Gonzaga Patriota toma posse para seu nono mandato na Câmara
Por Nill Júnior
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) tomou posse para exercer seu nono mandato, nesta sexta-feira (01), na Câmara Federal, em Brasília. A cerimônia contou com a presença de amigos, eleitores e familiares do parlamentar.
“O sentimento é de gratidão por mais uma vez ter a oportunidade de representar Pernambuco no Congresso. Contem com o meu empenho e dedicação de sempre. Assumo como se fosse sempre a primeira vez, com muita energia e garra para continuar trabalhando e levando melhorias para o Brasil”, disse.
O presidente Rodrigo Maia presidiu a sessão. Segundo o Regimento Interno, cabe ao presidente da legislatura anterior, se reeleito, comandar a sessão.
No Plenário, os 513 eleitos responderam à chamada nominal e fizeram o juramento de “manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.
A eleição da Mesa Diretora da Câmara ocorrerá ainda nesta sexta-feira, o deputado Gonzaga Patriota (PSB), na condição de decano da casa, será o responsável por presidir a eleição.
A Justiça Federal proibiu na manhã deste sábado (29/03) o governo federal de veicular a campanha “O Brasil não pode parar” contra as medidas de isolamento social adotadas por Estados brasileiros nas últimas semanas para combater a pandemia do novo coronavírus. A decisão em caráter liminar foi tomada pela juíza Laura Bastos Carvalho em resposta a […]
A Justiça Federal proibiu na manhã deste sábado (29/03) o governo federal de veicular a campanha “O Brasil não pode parar” contra as medidas de isolamento social adotadas por Estados brasileiros nas últimas semanas para combater a pandemia do novo coronavírus.
A decisão em caráter liminar foi tomada pela juíza Laura Bastos Carvalho em resposta a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, que argumenta no processo que a campanha é abusiva e pode levar a população a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde.
A juíza ordena que o governo se abstenha de divulgar peças publicitárias desta campanha ou qualquer que “sugira à população brasileira comportamentos que não sejam estritamente embasados nas diretrizes técnicas, emitidas pelo Ministério da Saúde, com fundamento em entidades científicas de notório conhecimento no campo de epidemiologia e de saúde pública”.
Isso se aplica a todos os perfis oficiais vinculados ao governo federal em redes sociais, aplicativos de mensagens ou qualquer outro canal digital.
O governo deve ainda, em até 24 horas, divulgar em canais de comunicação físicos ou digitais uma nota em que reconhece que a campanha não está embasada em informações científicas e que, portanto, seu conteúdo não deve ser seguido pela população ou por autoridades como embasamento para decisões relativas a medidas de saúde pública.
Circula nas redes sociais um vídeo em que cães se alimentam nos mesmos pratos em que alunos da Escola Municipal José Paulino de Siqueira. O vídeo indica aparentemente que os próprios alunos oferecem a refeição feita para a merenda escolar para os cães que circulam o educandário. E ninguém faz nada. Nas redes sociais […]
Circula nas redes sociais um vídeo em que cães se alimentam nos mesmos pratos em que alunos da Escola Municipal José Paulino de Siqueira.
O vídeo indica aparentemente que os próprios alunos oferecem a refeição feita para a merenda escolar para os cães que circulam o educandário. E ninguém faz nada.
Nas redes sociais as imagens causaram repulsa. No vídeo, ninguém da escola aparece para coibir a ação.
Vereadores da cidade tiveram acesso ao vídeo. O Presidente da Câmara, Doutor Júnior, se mostrou abismado.
“Tem cachorro dentro da escola comendo nos pratos dos alunos. São pratos e colheres jogados ao chão. Como está a qualidade da merenda desses alunos. Pior, a Direção não se pronuncia”, reclama.
Pelos vídeos repetidos, a impressão é de que o episódio não é isolado. A Direção da Escola ainda não se manifestou.
Em votação secreta, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) foi reeleito presidente do Senado Federal, cargo que ocupará por mais dois anos. A vitória imprime nova derrota ao bolsonarismo, que perdeu as eleições presidenciais de 2022. Pacheco obteve 49 votos, contra 32 de Rogério Marinho (PL-RN) – candidato apoiado pelo bolsonarismo. O senador iniciou seu mandato […]
Em votação secreta, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) foi reeleito presidente do Senado Federal, cargo que ocupará por mais dois anos. A vitória imprime nova derrota ao bolsonarismo, que perdeu as eleições presidenciais de 2022.
Pacheco obteve 49 votos, contra 32 de Rogério Marinho (PL-RN) – candidato apoiado pelo bolsonarismo. O senador iniciou seu mandato Casa Alta em 2019 e foi eleito presidente da Casa pela primeira vez em 2021.
Para ser eleito presidente do Senado, o candidato precisaria ter pelo menos 41 votos, ou seja, maioria absoluta do Plenário da Casa. Os senadores votaram em tradicionais cédulas de papel, depositadas em urnas e apuradas por um grupo de senadores. As cédulas serão destruídas em seguida, como manda o Regimento Interno do Senado.
Os vereadores que ficaram no que pode ser chamada de “nova oposição” em Iguaracy não confiam mais em alinhamento com o vereador Manoel Olímpio, que foi eleito no último dia 11 com votos dos governistas na chamada “sessão reviravolta”, depois de tudo indicar que a eleita seria Odete Baião. Falando ao programa Manhã Total, Francisco […]
Francisco, Odete e Simão: críticas à eleição de Manoel e ao grupo do gestor Zeinha
Os vereadores que ficaram no que pode ser chamada de “nova oposição” em Iguaracy não confiam mais em alinhamento com o vereador Manoel Olímpio, que foi eleito no último dia 11 com votos dos governistas na chamada “sessão reviravolta”, depois de tudo indicar que a eleita seria Odete Baião.
Falando ao programa Manhã Total, Francisco de Sales, Simão Rafael e Odete Baião praticamente já colocam o vereador na conta dos governistas. Manoel e Zeinha Torres já demonstram afinidade plena depois da arrumação para a eleição. No dia 20, por exemplo, estiveram juntos em atos institucionais pela emancipação do município. Manoel até brincou com a logo da prefeitura, produzida com balões e que, segundo ele, “lembrava um M de Manoel”, para dizer que era uma espécie de saudação ao seu nome.
Os vereadores afirmam em linhas gerais que Manoel teria cometido um erro político, porque agora vai para o “fim da fila” na corrida sucessória de Zeinha que tem o próprio prefeito como postulante natural á reeleição, mais Pedro Alves e Albérico Rocha.
As críticas mais duras vieram da própria Odete. “Manoel não tem lado. Só vê o lado dele. Ele foi um traidor. Foi muito feio o que ele fez. Tentou me humilhar, mas tô bem graças a Deus”. Ela disse que liou para Manoel pouco antes da sessão e ele disse que estava tudo ok. “Traga o povo pra sessão”, teria dito segundo Odete. “Foi mais do que um traidor. Foi um Judas”. Ela disse que percebeu que Manoel seria eleito quando viu servidores e secretários na Câmara. “Um funcionário da prefeitura falou pra mim: o traíra se vendeu“.
Quanto ao acordo quebrado para votar em Fábio Torres, Francisco Sales afirma que quando migrou para a oposição não viu porque honrar o compromisso que de fato teria assumido.
Os vereadores afirmaram que a eleição foi uma “falsa vitória” do grupo de Zeinha Torres. Simão por sua vez negou a pecha de traidor, admitindo que o gestor se referiu a ele quando disse que odiava traidor.
“Eu fui expulso do grupo. O irmão dele (Chico Torres) e o prefeito me expulsaram de um grupo que me encontrava há 42 anos. Só pelo fato de eu não votar no candidato Fábio Torres, que era o candidato do prefeito. Não sou homem de duas palavras. Essa palavra traidor não assenta pra mim. Eu quero que me respeitem. Tão dizendo que eu me vendo. Vocês não tem dinheiro pra comprar minha moral e dignidade.”
O deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) defendeu, nesta segunda-feira (17), a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte. O objetivo, explica, seria fazer uma revisão na atual Constituição, promulgada em 1988, englobando todas as reformas que estão discussão no Congresso Nacional, como a política, a previdenciária, a trabalhista. “Vivemos uma crise de legitimidade. É esse Congresso, […]
O deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) defendeu, nesta segunda-feira (17), a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.
O objetivo, explica, seria fazer uma revisão na atual Constituição, promulgada em 1988, englobando todas as reformas que estão discussão no Congresso Nacional, como a política, a previdenciária, a trabalhista. “Vivemos uma crise de legitimidade. É esse Congresso, que está em suspeição, que vai operar as reformas”, criticou em debate na rádio CBN Recife.
Segundo Danilo Cabral, há necessidade de se fazer um amplo debate sobre a institucionalidade brasileira e, por isso, esse não é o momento ideal – com o governo com baixa aprovação e o Congresso desacreditado pela sociedade – para promover reformas. Na opinião do parlamentar, seria necessário retomar a legitimidade. “E só quem devolve a autoridade do Congresso é o voto popular”, acrescentou.
Para ele, é necessário fazer uma “travessia” até 2018, promovendo um ajuste mínimo nas regras eleitorais vigentes, e, nas eleições gerais, eleger um Congresso que fará as mudanças na Carta Magna. O deputado lembrou que, atualmente, existem mais de 90 emendas à Constituição vigente, mostrando ser preciso atualizar o texto.
Danilo Cabral reafirmou que a Reforma da Previdência, da maneira como está posta, não será aprovada na Câmara dos Deputados. “A flexibilização de alguns pontos é uma tentativa do governo federal para que a proposta passe, mas ainda assim terá dificuldades. “São medidas muito duras com a população”, opinou. Quanto à reforma política, ele apontou duas questões: a aprovação da cláusula de barreira e do fim das coligações partidárias para disputas proporcionais. Sobre a reforma trabalhista, o deputado disse que não é favorável a seu principal ponto, a prevalência da negociação coletiva em relação à legislação.
A discussão sobre a convocação de uma Constituinte teve início no Congresso Nacional no ano passado. Os deputados Rogério Rosso (PSD-DF) e Miro Teixeira (Rede-RJ) chegaram colher 172 assinaturas para a tramitação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para tratar sobre o tema. A proposta, no entanto, foi devolvida aos autores pela Mesa Diretora da Câmara por ser considerada inconstitucional. Ainda assim, diante da crise que passa o País, a ideia ganha cada vez mais corpo entre os parlamentares.
REUNIÃO – Pela manhã, Danilo Cabral se reuniu com educadores ligados à Gerência Regional da Mata Centro, em Vitória de Santo Antão. Trataram sobre o impacto da Reforma da Previdência para os profissionais da educação. No total, 13 municípios fazem parte da GRE.
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