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Grupo de mulheres realiza ação solidária no Dia das Crianças

Por André Luis

Grupo Mulheres Unidas realiza a ação há cinco anos

Por André Luis

Um grupo de mulheres da Associação Comunitária de Poço Grande, zona rural de Flores, que foi criado há 11 anos, há cinco realiza uma ação solidária de distribuição de brinquedos no Dia das Crianças.

Fantasiadas de personagens infantis, Uliane Silva (Chiquinha), Valdirene Souza (Maria da história João e Maria) e Zuleide Alves (Bela Adormecida), percorreram a comunidade em um carro, fazendo a alegria da criançada.

Esse ano foram distribuídas 70 sacolas surpresa, com muitas guloseimas e brinquedos. Essa ação é promovida e realizada pelo o Grupo Mulheres Unidas com o apoio da Comissão de Jovens Multiplicadores (as) da Agroecologia  (C.J.M.A). 

A campanha é feita através de arrecadação pelas as redes sociais e pela a comunidade. 

“Queremos agradecer a todos que nos ajudaram  promovendo esse momento de felicidade, é muito gratificante ver a felicidade das crianças ao receber esse pequeno gesto de carinho mesmo que tão simples para nós, pra eles faz toda uma diferença. Então mais uma vez, em nome do Grupo Mulheres Unidas, quero agradecer a cada um que fez acontecer essa bela ação, é  uma enorme gratidão para com àqueles que confiaram e acreditaram no nosso grupo gratidão”, agradeceu o grupo.

Outras Notícias

Blog detalha prisão do padre Airton Freire

A Coluna do domingão publicada no blog, discutiu a prisão preventiva do padre Airton Freire, idealizador da Fundação Terra, em decorrência de acusações de assédio e estupro.  A Coluna chama a atenção para o fato de que: prisão é exceção, não regra. É excepcionalidade no universo penal. Imagine a prisão preventiva de alguém tão poderoso […]

A Coluna do domingão publicada no blog, discutiu a prisão preventiva do padre Airton Freire, idealizador da Fundação Terra, em decorrência de acusações de assédio e estupro. 

A Coluna chama a atenção para o fato de que: prisão é exceção, não regra. É excepcionalidade no universo penal. Imagine a prisão preventiva de alguém tão poderoso como o padre Airton Freire, idealizador da Fundação Terra. Só teria justificativa, dada sua influência, se muito bem materializada. E foi isso que fez o Ministério Público, amparado por cinco inquéritos da Polícia Civil envolvendo casos de assédio e estupro com o Padre Airton como elemento central,  ao pedir a prisão, e o judiciário, ao reconhecer provas robustas e determinar seu recolhimento.

Segundo explicado na Coluna: a prisão preventiva é aquela em que o acusado ainda não tem uma sentença transitada em julgado nesse momento, mas existem provas do delito e indícios de autoria. Então, decreta-se a prisão como forma de proteger a sociedade. Pois entende-se que o acusado solto, incorreria na mesma prática delituosa. Ou ainda para evitar que ele prejudique a persecução penal, destruindo provas ou ameaçando testemunhas, por exemplo. Cabem perfeitamente no caso do sacerdote.

A Coluna chama a atenção para o fato de não fácil para quem conduz a investigação. Basta dizer que a operação que prenderia o padre, mais seu motorista e outro colaborador, vazou. Com isso, houve tempo de orientar a fuga dos dois últimos. O padre, com ar de vitimização, usando a idade, aos 67 anos, como álibi para sensibilizar parte da opinião pública, apresentou-se voluntariamente na Delegacia de Arcoverde. Quis criar embaraço para os investigadores. Mas à medida que as informações foram sendo divulgadas, inclusive com a nota do MP, ficou a imagem do lobo na pele de cordeiro.

Ainda segundo a Coluna: o blog apurou que dos cinco inquéritos, quatro envolvem mulheres e um deles, um homem. É isso que parte da imprensa demorou a relatar ou omitiu. A narrativa de alguns veículos ainda lembrava de um único caso, o envolvendo a personal stylist Sílvia Tavares. Mas já são cinco, relativamente recentes, com no máximo três anos de registro.

Uma das informações no texto da Coluna do Domingão foi de que: Somando relatos velados em Arcoverde e elementos colhidos das investigações, há muitos outros casos que podem surgir. Daí a importância de Sílvia Tavares. A partir dela, outras pessoas começaram a relatar abusos. Os relatos são impactantes, segundo apurou-se. E outras mais deverão fazer o mesmo. Uma certeza é de que havia aliciamento de mulheres e de homens, esses últimos muitas vezes entre a infância e a adolescência, parte assistida pelos programas da Fundação Terra. Se aproveitava da fragilidade social para crimes sexuais. Problema é que quando adultos, homens evitam denunciar se comparados às mulheres. Adultos héteros, não querem associar sua imagem a esses episódios. Há possibilidade real de que alguns tenham sido extorquidos para voto de silêncio. Vulneráveis socialmente, caso ameaçassem denunciar, eram criminalizados. Há rumores de que em um dos casos, uma vítima pode ter sido denunciada por furto, dentro dessa estratégia.

Também chamou a atenção para outro dado é o de que é boato a informação de apreensão de aparelho celular do padre Airton, o que revelaria outros crimes. Quem conhece o padre diz que ele tinha como estratégia o hábito de mudar frequentemente de número de celular, chip, operadora.  O que socialmente era justificado como uma medida de segurança e por alta procura de pessoas querendo uma ajuda, pode ser encarado como estratégia para driblar investigações e não deixar vestígios. Um dos modus operandi do sacerdote era o de pedir nudes, um fetiche sexual que chegou com as multiplataformas e redes.

A Coluna também relatou que: nenhum veículo de imprensa divulgou o nome da operação que prendeu o padre. Foi batizada de Amnon, personagem nascido mil anos antes de Cristo, príncipe de Israel, sendo filho de Davi, lembrado pelo estupro de sua meia-irmã Tamar, que era uma adolescente. Davi não reagiu em favor de Tamar, falhando como pai e como rei. A atitude de Davi é comparada aos que acobertaram ou apoiaram os episódios envolvendo o padre Airton.

Outro fato é o de que, à medida que os crimes estão sendo relevados, apoiar o padre com manifestações ou declarações públicas ou representa ignorância, ou conluio. Isso não tem relação com a defesa jurídica do sacerdote, um direito pleno. Aliás, há de se aguardar se conseguirão um habeas corpus nos próximos dias. Pode se desenhar um embate com algumas reviravoltas até uma decisão definitiva.

Por tudo que se noticiou até agora, já há quem compare o caso de Airton Freire com o de João de Deus, autoproclamado médium curandeiro, empresário, escritor e criminoso sexual condenado pelo estupro em série de centenas de mulheres em Abadiânia, Goiás. Em se tratando de número, ainda não há como comparar um caso com o outro. Mas, dada a confiança que se depositava em um e no outro, a notícia tem o mesmo impacto. Aí, não é pecado compará-los.

A Coluna também aproveitou para cobrar onde estão agora nomes como Madalena Britto, o deputado Clodoaldo Magalhães, o vereador João Taxista e outros que, antes da conclusão do inquérito, abriram a boca para defesa escancarada do padre Airton Freire? Deveriam ter a mesma iniciativa para pedir desculpas às vítimas. E espera-se ao menos a decência de que não haja tentativa de interferência política ou econômica nas investigações.

Com cinco nomes cotados para Presidência da Câmara, Luciano Duque busca evitar racha na base

O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, está tentando evitar rupturas na base e buscando unificar a bancada para escolha da nova Mesa Diretora da casa. Assim, evita problemas para a gestão Márcia Conrado em 2021 e consolida sua liderança pensando em 2022, quando deve disputar mandato estadual pelo PT. Pelo menos é o que […]

O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, está tentando evitar rupturas na base e buscando unificar a bancada para escolha da nova Mesa Diretora da casa.

Assim, evita problemas para a gestão Márcia Conrado em 2021 e consolida sua liderança pensando em 2022, quando deve disputar mandato estadual pelo PT.

Pelo menos é o que ficou claro na participação de vereadores do PP no programa Revista da Cultura neste sábado, na Cultura FM. O programa reuniu vereadores de primeiro mandato.

Dentre os cotados, até o momento, disputam a Presidência da Casa Zé Raimundo, André Maio, Agenor Melo, Manoel Enfermeiro e Ronaldo de Dja.

Segundo Zé Dida Gaya, do PP, o prefeito Luciano Duque já procurou pedindo que não se declarasse agora. “Vou esperar pra conversar com o prefeito”. Já Antonio da Melancia colocou como condição para definição “ouvir o líder Luciano Duque”.

Segundo o vereador da oposição, André Terto, do Avante, o ideal era uma chapa feita só com os novatos. “O povo deu um recado de renovação. Deveríamos  nos unir agora”, disse. O programa recebeu ainda China Menezes, o mais votado com 2020 votos e Gin Oliveira.

Solidão: Presidente da Câmara quer se desfazer de veículo seminovo para comprar um zero de R$ 104 mil

Enquanto em muitos municípios as Câmaras de Vereadores contribuem devolvendo recursos para o poder executivo quando fecham as contas e há dinheiro em caixa, na cidade de Solidão o presidente da Câmara Antônio Bujão e seu grupo fazem o contrário. Faltando pouco menos de dois meses para o final do ano o carro da Câmara […]

Enquanto em muitos municípios as Câmaras de Vereadores contribuem devolvendo recursos para o poder executivo quando fecham as contas e há dinheiro em caixa, na cidade de Solidão o presidente da Câmara Antônio Bujão e seu grupo fazem o contrário.

Faltando pouco menos de dois meses para o final do ano o carro da Câmara será leiloado no próximo dia 27 de novembro para aquisição de um veículo no valor estimado em R$ 104.834,00. Um detalhe: o carro que a câmara tem hoje é um Siena ano 2017 modelo 2018 adquirido na gestão da vereadora Eliana Nascimento a menos de dois anos.

O presidente alegou na plenária que “é um direito que lhe assiste não devolver o dinheiro e quem manda na Câmara é ele enquanto presidente”. Segundo informações o carro cotado é um Fiat Toro.

O vereador e seu grupo tem aproveitado as sessões para bater na gestão local.  Mas em contrapartida, não dá o exemplo, segundo governistas. Que lindo… Alô MP!

Marcones Sá emite nota de pesar pelas vítimas de acidente em Salgueiro

Criança de 06 anos foi socorrida, mas não resistiu. As três vítimas serão sepultadas às 16h desta terça-feira (4), em Salgueiro.  O prefeito de Salgueiro, Marcones Sá, emitiu na noite desta segunda-feira (3) nota de pesar pelo falecimento de Macileide Maria da Conceição, Lara Beatriz Bezerra de Souza e Mayara Bezerra de Souza, vítimas fatais […]

Criança de 06 anos foi socorrida, mas não resistiu. As três vítimas serão sepultadas às 16h desta terça-feira (4), em Salgueiro. 

O prefeito de Salgueiro, Marcones Sá, emitiu na noite desta segunda-feira (3) nota de pesar pelo falecimento de Macileide Maria da Conceição, Lara Beatriz Bezerra de Souza e Mayara Bezerra de Souza, vítimas fatais de grave acidente de carro neste domingo (2), na BR-316, em Salgueiro. 

Maiara Bezerra de Souza tinha 29 anos, Macileide Maria da Conceição tinha 39 e Lara Beatriz tinha apenas 6 anos. As duas primeiras vítimas morreram no local do acidente, enquanto a criança chegou a ser socorrida para o Hospital Regional de Salgueiro em estado grave, mas não resisistiu. Ela sofreu uma parada cardiorrespiratória, chegou a ser reanimada pelos médicos, mas veio a óbito. A criança era filha de Maiara Bezerra. 

Segundo informações de testemunhas, as vítimas estavam num Celta vermelho, que fazia uma manobra para entrar na estrada que dá acesso a Umãs, quando foi atingido por uma caminhonete Hilux. O motorista da Hilux foi detido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). O motorista do Celta foi socorrido com ferimentos e não há informações sobre seu estado de saúde atual. 

Confira a nota: 

Com imenso pesar, me solidarizo às famílias de Macileide Maria da Conceição, Lara Beatriz Bezerra de Souza e Mayara Bezerra de Souza, que faleceram após um trágico acidente automobilístico.

O velório acontecerá no Salão Comunitário de Umãs e os corpos devem chegar à meia noite, sendo o sepultamento às 16h desta terça-feira.

Desejo forças e me uno em oração a todo o povo de Salgueiro para que o conforto chegue aos corações da família e dos amigos.

Dr Marcones Sá

Prefeito de Salgueiro

Ex-ministro Paulo Bernardo é preso em Brasília pela Lava Jato

G1 O ex-ministro do Planejamento do governo Lula e das Comunicações no primeiro governo Dilma, Paulo Bernardo, foi preso nesta quinta-feira (23) em um desmembramento da 18ª fase da Operação Lava Jato, em Brasília.  Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência do governo Dilma, também é alvo. Ele foi levado em condução coercitiva para prestar depoimento e […]

paulobernardoagenciabrasilG1

O ex-ministro do Planejamento do governo Lula e das Comunicações no primeiro governo Dilma, Paulo Bernardo, foi preso nesta quinta-feira (23) em um desmembramento da 18ª fase da Operação Lava Jato, em Brasília.  Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência do governo Dilma, também é alvo. Ele foi levado em condução coercitiva para prestar depoimento e depois deve ser liberado.

A operação foi batizada de “Custo Brasil” e cumpre 65 mandados judiciais em São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Distrito Federal.

Do total de mandados nesta quinta, 11 são de prisão preventiva, 40 de busca e apreensão e 14  de condução coercitiva, quando a pessoa é levada a prestar depoimento. Um dos mandados de busca foi cumprido na casa da senadora Gleisi Hoffmann, no bairro Água Verde, em Curitiba.

Policiais federais também estão na sede do PT no Centro de São Paulo. Os presos e o material apreendido serão encaminhados à sede da Polícia Federal, na capital paulista.

A PF informou que o objetivo da operação é apurar o pagamento de propina referente a contratos de prestação de serviços de informática no valor de R$ 100 milhões, entre os anos de 2010 e 2015, a pessoas ligadas a funcionários e agentes públicos ligados ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

Há indícios de que o MPOG direcionou a contratação de uma empresa de prestação de serviços de tecnologia e informática para a gestão do crédito consignado na folha de pagamento de funcionários públicos federais com bancos privados, interessados na concessão de crédito consignado, de acordo com as investigações.

“Segundo apurou-se, 70% dos valores recebidos por essa empresa eram repassados a pessoas ligadas a funcionários públicos ou agentes públicos com influência no MPOG por meio de outros contratos – fictícios ou simulados”, diz a PF.

Os crimes investigados na operação são de tráfico de influência, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, com penas de 2 a 12 anos de prisão.