Grupo Pajeú Nordeste anuncia investimento de R$ 13 milhões e mais de 130 empregos em Tabira
Por André Luis
O prefeito de Tabira, Flávio Marques, recebeu nesta sexta-feira (5) o empresário Antônio Alves Filho, proprietário do Grupo Pajeú Nordeste, que confirmou a instalação de uma nova loja no município. O investimento previsto é de R$ 13 milhões e deve gerar mais de 130 empregos diretos.
Segundo Antônio Alves, a loja começará a funcionar de forma provisória ainda neste semestre, enquanto a sede definitiva será construída na cidade. “Que bom chegar aqui e conversar com um gestor de cabeça aberta e ampla. Vamos juntos, Pajeú e a Prefeitura, atuar para desenvolver e avançar essa cidade”, disse o empresário.
O prefeito Flávio Marques destacou a relevância do empreendimento para a economia local. “A instalação dessa loja vai representar uma oportunidade de geração de empregos, renda e oportunidades, alavancando o desenvolvimento da nossa cidade. Vamos buscar incentivos para todo o comércio e a indústria local”, afirmou.
De acordo com a gestão municipal, a Prefeitura tem mantido diálogo com representantes da indústria e do comércio interessados em investir no município, com o objetivo de ampliar o desenvolvimento econômico.
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSDB), e o prefeito eleito, Dr. Pedro Alves (PSDB), têm uma reunião marcada para esta quarta-feira (18), com a governadora Raquel Lyra (PSDB) na capital pernambucana, Recife. Esse encontro visa discutir parcerias e projetos que beneficiem o município de Iguaracy. A poucos dias de entregar o mandato, Zeinha Torres […]
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSDB), e o prefeito eleito, Dr. Pedro Alves (PSDB), têm uma reunião marcada para esta quarta-feira (18), com a governadora Raquel Lyra (PSDB) na capital pernambucana, Recife. Esse encontro visa discutir parcerias e projetos que beneficiem o município de Iguaracy.
A poucos dias de entregar o mandato, Zeinha Torres busca novas oportunidades para o seu município. Ele acredita que a colaboração com o governo estadual é fundamental para impulsionar o desenvolvimento local e atender às demandas da população.
“Estamos comprometidos em trazer recursos e melhorias para Iguaracy até o último dia de nossa gestão. Essa reunião com a governadora é uma excelente oportunidade para apresentarmos nossas necessidades e buscar soluções conjuntas”, afirmou Zeinha Torres.
O prefeito eleito, Dr. Pedro Alves, também ressaltou a importância do diálogo com o governo estadual, enfatizando que a união entre as esferas municipal e estadual é essencial para promover avanços significativos em infraestrutura, saúde e educação.
O julgamento de treze ações que questionam diversos pontos da Reforma da Previdência (Emenda Constitucional 103/2019) foi suspenso nesta quarta-feira (19) após um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Até o momento, dez ministros haviam proferido seus votos, majoritariamente favoráveis à constitucionalidade dos dispositivos da reforma, embora divergências tenham […]
O julgamento de treze ações que questionam diversos pontos da Reforma da Previdência (Emenda Constitucional 103/2019) foi suspenso nesta quarta-feira (19) após um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Até o momento, dez ministros haviam proferido seus votos, majoritariamente favoráveis à constitucionalidade dos dispositivos da reforma, embora divergências tenham surgido em cinco questões específicas.
As divergências mais notáveis incluem a progressividade das alíquotas dos servidores públicos, a ampliação da base de cálculo para inativos em caso de déficit atuarial, a contribuição extraordinária, a nulidade de aposentadorias de advogados que se tornaram magistrados ou membros do Ministério Público sem contribuição ao sistema, e a diferenciação entre servidoras públicas e mulheres do regime geral.
O julgamento começou no Plenário Virtual, sob a relatoria do ministro Luís Roberto Barroso, também presidente do STF. Barroso defendeu a manutenção das regras da reforma, com uma ressalva sobre o artigo 149, parágrafo 1º-A, da Constituição. Ele argumentou que a base de cálculo da contribuição previdenciária de inativos e pensionistas só deve ser ampliada em caso de déficit comprovado, mesmo após a aplicação das alíquotas progressivas.
Durante a sessão virtual, o ministro Edson Fachin divergiu em cinco pontos, considerando que certos dispositivos violam a segurança jurídica e criam um tratamento diferenciado injustificável para servidores públicos, contrariando a dignidade da pessoa humana.
O ministro Alexandre de Moraes, que havia pedido vista no Plenário Virtual, iniciou a sessão de hoje acompanhando a maioria das divergências de Fachin, exceto na questão da progressividade.
As ministras Cármen Lúcia e Rosa Weber, e os ministros Dias Toffoli e André Mendonça, acompanharam integralmente a divergência. Por outro lado, o ministro Cristiano Zanin apoiou o relator em quase todos os pontos, exceto na questão das aposentadorias dos ex-advogados que se aposentaram como magistrados, onde ele se posicionou contra a nulidade das aposentadorias já concedidas.
O ministro Nunes Marques concordou com o presidente do STF, mas divergiu na nulidade das aposentadorias. O ministro Luiz Fux também seguiu a divergência, exceto nas questões da progressividade e do aumento da alíquota dos inativos.
As ações em julgamento incluem as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 6254, 6255, 6256, 6258, 6271, 6279, 6289, 6361, 6367, 6384, 6385, 6731 e 6916. Estas foram ajuizadas por diversas associações, incluindo defensores públicos, magistrados, membros do Ministério Público, auditores fiscais, partido político, e delegados e agentes da Polícia.
O pedido de vista do ministro Gilmar Mendes adia a decisão final sobre a constitucionalidade dos pontos contestados da reforma, mantendo a expectativa e o debate em torno dessas mudanças significativas na previdência pública brasileira.
Folha de Pernambuco Quatro pessoas, incluindo um médico e um sócio de escola infantil, foram presas pela Polícia Civil de Pernambuco no âmbito da Operação Luz na Infância. Os investigados são apontados como responsáveis por armazenar cerca de 2 mil arquivos com material de abuso infantil, exploração sexual de crianças e adolescentes e pornografia infantil. […]
Quatro pessoas, incluindo um médico e um sócio de escola infantil, foram presas pela Polícia Civil de Pernambuco no âmbito da Operação Luz na Infância. Os investigados são apontados como responsáveis por armazenar cerca de 2 mil arquivos com material de abuso infantil, exploração sexual de crianças e adolescentes e pornografia infantil.
A ação teve início em 17 de agosto e término nesta quinta-feira (23), data em que os detalhes foram divulgados pela corporação, em coletiva de imprensa, no Recife. Segundo a polícia, foram determinadas diversas buscas e apreensões pelas varas criminais do Recife e de Olinda, Paulista, Camaragibe, Gravatá e Caruaru.
Os presos foram autuados pelo crime de “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente”, contido no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente.
De acordo com o delegado Ramón Teixeira, do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado, as identidades dos presos não serão divulgadas como forma de proteger as vítimas dos atos criminosos.
“As investigações foram iniciadas em dezembro. [Os presos] foram identificados como possíveis praticantes de crimes relacionados à exploração sexual e à pornografia infantil. Houve representação ao Judiciário por seis mandados de busca domiciliar, todos foram cumpridos. Quatro desses alvos tinham imediatamente identificado material relacionado ao armazenamento”, explicou Ramón Teixeira.
De acordo com o delegado, não há identificação, até o momento, de onde o material foi produzido e nem se os presos são responsáveis também por essa parte. “Vídeos não necessariamente identificando local de fatos ali evidenciados, podem ser tanto praticados no Estado com crianças daqui como também em outros lugares. Isso está sendo objeto de investigação e perícia criminal”, acrescentou.
Agora, os inquéritos prosseguem no âmbito da Polícia e da Justiça. Caso seja comprovada a prática de outros delitos por parte dos presos, como a própria produção do material, eles poderão ser imputados em outros crimes também previstos no ECA.
Música criada durante a eleição municipal de Cocal dos Alves voltou a circular como meme nacional; em 2016, conteúdo provocou reação pública da campanha e disputa na Justiça Eleitoral “Quem é? Quem é?”. Se você passou pelas redes sociais nos últimos dias, há uma boa chance de o algoritmo já ter apresentado Osmarzinho. Um jingle […]
Música criada durante a eleição municipal de Cocal dos Alves voltou a circular como meme nacional; em 2016, conteúdo provocou reação pública da campanha e disputa na Justiça Eleitoral
“Quem é? Quem é?”. Se você passou pelas redes sociais nos últimos dias, há uma boa chance de o algoritmo já ter apresentado Osmarzinho. Um jingle eleitoral criado há dez anos contra o então candidato à Prefeitura de Cocal dos Alves, no Piauí, voltou a circular e transformou uma disputa municipal de 2016 em um dos memes políticos de 2026.
Osmarzinho é Osmar de Sousa Vieira, de 57 anos, comerciante e ex-prefeito de Cocal dos Alves, município com pouco mais de 6 mil habitantes. Ele governou a cidade entre 2017 e 2024, após vencer duas eleições consecutivas.
Foi justamente durante a primeira campanha, em 2016, que adversários criaram o jingle que agora ganhou alcance nacional. Em ritmo acelerado de forró e axé, a música utiliza perguntas e respostas para apresentar uma série de acusações contra Osmarzinho e integrantes de sua família.
Dez anos depois, o contexto eleitoral original praticamente desapareceu das publicações. O áudio passou a acompanhar memes e vídeos nas redes sociais, despertando a curiosidade de milhares de usuários sobre quem seria o personagem citado repetidamente na música.
E não, o jingle não foi criado por inteligência artificial. A música realmente circulou pelas ruas de Cocal dos Alves durante a campanha eleitoral de 2016.
Na época, porém, a recepção foi bem diferente do tom de humor que domina as redes hoje. Uma pessoa que integrou a campanha de Osmarzinho relatou posteriormente que o episódio foi considerado “muito traumático” pelo grupo político.
Segundo esse relato, a música era reproduzida em carros de som pelas localidades do município, levando a campanha de Osmarzinho a organizar uma resposta pública. Veículos também passaram a circular pelas ruas com mensagens afirmando que as acusações eram falsas e caluniosas.
A disputa chegou à Justiça Eleitoral. Em um dos episódios relatados, um motorista responsável por reproduzir a resposta da campanha teria passado com o volume muito baixo. A situação foi levada ao Judiciário, e houve determinação para que o carro voltasse a circular com o áudio em volume adequado.
Ou seja, o que em 2026 virou meme e piada nacional, em 2016 foi tratado como arma de campanha e provocou reação direta dos atingidos.
Jingle não impediu vitória nas urnas
Apesar da ofensiva dos adversários, Osmarzinho venceu aquela eleição. Ele recebeu 51,73% dos votos válidos, contra 48,27% de Ivan (PDT), uma diferença de apenas 151 votos.
Quatro anos depois, Osmar conquistou a reeleição e permaneceu à frente da prefeitura até dezembro de 2024.
O ex-prefeito não disputa as eleições de 2026, mas sua família continua presente na política. O sobrinho Wodson Vieira (PT) venceu a eleição municipal de 2024, com 70,10% dos votos válidos, e atualmente administra Cocal dos Alves.
O irmão de Osmarzinho, Rubens Vieira (PT), é deputado estadual e disputa a reeleição neste ano.
Acusações do jingle não devem ser tratadas como fatos
A música faz diferentes acusações contra Osmarzinho e familiares, envolvendo desde supostos desvios de recursos públicos até episódios da vida pessoal.
A viralização, porém, exige uma distinção importante: as afirmações feitas no jingle nasceram como material de uma disputa eleitoral e não podem ser tratadas como fatos comprovados apenas porque aparecem na letra.
Um dos episódios mencionados envolve um atropelamento ocorrido quando Osmarzinho era jovem, que resultou na morte de uma criança. Segundo informações publicadas sobre o caso, tratou-se de um episódio fortuito, com prestação de socorro.
Separadamente, existe uma investigação mais recente relacionada à gestão do ex-prefeito. O Ministério Público Federal instaurou, em novembro de 2025, um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades em informações sobre matrículas da rede municipal inseridas em sistemas do Inep e do Ministério da Educação referentes a 2023.
A apuração investiga se o número de estudantes matriculados em tempo integral teria sido artificialmente elevado, o que poderia ter impacto nos repasses do Fundeb ao município.
A existência do inquérito não significa comprovação de irregularidade e também não confirma as acusações feitas no jingle de 2016.
Viralização foi parar na Justiça
O que começou como uma música de campanha municipal e reapareceu como meme nacional acabou chegando novamente ao Judiciário.
A juíza Elvanice Pereira de Sousa Frota Gomes, da 4ª Vara Cível da Comarca de Teresina, determinou que publicações indicadas por Osmarzinho no processo sejam retiradas do Facebook, Instagram e TikTok.
A decisão alcança a Meta, responsável pelo Facebook e Instagram, e a ByteDance Brasil, responsável pelo TikTok. As empresas também devem impedir a reutilização do áudio nas publicações abrangidas pela determinação.
Foi estabelecido prazo de 24 horas após a intimação para cumprimento, com multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento.
Uma década depois de não conseguir impedir Osmarzinho de chegar à prefeitura, o jingle encontrou um segundo turno que ninguém previa: o das redes sociais. Desta vez, porém, a disputa saiu dos carros de som de uma cidade de 6 mil habitantes e chegou ao feed do país inteiro.
Fontes: G1 Piauí, Congresso em Foco e Hugo Gloss
Imagem: Reprodução
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‘Diário Oficial’ informa que exoneração foi a pedido de Salles. Joaquim Alvaro Pereira Leite foi nomeado por Bolsonaro como novo ministro do Meio Ambiente. G1 O presidente Jair Bolsonaro exonerou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. A exoneração foi publicada nesta quarta-feira (23) em edição extra do “Diário Oficial da União” e informa que […]
‘Diário Oficial’ informa que exoneração foi a pedido de Salles. Joaquim Alvaro Pereira Leite foi nomeado por Bolsonaro como novo ministro do Meio Ambiente.
G1
O presidente Jair Bolsonaro exonerou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. A exoneração foi publicada nesta quarta-feira (23) em edição extra do “Diário Oficial da União” e informa que a exoneração foi a pedido de Salles.
No mesmo decreto, Bolsonaro nomeou Joaquim Alvaro Pereira Leite como novo ministro do Meio Ambiente. Até então, Leite ocupava o cargo de secretário da Amazônia e Serviços Ambientais do ministério.
Antes de integrar o governo, o novo ministro do Meio Ambiente foi conselheiro da Sociedade Rural Brasileira (SRB), uma das organizações que representam o setor agropecuário no país.
Nesta terça (22), ao participar de uma cerimônia no Palácio do Planalto, na qual o governo anunciou o Plano Safra 2021-2022, Bolsonaro elogiou Salles.
“Prezado Ricardo Salles, você faz parte da história. O casamento da Agricultura com o Meio Ambiente foi um casamento quase que perfeito. Parabéns, Ricardo Salles. Não é fácil ocupar seu ministério. Por vezes, a herança fica apenas uma penca de processos”, declarou Bolsonaro.
A gestão de Ricardo Salles no Ministério do Meio Ambiente foi marcada por uma série de polêmicas.
Uma das polêmicas de Salles envolve a reunião ministerial de 22 de abril de 2020, no Palácio do Planalto.
Na reunião, Ricardo Salles sugeriu a Bolsonaro que o governo aproveitasse que a atenção da imprensa estava voltada para a pandemia da Covid-19 para “ir passando a boiada” na área ambiental, alterando regras.
Além disso, Ricardo Salles é alvo de inquérito, autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), por supostamente ter atrapalhado investigações sobre a maior apreensão de madeira da história.
A suspeita foi apresentada pela Polícia Federal. Ao Supremo, a PF disse haver “fortes indícios” de que Ricardo Salles participa de um esquema de contrabando ilegal. Salles nega ter cometido irregularidades.
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