Iniciativa privada e venda de camarotes vão ajudar a custear Festa de Setembro, diz prefeita
Por Nill Júnior
Márcia disse ainda não precisar custos do evento e prometeu atender recomendação do MP sobre publicidade dos gastos e de onde virá dinheiro
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, do PT, afirmou que empresas privadas, como marcas famosas e a venda de camarotes ajudarão a custear as atrações da Festa de Setembro.
Foi em entrevista por telefone ao radialista Francys Maya, no programa Frequência Democrática, na Vilabela FM.
Anunciada ontem, a grade chamou atenção pelo número de atrações de peso que estão confirmadas. Gusttavo Lima, Xandy Avião e Wesley Safadão são apenas três delas.
“Já temos empresas interessadas em patrocinar a nossa festa. Teremos ainda a venda de camarotes”, disse, para justificar que esses detalhes estão sendo fechados.
Perguntada sobre o custo total da festa, Márcia disse que os números não foram totalmente fechados. “Ainda temos cálculos a serem feitos com estrutura de palco e outros detalhes do evento”.
Márcia prometeu atender o princípio da transparência e publicidade nos gastos públicos com o evento, invocado pelo promotor Vandeci Leite em recomendação recente. Dentre as solicitações, especificar custos, quanto cabe ao município, e se há contrapartidas de Estado e outros entes. “Vamos atender até porque é obrigação”, garantiu.
Favorável a doação de área do velho matadouro à Cedan: a prefeita se disse “totalmente Favorável à doação da área do antigo e desativado Matadouro à empresa Cedan Rações.
O empresário João Daniel apresentou projeto para construir uma nova fábrica da empresa com garantia de gerar 150 empregos, além de melhorar a infraestrutura do entorno.
“Imagine se Carlos Evandro lá atrás não tivesse doado a área do Sesc Serra Talhada. Se não fosse doado o terreno da APAE, que atende dezenas de crianças. São 150 pessoas que terão condições de pagar sua luz, de ter dignidade e colocar feijão na mesa. Sou totalmente a favor”.
Por Iedo Ferraz Lima*, com fotos do professor Dierson Ribeiro As fotografias são da grande cheia registrada no Rio Pajeú no mês de abril de 1967. Por meio delas, podemos visualizar algumas ruas de Serra Talhada que foram alagadas devido ao aumento das águas. Naquele dia, os moradores serra-talhadenses ficaram amedrontados o transbordamento. Cinquenta anos […]
Por Iedo Ferraz Lima*, com fotos do professor Dierson Ribeiro
As fotografias são da grande cheia registrada no Rio Pajeú no mês de abril de 1967. Por meio delas, podemos visualizar algumas ruas de Serra Talhada que foram alagadas devido ao aumento das águas.
Naquele dia, os moradores serra-talhadenses ficaram amedrontados o transbordamento. Cinquenta anos se passaram e, alguns habitantes mais velhos da cidade presenciaram aquela grande cheia, que jamais será esquecida.
O Rio Pajeú nasce na Serra da Balança, Município de Brejinho, próximo à divisa entre os estados da Paraíba e Pernambuco.
Ele percorre um longo trecho de 347 km até desaguar no Velho Chico. É a maior bacia hidrográfica do estado de Pernambuco, abrangendo os municípios de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Calumbi, Flores, Floresta e outros municípios sertanejos.
*Iedo FerrazLima é triunfense e reside em Paulo Afonso -BA. É servidor do MP baiano.
O Deputado Tadeu Alencar disse falando aos blogueiros na Rádio Pajeú que não teve frustração pessoal com o debate sobre a Reforma Política, que culminou com a aprovação de um texto que em nada acrescentou com o que se esperava de forma mais ampla para o debate. Tadeu afirmou ao contrário, que apesar de um […]
O Deputado Tadeu Alencar disse falando aos blogueiros na Rádio Pajeú que não teve frustração pessoal com o debate sobre a Reforma Política, que culminou com a aprovação de um texto que em nada acrescentou com o que se esperava de forma mais ampla para o debate.
Tadeu afirmou ao contrário, que apesar de um debate tão amplo puxado por deputados como ele ter terminado da forma como terminou, acredita ter cumprido sua parte. “Não houve uma frustração pessoal. Foi uma frustração dos avanços que poderíamos ter e não pudemos, para favorecer a outras classes da sociedade puderem se candidatar, por exemplo”.
E continuou: “Tínhamos alguns objetivos como reduzir a influência do poder econômico, o que o Supremo fez ao proibir as doações privadas a campanhas. O que faz uma empresa como a JBS doar R$ 300 milhões a diversas campanhas ? “ – questionou.
Tadeu diz entretanto que no debate sobre o Pacto Federativo a discussão tem mais perspectivas de andar e avançar. Ele defende a necessidade de se repactuar a distribuição de recursos federais, que hoje são distribuídos de forma desigual, com 70% do dinheiro ficando com a União e apenas 30% repassados aos estados e municípios. “Os municípios estão sacrificados”.
Tadeu, que está em Audiência Pública sobre o tema em Serra Talhada, acredita que como é uma demanda mais unificada, não haverá frustrações ou interrupção do debate. “É um debate que terá um rito bem diferente do em torno da Reforma Política”.
O prefeito Gilson Bento publicou, nesta quarta-feira (7), em suas redes sociais mais um dia de agenda em Brasília em busca de recursos para o município de Brejinho. Nesta quarta-feira, o gestor esteve no Congresso Nacional, no gabinete do deputado federal Carlos Veras, conversando e alinhando projetos para Brejinho. Também esteve no Fundo Nacional de […]
O prefeito Gilson Bento publicou, nesta quarta-feira (7), em suas redes sociais mais um dia de agenda em Brasília em busca de recursos para o município de Brejinho. Nesta quarta-feira, o gestor esteve no Congresso Nacional, no gabinete do deputado federal Carlos Veras, conversando e alinhando projetos para Brejinho.
Também esteve no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) em busca de recursos para fortalecer ainda mais a educação da cidade.
“Foi mais um dia de muito trabalho, conversando, alinhando projetos e buscando sempre trazer desenvolvimento para o município. Em breve, estarei retornando, levando diversas novidades”, afirmou Gilson Bento.
Neste final de semana, os deputados Júlio Cavalcanti (estadual) e Zeca Cavalcanti (federal), ambos do PTB, tem mais uma agenda de entrega de máquinas (tratores) nas cidades de Arcoverde e Carnaíba, além de participarem em entrevistas de emissoras de rádio da região. Nesta sexta-feira (13), as 09h30, o deputado federal Zeca Cavalcanti vai estar na […]
Neste final de semana, os deputados Júlio Cavalcanti (estadual) e Zeca Cavalcanti (federal), ambos do PTB, tem mais uma agenda de entrega de máquinas (tratores) nas cidades de Arcoverde e Carnaíba, além de participarem em entrevistas de emissoras de rádio da região.
Nesta sexta-feira (13), as 09h30, o deputado federal Zeca Cavalcanti vai estar na cidade de Custódia aonde participa de uma edição especial do Programa Ponto de Impacto, na Rádio Custódia FM, com o apresentador Ronaldo Elesbão. Serão duas horas de entrevista abordando temas nacionais, estaduais e da região. O deputado Júlio Cavalcanti tem agenda na cidade de Arcoverde.
Já na tarde da sexta-feira, às 15h30, os parlamentares trabalhistas, ao lado da vereadora Zirleide Monteiro (PTB) e do vereador Heriberto do Sacolão (Podemos) entregam aos produtores rurais da Associação de Agricultores Familiares de Serra das Varas um trator de arado. A promessa foi feita pelos deputados Zeca Cavalcanti e Júlio Cavalcanti durante a posse da primeira diretoria da associação no ano passado. A entidade foi criada com total apoio da vereadora Zirleide Monteiro. Segundo Zeca Cavalcanti, outras máquinas serão entregues nas próximas semanas em Arcoverde.
Já no sábado, Zeca e Júlio seguem para Carnaíba, aonde as 10h00 participam de entrevista na rádio local e em seguida entregam a população do município um trator de arado e uma retroescavadeira. O evento será em frente da Câmara de Vereadores de Carnaíba e vai reunir toda a oposição do município que apoio à reeleição dos deputados trabalhistas. A mobilização está sendo feito pelo presidente da Câmara, vereador Neudo da Itã; os vereadores Gleybson, Anchieta, Preguinho, Bandéga, Irmão Adilson e os ex-prefeitos Didi, Zé Mário e Tota de Juvenal.
De acordo com o artigo 8º da própria legislação, aprovada no último mês de março, o prazo legal para a regulamentação é de quatro meses Autora da Lei 14.214/2021 – Lei da Dignidade Menstrual – que cria o programa nacional de distribuição da absorventes higiênicos para mais de 6 milhões de brasileiras, a deputada federal […]
De acordo com o artigo 8º da própria legislação, aprovada no último mês de março, o prazo legal para a regulamentação é de quatro meses
Autora da Lei 14.214/2021 – Lei da Dignidade Menstrual – que cria o programa nacional de distribuição da absorventes higiênicos para mais de 6 milhões de brasileiras, a deputada federal e pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, apresentou um Requerimento de Informação direcionado ao Ministério da Saúde cobrando a regulamentação da legislação, que completou, no último sábado, 120 dias de publicação.
O projeto que deu origem a Lei da Dignidade Menstrual foi apresentado por Marília em 2019. Inicialmente aprovada em outubro de 2021, a lei foi parcialmente vetada pelo presidente Jair Bolsonaro dias após sua votação no Congresso Nacional. O veto extirpou cinco artigos, restando apenas dois, que deixaram a lei apenas com formulações genéricas. Encabeçada por Marília Arraes uma ampla mobilização política e social culminou com a derrubada do veto, em março de 2022.
“Já se passaram 120 dias desde que a lei foi publicada após a derrubada do veto e o Governo Federal não cumpriu com sua obrigação que é a de regulamentar. O prazo para a regulamentação está previsto no artigo 8º da própria lei. Sem isso milhares de mulheres estão sendo prejudicadas porque continuam sem acesso a distribuição gratuita de absorventes e outras garantias conquistadas depois de uma luta enorme que envolveu não só o Congresso Nacional, mas inúmeros setores da sociedade. O Executivo precisa dar uma resposta. Exigimos a regulamentação imediata da lei”, destacou Marília Arraes.
O Decreto nº 10.989, de 8 de março de 2022, determinou que Ato do Ministério da Saúde estabelecerá a forma de execução e os procedimentos para adesão dos entes federativos ao Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.
No Requerimento de Informação 547/2022, protocolado por Marília Arraes, o Ministério da Saúde é questionado sobre: o andamento do processo de elaboração da regulamentação e a data em que ele será publicado; a garantia da participação social nas discussões; qual a previsão para a inclusão dos absorventes higiênicos nas cestas básicas distribuídas pelo Governo Federal para a população de baixa renda, entre outras questões. O Ministério da Saúde tem um prazo de até 30 dias para responder o requerimento.
“O Poder Legislativo tem a função primária de fiscalizar os demais Poderes. Tivemos o protagonismo de aprovar o projeto que deu origem à Lei nº 14.214, de 2021. Agora temos de também garantir que a Lei seja efetivamente cumprida, em benefício da saúde, da dignidade e da vida das milhões de pessoas que menstruam neste País”, afirmou Marília.
DIREITO – Desde 2014, a Organização das Nações Unidas (ONU) considera o acesso à higiene menstrual um direito que precisa ser tratado como uma questão de saúde pública e de direitos humanos. Diante da falta de condições de adquirir produtos de higiene menstrual milhares de brasileiras acabam recorrendo a produtos inadequados, que trazem riscos e prejuízos à saúde.
Ainda segundo a ONU, no mundo, uma em cada dez meninas faltam às aulas durante o período menstrual. No Brasil, esse número é ainda maior: uma entre quatro estudantes já deixou de ir à escola por não ter absorventes. A falta do absorvente afeta diretamente o desempenho escolar dessas estudantes e, como consequência, restringe o desenvolvimento de seu potencial na vida adulta.
Atualmente, o Brasil registra mais de 37 mil mulheres presas, segundo dados do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen). Na maioria das unidades prisionais espalhadas pelo país, o kit de higiene distribuído é o mesmo para mulheres e homens. Apenas algumas unidades disponibilizam absorventes para as presidiárias e mesmo assim em uma quantidade muito pequena, que não atende às suas necessidades.
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