraram, eu fiquei assustado, porque eu vi que não era coisa boa e eles já foram tirando as armas e um envelope”, disse.

De acordo com o vereador, o envelope estava timbrado com o brasão da Câmara de Vereadores de Soledade. Ozório Neto disse que havia quatro papéis no envelope, sendo um com os dados dele, do partido e com o resultado das eleições, além de outras três folhas iguais com um ofício feito em nome do vereador e destinado ao presidente da Câmara de Vereadores, informando que queria renunciar à posse.

“A renúncia dizia que era de cunho pessoal, porque eu assumi um concurso público recentemente para professor no município, e que eu iria tratar de minha vida para concursos. A arma era aqui [na minha cabeça]. Eles diziam: assina ou morre”, conta o vereador eleito, que informou não ter assinado os documentos, apesar das ameaças.

Ainda de acordo com Ozório Neto, outras duas pessoas que estavam na casa também foram mantidas reféns. Ele disse que os suspeitos ordenavam que ele deitasse no chão, apontava armas para a cabeça e chegaram a passar facas pelo corpo dele, ameaçando matá-lo.

No fim da manhã desta quarta-feira (28) o vereador eleito foi até a delegacia da Polícia Federal em Campina Grande, no Agreste paraibano, onde formalizou a denúncia. “Eu preciso da polícia. Eu preciso de ajuda, se não eu vou ter minha vida jogada pelos bandidos”, disse ele.

Rodrigo Pinheiro e Zé Queiroz empatados tecnicamente em Caruaru, aponta pesquisa Simplex/CBN

No levantamento feito pela Simplex e divulgado com exclusividade pelo blog do Elielson e a Rádio CBN nesta segunda-feira (29), a disputa pela prefeitura de Caruaru se mostra com o quadro polarizado entre o prefeito Rodrigo Pinheiro e o ex-prefeito Zé Queiroz, num empate técnico dentro da margem de erro.  CENÁRIO ESPONTÂNEO  Rodrigo Pinheiro (PSDB) […]

No levantamento feito pela Simplex e divulgado com exclusividade pelo blog do Elielson e a Rádio CBN nesta segunda-feira (29), a disputa pela prefeitura de Caruaru se mostra com o quadro polarizado entre o prefeito Rodrigo Pinheiro e o ex-prefeito Zé Queiroz, num empate técnico dentro da margem de erro. 

CENÁRIO ESPONTÂNEO 

Rodrigo Pinheiro (PSDB) – 21,6%

Zé Queiroz (PDT) – 15,8 %

Tonynho Rodrigues (MDB) – 1,6%

Fernando Rodolfo (PL) – 1%

Armandinho (SD) – 0,5%

Raffiê Dellon (UB) – 0,3%

Brancos e nulos 10,7%, 

Indecisos 48,6%

CENÁRIO 1 – ESTIMULADO

Rodrigo Pinheiro (PSDB) – 27%

Zé Queiroz (PDT) – 22,8 %

Fernando Rodolfo (PL) – 2,4%

Armandinho (SD) – 2%

Tonynho Rodrigues (MDB) – 2%

Brancos e nulos 15,3%, 

Indecisos 28,5%

A candidata Michelle Santos (PSOL) foi colocada no cenário, mas não pontuou. 

CENÁRIO 2 – ESTIMULADA 

Rodrigo Pinheiro (PSDB) – 29,9%

Zé Queiroz (PDT) – 25,7 %

Brancos e nulos 19%, 

Indecisos 25,4%

CENÁRIO 3 – ESTIMULADO 

Rodrigo Pinheiro (PSDB) – 32,8%

Tonynho Rodrigues (MDB) – 4,6 %

Brancos e nulos –  27,7%, 

Indecisos – 34,9%

CENÁRIO 4 – ESTIMULADA 

Rodrigo Pinheiro (PSDB) – 34,6%

Fernando Rodolfo (PL) – 3,3 %

Brancos e nulos –  27,1%, 

Indecisos – 35%

CENÁRIO 5- ESTIMULADA 

Rodrigo Pinheiro (PSDB) – 33,5%

Armandinho (SD) – 3,9 %

Brancos e nulos –  27%, 

Indecisos – 35,6%

CENÁRIO 6 – ESTIMULADA 

Rodrigo Pinheiro (PSDB) – 34,9%

Michelle Santos (PSOL) – 1,1%

Brancos e nulos –  28,9%, 

Indecisos – 35,1%

A pesquisa Simplex/CBN foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo nº PE-04026/2024, foram entrevistados 400 eleitores maiores de 16 anos, de forma presencial, no dia 22 de julho de 2024. O grau de confiança da pesquisa é de 95% com margem de erro de 4,85%.

Auditoria julgada irregular e débito de mais de meio milhão imputado a ex-prefeita de Sertânia

Esta Auditoria trata de incursão no Município de Sertânia, no mês de abril de 2010, para verificação in loco nas obras e serviços de engenharia. Foram escolhidas como objeto de análise a contratação e a execução dos serviços de limpeza urbana, decorrentes dos processos licitatórios nº 040/2009 (Pregão Eletrônico nº 14/09, exclusivamente na parte referente […]

Esta Auditoria trata de incursão no Município de Sertânia, no mês de abril de 2010, para verificação in loco nas obras e serviços de engenharia. Foram escolhidas como objeto de análise a contratação e a execução dos serviços de limpeza urbana, decorrentes dos processos licitatórios nº 040/2009 (Pregão Eletrônico nº 14/09, exclusivamente na parte referente à limpeza urbana) e nº 043/2009 (Tomada de Preço nº 04/09).

O Processo Licitatório nº 040/2009 tratou da contratação de empresa para a administração do transporte escolar e locação de veículos a serem utilizados no interesse do serviço público, inclusive para limpeza urbana.

O Processo Licitatório nº 043/2009 foi realizado para contratação de empresa para execução dos serviços de limpeza urbana, compreendendo a coleta, remoção e transporte de Resíduos Sólidos Domiciliares – RSD, e atividades de limpeza de vias e logradouros públicos.

A Auditoria, concluiu que houve despesas indevidas no valor de R$ 532.588,47, por conta de serviços pagos em excesso, e julgou irregular a presente Auditoria, imputando o valor citado (R$ 532.588,47), para a ex-prefeita, Cleide Ferreira e a Edmundo José Alves, secretário de Serviços Públicos, à época.

Oposição protesta: a oposição de Sertânia, encabeçada pelo ex-prefeito Guga Lins, os vereadores Vando do Caroá, Dóia, Damião Silva, Junhão Lins, Vino Veras e Orestes Neves, emitiram nota para imprensa e em carro de som, citando a decisão do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco que condena a ex-prefeita Cleide Ferreira, esposa do atual prefeito Ângelo Ferreira e o atual vereador Edmundo José Alves, o Mundico, então Secretário de Obras da Prefeitura em 2009.

Segundo a decisão divulgada, Cleide quanto e o vereador terão que devolver aos cofres públicos mais de R$ 530 mil, A Auditoria Especial foi realizada pelo TCE e avaliou a contratação e a execução dos serviços de limpeza urbana, durante o ano de 2009. “Foi constatada a contratação excessivas de caminhões caçambas, para coleta de lixo, carros estes que ficavam parados em pátios, porém eram pagos como se estivessem trabalhando integralmente”, diz  a nota.

Em sua decisão o Tribunal tece severas críticas ao tipo de serviço prestado a população pela então prefeita: “O pior é que, além de pagar, sem efetivamente utilizar, ainda executa um serviço de má qualidade, visto que a cidade está cheia de entulho. Isto ocorre pela má administração da execução dos serviços, sendo que foi observado que os veículos não cumprem a carga horária diária, alguns veículos trabalham menos de 4 horas por dia, como pode ser verificado no Diário de Operação do Compactador e das Caçambas”.

O DNA privatista da governadora de Pernambuco

Por Heitor Scalambrini Costa*  Depois de adiar a decisão a ser tomada em relação aos resultados dos estudos apresentados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), sobre a participação do capital privado na Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), o governo de Pernambuco retomou o que considera importante para os pernambucanos, a privatização da […]

Por Heitor Scalambrini Costa* 

Depois de adiar a decisão a ser tomada em relação aos resultados dos estudos apresentados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), sobre a participação do capital privado na Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), o governo de Pernambuco retomou o que considera importante para os pernambucanos, a privatização da empresa. Desde março deste ano as propostas já são conhecidas: a de concessão total, a de concessão parcial, e a de conceder ao capital privado somente os serviços de coleta e tratamento de esgoto.

Inicialmente a governadora anunciou que o modelo a ser adotado seria tornado público, no mês de abril corrente, mas calou-se diante das eleições municipais de outubro, já que defender concessões de serviços essenciais ao capital privado nos dias atuais é um assunto no mínimo indigesto, junto à opinião pública.

Como quem foge da cruz, o governo estadual tem evitado falar diretamente em privatização e, sim, em concessão, que nada mais é do que uma forma de privatização. Membros do governo tentam iludir, mentir, esconder da população que de fato a intenção é de transferir ativos da empresa pública para a iniciativa privada, alienando os bens da empresa.

Ao longo dos anos os pernambucanos da capital, agreste e sertão sofrem as consequências do descaso dos governantes em relação ao abastecimento de água, bem essencial à vida. Com acenos a população, o governo age como vendedor de ilusão, prometendo que o acesso à água será universalizado, juntamente com o esgotamento sanitário até 2033. Assim o fez o governo de Jarbas Vasconcelos (PMDB) em relação a antiga Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), prometendo com a privatização a modicidade tarifária, a melhoria na qualidade dos serviços prestados com investimentos em tecnologia, em inovação, e uma eficiente gestão empresarial. Todos sabem no que deu.

Além das tarifas estratosféricas, a privatização da energia teve como consequência a degradação e precarização das condições de trabalho dos eletricitários, o que resultou em péssimo atendimento e baixa qualidade dos serviços prestados. Com a privatização, houve demissões de pessoal que desmantelaram a capacidade operativa de manutenção e atendimento das demandas dos usuários. Sem dúvida é o que acontecerá com a privatização da Compesa. 

Segundo levantamento do banco de dados Public Futures, coordenado pelo Instituto Transnacional (TNI), na Holanda, e pela Universidade de Glasgow, na Escócia; no mundo é crescente o número de casos que vão na direção oposta, com a retomada do serviço público de água por prestadores públicos após períodos de concessão privada.

O que se verifica mundialmente é que o processo de privatização de serviços de água e energia, essenciais à população, só tem beneficiado aos investidores privados, cujo compromisso é somente com o lucro, o que contraria os interesses dos consumidores. A ausência do Estado no setor impede o acesso generalizado da população à água potável e ao saneamento básico, mantendo-os com níveis muito baixos de atendimento, além de perpetuar a grande discrepância entre as áreas urbanas e rurais.

No Brasil, a direita e extrema direita de uma maneira geral, representados pelo governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), estão entre as correntes políticas que defendem a venda do patrimônio público, aliando-se ao interesse de grandes corporações interessadas em expandir seus lucros. Em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra (PSDB) é uma entusiasta da privatização assim como seu partido, considerado o “pai das privatizações do setor elétrico” no país.

A Compesa tem sofrido nos últimos anos com a estratégia deliberada de “sucatear para privatizar”. Sucatear serviços essenciais reduz o bem-estar da sociedade e exclui uma parte considerável da população, que passa a não ter acesso a direitos básicos. É cruel, mas aplicada com bastante frequência. Os entreguistas do patrimônio público acabam provocando junto à população uma grande animosidade contra a empresa pública e seus funcionários. Acreditam assim, que jogando a população contra a empresa, favorecem a aceitação de que a solução aos problemas correntes virá pelas mãos da iniciativa privada. 

Os exemplos no mundo são muitos, mostrando que a privatização da água e da energia tem acarretado tarifas abusivas, atendimento precário, priorização do pagamento de dividendos aos seus acionistas em detrimento da realização dos investimentos prometidos e, contrariamente aos interesses da população, fornecendo remuneração escandalosa aos dirigentes das empresas. Estes são alguns dos problemas que têm levado várias cidades e países à reestatização destes serviços.

Espero que, devido ao exemplo da privatização da Celpe e suas consequências nefastas à população, não caiamos no “canto da sereia” da governadora de que a solução para o abastecimento da água e a universalização do saneamento em Pernambuco passem pela privatização da empresa.

Diga NÃO à privatização da COMPESA A água é um direito e não uma mercadoria.

*Heitor Scalambrini Costa é Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco

Pedro Alves participa de reunião da COOPERCASA sobre empreendimento do programa MCMV em Iguaracy

A Cooperativa Habitacional de Pernambuco – COOPERCASA, responsável pelo empreendimento Eduardo Campos do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) Entidades, a ser implantado no município de Iguaracy/PE, realizou uma reunião nesta quinta-feira (3), no Centro de Múltiplo Uso (CEMUPI). Os representantes da entidade organizadora COOPERCASA, incluindo o presidente Rodrigo do Amaral Rezende, apresentaram as regras […]

A Cooperativa Habitacional de Pernambuco – COOPERCASA, responsável pelo empreendimento Eduardo Campos do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) Entidades, a ser implantado no município de Iguaracy/PE, realizou uma reunião nesta quinta-feira (3), no Centro de Múltiplo Uso (CEMUPI).

Os representantes da entidade organizadora COOPERCASA, incluindo o presidente Rodrigo do Amaral Rezende, apresentaram as regras e critérios do PMCMV para a denominada Faixa I de futuros beneficiários, conforme a Portaria 163 do Ministério das Cidades.

Estiveram presentes os beneficiários pré-selecionados pela entidade, o prefeito do município, Dr. Pedro Alves, a secretária de Desenvolvimento e Assistência Social, Juliany Rabelo, o chefe de gabinete, Bruno George, e a equipe da Secretaria de Assistência.

O projeto conta com a contrapartida do município, por meio da doação do terreno, que foi aprovada por lei na Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Dr. Pedro Alves.