Projeção da Eletronuclear, para a usina em Itacuruba, com seis reatores
Projeção da Eletronuclear, para a usina em Itacuruba, com seis reatores
O Departamento de Energia Nuclear da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Museu de Ciência Nuclear levam para Itacuruba na próxima segunda-feira (18), uma palestra com o tema “Usina e Energia Nuclear: Mitos e verdades”.
A ação acontecerá no Ginásio de Esporte da cidade, a partir das 15h. Terá como palestrantes os professores Carlos Mariz, Fernando Andrade Lima e Hellen Khoury, com participação do deputado estadual Albert o Feitosa.
Existe um projeto de instalação de uma usina nuclear em Itacuruba. Enquanto entidades como a Igreja Católica são contra, Alberto já disse publicamente que é favorável. Ele inclusive pretende apresentar uma PEC para mudar a Constituição de Pernambuco e permitir a construção da usina.
O Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 171 bilhões no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2003. O valor é superior ao que Estados e municípios gastam no setor durante um ano – R$ 142 bilhões em 2013, por exemplo. A conclusão é o do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, com […]
O Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 171 bilhões no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2003. O valor é superior ao que Estados e municípios gastam no setor durante um ano – R$ 142 bilhões em 2013, por exemplo. A conclusão é o do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), revela os resultados da falta de qualidade da gestão financeira em saúde.
As informações veem na esteira da divulgação de pesquisa encomendada pelo CFM ao Instituto Datafolha, e que, dentre outros pontos revelou: para 77% da população brasileira, o dinheiro destinado ao SUS não é bem administrado. Mais da metade dos entrevistados também acreditam o SUS não tem recursos suficientes para atender bem a todos.
Segundo o presidente da CFM, Carlos Vital, essa percepção sobre as finanças do setor está diretamente relacionada à má gestão dos recursos públicos na área. “A administração dos recursos da saúde tem sido preocupação recorrente dos Conselhos de Medicina. A população brasileira tem o direito de saber onde, como e se os recursos que confiamos aos governos estão sendo bem aplicados. No caso da saúde, isso é ainda mais proeminente, tendo em vista as dificuldades de infraestrutura que milhares de pacientes, médicos e outros profissionais de saúde enfrentam todos os dias”, declarou Vital.
No período apurado, cerca de R$ 1,2 trilhão foi autorizado para o Ministério da Saúde no Orçamento Geral da União (OGU). Os desembolsos, no entanto, chegaram a pouco mais de R$ 1 trilhão. Em 2014, apesar do maior orçamento já executado na história da pasta – quase R$ 107 bilhões –, o valor efetivamente gasto representou 91% do que havia sido previsto.
Ao que os dados do próprio governo indicam, o Governo também está longe de executar os recursos previstos para este ano – cerca de R$ 121 bilhões. Deste total, até agosto, R$ 69,4 bilhões (57% do valor) haviam sido efetivamente gastos, incluindo os restos a pagar quitados – compromissos assumidos em anos anteriores transferidos para os exercícios seguintes. Se considerada a projeção média de gastos mensais da pasta, atualmente em R$ 8,7 bilhões, serão desembolsados até dezembro pouco mais de R$ 104 bilhões, isto é, quase R$ 17 bilhões a menos que o montante previsto.
O presidente da autarquia também lembrou que, apesar dos avanços do SUS, um de seus grandes gargalos é o subfinanciamento. “O Brasil é o único país do mundo que tem uma rede de saúde pública universal e, ao mesmo tempo, vê o mercado privado e as famílias gastarem diretamente mais dinheiro do que o Estado. Aqui, o gasto público representa 46% do total aplicado em saúde, o que contraria o que acontece em muitos países de sistemas semelhantes ao brasileiro, onde a média de investimento público supera 70%”.
Falta de investimentos em obras e equipamentos – Outro termômetro do mau desempenho no uso dos recursos disponíveis está nos investimentos. Os dados apurados pelo CFM mostram ainda que, dos recursos autorizados no orçamento do Ministério da Saúde entre 2003 e agosto de 2015, mais de R$ 96,4 bilhões deveriam ter sido destinados a melhoria da infraestrutura (realização de obras e aquisição de equipamentos) em saúde. No entanto, apenas R$ 35,5 bilhões foram efetivamente gastos e outros R$ 60,9 bilhões deixaram de ser investidos.
Para este ano, a dotação prevista para o gasto nobre da administração em saúde é de quase R$ 10,4 bilhões. No entanto, até 31 de agosto, R$ 1,9 bilhão (18%) foi efetivamente pago pelo Ministério da Saúde. Neste ritmo de aproximadamente R$ 234 milhões por mês, a expectativa é de que, ao final do ano, apenas R$ 2,8 bilhões sejam realmente investidos.
Com recursos escassos, menos unidades de saúde serão dotadas de infraestrutura e equipamentos em quantidade e qualidade suficientes para prover assistência à população. “Mesmo considerando os contingenciamentos, se não houver um esforço para priorizar a Saúde, a população brasileira certamente será ainda mais prejudicada pela falta de infraestrutura e equipamentos fundamentais para a assistência”, avalia Carlos Vital, presidente do CFM.
O ex-vereador e candidato a Deputado Federal Zé Negão, do Podemos, esteve no Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Zé falou dos passos de sua candidatura e negou que esteja candidato para marcar posição em relação às eleições de 2024. “Estou com 53 anos. Passei dessa época de fazer brincadeira com política. Sou […]
O ex-vereador e candidato a Deputado Federal Zé Negão, do Podemos, esteve no Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú.
Zé falou dos passos de sua candidatura e negou que esteja candidato para marcar posição em relação às eleições de 2024.
“Estou com 53 anos. Passei dessa época de fazer brincadeira com política. Sou candidato a Federal e há possibilidade de ganhar”, afirmou.
Zé disse que deverá ser votado em todo o Pajeú e falou de cidades de outras regiões do Estado que tem visitado. Em Afogados da Ingazeira, sua principal base, evitou dizer se acha que será majoritário, mas afirmou que pode surpreender, criticando os irmãos Campos. “Um foi candidato, o João Campos, não veio nem agradecer os votos. Agora já estão apoiando o Pedro Campos. O povo vê isso”.
Zé reforçou seu apoio à candidatura de Miguel Coelho dizendo que ele ele deve ser o nome das forças de oposição que vai para o segundo turno. Na mesma análise, criticou o governo Paulo Câmara, citando a situação das estradas e disse que a população cansou do ciclo socialista,o que explica a atual posição de Danilo Cabral nas pesquisas.
Sobre Afogados, garantiu que não conversou com Evângela Vieira sobre um alinhamento em 2024 para formar um bloco de combate à Frente Popular, mas afirmou que não se fecha a essa possibilidade. “Mas primeiro tem a eleição de 2022”.
Também criticou o prefeito Sandrinho. “A promessa dele de que iria cuidar dos bairros e zona rural não está sendo cumprida. Basta ouvir as rádios. Aqui na Pajeú antes as reclamações eram da Compesa. Agora são da prefeitura”, criticou.
As redes sociais muitas vezes evidenciam as mancadas verbais dos prefeitos. O prefeito de Belo Jardim, Gilvandro Estrela, gravou um vídeo hoje cedo querendo evidenciar uma chácara privilegiada. “Olha aí febre do rato. Tú tá perdendo essa porra aqui. Eu queria trazer tu praqui, pra esse paraíso lindo”, sem deixar claro para quem era o […]
As redes sociais muitas vezes evidenciam as mancadas verbais dos prefeitos. O prefeito de Belo Jardim, Gilvandro Estrela, gravou um vídeo hoje cedo querendo evidenciar uma chácara privilegiada.
“Olha aí febre do rato. Tú tá perdendo essa porra aqui. Eu queria trazer tu praqui, pra esse paraíso lindo”, sem deixar claro para quem era o recado. “Mas tu só quer saber do cagão, né. Fica com o teu cagão”.
Pouco depois, alguém alerta para o verborrágico, e o prefeito editou colocando uma música que condena macumba e olho gordo. O prefeito já tinha dito que foi vítima de magia vodu.
O Secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, disse em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que pode realizar estudo para municiar o Hospital Regional Emília Câmara de um serviço de hemodiálise. A unidade ganhará uma emergência dialítica, cujos serviços estão adiantados em fase de acabamento. Já foi feito o contrato com a empresa […]
O Secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, disse em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que pode realizar estudo para municiar o Hospital Regional Emília Câmara de um serviço de hemodiálise.
A unidade ganhará uma emergência dialítica, cujos serviços estão adiantados em fase de acabamento. Já foi feito o contrato com a empresa que vai fornecer os equipamentos, além da empresa de nefrologistas. Mas a emergência não atuará como Centro de Hemodiálise.
“Nada impede um estudo para ampliar esse serviço regular de hemodiálise”, disse Longo, que destacou o serviço oferecido em Serra Talhada, com o recém inaugurado Instituto de Terapia Renal Alice Tôrres Pereira de Carvalho. Inaugurado em dezembro de 2021, ele recebeu a habilitação e credenciamento para iniciar o tratamento de hemodiálise.
Oncologia em Serra Talhada: André Longo também destacou que o Hospital Geral do Sertão, em Serra Talhada, ganhará em uma segunda etapa, o aguardado serviço de oncologia. Pacientes com câncer costumam reclamar da distância das unidades de acompanhamento para quimio e radioterapia. “Temos esse serviço em Caruaru e Araripina, mas reconhecemos a necessidade de ampliação no sertão. Vamos ofertá-lo em uma segunda etapa na unidade de Serra Talhada”, garantiu.
Em seu terceiro compromisso desta sexta-feira (17) no Sertão, a governadora Raquel Lyra entregou, no município de Terra Nova, as obras de pavimentação da PE-499. Conhecida como a Estrada da Cebola, a rodovia liga o Sertão Central ao São Francisco. Com um investimento de R$ 41,1 milhões, foi contemplado um trecho de 31,96 quilômetros, que […]
Em seu terceiro compromisso desta sexta-feira (17) no Sertão, a governadora Raquel Lyra entregou, no município de Terra Nova, as obras de pavimentação da PE-499. Conhecida como a Estrada da Cebola, a rodovia liga o Sertão Central ao São Francisco.
Com um investimento de R$ 41,1 milhões, foi contemplado um trecho de 31,96 quilômetros, que vai do entroncamento com a BR-316, em Terra Nova, até o entroncamento com a BR-428, em Cabrobó. Mais de 45 mil pessoas serão beneficiadas.
A governadora celebrou mais uma entrega, lembrando o investimento que a gestão tem feito para recuperar a malha rodoviária do Estado.
“Com essa entrega, nós somamos mais de 700 quilômetros de estrada em obras. Esse nosso esforço se dá graças aos empréstimos que conseguimos, mas também à vontade política de olhar para o Interior do Estado, que tem diversas outras demandas e ações sendo executadas pelo Governo de Pernambuco”, afirmou.
A prefeita de Terra Nova, Aline Freire, destacou que a obra vai beneficiar toda a região do Araripe. “Esta é uma entrega fundamental para o crescimento econômico do município de Terra Nova. A estrada garante o direito de ir e vir das pessoas e gera desenvolvimento para o Sertão do Araripe, por isso deve ser celebrada por nós, prefeitos da região”.
Para melhorar a trafegabilidade na PE-499, foram feitos serviços de terraplenagem, implantação da nova estrutura do pavimento com asfalto em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) e sistema de drenagem, além de sinalização horizontal e vertical. A pavimentação em CBUQ é um tipo de revestimento asfáltico que, após ser submetido a altas temperaturas, forma um material impermeável e bastante durável, capaz de resistir aos impactos provocados por veículos com cargas pesadas.
Por fim, o secretário de Infraestrutura e Mobilidade, Diogo Bezerra, lembrou que o Governo do Estado deu continuidade a uma obra que estava paralisada.
“Essa entrega é fundamental para a interligação da BR-316 à BR-428. É uma nova via de acesso, que conseguimos dar funcionalidade à obra toda, que estava inacabada”, concluiu o secretário de Infraestrutura e Mobilidade, Diogo Bezerra.
O secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça; e a deputada Débora Almeida também acompanharam a agenda.
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