Notícias

Herdeiro definitivo do mandato de Patriota ainda é uma incógnita. Saiba o porquê:

Por Nill Júnior

Com o falecimento do deputado estadual José Patriota (PSB), na madrugada da terça-feira (17), seu mandato na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) deve ser assumido pelo seu primeiro suplente pelos próximos dois anos, quando elegem-se novos parlamentares.

No entanto, a linha de sucessão ainda está cercada de incertezas. A melhor explicação para a questão veio da reportagem de Guilherme Anjos,  para o Diário de Pernambuco. 

A princípio, deveria assumir o cargo o vereador Davi Muniz (PSD), que ficou na primeira suplência em 2022.

Mas a Lei Eleitoral diz que os mandatos não são posse dos políticos, mas dos partidos. Ou seja, a vaga deve ser preenchida pelo PSB.

Muniz deixou o Partido Socialista Brasileiro para disputar a reeleição na Câmara Municipal pelo PSD, e virou aliado ao candidato à Prefeitura do Recife Daniel Coelho (PSD), em 2024.

A troca de siglas não impede que o vereador seja convocado, mas o PSB deve recorrer à Justiça Eleitoral para que ele perca o direito à sucessão.

Apesar de ter deixado a legenda durante a janela partidária, prazo em que a troca de partidos é permitida pela Lei Eleitoral, advogados especialistas em Direito Eleitoral afirmam que a janela se referia apenas aos vereadores, e não afetaria a suplência de deputados.

Procurado pelo Diario de Pernambuco, Muniz não quis discutir o assunto em respeito a José Patriota e sua família e que está focado em sua campanha para reeleição.

Entretando, relembrou que recebeu aproximadamente 41 mil votos em 2022, e afirmou que a decisão cabe ao Tribunal Regional Eleitoral.

Em primeiro momento, fica valendo o resultado da última eleição, então Muniz deve chegar a assumir, mas há precedentes que dão um “prazo de validade” para sua passagem na Alepe.

Precedente

O caso mais recente foi em Petrolina. Lucinha Mota assumiu um mandato de vereadora pelo PSOL, apesar de ter se mudado para o PSDB desde as últimas eleições.

O PSOL recorreu, e Mota perdeu a cadeira. No entanto, o processo tramitou por dez meses, um tempo que o PSB não quer perder.

Se Muniz for reeleito vereador, pode ser mais vantajoso retornar para a Câmara no dia 1º de janeiro do que brigar na Justiça em um cenário desfavorável.

Outra hipótese é que o próprio Davi renuncie à convocação para focar em sua campanha.

Em ambos os casos, o novo deputado seria do PSB – mas com um suplente também incerto.

Linha de sucessão

O segundo na linha de sucessão é Júnior Matuto (PSB), ex-prefeito e candidato a voltar para a prefeitura de Paulista.

No entanto, é improvável que ele chegue a se apresentar na Alepe ainda este ano. Matuto só deve estar apto a assumir o mandato de Patriota se perder a eleição municipal.

Mesmo que os socialistas consigam uma decisão favorável ágil o bastante na Justiça para retomar o direito sob a cadeira ainda este ano, a informação nos bastidores é de que Matuto também não estaria interessado em dar continuidade aos trabalhos de parlamentar enquanto prioriza sua campanha eleitoral.

Sem Muniz ou Matuto no cargo, o terceiro suplente é Cayo Albino (PSB), filho do prefeito de Garanhuns Sivaldo Albino (PSB).

Outras Notícias

Arcoverde: Wellington Maciel nega pressão eleitoral a servidores

Caro Nill Júnior, Lamentavelmente, talvez movido pela frustação do provável insucesso eleitoral, pessoas que dizem gostar de Arcoverde nos acusam quando sabem, verdadeiramente, que não temos essa prática nefasta praticada pelos citados na referida matéria. Não passa de mentira plantada em reta final de campanha eleitoral, movidas pelo desespero. Sempre pautamos nossa vida, seja no […]

Caro Nill Júnior,

Lamentavelmente, talvez movido pela frustação do provável insucesso eleitoral, pessoas que dizem gostar de Arcoverde nos acusam quando sabem, verdadeiramente, que não temos essa prática nefasta praticada pelos citados na referida matéria. Não passa de mentira plantada em reta final de campanha eleitoral, movidas pelo desespero.

Sempre pautamos nossa vida, seja no campo empresarial, seja no campo político aonde agora estamos imersos, pelo respeito as pessoas, as opiniões e a democracia. O povo de Arcoverde sabe bem disso, pois há mais de 40 anos convivem com o Wellington da LW.

A política não nos envaidece, ela, para nós e todos que fazem nosso governo, é apenas uma ferramenta de transformação da sociedade, transformação de vidas, seja através das obras, da saúde, da educação, da assistência social e do desenvolvimento. Esse sucesso do governo é resultado exatamente do trabalho de nossos colaboradores, a quem respeitamos em suas opiniões e posições, e que nunca nos faltaram.

Quem sempre teve denúncias de perseguição, torturas, entre outras, Arcoverde bem sabe. Vamos seguir em frente, fazendo a boa política, respeitando o contraditório, respeitando as pessoas idosas e animais com eventos sem fogos, respeitando os cidadãos e cidadãs de nossa amada terra. A verdade sempre vencerá!

Wellington Maciel

Prefeito de Arcoverde

Tabira: secretário de Agricultura anuncia volta da Operação Pipa do Exército

Por André Luis Nesta terça-feira (8), o secretário de Agricultura de Tabira, Joel Mariano, divulgou um vídeo nas redes sociais da Prefeitura, direcionado aos membros do Conselho Municipal do Desenvolvimento Rural. No pronunciamento, Mariano fez um apelo pela colaboração de todos em um levantamento realizado pela secretaria em conjunto com a coordenação da Operação Pipa […]

Por André Luis

Nesta terça-feira (8), o secretário de Agricultura de Tabira, Joel Mariano, divulgou um vídeo nas redes sociais da Prefeitura, direcionado aos membros do Conselho Municipal do Desenvolvimento Rural. No pronunciamento, Mariano fez um apelo pela colaboração de todos em um levantamento realizado pela secretaria em conjunto com a coordenação da Operação Pipa do Exército.

O secretário explicou que, após uma reunião com o exército, ficou acertado que o município de Tabira voltaria a ser atendido pela Operação Pipa, que fornece água para áreas rurais. No entanto, Mariano ressaltou a importância de identificar todas as famílias que foram atendidas pela operação até o mês de fevereiro, quando a distribuição foi interrompida.

Com cerca de 78 pontos de distribuição, Mariano destacou que a relação das famílias já está em posse do responsável pelo levantamento. Ele alertou que, sem a identificação correta das famílias que recebiam água da operação, a renovação ou a quantidade de água fornecida poderá ser afetada.

O secretário fez um apelo aos líderes comunitários, solicitando que eles se envolvam na busca das famílias atendidas, auxiliando no processo de levantamento. Ele também mencionou que solicitará ao responsável da Operação Pipa a relação dos apontadores, aqueles que possuem cisternas recebendo água em suas propriedades, para que possam colaborar na busca pelas famílias.

A urgência do processo foi destacada por Mariano, considerando a situação de escassez de água na região. “A colaboração de todos é fundamental para agilizar o levantamento e garantir o retorno da distribuição de água pela Operação Pipa do Exército”, destacou.

Os sinais de Luciano Pacheco

Em Arcoverde, o presidente da Câmara de Vereadores Luciano Pacheco dá sinais de distanciamento com o prefeito Zeca Cavalcanti. No LW Cast do dia 19 de junho, ele e o gestor pareciam bem alinhados, conversaram e mostraram bom entrosamento. Mas a postura de Pacheco na Caminhada do Forró está dando assunto nos bastidores. Pacheco, que […]

Em Arcoverde, o presidente da Câmara de Vereadores Luciano Pacheco dá sinais de distanciamento com o prefeito Zeca Cavalcanti.

No LW Cast do dia 19 de junho, ele e o gestor pareciam bem alinhados, conversaram e mostraram bom entrosamento.

Mas a postura de Pacheco na Caminhada do Forró está dando assunto nos bastidores.

Pacheco, que esteve no evento com a esposa Janine, não publicou imagens com o prefeito. Ao contrário, explorou o registro ao lado da ex-prefeita Madalena Britto, que foi ao evento com o Deputado Estadual Diogo Moraes.

O mais polêmico estava por vir: Luciano postou um Stories na sua rede social com uma indireta à organização do evento ao dizer: “nesse camarote ninguém é barrado” e “obrigado pelos 40 acessos”. O “40” é o número de Madalena Britto, do PSB.

A relação de Luciano Pacheco com Zeca Cavalcanti teve altos e baixos. O vereador não era o preferido de prefeito e vice, que apoiaram Rodrigo Roa. Uma arrumação de Célia Galindo com a oposição deu o mandato de bandeja ao vereador.

Outra discordância foi recente. Pacheco abriu uma campanha por um nome da terra para Estadual em Arcoverde, questionando o apoio de Zeca aos irmãos Gouveia. Zeca rebateu e disse que não adianta ser candidato da terra e não conseguir os votos necessários.

Eleita Diretoria do Conselho de Secretários de Administração do Pajeú e Moxotó

Em reunião que aconteceu ontem em Tabira para a formação do Conselho Regional de Secretários de Administração do Pajeú e Moxotó, foi eleita a primeira Diretoria, assim formada: Presidente Flávio Marques (Tabira); Primeiro vice-presidente: Renato Godoy (Serra Talhada); Segundo vice-presidente: Álvaro Góis (Sertâna); Secretária Geral: Flaviana Rosa (Afogados da Ingazeira); Primeira Secretária: Shirley Coelho (Iguaraci). O estatuto do […]

DSC_0480
A nova Diretoria, formada ontem

Em reunião que aconteceu ontem em Tabira para a formação do Conselho Regional de Secretários de Administração do Pajeú e Moxotó, foi eleita a primeira Diretoria, assim formada:

Presidente Flávio Marques (Tabira); Primeiro vice-presidente: Renato Godoy (Serra Talhada); Segundo vice-presidente: Álvaro Góis (Sertâna); Secretária Geral: Flaviana Rosa (Afogados da Ingazeira); Primeira Secretária: Shirley Coelho (Iguaraci).

DSC_0483

O estatuto do Conselho foi discutido na reunião. Um encontro com o TCE e a Escola de Contas Publicas será agendado para a realização de cursos e capacitações. A próxima reunião será no dia 12 de maio em Afogados da Ingazeira.

Serra Talhada tem pior situação fiscal do Pajeú; Quixaba, a melhor, diz Índice Firjan

Dados referem-se ao ano fiscal de 2022, diz entidade Nunca as prefeituras de todo o país registraram receita agregada tão elevada quanto ano passado, mas, mesmo assim, 42% dos municípios estão em má situação fiscal, mostram os dados de 2022 do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), divulgado nesta terça-feira, dia 31. Embora a maioria […]

Dados referem-se ao ano fiscal de 2022, diz entidade

Nunca as prefeituras de todo o país registraram receita agregada tão elevada quanto ano passado, mas, mesmo assim, 42% dos municípios estão em má situação fiscal, mostram os dados de 2022 do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), divulgado nesta terça-feira, dia 31.

Embora a maioria das cidades tenha apresentado situação fiscal positiva ano passado, o quadro não é sustentável, segundo Jonathas Goulart, gerente de Estudos Econômicos da Firjan. Isso reforça a importância das reformas Tributária, em tramitação no Congresso, e Administrativa, disse o economista.

Um terço dos municípios brasileiros não tem recursos próprios para manter a estrutura da prefeitura e da câmara municipal. Mais de 40% deles estão com as contas públicas em situação crítica ou difícil. Os dados constam do estudo Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), divulgado nesta terça-feira (31) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). 

Os especialistas analisaram dados referentes a 2022 de 5.240 municípios onde vivem 97,1% da população. As informações foram disponibilizadas pelas prefeituras, de acordo com o que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Ficaram de fora do estudo 328 municípios que não cumpriram a determinação dentro do prazo ou apresentaram dados inconsistentes.

No Pajeú, segundo o levantamento, estão em situação crítica Serra Talhada (IFGF: 0.3572), Tuparetama (IFGF: 0.3807), Iguaraci (IFGF: 0.3381) e Tabira (IFGF: 0.3258).  A classificação indica municípios em situação crítica, com uma pontuação baixa no IFGF. Os dados apontam que as receitas locais não são suficientes para cobrir os custos administrativos, o que coloca em xeque sua capacidade de atender às necessidades da população.

Em situação difícil, Flores (IFGF: 0.4297), Carnaíba (IFGF: 0.4163), Santa Cruz (IFGF: 0.4629), São José do Egito (IFGF: 0.4408), Calumbi (IFGF: 0.4645), Ingazeira (IFGF: 0.4033) e Santa Terezinha (IFGF: 0.4204). 

A maioria dos municípios da região se enquadra na categoria “difícil” do IFGF, indicando que enfrentam desafios para manter a sustentabilidade financeira.

Com situação boa Quixaba (IFGF: 0.7064), Triunfo (IFGF: 0.5383), Itapetim (IFGF: 0.5827), Brejinho (IFGF: 0.7231), Solidão (IFGF: 0.5757) e Afogados da Ingazeira (IFGE: 0.5853). Municípios da região conseguem manter uma situação fiscal considerada “boa”, ou seja, com mais perspectiva de cumprimento das metas fiscais e sociais.